terça-feira, 30 de abril de 2013

Pensões milionárias de Estado Ex-Politicos

Vejam os nomes dos principais beneficiários das pensões milionárias do Estado, quase todos ex-políticos.
LISTA DOS PRINCIPAIS "COVEIROS" DO DESASTRE FINANCEIRO PORTUGUÊS PÓS 25 DE ABRIL.
Muitos deles acumulam reformas com salários e pensões vitalícias.
PARTIDO-NOME DO POLITICO-TACHOS-CARGO ACTUAL-SUBVENÇÃO/REFORMAS OBSERVAÇÕES.

P.S.D. Alberto João Jardim P. Gov Reg. Madeira S.V. 94.000 Euros/ano
P.S. Alberto Martins Ex-Dep Ex-Min Adv. Prof. Prof. UN S.V. 2.905 Euros acresce vários venc.
P.S. Alberto Souto de Miranda Ass. Estag. UN/Ex-Pres. C. Vice Presid. Anacom 14.198 Euros acresce S.V. Câmara Aveiro
P.S. Alda Borges Coelho Ex-Dir Fed Port Rugby Adm. ANA/NAER 110.000 Euros/ ano c/carro, telem. Desp. Desl.
P.S. Alexandre Rosa Ex-Sec. Est Ex. Ch. Gab. Vice Pres. IEFP 79.000 Euros/ano carro c/mot., telef. Desp rep.
P.S. Almerindo Marques Ex- Dep. Bancário/Gestor Gestor da Opway S.V. ???? 200.000 Euros/ano
P.S.D. Álvaro Barreto Ex-Ministro Reformado S.V. 3.400 Euros ref. 3.500 Euros/mês
P.S. Ana Benavente Ex-Sec. Est. Sub. Reint. 62.000 Euros
P.S. Ana Catarina Mendes Ex-Dep. Sub Reint. 24.000 Euros
P.S.D. Ana Manso Ex-Dep. Sub. Rein
P.S. Ana Sofia Tomaz Aces. Sec. Est. Vogal C.Adm. E.P. 151.000 Euros/ano mais carro+telef. (o que faz?)
P.S.D. Ângelo Correia Ex-Dep Ex-Ministro Presid. Empresas S.V. 2.200 EUROS acresce vários vencimentos
P.S.D. Aníbal Cavaco Silva Ex- Dep. Ex-Ministro P.Rep. Pres. República 140.000 Euros/ano Prescindiu venc PR 6.523 Eu

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Austeridade Está a Matar a Europa

            

A AUSTERIDADE ESTÁ EMPURRAR A EUROPA PARA O SUICÍDIO - ALERTA JOSEPH STIGLITZ

O prémio Nobel da Ecomia Joseph Stiglitz (69 anos) afirmou esta semana, em Viena, que a Europa está numa situação bastante complicada devido às medidas de austeridade que estão a empurrar o continente «para o suicídio».

«Nunca houve um programa de austeridade bem sucedido num país desenvolvido», salientou o economista perante os jornalistas, no dia 25, em Viena, citado pela Bloomberg. «A abordagem europeia não é, sem dúvida alguma, nada prometedora. Penso que a Europa caminha para o suicídio», acrescentou.

Os governos dos 27 estados-membros da União Europeia estão a aplicar medidas de austeridade que atingem os 450 mil milhões de euros, numa altura em que se vive uma crise da dívida soberana. A dívida da zona euro disparou, no final de 2012, para valores recorde desde que foi criada a moeda única, à medida que os governos aumentavam os empréstimos para travar os défices orçamentais e financiar resgates aos países com mais dificuldades.

«Se a Grécia fosse o único país europeu a aplicar medidas de austeridade, os responsáveis europeus poderiam ignorá-lo», disse Stiglitz, «mas com o Reino Unido, a França e outros países europeus a sofrer as consequências da austeridade, é como se fosse uma austeridade global e as consequências económicas vão ser muito duras».

Embora os líderes da zona euro «tenham percebido que a austeridade por si só não funciona e que é preciso crescimento», não houve acções concretas nesse sentido «e aquilo que acordaram fazer, em Dezembro passada, é uma receita para garantir que o doente vai morrer» afirmou Stiglitz referindo-se ao euro. E acrescentou: «A austeridade combinada como os constrangimentos do euro é uma combinação fatal».

O economista admite uma zona euro com «dois ou três países», constituída pela Alemanha e possivelmente a Holanda e a Finlândia, como «o cenário mais provável se a Europa insistir em abordar a crise com políticas de austeridade», o que conduzirá a níveis de desemprego muito elevados, como o de Espanha, que já atinge 50 por cento dos jovens desde a crise de 2008, «sem esperança de melhorias nos próximos tempos». «O que estão a fazer é a destruir o capital humano, a criar jovens alienados», alertou.

Para impulsionar o crescimento, os líderes europeus terão de redireccionar as despesas públicas para «utilizar ao máximo» instituições como o Banco Europeu de Investimento e introduzir impostos que melhorem o desempenho económico, sublinhou Stiglitz

de Alfredo Barroso (Notas) - Segunda-feira, 29 de Abril de 2013 às 0:55


  


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ESTATUADESAL.COM



Protesto no Parlamento Europeu - AJUDE A DIFUNDIR ESTA FOTO!

A revolta contra a austeridade já chegou ao Parlamento Europeu. Esta semana os deputados europeus da esquerda manifestaram-se contra a Troika. Esta foto está a correr a Europa toda, mas ... alguém a viu na imprensa portuguesa? Como podem ver, deputados europeus manifestaram-se com a palavra de ordem:
Tirem as patas de cima de: CHIPRE, PORTUGAL, GRÉCIA, ESPANHA, IRLANDA.
Mas... por cá, se não for a internet, nada sabemos!
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domingo, 28 de abril de 2013

Cavaco Caem os Cravos de Abril

            

                                        
  

Artigo 120º da Constituição da República Portuguesa
"O Presidente da República representa a República Portuguesa, garante a independência nacional, a unidade do Estado e o regular funcionamento das instituições democráticas e é, por inerência, Comandante Supremo das Forças Armadas."

sábado, 27 de abril de 2013

Anedota O Túmulo mais Visitado


O túmulo mais visitado em Utah-USA, por causa do texto na lápide! 


MR. RUSSELL J. LARSEN,  DE LOGAN (UTAH) morreu sem saber que ganharia o 

“Concurso da Lápide mais visitada”. Em sua lápide está escrito:

CINCO REGRAS A SEGUIR PELO HOMEM PARA UMA VIDA FELIZ:



1. É importante ter uma mulher que ajude em casa, cozinhe de tempos em tempos, limpe a casa e tenha um trabalho;
2. É importante ter uma mulher que te faça rir;
3. É importante ter uma mulher em que possa confiar e não minta;
4. É importante ter uma mulher que seja boa na cama e que goste de estar contigo;
5. É muito, mas muito importante que estas quatro mulheres não se conheçam ou podes terminar morto como eu.                                                                                           




Um casal de velhotes estava sentado à mesa.
O marido, depois de beber um copo de vinho, disse:
- Amo-te tanto que não sei se conseguia viver sem ti...
A mulher pergunta:
- Isso és tu a falar, ou o vinho?
- Sou eu, a falar para o vinho.

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Dias Loureiro e os negócios do Estado


                         


A antiga diretora do DCIAP afirmou não poder dizer por que é que o processo do ex-ministro não foi encaminhado para a Judiciária.
DN.PT|DE GLOBAL MEDIA GROUP




(SIRESP) UMA VERDADE INCONVENIENTE DOS GOVERNOS (PSD e PS).
COMO FOI FEITO O NEGÓCIO E COMO CÂNDIDA ALMEIDA MAIS UMA VEZ TRAVOU A JUSTIÇA.Cinco protagonistas num negócio que atravessou quatro governos.
O Estado está a pagar por uma rede de comunicações do Ministério da Administração Interna um total de 485,5 milhões de euros, cinco vezes mais do que poderia ter gasto se tivesse optado por outro modelo técnico e financeiro.
...Continuar a ler



SIRESP Estado gastou 485 milhões de euros em rede de comunicações que valia um quinto. Durão Barroso e Santana Lopes , conseguiram delapidar os cofres nacionais, tendo em conta a má decisão de adjudicação. Acresce as suspeitas de tráfico de influencias, com o consórcio de empresas vencedor, onde se encontra um Ex-Ministro de governo PSD, Dias Loureiro.

A jornalista da TVI Ana Leal recebeu esta manhã uma nota de culpa, no âmbito de um processo de inquérito, e está suspensa e impedida de entrar nas instalações da Estação de Queluz de Baixo até à conclusão do processo disciplinar.

Jornalista Ana Leal suspensa e impedida de entrar na TVI
A profissional da comunicação não poderá aceder às instalações da TVI enquanto o processo está em curso. «A nota de culpa foi entregue esta manhã», afirmou quem acompanhou o processo, em declarações citadas pelo DN.
Ana Leal recusou prestar quaisquer declarações sobre a matéria.
Recorde-se que na base do processo está um pedido de esclarecimentos enviado pela jornalista ao director de Informação, José Alberto Carvalho, e ao Conselho de Redacção da TVI, sobre uma peça jornalística acerca do Sistema Integrado de Redes de Emergência e Segurança de Portugal (SIRESP), que integraria o alinhamento do «Jornal das 8» de 26 de Janeiro, mas que acabou por não ser divulgada nesse dia.
A peça foi para o ar no dia 27 do mesmo mês, na TVI24, no bloco noticioso «25ª Hora».
A 6 de Março, o caso foi a conselho de redacção, que considerou «injustificado o facto de a peça de Ana Leal não ter entrado no alinhamento do Jornal das 8». Mais tarde, a 20 de Março, os editores da TVI recusaram que tenha havido «qualquer espécie de censura» em relação a uma peça da jornalista.  Por: Diário Digital26 de Abril de 2013


O ex-conselheiro de Estado Dias Loureiro não tem bens em seu nome que possam ser penhorados no âmbito da investigação no caso BPN e o saldo médio das suas contas bancárias não ultrapassa os cinco...
ECONOMICO.SAPO.PT


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Miguel Relvas e Dias Loureiro estão por trás da operação de aquisição do Efisa por 38 milhões de euros, depois do Estado ter injectado 52.5 milhões de euros em…
LUSOPT.Pt



O empresário que o 1.º-Ministro de Portugal deu como exemplo....


Procuradoria-Geral da República confirmou que o ex-conselheiro de Estado Manuel Dias Loureiro "foi ouvido" pelos magistrados titulares do processo relativo ao caso BPN.
JN.PT|DE GLOBAL MEDIA GROUP




"Repórter TVI" investiga SIRESP

Publicado em 2014-01-27

ANA MARGARIDA LEITE / JN
Esta segunda-feira, o "Repórter TVI" exibe uma reportagem da autoria de Ana Leal que investiga as fragilidades da rede de emergência e segurança de Portugal. Para ver noJornal das 8.
A reportagem do "Repórter TVI", desta segunda-feira, vai apresentar uma investigação sobre as fragilidades do SIRESP, a rede de emergência e segurança de Portugal, que deveria ligar entre si, polícias, bombeiros e INEM.
Adjudicado por 450 milhões de euros, o SIRESP irá custar aos contribuintes, até 2021, cerca de 600 milhões de euros, o equivalente ao mais bem equipado hospital do país.
Implementado há sete anos, este sistema é usado apenas por metade dos utilizadores previstos e ainda não cobre pontos considerados cruciais do território nacional.
Uma reportagem da autoria da jornalista Ana Leal, com imagem de João Paulo Delgado e montagem de Miguel Freitas, para no Jornal das 8.



NOTÍCIAS DO POTE

5 de Dezembro de 2013 :

À privatização de 70% do capital dos CTT concorreu a Goldman Sachs, que pagou 41,38 milhões de euros para controlar uma posição de 5%. Em pouco mais de três meses, a instituição financeira que contratou José Luís Arnault viu a sua posição accionista ser valorizada em 30%, atingindo cerca de 53,9 milhões de euros, o que lhe possibilita ganhos potenciais de cerca de 11,2 milhões de euros.

12 de Março de 2014 :

O presidente dos CTT, Francisco Lacerda (que já o era antes da privatização) anunciou que, relativamente ao exercício de 2013, serão distribuídos dividendos (40 cêntimos por acção). A Goldman Sachs, que entrou para a estrutura accionista a 25 dias do final do ano, meterá ao bolso cerca de três milhões de euros (http://economico.sapo.pt/noticias/goldman-esta-a-ganhar-14-milhoes-com-os-ctt_188910.html).

Assim, num abrir e fechar de olhos, a instituição financeira que contratou José Luís Arnault está a ganhar cerca de 14 milhões de euros. Nem com a Dona Branca.

Esta figura do PSD, vendedor a retalho dos bens nacionais, esteve permanentemente em todas as privatizações. É uma evidência factual da participação na privatização quer da ANA, quer da REN, quer na reorganização do Banif, do BCP e também na privatização dos CTT, onde a Goldman Sachs não tem uma participação qualquer, já que tem a maior participação após a privatização. Arnault, foi por isso generosamente premiado por aquele banco norte-americano pelas suas diligências como "facilitador" tal como é o seu amigo Miguel Relvas (ambos na foto no Copacabana Palace do Rio de Janeiro), formalizando a sua contratação como conselheiro consultivo internacional.




A antiga diretora do DCIAP afirmou não poder dizer por que é que o processo do ex-ministro não foi encaminhado para a Judiciária.
DN.PT|DE GLOBAL MEDIA GROUP

Renováveis fazem baixar o Preço

                            


Mais uma "maldade" da herança de Sócrates.

Foi num dia ventoso, com as energias limpas a cobrir 90% do consumo elétrico nacional, chegando a 100% de madrugada, que os líderes do maior consórcio...
EXPRESSO.SAPO.PT|DE EXPRESSO - IMPRESA PUBLISHING S.A.


Da “festa” socialista! Carros eléctricos poderão reduzir importações de petróleo em 40%

by As Minhas Leituras
Um estudo citado pelo The Guardian mostra que atingir esta meta até 2030 é possível. Tal ficará a depender da existência de infra-estruturas de apoio aos condutores. A adopção de carros eléctricos pode significar a redução das importações de petróleo em 40% até 2030. A conclusão é de um estudo citado esta terça-feira, 10 de […]
                      


Petróleo: Goldman: Petróleo tem que cair para 40 dólares para travar produção de xisto betuminoso


O Goldman estima que o petróleo poderá negociar nos 41 dólares por barril no mercado nova-iorquino e nos 42 dólares em Londres, no prazo de três meses....
JORNALDENEGOCIOS.PT






















Mexia "Preços da energia vão baixar graças às renováveis"
O presidente da EDP, António Mexia, afirma, em entrevista ao Jornal de Negócios, que “os investimentos nas renováveis hoje vão baixar os preços da energia a prazo”,
frisando que, por exemplo, “o vento está mais barato que o gás”.
O presidente da EDP afirma, em entrevista ao Jornal de Negócios, que “o vento está mais barato que o gás”, adiantando que isto confirma “uma realidade importante”: “O contributo que as [energias] renováveis, em particular as renováveis maduras, trazem para a estabilidade e mesmo para a descida dos preços de energia a prazo”, diz António Mexia.
Para o CEO da eléctrica, os preços da energia deverão então descer a prazo, graças aos investimentos nas energias renováveis, “uma realidade que Portugal já vive”. “Janeiro, Fevereiro e Março mostram bem que a hídrica e o vento contribuem para a baixa de preços”, sustenta Mexia.
O presidente da EDP considera também que não há margem para dúvidas e que “hoje, os combustíveis fósseis não estão a pagar a externalidade negativa” da economia portuguesa.



...mas não dizem onde. Estimam mil milhões de barris. Reuniram-se com Passos Coelho. SÁBADO teve acesso à proposta para ministro da Energia
SABADO.PT



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EXPRESSO.SAPO.PT|DE EXPRESSO - IMPRESA PUBLISHING S.A.


Veja o mapa da crise. Clique para ampliar


O-ANTONIO-MARIA.BLOGSPOT.COM|DE ANTONIO CERVEIRA PINTO


Renováveis abastecem Portugal de electricidade


Eólicas e barragens têm mantido o país praticamente livre de emissões de CO2 na produção de electricidade, ao longo dos últimos cinco dias 


Nos últimos cinco dias de março Portugal viu as suas 
necessidades de energia eléctrica praticamente satisfeitas a 100% pelas renováveis.Eólicas e barragens estão a gerar electricidade suficiente para todo o país, incluindo nas horas de maior procura (das 8h00 às 10h00 e das 19h00 às 21h00), tendo havido ainda lugar a um incremento na exportação de energia.De acordo com os dados agora revelados pela REN - Redes Energéticas Nacionais, o recurso às centrais térmicas a carvão foi residual e, no caso das centrais a gás natural, já não são usadas desde o passado dia 27 de março.Os dados da REN mostram ainda que que, por exemplo no passado domingo (ver gráfico), dos 104,7 gigawatts (GW) de electricidade consumidos ao longo de todo o dia, apenas 3,7 GW
tiveram origem em centrais térmicas a carvão. Por: Vítor Andrade/ Expresso/ abril de 2013


PRIVATIZAR O SOL...

IBERDROLA RENOVBLES
A realidade espanhola, respaldada por uma nova lei, segundo a qual, como se não bastasse a posição dominante no mercado da gigantesca empresa eléctrica espanhola, qualquer cidadão ou empresa que seja apanhada a auto-abastecer-se de energia eléctrica, recorrendo, por exemplo, a placas solares, sem pagar uma taxa à Iberdrola... pode estar sujeito a uma multa capaz de atingir os sessenta milhões de euros... uma ameaça perfeitamente terrorista.
Ou seja, a Iberdrola conseguiu convencer o estado espanhol... a privatizar o Sol!!!
sessenta milhões de euros


 http://www.portal-energia.com/espanha-privatiza-sol.../
O sol foi privatizado na Espanha: se autoridades...
PORTAL-ENERGIA.COM


Israel vai construir a maior estação de energia solar no deserto do Negev

Israel vai construir a maior estação de energia solar no deserto do Negev

Israel goza de um sol abundante e tem sido, por isso, pioneiro na energia solar. Com a construção de uma estação de energia solar de 121 megawatts, a partir do início de 2014, o país dará um grande passo para alcançar a sua meta de produção de 10% da sua energia por via de fontes renováveis ​​até 2020.
A central de Ashalim ficará localizada no deserto de Negev e, quando concluída em 2016, será a maior estação de energia solar de Israel, com capacidade suficiente para abastecer 40 mil habitações. A infra-estrutura está a ser desenvolvida pela Megalim Solar Power – uma parceria entre a empresa de energia solar norte-americana BrightSource Energy e a empresa de energia e transportes francesa Alstom.
A BrightSource teve originalmente início em Israel como uma empresa chamada Luz, pelo que o projecto de Ashalim será como um regresso a casa. Para além deste projecto inovador no valor de €799 milhões (R$ 2,4 mil milhões), a BrightSource está ainda a desenvolver a maior central solar térmica do mundo – uma quinta solar de 377 megawatts no deserto de Mojave, na Califórnia, chamada Ivanpah.
A central da Megalim é um dos três projectos a serem implementados em Ashalim e vai gerar 250 MW de energia eléctrica em capacidade plena – o que é suficiente para cobrir 2,5% do consumo de energia total israelita. Quando os três projectos estiverem em funcionamento, Ashalim vai-se tornar na quinta maior estação de energia solar do mundo.
“O governo deu-nos uma estrutura muito boa”, revelou o CEO da BrightSource, Israel Kroizer disse. “A forma como executaremos este projecto é como sendo a jóia da coroa de todos os nossos projectos.”

















Quase 60% da electricidade consumida em 2013 foi de origem renovável


Meteorologia explica aumento do peso das renováveis no consumo de energia eléctrica.

Portugal bateu recordes em 2013 no que toca à energia renovável: 58,3% da energia eléctrica consumida no ano passado foi produzida por fontes renováveis, o que representa um aumento de 20% em relação ao ano anterior. Esta variação permitiu diminuir a electricidade importada em 2,8 vezes, segundo a Quercus.

A associação ambientalista, que cita os dados mais recentes da produção de electricidade em Portugal Continental publicados pela Redes Energéticas Nacionais (REN), nota que, considerando apenas a produção nacional, a contribuição das renováveis chegou ao “valor recorde” de 61,7% da electricidade consumida.

A diferença entre os valores de 2012 e de 2013 está relacionada com a meteorologia: 2012 foi um ano muito seco, 58% abaixo da média, segundo a Quercus. Em contrapartida, 2013 foi “relativamente húmido”, 17% acima da média. Por isso, a produção de electricidade renovável da grande hídrica, com recurso às barragens, mais do que duplicou no ano passado.

Também o vento soprou mais forte em 2013, levando a um aumento de quase 20% na produção de electricidade a partir desta fonte. “Na fotovoltaica, o aumento da capacidade instalada permitiu um aumento de 25% em relação a 2012, apesar de ainda não ter atingido 1% do consumo, o que revela um enorme potencial de crescimento”, nota a Quercus, num comunicado assinado também pela Associação Portuguesa de Energias Renováveis (Apren).

Nessa nota, Francisco Ferreira, coordenador do grupo de energia e alterações climáticas da Quercus, sublinha que a aposta nas energias renováveis e na eficiência energética “permite a recuperação da economia sem onerar o ambiente”, pelo que defende a continuação da aposta neste sector. “É preciso um investimento na sensibilização e um planeamento adequado do sector energético também em prol de uma desejável política climática exigente", defende.

António Sá da Costa, presidente da direcção da Apren, também citado no comunicado, salienta que, além da diminuição das importações de combustíveis fósseis e de emissão de gases com efeitos de estufa, o reforço do peso das renováveis na electricidade consumida “possibilitou estabilizar o preço deste bem, o que também é positivo para ajudar Portugal a sair da crise”.

Segundo as duas associações, a aposta nas renováveis permitiu poupar cerca de 850 milhões de euros em 2013: 806 milhões de euros na importação de combustíveis fósseis (gás natural e carvão) e 40 milhões de euros em licenças de emissão de dióxido de carbono (CO2).

Entre 2012 e 2013 verificou-se uma redução nas emissões de CO2 na ordem das 2,3 milhões de toneladas, refere a nota. Deste total, um milhão de toneladas deve-se à redução do recurso às centrais a carvão.

Este aumento do peso das renováveis no consumo de energia tem, porém, outro lado menos positivo para os consumidores, que este ano vêem aumentar as tarifas eléctricas em 2,8% (ou em 1% para os consumidores com tarifa social). Isto porque a produção de electricidade de origem renovável em regime especial (toda a renovável à excepção das grandes barragens) - que tem prioridade na entrada na rede - aumentou mais do que o previsto (chegou aos 32% em Portugal Continental, mais 5% do que em 2012), fazendo disparar os custos com as energias eólica e hídrica, co-geração e gás natural em 2013, e contribuindo para um aumento do défice tarifário, que deverá chegar aos 4,4 mil milhões de euros no final de 2014, segundo os cálculos da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos. Por:  /P/ 14/01/2014 




Alqueva é uma das grandes barragens que nesta altura do ano mais contribuem para a produção de energia elétrica
EDP

Barragens bateram recorde histórico na produção de eletricidade

A produção de eletricidade a partir das barragens bateu um recorde histórico no passado dia 16 de fevereiro, tendo assegurado 66% do total do consumo nesse dia a nível nacional.
Desde o início do ano que se têm vindo a quebrar recordes na produção de energia elétrica a partir de fontes renováveis em Portugal, segundo a REN - Redes Energéticas Nacionais.
No mês de janeiro, 91% da eletricidade consumida veio de fontes renováveis (nomeadamente eólicas, barragens, fotovoltaica e biomassa), mas foi já a 16 de fevereiro que se bateu o segundo recorde histórico, com 66% do consumo a ser garantido apenas pela produção hidroelétrica, ou seja, a partir das grandes barragens existentes em Portugal continental. No total, com a água acumulada nas grandes albufeiras, naquele dia de fevereiro foram produzidos 99,9 gigawatts (GW), o que compara com 42,8 GW produzidos no mesmo dia do ano anterior.
Os dados avançados ao Expresso pela REN indicam ainda que às 18h45 da passada sexta-feira, 21 de fevereiro, as grandes centrais hídricas registaram um novo máximo histórico atingindo uma potência de 4.885 megawatts (MW), superior em valor ao registado a 16 do mesmo mês (4.606 MW).
A REN sublinha que, entre 1 de janeiro e 23 de fevereiro as grandes hídricas abasteceram 39% do consumo, a que se adicionam ainda 4% das mini-hidricas. O consumo restante foi assegurado pelas eólicas com 33%, biomassa 5% e térmicas não renováveis com apenas 18%. Por:
Vítor Andrade / Expresso 25/02/ 2014




A dependência energética que o País tem do exterior fixou-se em 71,5% no ano passado, valor que compara com os 79,4% do ano anterior, reflectindo um maior peso das renováveis na produção de electricidade.
A dependência energética que Portugal tem do exterior atingiu em 2013 a marca de 71,5%, que é, segundo os registos da Direcção-Geral de Energia e Geologia (DGEG), o valor mais baixo desde pelo menos 1995. 
O valor alcançado no ano passado compara com uma dependência energética de 79,4% em 2012 e a descida em 2013 "deveu-se sobretudo à redução do consumo de carvão e gás natural na produção de energia eléctrica, uma vez que a produção doméstica subiu 21%", explica a DGEG.

A subida da produção de electricidade a partir de fontes endógenas em 2013 assentou essencialmente num maior peso da energia eólica e hídrica, elevando a exposição do sistema eléctrico português às energias renováveis.

Portugal já tinha conseguido em 2010 um nível historicamente baixo de dependência energética do exterior, com este indicador a fixar-se em 76,1%, mas em 2011 e 2012 o valor voltou a subir, ultrapassando os 79%.

Os dados compilados pela DGEG, com informação que recua até 1995,  mostram que desde este ano e até 2009 Portugal sempre teve uma dependência energética do exterior acima dos 80%, com um pico de 88,8% em 2005. A partir desse ano a maior aposta do País em energias renováveis contribuiu para baixar progressivamente a dependência energética.

A ainda elevada dependência do exterior que Portugal apresenta reflecte a predominância do petróleo no consumo do País, quer ao nível da energia primária (43,5%), quer ao nível da energia final (52,2%).

No que respeita à energia primária, além do petróleo assumem pesos relevantes o gás natural (17,2%), a biomassa (13,3%), o carvão (12,3%) e a energia eléctrica (12,1%). Analisando os resultados da energia utilizada pelos consumidores finais, o petróleo pesa 52,2%, a electricidade 28,2%, o gás natural 10,5% e a biomassa 6,6%.
30 Junho 2014, 11:47 por Miguel Prado | miguelprado@negocios.pt



Como se sabe, o petróleo que os magnatas dos mercados americanos tanto exploraram para ganhar mais dinheiro subitamente começou a valer menos. Diremos mesmo muito menos. Tem isso que ver talvez com o aumento da...
DN.PT|DE CONTROLINVESTE