sábado, 29 de agosto de 2015

Carta a Passos Coelho

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Exmo Senhor Primeiro Ministro LISBOA Excelência:

Os 77 anos que levo de vida ensinaram-me muita coisa, entre elas, a não menos importante, a de não perder tempo com gente inútil, incompetente, mentirosa ou possuidora de mais “qualidades” que por uma questão de respeito, não a V/Exa mas ao cargo que ocupa e ao qual chegou, reconheço-o com alguma tristeza, pelo voto dos portugueses me escuso de referir.

V/Exa é um inútil: 

Que fez V/Exa de útil até hoje? Conhece-se a sua actividade na JSD, a passagem pela Assembleia da República, uns cargos de administração em empresas dum amigo e a passagem, nunca correctamente explicada, pela Tecnoforma, onde, numa entrevista, o anterior dono afirmou “o Pedro é que abria as portas”, para não me alongar muito não falo dos cursos profissionais para trabalhadores de aeródromos feitos em Concelhos onde tais infraestruturas não existem… Falemos da passagem de V/Exa pelo governo… aí sim, fartou-se de trabalhar, perseguiu os velhos reduzindo-lhe reformas e apoios, quase destruiu o serviço nacional de saúde, destruiu todo o magnífico trabalho feito na educação pelo falecido Mariano Gago, perseguiu de forma ignóbil os trabalhadores da função pública, destruiu o pouco que ainda havia de justiça… V/Exa ou faz nada ou faz asneira é, portanto, um inútil. 

V/Exa é um incompetente: 
Então V/Exa, deputado da nação, não paga segurança social e IRS e depois vem alegar, num caso, que não sabia ser obrigatório e noutro que não tinha dinheiro! Afirma V/Exa que não foi favorecido pelas instâncias oficiais e que pagou posteriormente e aqueles a quem a política que V/Exa conduziu levou à perda de trabalho e posteriormente à perda da casa por não pagarem impostos, também por não terem dinheiro, esses foram favorecidos? Entre os vários adjectivos que poderia usar para classificar o comportamento de V/Exa fico-me pela incompetência. 

V/Exa é um mentiroso: 
Está em curso uma pré-campanha eleitoral, campanha que V/Exa já está a aproveitar para voltar a mentir, não preciso lembrar as promessas que V/Exa fez durante a anterior campanha, não preciso dizer como tem gritado que foi o PS que chamou a “troica” quando foi o PSD que despoletou a crise política que levou à chamada da “troica”, nem como se esfalfa em afirmar que foi o PS que negociou com a troica o memorando fatídico quando os senhores Carlos Moedas e Eduardo Catroga ( e Miguel Frasquilho) que acompanharam as negociações em representação do PSD, se gabavam de serem os mentores do bom negócio
conseguido, tão bom que V/Exa afirmava, feliz, que o memorando era o programa de governo e que iria (e foi!) além da “troica. Nesta fase da carta, parei um pouco e fui ouvir alguns vídeos que circulam na NET em que V/Exa aparece a botar “faladura” antes de ser Primeiro-Ministro e fiquei perplexo e confuso, perplexo ao verificar a falta de vergonha de quem produziu aquelas afirmações (conhecendo já o memorando!) e depois agiu como agiu e confuso por não conseguir discernir se as afirmações mentirosas são apenas um motivo para conseguir votos de modo desonesto, ou, a avaliar pela quantidade de mentiras, V/Exa é mesmo um mentiroso compulsivo. 
Depois do que escrevi no que respeita a perder tempo com gente da laia de V/Exa, parece haver incongruência da minha parte em estar a escrever-lhe, mas vou demonstrar-lhe que tal não é verdade. Esta carta nasce da revolta que sinto por V/Exa me chamar estúpido (a mim e a todos os “velhos” deste país!) quando mandou aquele seu ministro que mais parece um moço de recados nos dias de reunião daquelas criaturas que usam o título de ministros dizer ao país que haviam aprovado uma lei que criminalizava o abandono ou mal tratamento dos “velhos”. 
Em primeiro lugar se houvesse uma lei que mandasse para a prisão os que abandonam os velhos ou os maltratam todo o seu governo estaria na cadeia. 

Em segundo lugar, sendo a matéria da exclusiva competência da Assembleia da República que já só reunirá depois das eleições, como é que V/Exa tem a pouca vergonha de mandar anunciar uma coisa que sabe não poder concretizar. Em terceiro lugar, ainda que, o que espero não aconteça, V/Exa voltasse a ganhar as
eleições lá teria como deputado, é vosso cabeça de lista pela Guarda, aquele energúmeno que chamou aos velhos deste país a “peste grisalha” e que os acusou de responsáveis por quase todos os males deste nosso Portugal. Quando escrevo “nosso Portugal” admito que, embora veja V/Exa com serventuário da senhora Merkel, ainda se sente português. Depois de tudo o que escrevi e do muito mais que poderia ter escrito, informo V/Exa de que, reconhecendo embora o direito de V/Exa continuar a ser inútil, incompetente e mentiroso, não lhe reconheço o direito de chamar estúpidos aos “velhos” deste país. Manda a boa educação que as cartas terminem com cumprimentos mas, sinceramente, prefiro ser acusado de mal-educado a cumprimentar alguém da jaez de V/Exa. Por: José Nogueira Pardal/2015-08-16 

                      


http://viriatoapedrada.blogspot.pt/2015/01/a-grecia-euro-divida-europa.html
http://viriatoapedrada.blogspot.pt/2015/02/governo-psdcds-vendeu-dignidade-do-pais.html
viriatoapedrada.blogspot.pt/2013/03/bpnsln-self-service-para-enriquecer.html 
viriatoapedrada.blogspot.pt/2014/11/operacao-vistos-gold-e-as-ligacoes.html 
viriatoapedrada.blogspot.pt/2012/08/paulo-portas-e-os-submarinos_15.html 




Só os ceguinhos do governo não vêm..............para eles está tudo bem!



É nosso dever cívico e ético fazer espalhar estas imagens porque há muita gente que diz que é só propaganda.Porque estamos todos a deixar e a permitir que...
RUADOSNAVEGANTES.BLOGSPOT.PT

As melhoras que andam a propalar estão à vista nesta ilustração !! Fonte: INE e PorData
Por exemplo, o que nos diz o documento ontem apresentado pela Fundação Francisco Manuel dos Santos: nos últimos anos, o nível de vida dos portugueses regrediu mais de 20 anos; a carga fiscal subiu 11%, com destaque para o IRS, ou seja, o imposto sobre o trabalho; há 700 mil trabalhadores com contratos precários (um em cada cinco empregados); o Estado é sempre lesto e às vezes brutal a cobrar, mas demora em média 133 dias a pagar o que deve; foram destruídos 600 mil empregos entre 2008 e 1013, quase todos à custa da construção, agricultura e indústria; e, sem surpresa, voltamos a ser um país de emigrantes em fuga massiva da miséria.Por: 09.07.2015/RAFAEL BARBOSA/JN




SE OS QUE EMIGRARAM CÁ TIVESSEM FICADO, O DESEMPREGO REAL SERIA, SEGUNDO O CENTRO DE ESTUDOS SOCIAIS DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA, DE 29%.

As Contas do Desemprego - 2015
(Mas sem "Tretas")

   620.400 - desempregados oficiais
+242.900 desencorajados
+242.800 subempregados
+158.000 ocupados IEFP
+ 450.000 emigrados
1. 714. 100 Desempregados reais 29%.


sexta-feira, 14 de agosto de 2015

A Fraude da Dívida Grega

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Se olharmos para as dívidas de países como a Grécia, Portugal e Espanha, são contraídas por banqueiros, governantes e elites. As populações não têm nada a ver com isso e, portanto, não existe qualquer razão para pagarem".



A Comissão para a Verdade sobre a Dívida Pública Grega apresentou as suas primeiras conclusões em junho de 2015. É nesse quadro que Eric Toussaint, que coordena os trabalhos da comissão, resumiu em 17 de junho de 2015 os resultados, numa sessão pública no Parlamento helénico.

O coordenador da Comissão para a Verdade sobre a Dívida Pública Grega apresentou as suas primeiras conclusões numa sessão pública no Parlamento....
INFOGRECIA.NET



Entre a dívida ilegal, ela aponta os quase 50 bilhões de euros usados para salvar os bancos nos últimos anos. “Isso não é dívida pública, isso é outra coisa. Deveria ser considerado um empréstimo aos bancos privados, não uma dívida pública do país”, destaca.

A Alemanha "beneficiou claramente com a crise grega" em mais de 100 mil milhões de euros, garante um estudo divulgado esta segunda-feira.
JN.PT|DE GLOBAL MEDIA GROUP
https://www.facebook.com/rute.maia.56/videos/1434984136825184/

REVELAR ORIGEM DA DÍVIDA GREGA PROVOCARIA REVOLUÇÃO FINANCEIRA MUNDIAL

A pressão realizada pelos credores europeus para que a Grécia aceitasse o acordo para um resgate financeiro foi, na verdade, uma tentativa de impedir que se conheçam as origens “ilegais e ilegítimas” da dívida, uma vez que isso provocaria “uma revolução no sistema financeiro mundial”. É o que defende Maria Lucia Fattorelli, auditora aposentada da Receita Federal, em entrevista exclusiva a Opera Mundi. Ela fez parte das primeiras atividades da comissão internacional que realizou a auditoria da dívida grega, a convite da presidente do Parlamento grego, Zoe Konstantopoulou.
As conclusões iniciais a que o levantamento do qual Fattorelli fez parte chegou nas primeiras sete semanas de investigação revelam que “os mecanismos inseridos nesses acordos [de resgate do país] eram para beneficiar os bancos e não a Grécia. (…) A questão é: por que eles [troika] têm que jogar tão pesado?”. Ela responde: “Porque a Grécia pode revelar o que está por trás. A tragédia da Grécia esconde o segredo dos bancos privados. Ela poderia colocar a nu as estratégias utilizadas para salvar bancos e colocar em risco toda zona do euro, toda a Europa”, aponta a também fundadora do movimento “Auditoria Cidadã da Dívida” no Brasil.
Fattorelli explica que no mesmo dia em que foi criado, em 2010, o plano de suporte à Grécia, a Comissão Europeia criou uma empresa privada em Luxemburgo e os países europeus se tornaram sócios da mesma, colocando garantias na ordem de 440 bilhões de euros, e que um ano depois chegaram à soma de 800 bilhões. A empresa, explica Fattorelli, serviu para “fazer o repasse de papéis podres dos bancos para os países, utilizando o sistema da dívida”. Paralelamente, também no mesmo dia, o Banco Central Europeu anuncia um programa de compra de papéis no mercado para ajudar bancos privados: “Isso é um escândalo. É ilegal, mas é colocado como se isso tivesse sido feito para salvar a Grécia”, aponta a economista.
“Eles poderiam vir a público denunciando o que já foi descoberto, as regularidades que já foram apuradas. Todos nós gostaríamos que a Grécia reagisse agora diante dessa camisa de força do euro, desse poder dado ao Banco Central Europeu, das  instituições acima dos países e toda essa situação financeira de dependência”, comenta a auditora, fazendo referência ao fato de que o sistema do euro impede que os países-membros exerçam uma política monetária independente.
Questionada sobre a possibilidade de os termos do acordo com a Grécia serem uma “punição política” ao premiê grego e também um recado aos demais países em dificuldades na Europa, como Portugal, Irlanda, Itália e Espanha, Fattorelli observa que essa é a estratégia que vem sendo adotada desde 2010. "A Grécia foi colocada sob os holofotes da grande mídia no mundo inteiro como se fosse a responsável pela crise Europeia. Isso é ridículo, porque quando você olha o tamanho da economia grega, em comparação com a europeia, o PIB da Grécia é em torno de 3% do europeu. Então, como 3% pode abalar 97%? Isso é uma criação e é absurdo que ninguém questione isso”, afirma.
Reestruturação da dívida
Apontada por Tsipras como uma vitória nas negociações com os credores, a reestruturação da dívida é, na opinião da auditora, contra indicada caso não tenha sido concluída a auditoria da dívida.
Fattorelli explica que se for feita neste momento, o país “vai reestruturar grande parte de uma dívida que deveria ser anulada. Antes de reestruturar, deveria ser concluída a auditoria para que se analise o que realmente deve ser reestruturado. Agora, como está, vão empacotar tudo junto: a parte ilegal e a ilegítima”, esclarece.

Manifestantes protestaram nesta terça-feira (14/07) contra medidas de austeridade
Entre a dívida ilegal, ela aponta os quase 50 bilhões de euros usados para salvar os bancos nos últimos anos. “Isso não é dívida pública, isso é outra coisa. Deveria ser considerado um empréstimo aos bancos privados, não uma dívida pública do país”, destaca.
Perda da soberania
Após a assinatura do acordo por Tsipras, analistas e mesmo setores da esquerda grega avaliaram que a adoção das medidas caracteriza uma perda da soberania do país. Fattorelli discorda. Para ela, Atenas perdeu a soberania já em maio de 2010, quando foi assinado o primeiro pacote de resgate e a troika [conjunto de credores gregos formado por FMI, Banco Central Europeu e Comissão Europeia] "passou a mandar lá".
"Inclusive, a lei vigente sobre esses acordos é a lei inglesa, não é a grega. Além disso, se a Grécia tiver que ir a algum tribunal, ficará submetida ou ao tribunal de Luxemburgo ou ao de Londres”, acrescenta Fattorelli, que considera essa situação jurídica "um abuso".

Tsipras classificou acordo como 'mau acordo', no qual não crê, e disse ter lutado 'até o fim' pelo povo grego
Ela avalia, no entanto, que a oportunidade que os gregos tinham agora de retomar as rédeas sobre os rumos do país foi perdida. “O país está à venda desde que foram criados o fundo de estabilização para salvar os bancos e o fundo de privatização. Ambos determinados pelo FMI em 2010”.
‘Sistema é inviável’
A crise grega abre a possibilidade de que se discuta a fundo a questão do sistema da dívida, defende Fattorelli. No país helênico, os "bancos privados criaram derivativos em cima de derivativos. Papéis podres que estavam inundando seus balanços. Ou seja, eles estavam quebrados, mas foram considerados grandes demais para quebrar e continuaram com seus patrimônios intocáveis” Mas, quem está assumindo esse ônus são os países “e é um ônus que não tem fim”, aponta.

Indigentes dormem nas ruas de Atenas
“O último dado conhecido do volume de derivativos tóxicos divulgado pelo BIS (Banco Central dos Bancos Centrais), em 2011, informava que o montante chegava a 11 PIBs mundiais. Então eu questiono: esse salvamento vai resolver alguma coisa? Não! Será somente o adiamento até uma nova crise. E aí o que vai ser feito depois?”, questiona.
Na verdade, esse sistema “além de não ter lógica está comprometendo o emprego real, está comprometendo a indústria, o comércio. Ou seja, toda a economia real está comprometida, assim como a vida das pessoas”. Ela ressalta, no entanto, que isso não ocorre só na Grécia: “olha no Brasil, o que está acontecendo [com o ajuste fiscal levado a cabo pelo ministro da Fazenda, Joaquim Levy]. É o mesmo esquema, o mesmo sistema da dívida atuando”.
Argentina e Equador
Para um melhor entendimento da crise grega, Fattorelli a comparou à que foi vivenciada pela Argentina em 2000: “depois de cumprir todas as privatizações que o FMI queria, o fundo deu as costas ao país e deixou espaço aberto para os bancos privados oferecerem o acordo. Eles colocaram juros equivalentes ao crescimento do PIB e como consequência, hoje a dívida argentina já é um problema novamente e não significou nenhum benefício aquilo [o receituário do FMI]. Além disso, o país também não fez a auditoria”.
Em 2008, o presidente equatoriano, Rafael Correa, anunciou que não pagaria parte da dívida externa do país, após a realização de uma auditoria, da qual Fattorelli participou. A diferença do pequeno país sul-americano para a Grécia, Argentina ou mesmo o Brasil é explicada pela economista: “Correa conseguiu enfrentar o sistema porque, como o Syriza, chegou ao poder sem financiamento privado, não chegou lá atrelado aos interesses dos financiadores. Se olharmos no site do TSE [Tribunal Superior Eleitoral] do Brasil, quem financiou as campanha presidenciais e legislativas foram os bancos privados e as grandes corporações”, aponta.
Ela conta também que o processo completo no Equador durou um ano e quatro meses. Além disso, o relatório foi submetido a um crivo jurídico nacional e internacional para garantir sua legitimidade.  
Outro ponto é que o Equador, que diminuiu em 70% o valor devido aos credores, tinha, segundo Fattorelli, dinheiro para recomprar a dívida: "Fez a proposta e honrou".
“O problema da Argentina [de 2000] é que não fez auditoria, chegou ao fundo do poço e quebrou. Já a Grécia, quando o Syriza chegou ao poder, já estava quebrada e dentro da camisa de força da estrutura da zona do euro, em que não tem moeda própria. Nesse aspecto, a situação grega é até pior do que a Argentina, que tinha moeda própria”, acrescenta.
Solução possível
Apesar das conclusões de Fattorelli, ela não considera que o acordo feito por Tsipras era o único possível: “Eles poderiam criar uma moeda paralela temporária — solução apontada por economistas famosos, inclusive — até resolver a situação. Se adotassem isso, fariam um bem a toda a humanidade. Mas prosseguir com este modelo suicida não tem futuro”.  Fonte: Operamundi.uol.com.br

Depois de cinco anos, os bancos conseguiram tudo o que queriam

orientemidia.org



Os dois economistas, distinguidos com o prémio Nobel, criticam a troika e defendem que a Grécia tem mais a perder do que a ganhar se o "Sim" vencer.
publico.pt

The conditions imposed on the country make it a kind of debtors’ prison.
NYTIMES.COM|DE JOSEPH E. STIGLITZ


ALTA FINANÇA...

Analisem bem e vejam como é possível.

Imaginem que um casal chega a um hotel da vossa terra e pergunta quanto custa um quarto para o fim-de-semana.

O recepcionista responde: 100 euros pelos 2 dias.

Muito bem. Responde o cavalheiro. Mas gostaríamos de conhecer as vossas instalações antes de reservarmos. O quarto, a piscina, o restaurante...

- Não há problema, responde o recepcionista. Os Srs. deixam uma caução de 100 euros, levam a chave e podem visitar as nossas instalações à vontade.
Se não gostarem nós devolvemos o dinheiro.

- Combinado, disse o casal.
Deixaram os 100 euros e foram visitar o hotel.
Acontece que: O recepcionista devia 100 euros à mercearia do lado e foi a correr pagar a dívida.

O merceeiro devia 100 euros na sapataria e foi a correr pagar a dívida.
O sapateiro devia 100 euros no talho e foi a correr pagar a dívida.
O talhante devia 100 euros à agência de viagens e foi a correr
pagar a dívida.
O dono da agência devia 100 euros ao hotel e foi a correr pagar a
dívida.

Nisto o casal completou a visita e informou que afinal não vai ficar no hotel. - Não há problema.

Tal como lhe disse, aqui tem o seu dinheiro, devolveu o recepcionista. Conclusão:

Toda a gente pagou a quem devia... sem dinheiro nenhum.

O casal levou os 100 euros que pagaram todas as 5 dívidas no valor total de 500 euros.
Ponham aqui os olhos e percebam que todo o sistema financeiro pode ser uma fraude.

Zero euros pagaram 500 em dívida.
E podíamos continuar indefinidamente.

Como disse Milton Friedman: "Não perguntem onde está o dinheiro
porque ele não está em lado nenhum!"






Outros 





Assunto: A Dívida
Pergunta:
"Quer dizer que nós portugueses, assim como espanhóis e os gregos, não deveríamos pagar a dívida?" 
Resposta de Noam Chomsky, Filósofo e Activista político norte americano:
"Bem, uma grande parte da dívida é aquilo que na terminologia legal se chama de "dívida odiosa", ou seja, uma dívida que não é da responsabilidade das populações.

Trata-se de um conceito da lei internacional criado pelos EUA e que remonta há mais de um século.
Quando os EUA conquistaram Cuba, em 1898, não queriam pagar a enorme dívida que Cuba tinha em relação a Espanha.
Então os EUA determinaram que a dívida não tinha sido contraída pelo povo cubano, mas pelos ditadores, os colonizadores. Portanto, a dívida foi considerada ilegítima e não teria de ser paga.
Este é um conceito que tem sido aplicado uma série de vezes.
Se olharmos para as dívidas de países como a Grécia, Portugal e Espanha, são contraídas por banqueiros, governantes e elites. As populações não têm nada a ver com isso e, portanto, não existe qualquer razão para pagarem".




Praticamente o único país que tem beneficiado com o euro tem sido a Alemanha, assegura o economista e professor americano, Prémio Nobel, Joseph Stiglitz.
PORTUGALGLORIOSO.BLOGSPOT.COM


































terça-feira, 21 de julho de 2015

Divida Sócrates Passos/Portas

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Dívida portuguesa disparou 36% em 4 anos, no Governo do PSD/CDS





FRASES

"O meu testemunho em relação ao ex-primeiro-ministro José Sócrates é de uma relação absolutamente impecável na defesa do interesse público, em todas as áreas em que trabalhei com ele", Fernando Medina, presidente da Câmara Municipal de Lisboa, ao Público.


  
Opinião de Santana Lopes Sobre Sócrates


P. Sócrates foi um reformista?
R. Foi um primeiro-ministro com visão em várias áreas. Ele era vários deuses ao mesmo tempo, depois caiu em desgraça e passou a ser o culpado de tudo. Isso é caricato. Ele foi um primeiro-ministro com várias qualidades, um chefe de Governo com autoridade e capaz de impor a disciplina no seio do seu Governo.  Entrevista a Santana Lopes.  Até tu Santana.
Por: Bárbara Reis e Margarida Gomes/ P/16/ 03/ 2014  



                  
  

"Às vezes sinto que estou de ferias no Dubai. É camelos por todos os lados."






Segundo o CM, insuspeito de simpatia com Sócrates, o ex-PM do PS deixou a 31 de Maio de 2011 uma dívida pública de 164.384 milhões de euros, a qual subiu para 224.155 milhões de euros a 31 de Maio de 2015.
Em quatro anos, a dívida aumentou em 59,9 mil milhões de euros, o que dá o extraordinário valor de 14,9 mil milhões por ano, 40,95 milhões de euros por dia ou 1,7 milhões de euros por hora.
Paulo Portas diz que deixou a "casa arrumada" com o crescimento da dívida em 1,7 milhões por hora.
Por cada português, Sócrates deixou uma dívida de 15.650 euros e a Coligação atingiu a 31 de Maio o valor de 21.350 euros.
Para que serviram os aumentos de impostos, os cortes de salários e pensões? e a ausência de obras?
As Parcerias Público Privadas são responsáveis por cerca de mil milhões de euros este ano, o que representa 6,7% do crescimento da dívida. Além disso, o governo beneficiou de mais de três anos de redução geral dos juros das dívidas públicas e privadas e não fez obras.
As tão faladas pensões de reforma custam 14 mil milhões de euros anuais, mas os descontos em sede de TSU proporcionam ao Estado cerca de 14,5 mil milhões de euros, pelo que não é aí que está a origem do atual descalabro do endividamento público.
O Estado tem hoje menos funcionários, mas gasta fortunas colossais com escritórios de advogados, serviços de informática, consultoria, segurança, limpeza, etc. e é daí que vêm os compradores de mais Porsches e carros de luxo que nunca no passado.
"O Governo PSD/CDS Aumentou a dívida de 94% para 135% do PIB. Vendeu as jóias da Coroa, EDP,REN,ANA, CTT, etc." 



A Direção-Geral de Saúde, a ANACOM, o IAPMEI e a...
JN.PT|DE GLOBAL MEDIA GROUp

Dívida Pública Portuguesa total emitida (JUN/2015) : 220.640.591.846€
A dívida teve a seguinte variação média diária nos períodos indicados:
2015 : + 21.201.120€ (últimos 12 meses terminados em JUN/2015)
2014 : + 35.271.397€
2013 : + 26.667.217€
2012 : + 53.616.271€
2011 : + 63.331.160€
2010 : + 52.132.112€
2009 : + 39.133.457€
(fonte IGCP- Agosto 2015)

Ironia da história
"Tudo o que temíamos acerca do comunismo – que perderíamos as nossas casas e as nossas poupanças e nos obrigariam a trabalhar eternamente por escassos salários e sem ter voz no sistema – converteu-se em realidade com o capitalismo. Jeff Sparrow.



Dívida Pública de Sócrates
fran14cis67co 23.06.2013 - 19:07
Sócrates em 6 anos aumentou a dívida de 68% em 2005, para 94% em Maio de 2011, quando deixou o Governo, segundo dados do EUROSTAT, e do INE.
Mas nesse mesmo período o conjunto dos Países que aderiram ao Euro também a aumentaram em mais de 25%.
Nestes 2 anos o conjunto dos Países que aderiram ao Euro, têm mantido a dívida mais ou menos estável, ao passo que em Portugal o atual Governo de incompetentes, já a passou de 94%, para 131,4%, e continua a aumentar, tudo ao contrário do que prometeram aos eleitores.
( Em 2014 já vai em 135%)

Até quando vão culpar os outros pelo desastre deste Governo.

jcesar
21.09.2013 - 19:34

Sem dúvida que depois de Guterres, com Durão / Santana não parou de subir.

Dívida pública com Durão / Santana 2002 = 56.8% - 2003 =59.4% - 2004 = 61.9% - 2005 = 67.7%

Divida pública com Sócrates:
2005 = 67.7%, - 2006 = 69.4%, - 2007 = 68.4%, de 2006 para 2007 baixou.

Défice: Sócrates

2005 6.5%, 2006 = 4.6%, - 2007 = 3.1%.

Crescimento económico:
2005 0.30%, - 2006 = 1.11%, - 2007 = 2.51%.

Podem ser confirmados no EUROSTAT.

Depois com o início da grande crise económica cresceu uns 30%.

Com o atual Governo já cresceu mais que 30% em pouco mais de 2 anos, e continua a crescer, embora tenham prometido aos eleitores o contrário.

Guterres:
O pântano que Guterres falou era político, depois de ter sofrido uma derrota nas Autárquicas, e porque não estava agarrado ao poder, achou que devia dar a palavra aos eleitores.
Resultados dos 6 anos de Governo de Guterres:
Dívida pública passou de 60.9% em 1995, para 53.8% em 2001.
Crescimento da económico 1995 = 2,04, 1996 = 3,38, 1997 = 4,04, 1998 =4,65, 1999 = 3,64, 2000 = 3,38, 2001 = 1,30.
Défice nos Governos de Guterres
1995 =5,0, 1996=4,5, 1997=3,4, 1998=3,5, 1999=2,7, 2000=2,9, 2001=4,3
Guterres baixou a despesa do Estado de 37,1% do PIB para 35,1%, aquela despesa primária que o atual Governo quer baixar para os 40% do PIB.
Nesses 6 anos de governo de Guterres, a taxa de desemprego passou dos 7,1% deixados por Cavaco Silva, para uns historicamente baixos 4%, nunca mais repetidos. Por: Jcesar




O FMI prevê que a Europa cresça “ligeiramente” nos próximos cinco anos.
PUBLICO.PT
















SE OS QUE EMIGRARAM CÁ TIVESSEM FICADO, O DESEMPREGO REAL SERIA, SEGUNDO O CENTRO DE ESTUDOS SOCIAIS DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA, DE 29%.



As Contas do Desemprego - 2015
(Mas sem "Tretas")

  620.400 - desempregados oficiais
+242.900 desencorajados
+242.800 subempregados
+158.000 ocupados IEFP
+ 450.000 emigrados
1. 714. 100 Desempregados reais 29%. 


Governo Passos/Portas
Recuámos

10 anos na riqueza produzida
20 anos no emprego
30 anos no investimento
40 na emigração



Em Portugal, existem 1,145 milhões de pessoas sem emprego estável. Um valor mais elevado do que apontam os dados do INE sobre o desemprego.
NOTICIASAOMINUTO.COM













Passos Coelho terá palavra final na revisão constitucional mas o caminho do PSD aponta para a liberdade de escol
ECONOMICO.SAPO.PT



“A entrada da troika em Portugal resultou da pressão exercida pelo PSD e pelo CDS-PP.” A chanceler Angela Merkel “não queria uma intervenção concertada, regulada, com um Memorando." Lobo Xavier CDS.



As mentiras que quase viraram verdade.

Mentiras:

1 - Sócrates levou o País à bancarrota.
2 - Sócrates Chamou a Troika.
3 - Já não havia dinheiro para pagar salários e pensões.

Verdades:
1 - Quem levou o País à bancarrota e a Europa, foi a crise Internacional e a ganância da Banca, tal como aconteceu na Grande Depressão de 1929. ( Prof.
Viriato Soromenho Marques, além de muitos mais.)
2 - A vinda da Troika foi por pressão do PSD/CDS e banca. ( Palavras de Lobo Xavier e Pacheco Pereira.)
3 - O dinheiro da Troika foi para pagar aos Bancos Alemães e Franceses. ( Palavras de Prof. Economia Castro Caldas, Paul de Grauwe, Conselheiro económico de Durão Barroso, Harald Schumann, jornalista alemão etc..) ( A dívida passou para a Banca Portuguesa e Segurança Social).


Goste-se ou não de Sócrates, uma coisa é certa, está muitos furos acima de todos os outros políticos, da nossa praça, que têm como objectivo o poder de governar. Como foi possível que, uma boa parte dos portugueses, o tivesse preterido a favor de Passos Coelho? Uma pergunta que provoca muita incomodidade, eu sei... Por: Francisco Fortunato.


Foi nestes três anos de governo PSD/CDS que se recompôs o capital a favor de estrangeiros de 3 bancos importantes, da EDP, da Cimpor, da REN, da ANA, da Fidelidade, Tranquilidade, da PT, de várias Águas, dos Correios - e devo estar-me a esquecer de algumas outras. Uma hecatombe.




PSD, Campeões da Divida
O governo Sócrates pré-crise (de 2005 a 2008) foi aquele que menos fez crescer a dívida desde 1980 ( 1%, em média, por ano ). Curiosamente, mesmo levando em conta os problemas levantados pela crise mundial iniciada no final da década passada, Sócrates consegue ainda um melhor desempenho da dívida (crescimento médio de 7,78% por ano) do que o Bloco Central (8,83% por ano) e do que a AD de Sá Carneiro e Pinto Balsemão (os verdadeiros campeões da dívida, que cresceu, em média, 14,53% por ano)
. Por: Mr. People.
http://viriatoapedrada.blogspot.pt/2012/03/vamos-aos-factos.html



As Consequência e o Resultado de 3 anos de Governo PSD/CDS.
Descemos 3 posições no Índice de Desenvolvimento Humano da ONU. 
1,4 milhões de desempregados (real).
Défice sem baixar, na proporção dos cortes e impostos.
Dívida a chegar aos 220 mil milhões, 135% do PIB.
Adiamento do pagamento de dívida através da troca por juros mais elevados.
PIB ao nível de 2001. 
 Em 3 anos já emigraram 350 mil. Corresponde a 3 cidades como Coimbra.
Destruição de 400 mil postos de trabalho.
2 milhões de pobres, em 2011. E em 2013, 2,7 milhões.
Em 2013, 660 mil famílias não conseguiram pagar empréstimos a bancos.
500 mil pessoas com salários penhorados em 2013, record.
Mais de 14 mil presos nas cadeias portuguesas em 2013, record.
Aumento de 23% das vendas de automóveis de luxo, em 2013.

Justiça bloqueada apesar do governo saber que o sistema não iria aguentar.
Maior desorganização na colocação dos professores nas escolas.
O caos nas Urgências Hospitalares, onde se morre antes do atendimento.
Porra que é preciso ser tendencioso para negar estes FACTOS.
Ao fim de 3 anos já é tempo de assumir responsabilidades e deixar de se desculpar com Sócrates.
Vir dizer que as taxas de juro desceram? Sim é verdade mas não é trabalho do governo é da politica europeia! Não chega... foi mau demais.
Com 94% do PIB de dívida em 2011 era a bancarrota. Com 135% em 2014 o que é? A recuperação?





Depois das eleições os portugueses vão tomar conhecimento da verdadeira destruição destes quatro anos.


Ainda ontem garantiu Luís Montenegro, líder parlamentar social-democrata e orgulhoso do estado a que chegou a nação, "o país cresce de forma sã e há oportunidades de emprego".Qualquer português que queira fazer a sua avaliação usará instrumentos menos estridentes e mais independentes. 


As melhoras que andam a propalar estão à vista nesta ilustração !! Fonte: INE e PorData
Por exemplo, o que nos diz o documento ontem apresentado pela Fundação Francisco Manuel dos Santos: nos últimos anos, o nível de vida dos portugueses regrediu mais de 20 anos; a carga fiscal subiu 11%, com destaque para o IRS, ou seja, o imposto sobre o trabalho; há 700 mil trabalhadores com contratos precários (um em cada cinco empregados); o Estado é sempre lesto e às vezes brutal a cobrar, mas demora em média 133 dias a pagar o que deve; foram destruídos 600 mil empregos entre 2008 e 1013, quase todos à custa da construção, agricultura e indústria; e, sem surpresa, voltamos a ser um país de emigrantes em fuga massiva da miséria.Por: 09.07.2015/RAFAEL BARBOSA/JN



Só os ceguinhos do governo não vêm..............para eles está tudo bem!


É nosso dever cívico e ético fazer espalhar estas imagens porque há muita gente que diz que é só propaganda.Porque estamos todos a deixar e a permitir que...
RUADOSNAVEGANTES.BLOGSPOT.PT








Depois de divulgar dados que mostram que o investimento recuou a valores pré-adesão à CEE, o INE informa que o desemprego está a aumentar há 5 meses, tendo já ultrapassado os 14%, e que a populac?a?o empregada, em fevereiro de 2015, foi estimada em 4399,9 mil pessoas, um pouco menos do que em 1987.  
Desde que o actual Governo entrou em funções há menos 420 mil empregos em Portugal. Só em 2012 foram destruídos cerca de 190 mil empregos, mais do que os 150 mil verificados em 2009, o auge da crise financeira internacional. Por: João Galamba/Expresso.





Outros:
http://viriatoapedrada.blogspot.pt/2015/01/a-grecia-euro-divida-europa.html
http://viriatoapedrada.blogspot.pt/2015/02/governo-psdcds-vendeu-dignidade-do-pais.html
viriatoapedrada.blogspot.pt/2013/03/bpnsln-self-service-para-enriquecer.html 
viriatoapedrada.blogspot.pt/2014/11/operacao-vistos-gold-e-as-ligacoes.html 
viriatoapedrada.blogspot.pt/2012/08/paulo-portas-e-os-submarinos_15.html 






Ele não mentem! IEFP limpa ficheiros e reduz desemprego em 60 mil casos

by As Minhas Leituras
O Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), tutelado pelo Ministério do Emprego e da Segurança Social, "eliminou dos ficheiros" uma média de 56,3 mil desempregados por mês, desde o início do ano, e 60 mil só em junho, mostra um estudo do economista Eugénio Rosa. Esta operação de "limpeza" permite ao governo anunciar números […]



Finalmente, temos a evolução muito preocupante e dificilmente sustentável e reembolsável da dívida pública: (71,7% do PIB em 2008), (83,7% em 2009), (93,5% em 2010), (108,1% em 2011), (123,6% em 2012), e cerca de (129,0% no final de 2013); (este ano estima-se que se quede acima dos 130% do PIB). Aliás, como demonstra João Cravinho no seu livro sobre A Dívida Pública Portuguesa – O Manifesto dos 74 e as Propostas Europeias para a Reestruturação (Lx, Lua de Papel) antes da crise e até 2009-2010 Portugal tinha um rácio entre a dívida pública e o PIB praticamente igual à média da zona euro (2008) ou apenas um pouco acima desta (2009 e 2010); desde então a trajetória de divergência é cavadíssima e cifrou-se, em 2013, numa brutal distância: (129%, para Portugal, 92,6%, para a zona euro). E, por outro lado, teve lugar num período em que se cortaram salários e pensões, muito além do previsto (no programa original da troika) e daquilo que tinha sido dito aos eleitores em 2011, e em que se efetuaram extensos programas de privatizações de empresas públicas, muitas delas muito lucrativas para o Estado (CTT, restos da EDP e da Portugal Telecom, etc.). Claro que houve os défices e dívidas mais ou menos inesperados nas empresas públicas e na Região Autónoma da Madeira, mas, mesmo assim…


Para o Nobel da Economia, Paul Krugman, a austeridade levada a cabo cegamente pelo partido da maioria PSD/CDS, apenas serviu para empobrecer as pessoas.O...
MAMAQUI.BLOGS.SAPO.PT



Dívida portuguesa disparou 36% em 4 anos

© Jose Manuel Ribeiro / Reuters(Reuters/ Arquivo)A dívida do Estado português aumentou quase 60 mil milhões de euros desde que a troika chegou a Portugal.Os dados do IGCP traduzem uma subida de 36% entre maio de 2011 e o mesmo mês de 2015, altura em que a dívida rondava os 224 mil milhões de euros. Ainda assim, 4 mil milhões abaixo do pico registado em Fevereiro.Num cenário meramente teórico, se cada português fosse chamado a pagar a dívida do Estado seria responsável por mais de 21 mil euros. Em maio de 2011, esse valor estava na casa dos 15 mil.


Défice depois de 74.
Guterres, Durão Barroso e Sócrates conseguiram défices abaixo dos 3%. Em 1999, 2000, 2007 e 2008, o défice esteve abaixo desse limite, segundo a série de dados “Estado: despesas efectivas, receitas efectivas e défice/excedente em % do PIB” publicado pela Pordata.





Há um ano e por Miguel Sousa Tavares:

"É o ‘simplex’, de Sócrates. E fiquei a pensar nas coisas inteligentes e certas que os seis anos de Sócrates fizeram pela melhoria concreta da vida concreta das pessoas — pois também é para isso que os governos existem. Lembrei-me do ‘simplex’, do cartão de cidadão (reunindo vários números e dados), do documento único automóvel, da empresa na hora, das lojas do cidadão, do ensino de inglês obrigatório a partir do 5.º ano, dos ‘Magalhães’ nas escolas, da extensão do ensino obrigatório até ao 12.º ano, e sim, do Parque Escolar, do RSI, do complemento social de reforma, da co-geração de energia eléctrica, do investimento nas novas tecnologias, nas energias alternativas, na investigação científica. São coisas que ficam, excepto aquelas que o actual Governo abandonou deliberadamente e, às vezes, unicamente por terem sido obra do anterior governo. Em contrapartida, o que fica, como melhorias evidentes na vida das pessoas, que tenha sido levado a cabo nestes dois anos de Governo PSD/CDS?



A bolha imobiliária estourou, o país está em recessão, o desemprego sobe e a dívida dos consumidores é 250% do rendimento disponível. O grande aliado da Alemanha na imposição da austeridade por todo o continente começa a provar o...
ESQUERDA.NET




Vão estudar caramba. Artigo de Maria Manuela


Por vezes, não me apetece MESMO NADA partilhar informação importante. E MUITO MENOS quando, estando este povinho atolado até ao pescoço em areias macro-económicas movediças, se entretém a discutir o trivial e croquetes, e MAIS: dada a sua constrangedora ignorância, deixa-se engodar com miniaturas dos mesmos.
Programas eleitorais apresentados? Alguns números, algumas medidas a roçar o problema de leve, mas NADA! Repito: NADA que reflita a realidade macro-económica portuguesa com toda a sua feitura de perspectiva.

Falem da PORRA da dívida Externa bruta e líquida portuguesa. Falem da Posição de Investimento Internacional Líquida (PII) e do que ela significa para a Dívida Pública e para o Déficit Orçamental. ( mas com elementos reais não emanados pela Banca).

Falem da evolução da Balança de Transacções Correntes desde 1953 para cá.

Digam a VERDADE sobre os efeitos da adesão ao Euro de um país que sempre gastou mais do que produziu e que se habituou a viver à CONTA: à conta das colónias, à conta dos emigrantes, e à conta dos Fundos europeus.
Que, até 1995, apesar do país “gastar”, em média, mais do que produzia, a dinâmica de crescimento da dívida externa era sustentável em resultado de sucessivas desvalorizações cambiais e do efeito destas sobretudo na PII do país, na balança de transferências unilaterais e na balança de rendimentos. E que, como a partir de meados de 1993, deixaram de ocorrer as desvalorizações cambiais no âmbito do processo de adesão ao euro, daí resultou que a balança de transferências correntes e a balança de capital passassem a decrescer em percentagem do PIB e, portanto, deixassem de ser suficientes para suportar o elevado défice da balança comercial e o crescente défice da balança de rendimentos (resultante do crescente passivo externo líquido).
Sendo que, após 1995, com a estabilidade cambial, esse efeito desapareceu de vez, levando a uma dinâmica de crescimento insustentável do passivo externo líquido e a um progressivo aumento das necessidades líquidas de financiamento da economia.
E, SÓ MAIS UMA COISA: para os muitos que continuam a advogar o viver À CONTA, saindo à francesa do Euro, pondo as rotativas a funcionar, engordando o Estado com funcionalismo, IGNORANDO o verdadeiro problema, um recado:
Nem nos países comunistas, alguma vez isso deu resultado!

Olhem..... Vão estudar!


Portugal – as dívidas e as dúvidas

by As Minhas Leituras
Diz o FMI que a dívida grega “se tornou insustentável” e ‘exigiu’ o alívio sob a ameaça de se excluir do pré-acordo com que Tsipras e a UE fingiram resolver a situação. Que a dívida da Grécia é impagável, por mais dilatado que seja o tempo a que amarrem o País, por mais sofrimento que […]
Salários dos Portugueses em 2013 - Sem que tenha havido grandes alterações até agora, a não ser para os baixar:
Mais de 3.750 Eu auferidos por 2%.
De 2500 a 3749 - 3,9%
De 1500 a 2499 - 10,7%
De 1000 a 1499 - 16,9%
De 750 a 999 - 20,6%
De 600 a 749 - 23,7%
De 515 a 599 - 17,9%
515 - ordenado mínimo - 4,3%

Cerca de 66% dos portugueses ganham menos de 1000 euros, pelo que não há margem para plafonamentos. Os valores altos são tão diminutos que as reformas dessas pessoas que os ganham não têm relevância nos custos da Segurança Social. Até porque o cálculo do ordenado de referência é a média de todos os ordenados da carreira contributiva que nunca começa no topo e a reforma é 80% menos uma taxa de aumento de esperança de vida.

Só os estúpidos e desonestos é que falam em plafonamento porque querem ver as pessoas a descontarem para fundos e bancos privados, cujo futuro é desconhecido e nenhum banqueiro ou gestor de fundos é credível nos mercados atuais. As provas são mais que concludentes. Por: Dieter Dellinge.


Crise tirou 7,6 mil milhões a salários e deu 2,5 mil milhões ao capital



Economista norte-americano adverte para os perigos da mobilidade do trabalho e dá o exemplo de Portugal, que se arrisca a tornar-se “uma nação de pessoas...
ESQUERDA.NET


Dados do Banco de Portugal mostram subida da dívida pública para 229 mil milhões.
PUBLICO.PT

Economista norte-americano adverte para os perigos da mobilidade do trabalho e dá o exemplo de Portugal, que se arrisca a tornar-se “uma nação de pessoas...
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