sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Lista negra de Maçons Magistratura Portuguesa



"O sistema de justiça português é constituído por lojas maçónicas e controlado pela maçonaria. Além de controlar as decisões dos processos - incluindo os casos da Universidade Moderna, Portucale, Casa Pia, Apito Dourado e Isaltino Morais -, controla igualmente a carreira dos juízes e dos magistrados…
NUNES3373.COM

MANUAL DE MAÇONARIA
EDMUND RONAYNE E WISCONSIN
MULTIPLE-LETTER CIPHER, 113:
“Um Mestre deve conservar inviolados os segredos de um Mestre maçon.
Deves esconder todos os crimes de um irmão maçon…
Se fores arrogado para testemunhar contra um irmão maçon, assegura-te de o protegeres…
Pode ser perjúrio, é certo, mas estarás a cumprir as tuas obrigações”.
Salazar combateu e proibiu a Maçonaria, porque a via como uma instituição perversa e corrupta.
Após o 25 de Abril, a Maçonaria foi reconhecida e entregue os seus imóveis, bem como uma avultada soma de dinheiro, a título de indemnização.
Hoje a Maçonaria, como um cancro, está espalhada pelas várias instituições do Estado.
Temos juízes maçons, praticamente todos os dos tribunais superiores, generais maçons, políticos maçons, sobretudo no PS e PSD, comandantes da PSP, jornalistas, sobretudo os quadros superiores, como os directores e outros jornalistas destacados, apresentadores de televisão, actores e, pasme-se, também bispos e padres.
Por isso, é perfeitamente notório a razão porque ninguém é condenado.
Eles estão obrigados a defender e a esconder os crimes dos irmãos, sejam juízes, sejas outro maçon qualquer.
A atitude do Presidente do Supremo Tribunal de Justiça, Noronha de Nascimento, um maçon destacado, de mandar cortar no processo provas que incriminavam outro irmão maçon, insere-se no dever que eles têm de esconder todos os crimes de um maçon.
Da mesma forma, aqui está a razão porque os processos onde se encontram gente “grande” nunca são resolvidos e prescrevem.
ENTENDEM AGORA PORQUE É QUE OS FILHOS DESTE PAÍS SE PROTEGEM UNS AOS OUTROS?
Defende o teu País, divulga, reenvia e colabora na destruição desta contaminante LEPRA social !








DN.PT · 7.936 PARTILHAS ·12 DE NOVEMBRO DE 2011

Nos funerais maçónicos, os irmãos dão as mãos em círculo, à frente do seu próprio corpo, formando à volta do corpo do falecido, para assegurar que o irmão serviu a maçonaria e os seus ideais, para libertar o seu espírito de encontro à grande fonte de luz (biblia maçónica, pág. 25) e como símbolo da relação estreita de todos os maçons do mundo. Então é depositado em cima do corpo o avental, símbolo da pureza maçónica, e o ramo de acácia, símbolo da vida eterna. A única garantia de salvação advém do facto de se ter sido fiel e obediente à maçonaria, portanto a salvação depende de si próprio, não da misericórdia divina (enciclopédia maçónica de Coil, pág. 512 e Winsconsin Masonic Handbook, ceremonies X-72). Mas que moral e obediência são essas? Manual de maçonaria, de Edmund Ronayne e Wisconsin multiple letter cipher, 113: “Um Mestre deve conservar os segredos de um Mestre maçon inviolados. Deves esconder todos os crimes de um irmão maçon…se fores arrogado para testemunhar contra um irmão maçon, assegura-te de o protegeres…pode ser perjúrio é certo, mas estarás a cumprir as tuas obrigações.”
A Maçonaria é uma religião de que só acima de mestre se toma conhecimento. A maioria fica-se pelos graus de aprendiz e companheiro...nada sabem. E mesmo depois de mestre têm 33 graus para subir. É uma religião de uma elite, não aberta a todos, um Estado dentro do Estado. E protegem-se segundo o lema "et pluribus unum". Os partidos são irrelevantes, a organização é suprapartidária.
.. Por: WESTWIND


LISTA NEGRA DE MAÇONS PORTUGUESES http://pt.scribd.com/doc/105817387/LISTA-NEGRA-DE-MACONS-PORTUGUESES

PGR Estranho e Inédito Socrates Freeport

                 



                       

O bastonário da Ordem dos Advogados afirma que a carta anónima que deu origem à investigação do caso Freeport foi combinada entre o autor e alguns elementos da Polícia Judiciária (PJ). "A situação, já de si insólita, adquire contornos algo preocupantes, porquanto a ideia da carta 'anónima' parece ter surgido num contexto de encontros e reuniões entre inspectores da PJ, jornalistas e figuras políticas ligadas ao PSD e ao CDS", escreve Marinho Pinto na edição de Abril do Boletim da Ordem.
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Pinto Monteiro desafia os jornalistas com cópias das escutas do "Face Oculta" e "Freeport"

http://sicnoticias.sapo.pt/pais/2013/11/16/pinto-monteiro-desafia-os-jornalistas-com-copias-das-escutas-do-face-oculta-e-freeport

Fernando Pinto Monteiro desafia os jornalistas que têm cópias das cassetes das escutas telefónicas dos processos “Face Oculta” e “Freeport” a revelar o conteúdo. O antigo Procurador- Geral da República disse que nada havia de ilícito no que consta nessas gravações. E acha inclusive, hoje, que foi um erro não terem sido tornadas públicas. Numa entrevista ao programa da SIC Notícias "A Propósito", depois de ter estado no lançamento do livro do ex-primeiro-ministro, José Sócrates, disse que não era da sua responsabilidade a decisão de mandar destruir as escrutas... e sobre eventuais polémicas insistiu que não há nada de que se arrependa.


"Raul Cordeiro disse que ouviu as escutas e confirmou que nada têm a ver com o objecto do processo Face Oculta"
Os juízes do caso Face Oculta rejeitaram, esta sexta-feira, a relevância das...
JN.PT




Processo
PGR considera "estranho e inédito" suspeitas levantadas a Sócrates no Freeport
O Procurador-Geral da República (PGR) considerou "estranho e inédito" que os juízes que julgaram o processo Freeport e absolveram os dois arguidos tenham levantado suspeições de corrupção contra o ex-primeiro-ministro José Sócrates.
POLITICA
PGR considera estranho e inédito suspeitas levantadas a Sócrates no Freeport
Lusa
"Ninguém no mundo esperava uma coisa destas. Estão a ser julgados dois indivíduos e não alguém que está ausente. Se está a ser julgado o A e o B o acórdão deve pronunciar-se sobre isso e não sobre o C que não existe", disse Fernando Pinto Monteiro em entrevista à RTP.
Pinto Monteiro lembrou que já entregou ao Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP) o acórdão e as gravações da prova produzida no tribunal do Barreiro e agora os documentos serão analisados por procuradores, os quais vão concluir sobre se há ou não novos indícios.
Ainda sobre o caso Freeport, o PGR disse que os dois procuradores responsáveis pelas investigações do caso "fizeram tudo o que quiseram e ouviram quem quiseram", garantindo que nunca faltaram verbas para esta investigação."O processo Freeport foi o mais investigado do meu mandato", garantiu.
Outro tema abordado na entrevista foi o dos submarinos, com Pinto Monteiro a garantir que não houve gestão política do processo e a explicar que o caso, que ainda se encontra em investigação, esteve parado por falta de peritagens e de cartas rogatórias que entretanto foram respondidas.
Fonte: Noticias ao minuto






Se José Sócrates não tivesse tido o desplante de acabar com as reformas antecipadas dos políticos e dos gestores públicos em Outubro de 2005, os processos do Freeport, do diploma de Engenheiro e outros nunca teriam tido o eco que tiveram. NÃO FOI POR ACASO Q O  MINISTRO INDIGITADO PARA AS FINANÇAS POR SÓCRATES, SE DEMITIU PASSADO TRÊS MESES, POIS A REFORMA QUE ELE IRIA ASSINAR IRIA ACABAR-LHE COM AS SUAS MORDOMIAS... 
Há ainda quem diga que tudo não passa de um ajuste de contas, pelo facto de ter tido a ousadia de ter acabado com os três (3) meses de férias judiciais.    

Eles bem criaram o fumo necessário para na altura certa desviarem as atenções dadas ao BPN. O Freeport sabe-se que foi obra de denúncia anónima, imagine-se feita por um inspector da PJ, um autarca e um jornalista, como se estas 3 almas não soubessem fazer uma denúncia pública, constituindo-se como testemunhas. 
As escutas a Sócrates eu ouvi-as. Aludem a fantasias sexuais feitas com a boca da Moura Guedes. 
Há portanto que agitar o fantasma Sócrates, sem o qual se sentem órfãos por não terem em quem malhar. Embora tenham, já que podiam malhar no Farsola ou no Silva :-) BrincaNareia/Expresso Online

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Jornal Económico: Sócrates foi considerado o melhor Primeiro Ministro.

Resistente (seguir utilizador), 2 pontos , ontem às 22:44Mário Soares pode ter conseguido estabilizar o país no período pós-revolucionário, Cavaco Silva ter sido o primeiro a conseguir completar um mandato, Durão Barroso até pode ter saído de São Bento para a presidência da Comissão Europeia, mas foi José Sócrates o escolhido, pelos leitores do Económico, como o melhor primeiro-ministro do país.

Passos Coelho e Santana Lopes fecharam o pódio em mais uma votação em real time no site do Económico que juntou mais de 11.000 votos válidos.





Caso Freeport

CM pede desculpas a Vieira de Almeida

Acordo com Vieira de Almeida.
  • 28 de Janeiro 2014, 17h27
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  • Comentários (0)

Nas edições de 18, 19, 20 e 27 de Fevereiro de 2009 do Correio da Manhã, foram publicadas notícias e comentários associando a Vieira de Almeida & Associados - Sociedade de Advogados e o Dr. Vasco Vieira de Almeida ao chamado "Caso Freeport", então em investigação pelo Ministério Público.
Afirmou-se nessas peças jornalísticas que a Vieira de Almeida & Associados recebeu da Freeport 6,5 milhões de euros que teria repassado, num complexo jogo de transferências, para a sociedade Vieira de Almeida, Sociedade de Prestação de Serviços, Ldª e desta para a NORFIN, insinuando-se que esse dinheiro teria servido para fins menos lícitos.
O Correio da Manhã reconhece que as notícias publicadas atingiram a imagem de seriedade e a reputação da sociedade de advogados Vieira de Almeida & Associados e do seu fundador Dr. Vasco Vieira de Almeida.
O Correio da Manhã reconhece que essas notícias e as mensagens por elas transmitidas não tinham nem têm qualquer fundamento.
O Correio da Manhã reconhece que a Sociedade de Advogados Vieira de Almeida & Associados não teve qualquer envolvimento no processo de licenciamento do empreendimento da Freeport, nem esteve envolvida em qualquer ato menos transparente ou correcto.
O Correio da Manhã lamenta os incómodos que as notícias possam ter causado ao Dr. Vasco Vieira de Almeida e à Sociedade de Advogados Vieira de Almeida & Associados e apresenta-lhes as devidas desculpas pelo sucedido.
                    

A minha carta (aberta) de despedida para a Exma. Sra. Coordenadora Superior de Investigação Criminal, Dra. Maria Alice Fernandes

by As Minhas Leituras
Cara Dra. Maria Alice Fernandes, que eu vou tratar somente por “Senhora”, como sempre o fiz durante os cerca de 8 anos durante os quais trabalhámos juntos, até ao dia em que fui detido e sequentemente preso, no âmbito de processo-crime cuja investigação a Senhora coordenou. Chegou ao meu conhecimento a notícia, através do “Correio […]

O “Freeport” e o “Meco”. É pura maldade jornalística ou como aprendi recentemente: “canalhice”!

Relativamente ao “Freeport” fiquemo-nos por aqui: Horas e horas da Senhora a justificar-se a mim, aos colegas, às senhoras da limpeza do Departamento, para agora, ó suprema ironia, depois de eu ouvir tudo o que ouvi, de ver o que vi, de ser receptáculo involuntário de muita informação que não solicitei, dar por mim a caminhar no pátio da Prisão de Évora com o “muito elegante e vaidoso Sócrates” (como a Senhora um dia se referiu ao mesmo).

Lembra-se de me dizer – a mim e a meio mundo – que a Polícia Judiciária tinha de lhe agradecer o facto de ter sido serena e sensata na coordenação da investigação do “Freeport”?

Ironia das ironias! Se nós os dois conversássemos agora Senhora! Que deleite sentiria eu ao partilhar e confrontá-la com tudo o que escutei atentamente deste lado das grades!

Uma coisa posso dizer ao fim de 2 meses e 9 dias, retratando-me de algumas coisas que já escrevi: o tipo é corajoso! Ninguém o vai calar! O Rosário Teixeira e o Carlos Alexandre que se cuidem! Estou a aprender muito!


Falando de Impunidade PEC IV

                            


FERNANDA CÂNCIOPassaram apenas 18 meses desde que PSD, PP, PCP, BE e PEV se uniram para chumbar o pacote de medidas acordado pelo Governo com o BCE e a UE para garantir que Portugal não seria o terceiro país do euro a recorrer a um resgate financeiro. O chumbo, era sabido, implicaria a demissão do Executivo socialista e, no clima de pressão dos mercados financeiros sobre as dívidas soberanas, o resgate.
Na Alemanha, Merkel deu largas à sua fúria num discurso no parlamento, criticando o chumbo do pacote que tinha, frisou, o apoio do BCE e da UE. Os mesmos BCE e UE aos quais o governo demissionário, perante o disparar dos juros, foi obrigado menos de um mês depois a pedir ajuda financeira de emergência.
Toda a gente está recordada destes factos; como toda a gente terá presente que o motivo invocado pela oposição para recusar as medidas e derrubar o Governo foi um alegado "excesso de austeridade sobre as pessoas". Afinal, tudo isto se passou apenas há ano e meio. E levou só um ano e meio para se tornar claro - para aqueles para quem não o foi logo - que não existia em nenhum dos partidos que chumbou o PECIV outro propósito que não o de derrubar o Governo, custasse o que custasse, e desencadear eleições. O PSD e o PP fizeram-no porque esperavam, como sucedeu, ter votos suficientes para governar. O PCP, o BE e o PEV fizeram-no porque tinham a esperança de roubar votos ao PS e porque sabem que quanto mais à direita for o Governo mais têm possibilidades de os angariar. Ninguém, nestas cinco agremiações políticas, perdeu um minuto a pensar nos terríveis custos, para o País, desse ato. Ninguém se ralou com o expectável reforço da austeridade de que a Grécia e a Irlanda eram quadro vivo; ninguém quis sequer saber do que mais um resgate significava para a UE e para o euro. Ninguém pensou em responsabilidade, em solidariedade, em nós - ninguém, a começar pelo locatário de Belém.
Portugal podia, mesmo com o PECIV aprovado, ter sido, mais tarde, forçado a pedir um resgate? Não sabemos. Não sabemos o que teria sucedido se em vez de um Cavaco tivéssemos um presidente e em vez de um Passos e um Portas, um Jerónimo e um Louçã, gente mais ralada com os portugueses do que com ganhos partidários. O que sabemos é o que sucedeu. Que, a três meses do fim do ano, não fazemos ideia de qual o défice com que aí vamos chegar, nem de como será possível atingir a meta para 2013; que Cavaco humilhou e desautorizou o primeiro-ministro, erigindo o Conselho de Estado em poder executivo; que temos um Governo zombie; que o clamor da rua sobe e que o discurso infeccioso contra "os políticos" e a democracia cresce.
Que no meio disto a ministra da Justiça comente buscas em casa de ex-governantes como "o fim da impunidade" é um paroxismo de ironia. Cuidado, muito cuidado com o que se deseja. A nossa história recente deveria ter-nos ensinado pelo menos isso.
Fonte DN

" Quinta-feira à noite, na “Quadratura do Círculo”, da SIC Notícias, António Lobo Xavier, homem próximo de Paulo Portas e nomeado pelo governo para elaborar a reforma do IRC, veio dizer que afinal a narrativa de Sócrates sobre o chumbo do PEC IV e o pedido de resgate é verdadeira: “A entrada da troika em Portugal resultou da pressão exercida pelo PSD e pelo CDS-PP.” A chanceler Angela Merkel “não queria uma intervenção concertada, regulada, com um Memorando."

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quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Reportagem Fundações RTP 2012



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14 mil instituições à mesa do Orçamento

Publicado em 2010-09-22

CATARINA CRAVEIRO, COM MARIA JOÃO MORAIS
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Existem 14 mil instituições que recebem dinheiro do Orçamento do Estado, avançou, ontem, Cantiga Esteves. Os economistas defenderam o equilíbrio das contas públicas pela via da despesa, o emagrecimento do Estado e congelamentos salariais.
Durante o debate promovido, ontem, pela Ordem dos Economistas para debater o caderno de encargos do próximo Orçamento de Estado (OE), Cantiga Esteves surpreendeu com um sumário das instituições que integram o OE.  "Existem 13 740 entidades que recebem dinheiros públicos", afirmou o economista, acrescentando: "Não temos país para este tipo de Estado". Como o JN já tinha avançado, metade da população portuguesa (cinco milhões) depende das verbas do OE.
Segundo os seus cálculos, existem no perímetro do OE 356 institutos públicos e 639 fundações, 343 empresas públicas municipais e 475 associações sem fins lucrativos. Ao JN, Cantiga Esteves avançou que 5271 dizem respeito à administração central e 5094 à administração local. Existem, ainda, 87 Parcerias Público Privadas, que estão fora do âmbito do OE. Este levantamento foi feito na Primavera de 2010, com base na actual estrutura orgânica deste Governo. 
Mas o problema da macrocefalia do Estado não é só português. O emagrecimento do sector público empresarial foi uma das medidas centrais do plano de austeridade anunciado em Abril pelo Governo espanhol. Foi aprovada a supressão de 29 empresas públicas (de um total de 106) e a extinção de 32 altos cargos de vários ministérios, abrangendo sobretudo directores gerais. A reestruturação implica, assim, a fusão de 24 empresas e a eliminação de 14, para além do encerramento da maioria das fundações, e da eliminação de 450 cargos de conselheiros. No total, o Executivo de Rodriguez Zapatero prevê poupar 16 milhões de euros.
Para o economista Alberto Castro, congelar salários dos funcionários públicos nos próximos três anos, pagar o décimo terceiro mês em certificados de aforro, ou mesmo um corte nos salários podem ser as medidas adicionais.
Fonte: JN

«Uma pessoa entra no mundo das fundações (de qualquer género) e fica estupefacta com a desordem e a estranha ambiguidade a que ele chegou. Que se trata de meter a mão no saco do Estado e no bolso do contribuinte: nenhuma dúvida. Mas não se esperava os requintes de invenção e tortuosidade da coisa. O assunto, em que a imprensa mal tocou, merecia um livro de mil páginas não um artigo de 30 linhas. Comecemos pela Gulbenkian (pedindo desculpa a Artur Santos Silva que só lá entrou ontem). Mas quem me explica a mim por que misteriosa razão a Gulbenkian (que é uma das fundações mais ricas da Europa) recebeu do Estado, entre 2008 e 2010, 13 483 milhões de euros? E quem me dá uma justificação aceitável do facto inaceitável de a Gulbenkian continuar a ser uma "fundação pública de direito privado", em vez de ser, numa sociedade democrática, simplesmente uma fundação de direito privado, quando com o estatuto que tem agora o governo pode, quando quiser, "designar ou destituir a maioria dos titulares dos órgãos de administração"? E quem me explica a inexplicável existência da Fundação Caixa Geral de Depósitos (a Culturgest)? Não é a Caixa um banco do Estado? Não há no Estado uma Secretaria ou um Ministério da Cultura? Ou a existência da Fundação Batalha de Aljubarrota (que nos gastou desde 2008 a 2010, um milhão e 900 mil euros) dedicada a "reconstruir" (palavra de honra) o "campo militar" e as "circunstâncias" (não estou a inventar) desse memorável combate (que, de resto, a tropa inglesa ganhou por nós? Ou a da Fundação Navegar (800 mil euros no mesmo prazo), que pretende o "desenvolvimento cultural artístico e científico de Espinho"? Ou a Fundação Carnaval de Ovar (750 mil euros), que sempre foi, como se sabe, um acontecimento mundial? Ou dezenas de outras fantasias, quase todas sem o mais leve senso e todas sem o mais leve escrúpulo. Este espaço não basta para contar e analisar a história aberrante das fundações. Mas basta para dizer que o Estado (ou seja, a maioria dos governos democráticos) deixou crescer este monstro e o alimentou durante mais de 30 anos, sobre as costas  do cidadão que hoje resolveu patrioticamente espremer. E também chega para notar que os pretextos mais comuns desta razia silenciosa e prática, sempre invocada em tom indiscutível e beato, são dois, cultura e artes, com a ciência a grande distância. Isto é, as fundações servem fundamentalmente para recolher e sustentar a iliteracia e a ignorância indígena (por exemplo 13672 funcionários nas fundações que Passos Coelho pensa fechar). E o que é que sucedia ao País se ele amanhã parasse de estipendiar esta turba sem nome? Nada, queridos portugueses, rigorosamente nada. E talvez, com isso, o governo adquirisse alguma confiança e dignidade.»
Vasco Pulido Valente, Público



 Assunto: O que se vai sabendo das Fundações

O que se vai sabendo das Fundações
A Fundação Bissaia Barreto, com sede em Coimbra, é um sorvedouro de dinheiros públicos.
Ora, reparem: tem quatro administradores e a presidente do conselho de administração, que é a última peça da engrenagem da mesma família de Bissaia Barreto há quarenta anos, recebe um saláio mensal de 11.400 euros e em 2011 a Fundação recebeu de dinheiros públicos 4,3 milhões de euros (em linguagem que toda a gente perceba, isto equivale a 86 mil contos). Ela quis alterar os Estatutos para que ela ficasse como presidente vitalícia do conselho de administração e os dois administradores que se opuseram foram por ela despedidos.
Reparem bem nos números tão escandalosos.
Dizem as notícias que é a quarta Fundação a receber mais dinheiro do Estado, isto é, sacado aos nossos impostos, depois da Gulbenkian. Sabiam que a Gulbenkiam é uma das três que mais recebe? – E nós a julgarmos que eram dinheiros do petróleo do sr. Gulbenkian!
Mas isto é o que se vai sabendo sobre as Fundações que são um dos mais escandalosos cancros da nossaa democracia, sem fim à vista. Porque o que não se sabe é muito, muito, muito, mesmo, mesmo muito mais !!!!!!!!!!!
Mais uma razão para nós sermos o país da CE mais pobre porque não temos um lº ministro que seja capaz de resolver os problemas graves, cortando os abcessos que toda a gente sabe onde estão.
Argon