sábado, 3 de novembro de 2012

Reduzir o Mundo a Uma Vila de 100 Pessoas







Uma Vila de 100 Pessoas

Se fosse possível reduzir a população do mundo inteiro em  uma vila de 100 pessoas, mantendo a proporção do povo existente agora no mundo,  tal vila seria composta de:

57 Asiáticos 21 Europeus 14 Americanos (Norte, Centro e Sul) 8 Africanos
52 seriam mulheres 48 homens
70 não brancos 30 brancos
70 não cristãos 30 seriam cristãos
89 seriam heterossexuais 11 seriam homossexuais
6 pessoas possuiriam 59% da riqueza do mundo inteiro e todos os 6 seriam dos EUA
80 viveriam em casas inabitáveis
70 seriam analfabetos
50 sofreriam de desnutrição
1 estaria para morrer
1 estaria para nascer
1 teria computador
1 (sim, apenas 1 teria formação universitária)

- Se o mundo for considerado sob esta perspectiva, a  necessidade de aceitação, compreensão e educação torna-se evidente. Considere  ainda: se
você acordou hoje mais saudável que doente, você tem mais sorte que um milhão de pessoas que não verão a próxima semana. Se nunca experimentou o
perigo  de uma batalha, a solidão de uma prisão, a agonia da tortura, a dor da fome,  você tem mais sorte que 500 milhões de habitantes no mundo.
- Se você pode ir à igreja sem o medo de ser bombardeado,  preso ou torturado, você tem mais sorte que 3 milhares de pessoas no mundo. Se você
tem comida na geladeira, roupa no armário, um teto sobre sua cabeça, um lugar para dormir, considere-se mais rico que 75% dos habitantes deste
mundo.
- Se tiver dinheiro no banco, na carteira ou um trocado em  alguma parte, considere-se entre os 8% das pessoas com a melhor qualidade de  vida no
mundo.
- Se seus pais estão vivos e ainda juntos, considere-se uma  pessoa muito rara, mesmo nos USA e Canadá. Se puder ler esta mensagem, você  recebeu
uma dupla benção, pois alguém pensou em você e você não está entre os 2 milhões de pessoas que não sabem ler.

Vale a pena tentar:

Trabalhe como se não precisasse do dinheiro
Ame como se ninguém nunca o houvesse feito sofrer
Dance como se ninguém estivesse olhando
Cante como se ninguém estivesse ouvindo
Viva como se aqui fosse o paraíso.

Légende urbaine.
À partir d'un texte de Phillip M Harter,
professeur à l'école de médecine de l'Université de Stanford.







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