domingo, 22 de maio de 2016

Simplex 2016 Governo de Costa




  

A ministra da Presidência e da Modernização Administrativa, Maria Manuel Leitão Marques, durante a apresentação do Balanço da Volta Simplex+ na Presidência do Conselho de Ministros, Lisboa, 20 de abril de 2016. (MANUEL DE ALMEIDA/ LUSA) - Veja mais em:
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Das 255 medidas mais de metade foram ideia dos funcionários do Estado. A seguir Mais vistas FOTOGALERIA 10 logotipos que escondem mensagens subliminares. Consegue ver? IMPOSTOS Trabalhadores por conta de outrem deixam de entregar IRS FOTOGALERIA Era assim que em 1900 se imaginava o ano 2000 TELECOMUNICAÇÕES NOS e Vodafone "satisfeitas" com PT disponível para negociar conteúdos CARTÕES DE CRÉDITO Cartões de Crédito. Fraude afeta clientes da Caixa O Simplex foi apresentado esta manhã pela equipa de António Costa. São 255 medidas que integram um programa de simplificação do papel do Estado na vida dos cidadãos e das empresas. Olhando para os números, os cidadãos são os maiores beneficiados com o programa: das 255 medidas a implementar, 99 foram construídas a pensar na melhoria do acesso dos cidadãos aos serviços do Estado. Assim, aos cidadãos vai ser possível receber alertas e avisos do Estado por SMS, pagar impostos por débito direto ou ainda pedir o reembolso da ADSE pela internet, entre muitas outras medidas. - Veja mais em: https://www.dinheirovivo.pt/economia/com-quem-se-preocupa-este-simplex/?utm_source=WebPush&utm_medium=OneSignal&utm_campaign=artigo#sthash.0qMwxsMO.dpuf
As empresas ocupam também um papel de relevo: 62 medidas são dedicadas ao seu funcionamento e à simplificação dos seus processos. E se 2018 será o primeiro ano sem carros de serviço, a ideia é que o próximo seja o “primeiro ano de papel zero”, anunciou o primeiro-ministro António Costa. Talvez por isso, 39 das 255 medidas tenham sido criadas e elencadas a pensar especialmente na Administração Pública. - Veja mais em: https://www.dinheirovivo.pt/economia/com-quem-se-preocupa-este-simplex/?utm_source=WebPush&utm_medium=OneSignal&utm_campaign=artigo#sthash.0qMwxsMO.dpuf


Por outro lado, se pensarmos na origem das medidas apresentadas esta quinta-feira pelo governo, a conversa muda de figura. Apesar de a Administração Pública ser a área com menos medidas, foram os funcionários do Estado os maiores contribuidores com ideias que integram este Simplex. Senão vejamos: das 255 medidas apresentadas, 147 vieram a partir de problemas e ideias reportados por trabalhadores do Estado. Quer perceber melhor do que estamos a falar? Veja este vídeo - Veja mais em:



quinta-feira, 19 de maio de 2016

Escândalo Panamá corrupção Mundial






Então e os Panama Papers? – resposta a um diretor ferido

by Leituras
Podemos já reclamar uma vitória: ao 146.º dia, os Panama Papers voltaram ao Expresso, depois de meses de estranho desaparecimento e de um silêncio sobre o assunto difícil de compreender. Não, desta vez não foi sobre "Beyoncé que fez férias no mediterrâneo num iate alugado a um implicado no caso" (Expresso de 26/08), não foi […]

... Condecorados pelo padrinho! Só podia ser!








OBSERVADOR.PT · 3430 PARTILHAS



Investigação revela como são escondidas fortunas através de offshores, bancos e empresas fictícias. Há um português envolvido.
Uma gigante fuga de informação - 11,5 milhões de ficheiros - revela como chefes de Estado, políticos, criminosos, celebridades, multimilionários e estrelas do desporto usam paraísos fiscais (offshores) para "lavar dinheiro", esconder património e fugir aos impostos.
Há referências a 72 chefes de Estado - atuais e antigos, incluindo ditadores acusados de saquear os seus próprios países - e detalhes, nomeadamente, de negócios ocultos de 128 políticos mundiais. Os documentos revelam ligações de atuais líderes mundiais a companhias offshore através de uma firma de advogados - aMossack Fonseca, com sede no Panamá - que tem filiais em quase 40 cidades e que terá criado milhares de empresas fictícias. Surgem também informações sobre tráfico ilegal de diamantes e arte.
A empresa afirma que opera há 40 anos acima de qualquer crítica ou ilegalidade e nunca foi acusada de atos criminosos. Num comunicado, a Mossack Fonseca garante "não promover quaisquer atos ilegais".
Dos documentos revelados constam informações sobre 214 488 offshores relacionadas com pessoas em mais de 200 países. São documentos de uma das empresas mais secretas do mundo que revelam como a Mossack Fonseca tem ajudado os seus clientes na lavagem de dinheiro, em contornar sanções e na evasão fiscal, segundo afirma o The Guardian. Por: DN/ Panama Papers/ 03 de Abril de 2016.



360º

Por Miguel Pinheiro, Diretor Executivo/Observador
Bom dia!
Enquanto dormiaÉ a maior fuga de informação de sempre sobre paraísos fiscais. Esta frase está a ser escrita e lida neste momento em todo o mundo, de Portugal a Inglaterra e da Rússia à Arábia Saudita - e com boas razões para isso. O escândalo dos Papéis do Panamá foi lançado ontem ao fim do dia e está a ter novidades hora a hora. São 11,5 milhões de documentos e 2,6 terabytes de informação; ou seja, é um caso mais extenso, em documentação, do que o Wikileaks. Estes papéis, originários da empresa Mossack Fonseca, especializada em off-shores, revela como 128 políticos de todo o mundo, além de muitas outras celebridades e poderosos ocultaram fortunas do fisco.
Entre as personalidades já envolvidas estão o presidente russo Vladimir Putin (através de amigos e aliados), o presidente da Argentina Mauricio Macri, o primeiro-ministro da Islândia Sigmundur David Gunnlaugsson, o presidente da Ucrânia Petro Poroshenko, o primeiro-ministro do Paquistão Nawaz Sharif, o rei da Arábia Saudita Salman Bin Abdulaziz, o pai do primeiro-ministro britânico David Cameron, o filho do ex-secretário geral da ONU Kofi Annan, o futebolista Lionel Messi, o realizador Pedro Almodóvar, o ator Jackie Chan, o ex-presidente da UEFA Michel Platini e etc, etc, etc, etc.
Para já, surgiu o nome de um português apenas: Idalécio de Castro Rodrigues de Oliveira, dono do Lusitania Group, com sede nas Ilhas Virgens Britânicas, que terá transferido dinheiro para políticos envolvidos no caso Lava Jato.
Já começam a surgir reações por todo o mundo. Na Islândia, há pedidos de eleições antecipadas; em Espanha, há o anúncio de que Messi vai processar o jornal El Confidencial por difamação; no Panamá, há a resposta da Mossack Fonseca.
O caso já está batizado com o nome Papéis do Panamá - mas será o Panamá um paraíso fiscal? A resposta é complexa, como explica a Catarina Falcão.
O caso foi revelado pelo Consórcio Internacional de Jornalistas de Investigação, que junta jornais de todo o mundo, como oSuddeustche Zeitung, o The Guardian ou o Expresso.
Ao longo do dia, o Observador vai publicar toda a informação disponível sobre este caso.

Parece que a partir dos papéis do Panamá foi descoberta e anda por aí numa clandestinidade de bordel para famosos, uma lista de políticos e de jornalistas abençoados pelo BES. Em termos da moda existe uma guest list, ou vip list de…
LEITURAS.EU|DE LEITURAS


Crise do jornalismo

by Leituras
Os "Panama Papers" foram vistos como uma oportunidade para o jornalismo reconquistar algum do crédito perdido nas últimas décadas. Nunca foi dito assim, mas esteve sempre implícito. Até no pomposo nome com que a geringonça foi apresentada: Consórcio Internacional de Jornalistas de Investigação. Só que a lógica do mercado gerou uma coreografia que não agrada […]

Procurando os papeis do Panama.


Os Papeis do Panama e a lista dos politicos e jornalistas com avença no BES.
Na verdade acabou antes de começar, não so a noticia dos Papeis do Panama, mas tambem essa lista dos jornalistas e politicos que recebiam a avença do BES.
E sabem meus senhores porque tal aconteceu? E que nem numa nem noutra não havia Socrates, mas havia tal como anunciaram Presidentes, primeiros ministros e ministros. Ora aqui e que a porca torce o rabo. E melhor ficar calado, porque o Socrates não aparece em nenhum lado. E melhor dar voz aos colegios privados, porque o povo continuar a papar tudo o que lhe queremos impingir de noticia.


A montanha pariu um rato

by Leituras
Aos jornalistas não basta serem honestos, têm de parecer honestos. Há uns meses foi anunciada a maior investigação a uma das zonas negras da finança internacional, onde circulam dinheiros que fogem ao fisco, parte do qual é usado em atividades criminosas. Como Brecht já tinha notado, bancos e crimes são vagamente familiares e não se […]




Não pretendo esconder a responsabilidade de uns para com os seus leitores, com o silêncio dos outros que fizeram tanta chinfrineira para agora estarem num silêncio sepulcral.O que se esconde e está por de trás de todo este silêncio é o que mais me intriga!...O ruído de todo este silêncio do Expresso, Carnasic, TVI e de toda a outra comunicação social é de facto ensurdecedor!...
António Ribeiro adicionou 2 fotos novas.







BALSEMÃO EM APUROS? O RUÍDO DO SILÊNCIO DO EXPRESSO E DA SIC NOS PAPEIS DO PANAMÁ

Volto aos Panama Papers. O assunto é conhecido. Há uns sujeitos com dinheiro que têm umas massas em offshores. Aqui há dois caminhos. Se o dinheiro desses portugueses tem origem legal, isto é, se resulta de uma actividade comercial internacional, o problema é essencialmente ético. Mas,
se se trata do resultado de actividades ilícitas, aí o caso é bem diferente. Concretizando: conheço várias famílias "ricas" cuja fortuna nunca aterrou toda em Portugal. Parte está lá fora e nunca cá virá. E, ao contrário, todos sabemos de pessoas cujo dinheiro não está cá porque seria difícil explicá-lo.

Isto serve para falar do caso do Expresso e do Dr. Balsemão. A sua fragata chamada Expresso fez uma enorme gritaria a proclamar que tinha um jornalista membro de um tal "Consórcio Internacional de Jornalistas de Investigação". Embora eu também seja jornalista, fiquei muitissimo deslumbrado. E pensei assim: eis, finalmente, um patrão dos Media que vai deixar partir a loiça toda nesta matéria das ilicitudes económicas dos "grandes" de Portugal (alguns dos quais seus amigos) e da sua fuga ao fisco. Ficava-lhe bem.

Era consentâneo com o seu passado. Ele, Balsemão. jovem herdeiro de considerável fortuna, em vez de a estafar no Casino de Monte Carlo, como tantos outros da sua estirpe social, preferiu fundar o Expresso, com grandes riscos; e, com esse empreendimento, onde investiu o que tinha herdado, deu cartas e foi durante muitos anos um Senhor em Portugal. Tornou-se com mérito no barão dos media privados portugueses.

Mas agora, que consentiu que o seu jornal-bandeira jurasse que ia revelar tudo acerca dos dinheiros sujos metidos em offshores, mas depois não se passou nada, apesar da trovoada que fizeram no semanário e na SIC, onde prometeram este mundo e o outro em matéria de revelações bombásticas, como é? O assunto sumiu como que por encanto? E nós somos todos parvos?

A questão que este ruidoso silêncio coloca é muito simples. (1) Aquilo foi tudo treta para vender papel e audiências (aliás os nomes que indicaram eram óbvios, ninguém ficou espantado). (2) Os nomes que vinham a seguir continham o próprio Dr. Balsemão e se calhar nem tudo era legítimo (apenas uma hipótese teórica). (3) Os nomes que vinham a seguir, e que não foram publicados, eram os nomes de pessoas amigas do Dr. Balsemão, ou com poder suficiente para o chantagearem, ou pelo menos para lhe recomendar o silêncio que impedisse maiores chatices para o próprio.

Não há volta a dar a este ensurdecedor silêncio, depois da berrata que fizeram no semanário e na SIC. Ou publicam os nomes e são consequentes, ou não passam de um bando de vigaristas. Esta é que é a verdade e não há volta a dar-lhe.

Há ainda um problema. Se um patrão-gestor e proprietário tem poder para mandar calar um jornalista como Micael Pereira, que tem uma carreira e idoneidade no Expresso, então será que a sua actividade nos Media é legítima? Não terá violado a Lei e (eventualmente) cometido um crime? Os jornalistas, que têm um estatuto profissional específico, podem ser mandados calar pelo patrão, seja directamente, seja através do respectivo director? Ou terá acaso Micael Pereira adoecido e esteja agora, mudo e calado, agarrado a uma cama de hospital? Só gostava que (nos) explicassem. É muito urgente. Por: publicação de António Ribeiro.

 publicação de Jose Magalhaes.


Ex-líder do CDS Ribeiro e Castro questiona silêncios sobre o tema tantos por parte dos órgãos de comunicação, como da Procuradoria-geral da República e do…
WWW.TVI24.IOL.PT
Com papas e bolos se enganam os tolos. O expresso a menorizar os leitores. Arrogância q.b.
Os truques da imprensa portuguesa
23 h ·

O Expresso regressou aos Panama Papers.

Ironicamente, o artigo de Micael Pereira termina com um parágrafo, no qual a lista de pagamentos do Grupo Espírito Santo a políticos, jornalistas, funcionários públicos, gestores e empresários passou a ser considerada "suposições." E - caros amigos - fiquem a saber que "os processos-crime não se constroem com suposições," por isso escusam de vir cá com as vossas exigências patéticas, escusam de vir com as vossas perguntas intimidatórias e com as vossas acusações infundadas.

Vamos fazer uma breve passagem pelas várias versões com que estas "suposições" surgiram, desde abril, nas páginas do Expresso:

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22 de Abril de 2016:
"Saco azul do Grupo Espírito Santo na posse do Ministério Público lista valores e nomes de mais de uma centena de pessoas."
"A ES Enterprises fez pagamentos durante mais de vinte anos que nunca foram conhecidos. (...) as mais de uma centena de nomes que constam nesta lista de várias páginas incluem várias pessoas influentes, incluindo autarcas, funcionários públicos, gestores, empresários e jornalistas."

Não havia espaço para dúvidas. Há lista, há dinheiro, há políticos jornalistas,... Vamos a isso!
http://leitor.expresso.pt/…

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28 de Abril de 2016:
Na sequência de um comunicado do Sindicato dos Jornalistas, Pedro Santos Guerreiro afirma:

"só quando o trabalho jornalístico de recolha de fontes, confirmação, contraditório e audição de partes atendíveis o permite publicamos nomes. (...) Tem sido esse o critério sempre nas investigações em causa: todos os nomes têm sido publicados logo que o trabalho de confirmação esteja concluído mas nunca antes disso."

"Informar com rigor não é publicar listas de nomes mesmo quando a existência dessa lista esteja confirmada, é analisá-los um a um e fugir à gratuitidade (e irresponsabilidade) de simplesmente arrolar nomes. O Expresso não deixa que os seus critérios editoriais sejam alterados por pressões. Como sempre fizemos até aqui, a informação será publicada no momento em que o trabalho de investigação estiver concluído, ainda que isso implique sujeitarmo-nos à análise crítica de alguns, que respeitamos mas que não nos condiciona."

Muito bem! É só uma questão de tempo. Pedro Santos Guerreiro prometeu um trabalho de verificação, que até já estava em curso, e que conduziria à publicação de tudo na devida altura. Vamos aguardar!
http://expresso.sapo.pt/…/2016-04-28-Nota-editorial-as-inve…

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17 de Setembro de 2016:
Depois de meses de silêncio e de uma pressão insustentável, a qual promovemos, com orgulho, desde o primeiro momento, o diretor do Expresso reagiu com angústia e indignação através da pergunta "Então e os Panama Papers?"

A lista do GES que continha as avenças a políticos, funcionários públicos e jornalistas não estava, afinal, em processo de confirmação, como havia prometido em Abril. Agora, diz PSG, o Expresso já não a tem. Nunca a teve, aliás.
http://expresso.sapo.pt/…/2016-09-17-Entao-e-os-Panama-Pape…

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18 de Novembro de 2016:
Agora, como se nunca tivessem escrito sobre o assunto, como se o assunto tivesse surgido inorganicamente entre boatos nas redes sociais, só para acusar Pedro Santos Guerreiro, só para descredibilizar o Expresso, a lista com que o Expresso um dia fez capa e que prometeu confirmar e divulgar passou a ser uma suposição. E assim se dá mais um passo atrás, de desresponsabilização, perante um assunto que merecia uma abordagem mais séria e corajosa.
http://expresso.sapo.pt/…/2016-11-18-Um-saco-cheio-de-segre…



segunda-feira, 9 de maio de 2016

Socrates e o Tunel do Marão






Túnel do Marão contabiliza 7,5 milhões de receita num ano.


O Túnel do Marão foi atravessado por cerca de 3,85 milhões de veículos e contabiliza 7,5 milhões de euros de receita de portagens em um ano de funcionamento, disse hoje fonte da Infraestruturas de Portugal (IP).




O Túnel do Marão foi atravessado por cerca de 2,1 milhões de veículos e contabiliza 3,6 milhões de euros de receita de portagens em seis meses de funcionamento.
WWW.JORNALECONOMICO.SAPO.PT







Desde o 8 de Maio até ao final do dia 7 de Junho, equivalente ao seu primeiro mês de funcionamento, o Túnel do Marão gerou uma receita de cerca de 500 mil euros.
ECONOMICO.SAPO.PT

"Os de cá e os de lá", por José Sócrates

"Dirão que é apenas um túnel. Bom, é um pouco mais do que isso. É o símbolo de um tempo que fica para trás - os de cá e os de lá. É como que um reencontro num novo espaço nacional com um pouco mais de igualdade, agora com um pouco menos de injustiça. A auto estrada Vila Real- Bragança e o novo IC5 vieram dar aos transmontanos o acesso as condições económicas e de qualidade
de vida do resto do País. Agora que estão feitas, o que ocorre perguntar é como é que foi possível manter durante tantos anos tamanha iniquidade?

Dirão também que é mais uma obra pública. Bom , é um pouco mais do que isso. Foi uma decisão política contra a corrente. Há muito que o pensamento tecnocrático oficial era o da desistência : não tinha densidade , não tinha economia , não tinha tráfego, não tinha gente. Sim, e a continuar assim menos terá. Hoje é difícil acreditar como é que foi possível , durante tantos anos, que este discurso de demissão não só tivesse sido aceite por tantos, mas que, em consequência, tivesse deixasse fora de qualquer oportunidade de modernização ou de desenvolvimento uma das mais marcantes identidades regionais do nosso País.

Durante anos ouvi falar de investimento e do seu retorno. Não quero invocar os custos do adiamento do túnel, nem os cuidadosos estudos custo beneficio que foram realizados e que fundamentaram do ponto de vista económico o investimento . Mas quero referir um número: entre 1997 e 2004, no troço entre Amarante e Bragança o número de vítimas mortais em acidentes de viação era, em média, de 22 portugueses por ano. 22! Neste mesmo troço entre Amarante e
Bragança, já com a auto-estrada entre Vila Real e Bragança construída, ( entre 2012 e 2015) a mesma média anual de vitimas baixou para uns surpreendentes 2,25. 2,25! Quando o túnel entrar em funcionamento a expectativa é que esta taxa se reduza para um valor entre o e um. Este é o ponto que quero sublinhar: mais do que economia este é um projeto que salva vidas.

Sim, esta obra é política. Muito política. Aliás, o que distingue o político do sociólogo é que este ultimo olha para a realidade com o desejo de a explicar, de a descrever inteligivelmente. O político observa-a de forma diferente. Ele não olha para o que é, mas para o que devia ser; não pretende descrever mas reformar, mudar, melhorar. É por isso que não há política onde não houver imaginação. Sim , a política exige correr riscos, já que ela é a arena do contingente e do incerto. A negação da política é aceitar a fatalidade, passar o tempo a explicar porque é que não é possível fazer nada.

Afinal a pergunta que fica é esta: porque é que levou tanto tempo? Bom, tenho uma teoria sobre isso. Houve quem sempre tomasse a região de Trás os Montes como segura, do ponto de vista eleitoral. Acontecesse o que acontecesse, a José Sócrates, Lisboa, 7 de abril de 2016.
votação não mudaria significativamente- afinal as questões regionais não contam tanto como imaginamos. E de facto, todos os estudos eleitorais mostram que é mesmo assim. No entanto, para quem decidiu fazer a auto- estrada esse é, porventura, o maior mérito. Fazê-la ou não a fazer, teria que ter outro critério, que não os votos. Como este por exemplo: fazer justiça.”




- Socrates sera reconhecido um dia, mas por muitos ja o e hoje, como sendo o melhor de todos aqueles que andam na politica e que têm por objetivo o poder de governar.
- Um dia o Tunel do Marão vai passar a designar-se por Tunel eng. Jose Socrates e isto e que faz a direita espumar de raiva.
- Um dia Socrates vai ter uma Estatua em Lisboa Maior que a do Marquês de Pombal e isto e que faz a direita espumar de raiva.
-Um dia a historia vai contar que Socrates foi o melhor primeiro ministro, que Portugal teve depois de 74 e isto e que faz espumar a direita de raiva.
- Um dia a historia contara quem foi o urdidor e o tecelão que fizeram tal peça e aprovaram tal fato e isso e que faz espumar a direita de raiva.

Na inauguração do Túnel do Marão, José Sócrates disse que Passos Coelho não compreendeu "o simbolismo" daquela obra e que o convite de António Costa…
OBSERVADOR.PT








SOL.PT · 460 PARTILHAS



Sabia, que :
o Prof. Cavaco Silva, quando foi 1º Ministro, mandou electrificar a linha de comboio, Porto - Lisboa, e gastou 2 vezes mais, que o Túnel do Marão.
Existe grandes diferenças, com a electrificação da linha de comboio Porto Lisboa, o ganho para o passageiro, é de 10 minutos, enquanto no Túnel do Marão, o tempo de Vila Real, a Matosinhos, ou ao Porto fica em menos de 25 minutos.
Agora podemos fazer Matosinhos Bragança, em muito menos tempo e com mais segurança rodoviária. Por: Jorgedesousasousa


A direita e a subversão da verdade.

A direita portuguesa, que já dispensou o rosto humano, excluiu as referências morais e expulsou os melhores, esta direita tóxica, moldada no magistério cívico e intelectual de Cavaco e Passos Coelho, não hesita em apelar à chantagem, às agências de rating, ao PPE e à mentira, para ocultar a herança que deixou, derrubando um Executivo legítimo.

Durão Barroso, esse sólido talento da ética e do patriotismo, acusa o Governo de não ter convidado a União Europeia para a inauguração do túnel do Marão e insinua que Jorge Sampaio foi solidário com a cimeira das Lajes (isto é, cúmplice da invasão do Iraque). António Costa convidou dois comissários europeus que se fizeram representar por um representante permanente daquela Comissão em Portugal. Quanto a Jorge Sampaio, convém lembrar que invocou a qualidade de Comandante Supremo das Forças Armadas para não permitir a participação na criminosa aventura que só o PSD e o CDS apoiaram. Tiveram de recorrer à GNR para obterem a medalha de participantes.

Passos Coelho, esquece agora as inaugurações que fez e as que faz, convencido ainda de que continua PM, tal como outrora esquecia os pagamentos à Segurança Social, quando afirma que nunca fez inaugurações.

Quando vejo defender esta direita, na configuração a que chegou, por gente que tinha por respeitável, dou-me conta das dificuldades que enfrenta a extrema-direita autóctone, mas não precisa de se constituir em partido para ambicionar o regresso ao poder. Por: Carlos Esperança. 
http://viriatoapedrada.blogspot.pt/2016/05/socrates-e-o-tunel-do-marao.html

A nova estratégia editorial do Correio da Manhã está definida: ou nós, ou o caos. A seguir à inauguração do Túnel do Marão, o Correio da Manhã fez o seu maior ataque a António Costa e ao Partido So…
JORNALALERTA.WORDPRESS.COM

Parece que a partir dos papéis do Panamá foi descoberta e anda por aí numa clandestinidade de bordel para famosos, uma lista de políticos e de jornalistas abençoados pelo BES. Em termos da moda existe uma guest list, ou vip list de…
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