terça-feira, 14 de abril de 2015

O Rapazola a Infamia e Sócrates

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Privatização do Metro-A Fraude

                       

Pobreza. Segundo dados do INE existem mais de 1,9 milhões em risco de pobreza.
120 mil crianças sofrem com falta de comida

  

                       
      
     

Eu acho que as pessoas ainda não entenderam bem o que vem aí. A fazer fé nas sondagens parece que as pessoas não estão a entender nada!


Antiga ministra das Finanças e ex-líder do PSD defende que o Governo pretende descer a TSU para os patrões para depois colocar os portugueses perante o...
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Empresas apoiadas pelo Estado pagam 505 euros a engenheiros, professores e farmacêuticos...    www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=4513280


 https://rcag1991.wordpress.com/.../anatomia-e-dissecacao.../



(Nicolau Santos, in "Expresso", 11/04/2015) Alguém...
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Três anos de Governo Passos/Portas PSD/CDS
Vamos lá a ver se a gente se entende. Há quatro anos tínhamos um problema de financiamento. Hoje estamos na bancarrota o que acontece é que o BCE abriu o guarda-chuva. Vejamos os números porque esses não enganam. Barroso/Santana deixaram 68% de dívida, Sócrates com a crise elevou-a a 94% e Passos/Portas para 135% do PIB. Este governo aumentou impostos e vendeu as empresas jóias da Coroa como EDP,REN, ANA, CTT etc.. Temos hoje 1,4 milhões de desempregados, 2,8 milhões de pobres, Perderam-se 450 mil postos de trabalho, foram forçados a emigrar 350 mil, por sinal na maioria os mais qualificados. Negar estes dados não é ser sério, é simplesmente propaganda eleitoral. O País em vez de avançar regrediu e nalguns casos dez, noutros 40 anos.Só diz bem deste governo quem não sabe o que se está a passar, ou está a ganhar muito dinheiro com o que se está a passar.
http://viriatoapedrada.blogspot.pt/2015/02/governo-psdcds-vendeu-dignidade-do-pais.html




Caos nas urgências mesmo depois da gripe

by As Minhas Leituras
Depois do caos nas urgências durante o pico da gripe, os principais problemas que levaram ao congestionamento dos hospitais mantêm-se de norte a sul do país. Há falta de médicos e enfermeiros que chegam a acumular 300 horas a mais de trabalho. Durante um mês, a jornalista da TVI, Ana Leal, e o repórter de […]





O RAPAZOLA DE SEMPRE.... A HISTÓRIA UNIVERSAL DA INFÂMIA

Entre os portugueses e a luxúria do poder, Passos Coelho escolheu o poder. Fica registado.
«Este Governo, o de Pedro Passos Coelho, nasceu de uma infâmia. No livro "Resgatados", de David Dinis e Hugo Coelho, insuspeitos de simpatias por José Sócrates, conta-se o que aconteceu. O então primeiro-ministro chamou Pedro Passos

Coelho a São Bento para o pôr a par do PEC4, o programa que evitava a intervenção da troika em Portugal e que tinha sido aprovado na Comissão Europeia e no Conselho Europeu, com o apoio da Alemanha e do BCE, que queriam evitar um novo resgate, depois dos resgates da Grécia e da Irlanda.
Como conta Sócrates na entrevista que hoje se publica, Barroso sabia o quanto este programa tinha custado a negociar e concordava com a sua aplicação, preferível à sujeição aos ditames da troika, uma clara perda de soberania que a Espanha de Zapatero e depois de Rajoy evitou.
Pedro Passos Coelho foi a São Bento e concordou. O resto, como se diz, é história. E não é contada por José Sócrates que um dia a contará toda. No livro conta-se que uma personagem chamada Marco António Costa, porta-voz das ambições do PSD, entalou Passos Coelho entre a espada e a parede. Ou havia eleições no país ou havia eleições no PSD. Pedro Passos Coelho escolheu mentir ao país, dizendo que não sabia do PEC4. Cavaco acompanhou. E José Sócrates demitiu-se, motivo de festa na aldeia.
Detenho-me nesta mentira porque, quando as águas se acalmam no fundo poço, é o momento de nos vermos ao espelho. Pedro Passos Coelho podia ter agido como um chefe político responsável e ter recusado a chantagem do seu partido. Podia ter respondido ao diligente Marco António que o país era mais importante do que o partido e que um resgate seria um passo perigoso para os portugueses. Não o fez. Fraquejou.
Um Governo que começa com uma mentira e uma fraqueza em cima de uma chantagem não acaba bem. Houve eleições, esse momento de vindicação do pequeno espaço político que resta aos cidadãos, e o PSD ganhou, proclamando a sua pureza ideológica e os benefícios da anunciada purga de Portugal. Os cidadãos zangados com o despesismo de

José Sócrates e do PS, embarcaram nesta variação saloia do mito sebástico. O homem providencial. Os danos e o sofrimento que esta estupidez tem provocado a Portugal são impossíveis de calcular. Consumada a infâmia, a campanha contra José Sócrates continuou dentro de momentos. Todos os dias aparecia uma noticiazinha que espalhava pingos de lama, ou o Freeport, ou a Face Oculta, ou a TVI, ou todas as grandes infâmias de que Sócrates era acusado. Ao ponto do então chefe do Bloco de Esquerda, Francisco Louçã, que se tinha aliado ao PCP e ao PSD para deitar o Governo abaixo e provocar a demissão e eleições (no cálculo eleitoralista misturado com a doutrina esquerdista que ignorava a realidade e as contas de Portugal), me ter dito numa entrevista que considerava "miserável" a "campanha pessoal" da direita contra Sócrates. Palavras dele.
Aqui chegados, convém recordar o que o Governo de Passos Coelho tem dito e feito. Recordar as prepotências de Miguel Relvas, os despedimentos, os SMS, os conluios entre a Maçonaria e os serviços secretos, os relatórios encomendados, os escândalos, a ameaça da venda do canal público ao regime angolano, e, por fim, o suave milagre

de um inexistente diploma. Convém recordar as mentiras sobre o sistema fiscal, os cortes orçamentais, a adiada e nunca apresentada reforma do Estado, as privatizações apressadas e investigadas pelo MP, os negócios e nomeações, a venda do BPN, as demissões (a de Gaspar, a "irrevogável" de Portas), as mentiras de Maria Luís, os swaps e, por último, cúmulo das dezenas de trapalhadas, o espetáculo da "Razão de Estado" vista pela miopia de Rui Machete. Convém recordar que na semana da demissão de José Sócrates os juros do nosso financiamento externo passaram de 7% para 14%. E os bancos avisaram-no de que não aguentavam. Sócrates sentou-se e assinou o memorando.
Que o atual primeiro-ministro não hesitasse, mais uma vez, em invocar um segundo resgate para ganhar as eleições autárquicas que perdeu, diz tudo sobre a falta de escrúpulos deste Governo, a que se soma a sua indigência, a sua incompetência, o seu amadorismo. A intransigência. Este é o problema, não a austeridade.
José Sócrates foi estudar. Escreveu uma tese, agora em livro, que o honra porque tem um ponto de vista bem argumentado, politicamente corajoso vindo de um ex-primeiro-ministro. E vê-se que sabe o que diz. Podem continuar a odiá-lo, criticá-lo, chamar-lhe nomes. Não alinho nas simpatias ou antipatias pela personagem, com a qual falei raras vezes. O que não podem é culpá-lo de uma infâmia que levou o país ao colapso político, financeiro, cívico e moral.
Entre os portugueses e a luxúria do poder, Passos Coelho escolheu o poder. Fica registado».Por: Clara Ferreira Alves.




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Grécia, último episódio – Maria Luís Uber Alles

by As Minhas Leituras
Finalmente, chegámos ao último episódio, da primeira série, da Grécia contra o mundo. No rescaldo da guerra, e enquanto os jornais portugueses e comentadores televisivos estão a verificar, ponto por ponto, se o governo grego cumpriu as promessas que fez aos gregos - um dia têm de fazer o mesmo com o nosso -, o […]

Reportagem da TVI sobre o caos nas urgências nos Hospitais


Os vídeos seleccionados por Ana Leal
TVI24.IOL.PT






As Consequência e o Resultado de 3 anos de Governo PSD/CDS.

Descemos 3 posições no Índice de Desenvolvimento Humano da ONU. 
1,4 milhões de desempregados (real).
Défice sem baixar, na proporção dos cortes e impostos.
Dívida a chegar aos 220 mil milhões, 135% do PIB.
Adiamento do pagamento de dívida através da troca por juros mais elevados.
PIB ao nível de 2001. 

 Em 3 anos já emigraram 350 mil. Corresponde a 3 cidades como Coimbra.
Destruição de 350 mil postos de trabalho.

2 milhões de pobres, em 2011. E em 2013, 2,7 milhões.

Em 2013, 660 mil famílias não conseguiram pagar empréstimos a bancos.

500 mil pessoas com salários penhorados em 2013, record.

Mais de 14 mil presos nas cadeias portuguesas em 2013, record.
Aumento de 23% das vendas de automóveis de luxo, em 2013.
Justiça bloqueada apesar do governo saber que o sistema não iria aguentar.
Maior desorganização na colocação dos professores nas escolas.
Porra que é preciso ser tendencioso para negar estes FACTOS.
Ao fim de 3 anos já é tempo de assumir responsabilidades e deixar de se desculpar com Sócrates.
Vir dizer que as taxas de juro desceram? Sim é verdade mas não é trabalho do governo é da politica europeia! Não chega... foi mau demais.
Com 94% do PIB de dívida em 2011 era a bancarrota. Com 135% em 2014 o que é? A recuperação?



O desastroso sucesso da austeridade

(Gráfico extraído da Pordata)

Na história do país, talvez nunca a dívida do Estado tenha aumentado como aumentou ao longo da última legislatura. Pelo menos desde Abril de 1974, não se registava tamanha aceleração do aumento da dívida do Estado. É um facto tão claro como a orientação bem vertical da linha do gráfico acima exposto. Portanto, não basta dizer que a austeridade falhou. A austeridade foi um desastre no exacto propósito como se apresentou aos portugueses: desendividar o país e restabelecer a sua soberania económica.

Empresas apoiadas pelo Estado pagam 505 euros a engenheiros, professores e farmacêuticos.
Salário mínimo é o valor que as empresas oferecem a licenciados e mestres. Economistas apelidam estas ofertas de "vergonhosas".
Um engenheiro mecânico que aceite um trabalho na zona de Anadia vai ganhar 515 euros

mensais ilíquidos. A oferta, publicada no site do Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), insere-se no programa Estímulo Emprego, que financia empresas para contratar desempregados. E se esta oferta para um licenciado em engenharia ainda está dez euros acima do salário mínimo, as vagas para professores do ensino básico, secundário e profissional não vão além dos 505 euros, que é o mínimo para os empresários que querem receber este apoio do estado.
A existência de ofertas para engenheiros, farmacêuticos e professores onde o salário que se oferece fica abaixo dos 550 euros é criticada por economistas e sindicatos. "Como empregador teria vergonha de contratar um engenheiro por 500 euros", reage António Nogueira Leite, que, no ano passado, conta, tentou contratar 100 mestres em finanças por 3000 euros e não conseguiu todas as pessoas que queria. O economista e professor universitário acredita, no entanto, que "estas ofertas são a tradução do tecido empresarial português que ainda é muito débil". Por:
 por Ana Bela Ferreira / DN



ILUSÕES

Um dos traços da ofensiva ideológica em curso está construída com base na ideia de que a responsabilidade pela situação de cada um assenta única e exclusivamente sobre os ombros do próprio, procurando ilibar assim a responsabilidade dos que, com as suas políticas, impedem a esmagadora maioria de ter uma vida digna. Estás desempregado, esforça-te que encontras emprego! Não tens casa, constrói uma! Não tens comer para os teus filhos, a culpa é tua!

Para provar que cada um pode desenrascar-se sozinho, expressões como a do empreendedorismo, que sucede ao anglicismo «self made men», entram-nos pela casa dentro via comunicação social, e estão cada vez mais presentes na formatação forçada de que estão a ser alvo as novas gerações, desde muito cedo até aos mais elevados níveis de

formação, passando pelas estruturas do Ministério do Emprego que, para entreter dezenas de milhares de desempregados, e para os excluir dos números do desemprego, inventaram uns «cursos» de técnicas de procura activa de emprego, com umas aspas bem acentuadas, desenvolvendo assim a teoria peregrina de que procurar emprego é tudo uma questão de técnica, numa desesperada tentativa de iludir que emprego é coisa que não existe, conforme confirmam as estatísticas que anunciam a destruição de 56 700 empregos, apenas desde Setembro.

Ora este escrito está relacionado com uma reportagem televisiva, que quis mostrar a «história de empreendedores de sucesso em contra-ciclo», exactamente no dia em que passaram quatro anos sobre o pedido de intervenção da troika, em que PS, PSD e CDS enfiaram o País.

Reportagem que, culminando na pérola, anunciada por um «jovem de sucesso», de que, «se eu [ele] consegui começar do zero, todos conseguem», pretendia, a partir do exemplo de

quatro casos isolados, fazer esquecer os milhares de dramas pessoais que essa fatídica decisão trouxe a centenas de milhares de portugueses.

Reportagem cuja imagem de marca pode ser a do «apostador profissional» que, depois de ter começado a vida por colocar cadeiras em estádios portugueses, conduz hoje o seu Ferrari.

Um país de ilusões que não pode fazer esquecer os que, todos os dias, lutam para afastar de vez estas políticas e construir um Portugal onde todos tenham a vida digna a que têm direito. Por: João Frazão