segunda-feira, 8 de abril de 2013

Licenciatura de Sócrates

                                       Agora que já tudo foi esclarecido vejam bem as insinuações e acusações e a qualidade destes jornaleiros.

                       

Toda a pasquinada cá do burgo e todos os imbecis que, desde a esquerda à direita, passando por alguns cabrestos tresmalhados do PS, andaram por aí a chafurdar na licenciatura de Sócrates, vão ter que engolir o veneno que destilaram porque irão ter brevemente a possibilidade enfrentar o Sr. Doutor (por extenso) Sócrates, doutorado por uma instituição prestigiada e não por uma qualquer lusófona. Então a Maria Filomena Mónica que usou o Expresso como tribuna da calhandrice vai morrer com o veneno. Alguma vez imaginaram ler isto no Observador??. Cá se fazem cá se pagam

José Sócrates teve de provar os seus conhecimentos de inglês para obter o mestrado em Ciência Política no Institut d'Etudes Politiques de Paris. Certificado…
OBSERVADOR.PT

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Comentário "Qualquer comparação com Relvas ofende-me", diz Sócrates

O antigo primeiro-ministro José Sócrates afirmou este domingo, na sua estreia como comentador da RTP, que “qualquer comparação” com o caso da licenciatura de Miguel Relvas o “ofende”, considerando que a demissão do ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares chegou tarde.

José Sócrates afirmou hoje, no seu novo espaço de comentário semanal na RTP, que a demissão de Miguel Relvas foi “tardia porque há muito tempo que se percebia que a manutenção daquele ministro prejudicava a acção governativa”.

Contudo, para o antigo primeiro-ministro, o maior motivo de preocupação é o “primeiro-ministro que fica” e que, no seu entender, “revela mesmo incapacidade para liderar esta remodelação governamental”. “O que me parece é que nesta remodelação o primeiro-ministro vai a reboque”, frisou.

Questionado sobre as comparações que têm sido feitas entre o caso da (polémica) licenciatura de Miguel Relvas – e que tem sido apontada como a principal razão da sua demissão – e a sua própria licenciatura, José Sócrates recusou qualquer termo de comparação.

“Qualquer comparação ofende-me. E os que fazem essa comparação agem apenas de má fé”, afirmou.

Na RTP, o antigo líder socialista referiu que fez o seu curso de engenheiro técnico civil “em quatro anos como era exigido”, acrescentando que nunca chumbou um ano e que mais tarde decidiu completar a sua licenciatura.

“Estive seis anos no ensino Superior, cinco em universidades públicas e tirei o meu curso fazendo todas as cadeiras, sem nunca chumbar a uma cadeira e nunca tive uma cadeira que me fosse dada por equivalência com base na minha experiência profissional”, argumentou José Sócrates.
“Rejeito qualquer comparação. Essas comparações só podem ter por base a má fé”, insistiu, recordando que, depois da licenciatura tirou um MBA no ISCTE. “Fiz dois anos para tirar o MBA e fui aliás o melhor aluno, desculpem a modéstia, em ‘ex aequo’ com outro”, contou Sócrates.

O antigo primeiro-ministro recordou também que a sua licenciatura foi investigada e que não resultou dessa averiguação qualquer indício de irregularidades. “O Ministério Público concluiu que nunca fui beneficiado em nada, nunca tive equivalências com base em experiência profissional, nunca houve nenhuma ilegalidade, no que me diz respeito, nem irregularidade”, concluiu Sócrates.  08 de Abril de 2013 | Por Eudora RibeiroNM










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Recomendo a visualização deste vídeo, em virtude de vir complementar o pensamento do ilustre José Sócrates, eu vi.




Luisa Lopes e Observador partilharam uma ligação.


Professor de Sócrates e arguido no caso Cova da Beira, António Morais é de novo arguido, desde março, num inquérito paralelo ao processo da Operação Marquês....
observador.pt




JOSÉ SÓCRATES e as habilitações académicas

TODA A VERDADE



Na sequência do burburinho levantado àcerca das habilitações do Primeiro-Ministro José Sócrates, coordenei com outros companheiros igualmente jornalistas uma investigação a toda a situação, centrando-me, essencialmente, nos quatro factos que têm feito a delícia de alguma informação. Vasculhámos documentos, analisámos arquivos e legislação, pedimos parceres a especialistas do Laboratório de Polícia Científica da PJ e outros do Ministério do Ensino Superior, insuspeitos pela sua probidade intelectual. Aqui fica, preto no branco, o essencial desse trabalho. Nenhum dos jornalistas é membro do PS e eu, enquanto coordenador deste trabalho, pessoalmente nem sequer votei PS nas eleições legislativas.

1.



Que habilitações tem



José Sócrates completou quatro anos do curso no Instituto Politécnico de Coimbra, frequentando depois durante um ano o Instituto Superior de Engenharia de Lisboa. Mas só obteve o diploma na Independente, em 1996, após concluir cinco cadeiras.

Já depois da licenciatura, o então aluno José sócrates Carvalho Pinto de Sousa, da “Universidade Independente” requereu equivalências em três cadeias, as quais foram deferidas. Sócrates concluiu depois um MBA em gestão de empresas no Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa,(ISCTE) em Lisboa, "e foi o melhor aluno desse curso".

MBA é a sigla para “Master of Business Administration”, um grau académico ao nível do mestrado destinado a administradores e executivos na área de gestão de empresas.

José Sócrates é, portanto, não apenas licenciado em Engenharia, como MESTRE, grau académico de nível superior.


2.



Diploma passado ao domingo

O facto do diploma de Sócrates ter a data de domingo não surpreende. Não apenas porque muitas instituições ( caso da “Universidade Independente”) trabalham aos domingos, como até, por exemplo, alguns magistrados assinam acórdãos de sentença aos domingos, justamente porque levam processos para casa aos fins-de-semana, onde os despacham. Os Magistrados dos Tribunais da Relação e Supremo Tribunal de Justiça – muitos deles – não dispõem de gabinetes de trabalho nos respectivos tribunais. Identificámos inúmeras instituições privadas, como a SONAE, por exemplo, que adopta práticas idênticas.

3.

Ordem dos Engenheiros

A Ordem dos Engenheiros (OE) afirma, e bem, que José Sócrates não se encontra ali inscrito. O actual Primeiro Ministro, quando concluíu a licenciatura, já era membro do Governo (Secretário de Estado), pelo que a sua inscrição na OE apenas se teria justificado caso quisesse exercer a actividade. O mesmo se passa com os licenciados em Direito, por exemplo, que embora tenham concluído as respectivos licenciaturas, optam por carreiras no plano jurídico – caso, por exemplo, de Marcelo Rebelo de Sousa, que nunca esteve inscrito na “Ordem dos Advogados”, não deixando por isso de ter direito ao título académico de drº, que posteriormente passou a Doutor, quando fez o seu Doutoramento. Foi e é um jurisconsulto, embora (actualmente) com o título de Professor Doutor.
Por: Domingos de Freitas / Susana Lourenço/Fcebook



Extrato da entrevista ao Expresso
Durante um ano, José Sócrates foi às aulas com gente muito mais nova do que ele. Não foi a primeira vez que aconteceu, já tinha "feito um MBA no ISCTE". Não houve intimidação mútua, "foram sempre muito queridos comigo". Para quem pensa que ele anda à procura de uma respeitabilidade académica que lhe faltava, com a história da licenciatura, Sócrates responde que esse "ponto de vista é mesquinho e apalermado, próprio da maledicência portuguesa". "Em primeiro lugar, nunca tive nenhum problema com a minha vida académica, sempre fui um tipo com sucesso no liceu e nunca fui um filho do insucesso escolar."

E o exame de Inglês Técnico ao fim de semana? A cara altera-se pouco. "Se quiser falar disso... falo para que compreenda o que aconteceu. Fiz o 7.º ano com 16 anos no Liceu Nacional da Covilhã. Fui para Coimbra, para o Instituto Superior de Engenharia de Coimbra. Estamos em 75, anos da brasa, e o meu pai achou que a universidade estava em greve e disse-me para ir para o instituto, onde ao menos havia aulas. Cheguei a Coimbra com o Luís Patrão, meu amigo de infância da Covilhã. Foi meu chefe de gabinete e chefe de gabinete do Guterres. Ele estava no 3.º ano de Direito em Coimbra, era já um 'doutor', e o pai ofereceu-lhe um Fiat 127 de presente, azul-escuro. O carro chegou a Coimbra carregado com as minhas malas. Fui estudar."




Calem o Sócrates antes que isto acabe mal!

A entrevista de José Sócrates à Antena 1,esta quinta-feira, pôs algumas respeitáveis criaturas fora de si. A manhã começara com o excerto da entrevista em que Sócrates revelou que “Pedro Passos Coelho recusou assinar um acordo de coligação ainda antes do chamado PEC IV, porque não concordava com a formação de um Governo de bloco central.”

O contraditório veio pela voz de Catroga – o grande negociador do resgate mais conhecido por “pintelho” - que logo sentenciou que José Sócrates “devia estar definitivamente enterrado” e “a ser julgado em tribunal pelos erros de gestão”. Depois, veio Paulo Rangel, habitualmente comedido, que também se passou dos carretos, atirando-se a Sócrates e a quem o entrevistou.

A seguir à entrevista, a Antena 1 organizou um fórum para os ouvintes se pronunciarem sobre a entrevista. Do que ouvi, a maioria gostou.

Entretanto, jornalistas e comentadores entretiveram-se durante o dia a discutir o significado das entrevistas de Sócrates, primeiro ao Expresso, depois a jornais e rádios. “Será que quer voltar à política, candidatar-se a isto ou àquilo?”, interrogam-se.

Há momentos, na RTP1, Morais Sarmento juntou-se ao coro dos incomodados com o reaparecimento de Sócrates. José Rodrigues dos Santos questionou-se sobre o significado de tanta entrevista, como se fosse uma coisa do outro mundo os jornalistas entrevistarem figuras públicas quando publicam livros. José Rodrigues dos Santos que o diga, entrevistado na sua própria “casa” sempre que publica um livro.

"A explicação para tanto alarido tem uma vertente, diria mais visível e mais óbvia, de natureza política, que é a seguinte: o PSD sabe que Sócrates tem coisas para contar sobre o PEC IV. Os jornalistas também sabem que as estórias que contaram sobre os dinheiros, a licenciatura, o Freeport, o “atentado contra o estado de direito”, etc., foram em grande parte urdidas para o derrubar. Sabem, pois, que consciente ou inconscientemente, foram instrumentalizados contra Sócrates.

Mas há outra razão para tamanho incómodo com as entrevistas de Sócrates. É que Sócrates defendeu uma tese e apresentou-a à discussão pública num livro que aí está, Não receou expô-lo e expôr-se à análise e à crítica. Aqueles que andaram a compará-lo a Relvas e lhe criticavam o “inglês técnico” não suportam que ele tenha feito um mestrado na Sciences Po. E que se prepare para fazer um doutoramento. Isso dói-lhes mais do que tudo. Preferiam um Sócrates apenas a “politicar” (para usar a expressão de Lula).

Até Pacheco Pereira, na Quadratura, está atrapalhado com a explicação para o regresso de Sócrates." Por: Vai e vem.


Gisa Viegas E que foi o melhor aluno no seu curso na Sciences Po. A melhor escola francesa na sua área. Pena é ele não ser mais fluente, ou seja, mais fala barato e não ter uma interlocutora à altura, porque o interrompe quando não deve.

Calem o homem, antes que isto acabe mal! Por:Victor Neves/Facebook





Discurso Encerramento José Sócrates XV Congresso PS 2006
Os governos passam e o PS fica. É verdade. Mas também é verdade que o PS fica com a história dos seus governos. É por isso que este congresso não se enganou nas suas prioridades. Sabemos que a principal tarefa do PS é governar bem Portugal. É isso que esperam de nós os portugueses. E o que propômos para Portugal, é o novo equilíbrio entre estado e sociedade. É uma nova aliança entre solidariedade e responsabilidade. É um novo lugar para a equidade e para o mérito. Queremos uma economia e uma sociedade menos sub-jugadas pela despesa e pela dívida pública, com mais espaço para a iniciativa, para o risco, para a competividade. Estamos a construir um Estado que não oprime com regulamentação excessiva, mas que se destingue pela inteligência, pelo estímulo, pela iniciativa, pelo critério, pelo exemplo, pela vontade de inovar. Queremos que o estado dê acima de tudo mais oportunidades ás pessoas e ás empresas. Quando pensamos no futuro dos portugueses, pensamos em responsabilidade, pensamos em oportunidades, pensamos na equidade e na proteção social. É essa a inspiração política que nos guia nas reformas que estamos a levar a cabo e nas reformas que temos pela frente. A nossa ambição é fazer mudanças que perdurem e que nos identifiquem com o de melhor se faz no mundo e com o que demais criativo e de mais responsável se faz no mundo global. É isto que faz de nós um partido á altura dos tempos, um partido com ambição, um partido com energia, com vontade. Um partido que quer fazer com os portugueses, um país moderno, competitivo, um país mais justo, e é para esta ambição que os convoco, é nisto que acredito, é nisto que acreditamos. Ao serviço de Portugal".




" ... UMA ESPINHA CRAVADA NA GARGANTA DE MUITOS CANALHAS DESTE PAÍS, TEREM MEDO DELE E TAVEZ POR ISSO MESMO, NÃO O CONSEGUIREM SUPORTAR "
ELE


O Ministério Público perseguiu-o, investigou-o, promoveu fugas de informação difamatórias, fez trinta por uma linha para o tramar, começaram com um falso caso Freeport e acabaram com um mais do que manhoso Face Oculta.

O ex-presidente do sindicato dos magistrados do MP, um latifundiário de que o Ângelo Correio disse ser do PSD, deu dezenas de entrevistas a falar mal dele, até foi a Belém queixar-se dele por supostas pressões.

Os mesmos magistrados que agora comem alegremente cortes salariais, aumentos do horário de trabalho, cortes nas pensões e aumentos de impostos, odiaram-no só porque teve a pouca vergonha de achar que os magistrados deveriam ter as mesmas férias que os outros funcionários.

O Mário Nogueira, que agora dá uns guinchinhos porque os professores são despedidos aos milhares, tudo fez para levar os professores a ajudar o seu governo só para evitarem a avaliação. Preferiu o despedimento, o aumento do horário de trabalho, a paralisação da modernização das escolas, a paralisação da formação profissional, o alargamento das turmas, a degradação da escola pública a aceitar a avaliação de desempenho dos professores.

Foi atacado tudo quanto é jornalista rasca deste país, perseguido por jornais convertidos em quinta divisão do PSD, nem a TVI presidida por um ex-ministro da Economia do governo de Guterres se escapou a esta santa aliança reunida contra o seu governo.

Foi atacado de forma menos digna por um ex-primeiro-ministro que em má hora chegou a presidente deste pobre país, sofreu ataques, sucessivas devoluções de diplomas aprovados por maiorias parlamentares e como se tudo isto não bastasse o Palácio de Belém ainda inventou falsas acusações em pleno período eleitoral.

Foi difamado pelo agora Provedor da Santa Casa que fez surf no boato manhosamente lançado de que era gay, todos os portugueses receberam emails difamatórios prontamente multiplicados pela máquina de propaganda suja da direita.

Foi vítima dos livrecos onde Cavaco Silva faz a recolha dos seus discursos a quem já ninguém presta atenção, isto depois de Belém ter lançado em plena campanha eleitoral a falsa acusação de estarem a ser feitas escutas a Belém, algo que nem os americanos da NSA consideraram ter alguma utilidade.

Foi traído por ministros ambiciosos, por administradores de televisão especialistas em gestão de influências, por banqueiros sem escrúpulos que lhe recusaram crédito para forçar a vinda da troika.

Ele é uma espinha cravada na garganta de muitos canalhas deste país, talvez por isso mesmo e terem medo dele não o conseguem suportar.

Goste-se ou não de Sócrates, uma coisa é certa, está muitos furos acima de todos os outros políticos, da nossa praça, que têm como objectivo o poder de governar. Como foi possível que, uma boa parte dos portugueses, o tivesse preterido a favor de Passos Coelho? Uma pergunta que provoca muita incomodidade, eu sei...
Por: Francisco Fortunato.



Até que a voz me doa"

O último governo do PS foi o de Sócrates. O qual particularmente se empenhou em afrontar os problemas e fragilidades fatais de que Portugal padece, há muitos anos. A vida de todos nós depende disso. Mas logo foi acrescentado que fez tudo isso à bruta, com demoníaca sobranceria, pondo em desnecessário risco a democracia, essa coitada. O marquês de Pombal foi um notável governante, no século que lhe coube. Mas nós nem sequer nos questionamos sobre o que poderia ele ter feito, sem trucidar à partida a arrogância dos Távoras, sem incendiar previamente a escuridão da noite jesuíta. Limitamo-nos a pensar que o marquês era uma besta, ou ouvimos dizer isso e ficámos calados. Por cobardia pura, ou por ignorância crassa . Ora vejamos:
Na Saúde, Sócrates prosseguiu o SNS, saído das mãos do ministro Arnaut. Na Segurança Social, com Vieira da Silva, incrementou a protecção social, sem a qual metade dos portugueses caem de imediato na penúria mais crassa. Na Educação, com a ministra Lurdes Rodrigues, melhorou a escola pública, renovou instalações, criou oportunidades para adultos, introduziu línguas e tecnologias. E queria avaliar os professores, um quarto dos quais não possui capacidade nem conhecimentos para ser profissional do ensino. Aí entrou em cena o tribuno Nogueira, que desceu a avenida à frente das suas legiões, e retirou 300 mil votos ao PS em 2009. Mas o comité central conquistou cinco pontos eleitorais, é do que vive. Na Ciência, com Mariano Gago, a universidade portuguesa atingiu reconhecidos patamares de excelência, com efeitos que ainda sobrevivem. NaJustiça afrontou interesses corporativos das eminências da beca, e suportou-lhes por isso o azedume da bílis. Na Economia abriu campos de acção, nas viaturas eléctricas, nas energias renováveis, nas indispensáveis infra-estruturas, nas novas tecnologias. NasFinanças tinha recebido, em 2005, um défice de 7% e uma dívida de cerca de 90% do PIB. Em 2007 o défice estava em 2,9%.

Em 2008 chegou da América a sarna do subprime. Seguindo as instruções da União Europeia, esse ninho de elites traiçoeiras, Sócrates abriu os cordões à bolsa para responder à crise. Aumentou o investimento público e o défice voltou a subir. Em 2010, perante a queda da Grécia e da Irlanda, perante isso da austeridade e o acosso das agências de rating, Sócrates apresentou o PEC IV. O resto é bem conhecido.

Diga-se então clarinho, para se perceber bem: Sócrates foi o melhor primeiro-ministro que Portugal conheceu, na era democrática. Foi longamente acossado e ainda hoje é homiziado pela oligarquia alarve, pelos seus lacaios avençados, e pela estupidez atávica dos portugueses, cujo fadário é serem os cafres da Europa. Agora desesperam muitos, mas só podem contar consigo próprios.»  (Jorge Carvalheira





Pinto Monteiro desafia os jornalistas com cópias das escutas do "Face Oculta" e "Freeport"


Fernando Pinto Monteiro desafia os jornalistas que têm cópias das cassetes das escutas telefónicas dos processos “Face Oculta” e “Freeport” a revelar o conteúdo. O antigo Procurador- Geral da República disse que nada havia de ilícito no que consta nessas gravações. E acha inclusive, hoje, que foi um erro não terem sido tornadas públicas. Numa entrevista ao programa da SIC Notícias "A Propósito", depois de ter estado no lançamento do livro do ex-primeiro-ministro, José Sócrates, disse que não era da sua responsabilidade a decisão de mandar destruir as escrutas... e sobre eventuais polémicas insistiu que não há nada de que se arrependa.



COMUNICADO 1. Em 13 de Março de 2007, um ilustre Advogado denunciou ao Senhor Procurador-Geral da República um crime de falsificação de documento autêntico, envolvendo a licenciatura em engenharia civil na UNI – Universidade Independente de José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa. 2. O Senhor Procurador-Geral da República nomeou, por despacho de 30 de Abril de 2007, a Procuradora-Geral Adjunta Maria Cândida Almeida para dirigir o respectivo inquérito e a Procuradora-Adjunta Carla Dias para a coadjuvar. 3. No decurso do inquérito foram determinadas e realizadas vinte e nove diligências, das quais vinte e sete inquirições, duas buscas e recolha de variada documentação proveniente da Câmara Municipal da Covilhã, Instituto Superior de Engenharia de Coimbra, Instituto Superior de Engenharia de Lisboa, Direcção-Geral do Ensino Superior, InspecçãoGeral do Ensino Superior e Ordem dos Engenheiros. 4. Da análise conjugada de todos os elementos de prova carreados para os autos resultou não se ter verificado a prática de crime de falsificação de documento autêntico, p. e p. pelo art.º 256º, n.º 1 e n.º 3, do Código Penal, na modalidade de falsidade em documento, ou de crime de uso de documento autêntico falso, p. e p. pelo citado preceito, n.sº 1, al. c) e 3, envolvendo a licenciatura em engenharia civil de José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa. 5. Em consequência, determinou-se o arquivamento dos autos nos termos do art.º 277º, n.º 1, do Código de Processo Penal, por despacho exarado em 31 de Julho de 2007. A PROCURADORA-GERAL ADJUNTA __________________ (Maria Cândida Almeida) A PROCURADORA-ADJUNTA ___________________ (Carla Dias)








1 comentário:

  1. Amigo viriato quer lançar areia para os olhos de quem? Quanto lhe pagam?

    Sócrates não está em causa pela governação. Pior às vezes e melhor outras, mas foi mais um reles governante que tivemos desde o 25 de Abril.

    O que está em causa é o seu carácter. É uma pessoa maquiavélica, sem escrúpulos.

    http://sol.sapo.pt/inicio/Sociedade/Interior.aspx?content_id=23106

    É surreal perguntar-se, segundos antes de apresentar ao povo português o pedido de resgaste, se está bem assim para as câmaras!!! Entre a propaganda de hitleriana e Sócrates não existe nenhuma diferença.

    http://www.youtube.com/watch?v=v01UQ2kuzKY

    Quem escreve sob a capa do anonimato não passa de um reles cobarde...

    Cumprimentos,
    Paulo Monteiro Rosa

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