sábado, 24 de agosto de 2013

Anedota O animal de Estimação

      O sardinho!

 Diz a professora para os alunos:
- Amanhã, tragam todos um animal de estimação.

No dia seguinte, diz a professora para a menina Raquel:
- Então menina Raquel, diga-me lá o que é que trouxe...
- Eu trouxe uma cadelinha, senhora professora.
- E como é que sabe que é uma cadelinha e não um cãozinho?
- Porque é uma menina tal como eu.
- E o Pedrinho o que trouxe?
- Eu trouxe uma pombinha, senhora professora.
- E como é que sabe que é uma pombinha e não um pombo?
- Porque ela põe ovos.
- Muito bem! E o menino Joãozinho, vá, diga-me lá o que é que trouxe?
- Eu trouxe um sardinho, senhora professora.
Um sardinho?!
- E como é que sabe que é um sardinho e não uma sardinha?
- Porque na lata dizia "sardinha com tomates"!!!




Swaps Destruídos em 2012

              



Este ARREBENTA politico que aparece nas TV'S com ar de anjinho , é afinal o paradigma da escória politica que nos tem governado e pelos vistos se prepara para continuar. Aparece como o negociador da privatização da TAP,....pudera......quem havia de ser.
O secretário de Estado dos Transportes adquiriu, para o Estado, um contrato de financiamento que montou, enquanto gestor privado, para o TGV. Problema:...
JN.PT|DE GLOBAL MEDIA GROUP


Papéis dos 'swaps' destruídos em 2012

Eliminação pela Inspeção de Finanças aconteceu numa altura em que o problema destes contratos era já conhecido.

Os papéis de trabalho que serviram de base a cinco dos oito relatórios de auditoria sobre os 'swaps' realizados no final de 2008 foram destruídos pela Inspeção-Geral de Finanças (IGF) depois de janeiro 2012, numa altura em que este dossiê já merecia atenção especial dentro do Ministério das Finanças.

O ministério de Maria Luís Albuquerque considera que a destruição respeitou o prazo legal, mas diz que vai apurar "com precisão" as datas da eliminação dos papéis, quem a autorizou e porque aconteceu numa altura em que o problema dos 'swaps' estava já identificado.
Quanto ao prazo, o Regulamento Arquivístico da IGF define 20 anos de conservação.

Os evocados manual de Normas e Boas Práticas e portaria do regulamento arquivistico não preveem a destruição de documentos ao fim de três anos.
Por:Anabela Natário e João Silvestre/Expresso/ 24 de agosto de 2013









quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Dívida Portuguesa já vai em 131,4% do PIB


                    
Foi hoje publicado o Boletim Estatístico (2/2014) do Banco de Portugal. Observa-se que a dívida externa — o maior problema do país — não pára de aumentar:
    • 104,8% em 2011;
    • 116,1% em 2012;
    • 118,9% em 2013.
Isto mostra que, mesmo reduzindo o défice externo a zero, a dívida externa não se tem tornado mais sustentável.
       

              


           

Dívida ultrapassa 130% do PIB

A dívida pública atingiu os 214.573 milhões de euros nos primeiros seis meses. Em relação a dezembro do ano passado, aumentou 7,6 pontos percentuais.

A dívida das administrações públicas superou os 130% do Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro semestre deste ano, para os 214.573 milhões de euros, segundo o Banco de Portugal.

De acordo com dados preliminares divulgados hoje no Boletim Estatístico do Banco de Portugal, o total da dívida das administrações públicas atingiu os 214.573 milhões de euros nos primeiros seis meses de 2013, o equivalente a 131,4% do PIB, na ótica de Maastricht, que é utilizada pela 'troika' (Fundo Monetário Internacional, Comissão Europeia e Banco Central Europeu).

A trajetória da dívida pública continua a subir, uma vez que, em dezembro de 2012, era de 123,8%, passando para os 127,1% em março deste ano e tendo agora subido para os 131,4%, segundo dados do boletim estatístico de agosto.

Segundo as metas definidas na sétima avaliação da 'troika' a Portugal, a dívida pública não deverá ultrapassar os 122,9% do PIB no final de 2013.
Lusa/Expresso 22 de agosto de 2013










Dívida Pública de Sócrates
fran14cis67co
23.06.2013 - 19:07

Sócrates em 6 anos aumentou a dívida de 68% em 2005, para 98% em Maio de 2011, quando deixou o Governo, segundo dados do EUROSTAT, e do INE.
Mas nesse mesmo período o conjunto dos Países que aderiram ao Euro também a aumentaram em mais de 25%.
Nestes 2 anos o conjunto dos Países que aderiram ao Euro, têm mantido a dívida mais ou menos estável, ao passo que em Portugal o atual Governo de incompetentes, já a passou de 98%, para 131,4%, e continua a aumentar, tudo ao contrário do que prometeram aos eleitores.

Até quando vão culpar os outros pelo desastre deste Governo.

jcesar
21.09.2013 - 19:34
Sem dúvida que depois de Guterres, com Durão / Santana não parou de subir.

Dívida pública com Durão / Santana 2002 = 56.8% - 2003 =59.4% - 2004 = 61.9% - 2005 = 67.7%

Divida pública com Sócrates:
2005 = 67.7%, - 2006 = 69.4%, - 2007 = 68.4%, de 2006 para 2007 baixou.

Depois com o início da grande crise económica cresceu uns 30%.

Com o atual Governo já cresceu mais que 30% em pouco mais de 2 anos, e continua a crescer, embora tenham prometido aos eleitores o contrário.








Você sabia que o valor aumentado à divida publica, desde 2011, dava para pagar quase a totalidade de 22 PPP até 2050?

Você sabia que custo da crise no governo que antecedeu o verão, provocando um aumento na divida publica em apenas 2 meses com a escalada dos juros, era suficiente para pagar os encargos das PPP, de todas as PPP, até 2014?

Pois não sabia...

Sabia que os encargos com as PPP (de todas as PPP) representavam, no seu máximo, 1,2% do nosso produto interno bruto?

Sabia que esse mesmo encargo subiu em dois anos para perto de 2,5%, apenas porque as políticas de empobrecimento, não só penalizaram as pessoas, como sobretudo penalizaram o próprio estado no seu PIB?

Você sabia que o nosso défice no final deste ano vai ser igual ao défice do ano passado, apesar de todas as contribuições, de todos os cortes, de todas as necessidades que estamos a passar?

Você sabia que, no futuro, seja qual for o governo, só conseguiremos voltar a crescer economicamente, a diminuir o desemprego, se recorrermos a parcerias públicos privadas?

Você sabia que este governo, depois de dois anos e depois de 70 000 000 de euros já recebidos da troika, tem estado na pré-falência na mesma?

Você sabia que diga o que disser, sobre quem quiser, nesta história há uns mais parvos do que outros?

Pois não, não sabia. Não sabia porque apenas lê o Correio da Manhã...

Abra os olhos, e deixe de ser estúpido, burro. Comece a pensar pela sua cabeça, enquanto o açúcar ainda chega à cabeça.  
Texto de Marinho Osório 



Natalidade em Portugal desce para os níveis de 1900, economia para os níveis de 200 a.C.

Por Vítor Elias


A natalidade em Portugal desceu para os níveis de 1900.
Ao que o IP apurou, esta quebra acentuada aconteceu porque a economia nacional já está nos níveis de 200 a.C., quando os antepassados dos lusitanos vendiam três borregos e duas cabras por mês aos fenícios, sendo que os directos sociais desceram vertiginosamente aos níveis de 20 000 a.C., quando os idosos e os mais fracos eram atirados  de ribanceiras, levavam com uma moca na cabeça ou, no caso das mulheres, eram puxadas pelos cabelos para as cavernas. Pires de Lima, porém, garante que as empresas estão a fazer o milagre de nos puxarem para 1348, o ano da Peste Negra. VE  

Protesto no Parlamento Europeu - AJUDE A DIFUNDIR ESTA FOTO!
A revolta contra a austeridade já chegou ao Parlamento Europeu. Esta semana os deputados europeus da esquerda manifestaram-se contra a Troika. Esta foto está a correr a Europa toda, mas ... alguém a viu na imprensa portuguesa? Como podem ver, deputados europeus manifestaram-se com a palavra de ordem:
Tirem as patas de cima de: CHIPRE, PORTUGAL, GRÉCIA, ESPANHA, IRLANDA.
Mas... por cá, se não for a internet, nada sabemos!
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quarta-feira, 21 de agosto de 2013

A Banca e o povo Banqueiro

                    
         


         

pluma caprichosa 
Além de eleitores, passámos a banqueiros, caramba, se isto não é uma promoção... Passámos da banqueira do povo para o povo banqueiro
NÃO AGUENTO MAIS BOAS NOTÍCIAS. É um arraso, como se diz na Quinta do Lago. Todos os dias sou dona de mais um banco. Todos os dias. Fiquei com o BPN e parece que com um banco em Cabo Verde que tem o bonito nome de Insular, Banco Insular de Cabo Verde, fiquei com o Banif, que anuncia nas Amoreiras, na parede lateral de um prédio, com um imenso cartaz desbotado pelos ventos, um amoroso cartão de crédito Hello Kitty, um sinal de maturidade financeira, ter um cartão de crédito do gatinho Hello Kitty, e agora vou ficar com o BPP. No problemo, como dizem os mexicanos emigrados e os gangsters, o Estado injeta mais uns milhões de euros, aí uns 400 e tal, quase 500, mais milhão menos mi­lhão, e ainda fica em casa porque o banco tem "disponibilidades". Lendo por alto fiquei com a impressão de que também passei a ser dona de um banco nas ilhas Cayman, o BPP Cayman, e se já adorava a ideia de um banco cabo-verdiano, Cabo Verde tem umas praias lindas, a ideia de um banco nas ilhas Cayman adoro, positivamente adoro. As ilhas Cayman são o máximo. Digo Cay­man porque dizer ilhas Caimão tira-lhes um certo chique. 
Há umas minúcias a propósito do BPP Cayman, essa maçada que agora se chamam imparidades e que são mais ou menos umas massas que não são para reaver, significando que quem ficou com elas fez muito bem, mas existem verbas que provêm da "reavaliação de ativos pela massa falida", verbas "depositadas em bancos nacionais", "verbas aplicadas em diversos ativos, parte da dívida pública", etc. Demonstra-se o ótimo investimento que é comprar a dívida pública portuguesa porque todos ga­nham dinheiro, sobretudo os bancos. Os portugueses pagam sempre as suas contas, portanto a dívida pública é um garante, há money, há cheta. Há cheta para tudo que tenha banco no nome, com ou sem Comissão Liquidatária. Claro que é um bocado seca sacar dinhei­rinho a reformados com pensões superio­res a 600 euros (600? para cima de uma fortuna), mas aquele dinheiro é certo, pode contar-se com ele, e isso é muito bom, chama-se ajustamento. Depois, se todos temos de pagar impostos, a verda­de é que somos todos também donos destes bancos exóticos e dos outros bancos que compram dívida pública e a revendem com lucro e que têm depósi­tos do BPP nos cofres. É tudo meu, nosso. Tirando os 35 milhões que são da Zenith SGPS, fundada por João Rendeiro e uma das credoras do BPP, o banco falido do dito Rendeiro. Fica em casa. A dívida pública somos nós, houve aque­la cena dos swaps, que ninguém percebe e acho que quem não percebe não se deve meter no assunto e deixar isso com os profissionais que vestem bons fatos e passam férias nas ilhas Cayman. Pois se eles recebem comissões e bonificações para tratarem destes assuntos maçadorís­simos por nossa conta e por conta dos nossos políticos, que andam
carregados de trabalho. Os países não acabam, diz o povo, e enquanto nós pagarmos não acabam mesmo e podemos ajustar-nos à vontade. Além de eleitores passámos a banqueiros, caramba, se isto não é uma promoção... Passámos da banqueira do povo para o povo banqueiro. Podem dizer, na Islândia isso não deu mau resultado? Deu, mas regressaram à pesca do bacalhau, uma coisa linda de se ver. Passaram da Bolsa para a pesca do arenque e demais peixes de águas frias, mas estão muito mais felizes e nós, quan­do se acabar a guita para os bancos também podemos regressar à condição natural de povo simples, honrado, um pouco manhoso, que descobre a cabeça quando passa um banqueiro ou um político e trata toda a gente com uma gravata por senhor doutor. Um povo de pescadores e agricultores com filhos emigrantes. Foi assim que vivemos e vivemos muito bem. Chama-se ajustamen­to, justamente. É melhor que ir desmatar. A grande diferença é esta: votamos. E o voto é o nosso doce, a nossa sobremesa, o nosso brinde, o nosso osso. Votamos, e como nos fartamos de votar, pelo menos de dois em dois anos, usamos o privilé­gio. É bom, é bonito. Está pago, e se está pago é para consumir. Podem vir dizer que votamos sempre nos mesmos, os que só têm dois neurónios funcionais e compram swaps em nosso nome a tipos que depois de venderem swaps e engana­rem o Estado vão para um poleiro no Estado, mas é essa a beleza da democra­cia. Não são os swaps deles, são os nossos swaps, é tudo nosso. É sacrifício reparti­do. Por isso venha o BPP, e venham outros, venha a Caixa, venham os que quiserem, nós pagamos, nós podemos pagar. Podemos pagar tudo, os bancos falidos e os políticos falidos, falhados e reformados, porque temos eleições para o mês que vem, e depois outras, as legislativas, e mais as presidenciais, tudo com amigos nossos a concorrer, e podemos ainda ter as europeias. Querem mais? Vão mas é para as ilhas Caimão, a verificar os débitos. Por: CLARA FERREIRA ALVES/REVISTA 17 AGOSTO, 2013




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segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Swap Portugueses têm de Acordar

          





 Reflictam nisto, logo saberão em quem não votar.
Os Portugueses têm de acordar!



Mário Coutinho dos Santos foi nomeado pelo Ministério das Finanças para...
NOTICIASAOMINUTO.COM

O mundo é muito pequeno

Portugal não utilizou os instrumentos a que a Grécia recorreu para maquilhar as contas públicas. Mas houve quem tentasse levar o Estado português a fazê-lo.

Logo em 2005, mal o Governo de José Sócrates tomou posse, o Citigroup tentou oferecer uma “solução para melhorar o ratio dívida/PIB em cerca de 370 Milhões de euros em 2005 e 450 M de euros em 2006”. Essa solução passaria pela aquisição, pelo Estado português, de três contratos de swap fornecidos pelo Citigroup. O documento, entregue pelo banco ao IGCP, ao Ministério das Finanças, e ao gabinete do primeiro-ministro, explicava, no final, as vantagens: “Os Estados geralmente não providenciam [ao Eurostat] informação sobre o uso de derivados. (...) Os swap serão, efetivamente, mantidos fora do balanço”. 

Sócrates recusou a proposta apresentada por Paulo Dray, director-executivo para Portugal do Citi, e por Joaquim Pais Jorge, director do Citibank Coverage Portugal.

Talvez estes dois nomes não digam muito ao leitor. Refresque-se a memória:
• Paulo Dray é o responsável da consultora Stormharbour, que foi agora contratada por Maria Luís Albuquerque para analisar… os contratos de swap das empresas públicas;
• Joaquim Pais Jorge, depois de ter sido convidado pelo actual governo para dirigir a Parpública, empresa que gere as participações do Estado, com um papel fundamental nas privatizações em curso (na da EGREP, o Citigroup é escolhido para prestar assessoria financeira), foi nomeado secretário de Estado do Tesouro, ocupando o cargo de Maria Luís Albuquerque, quando a Miss Swaps foi alçada a ministra das Finanças.

O Citigroup é uma instituição com pergaminhos na política portuguesa. Foi esta instituição financeira, era Manuela Ferreira Leite ministra das Finanças no governo Barroso/Portas, que comprou créditos fiscais (para reduzir artificialmente o défice orçamental) que os governos de Sócrates andaram a pagar durante anos, negócio (sem qualquer risco) que bem caro saiu ao Estado. Tinha então como responsável em Portugal Vítor Martins, antigo secretário de Estado de Cavaco que hoje desempenha as funções de consultor do Presidente da República. O mundo é muito pequeno. Por:Miguel Abrantes 


O atual secretário de Estado dos Transportes, Sérgio Monteiro, foi em 2010 administrador do consórcio privado Elos e, revela hoje o Jornal de Notícias,...
NOTICIASAOMINUTO.COM




Dívida Pública Ultrapassa 120% do PIB                 O Dinheiro como Dívida Parte 1 de 5
http://expresso.sapo.pt/caso-dos-swaps-mostra-como-se-tem-feito-politica-e-nomeacoes=f830834




RAZÕES DE DESCRENÇA ("Deputada Clara Marques Mendes conseguiu ultrapassar em despudor os limites mínimos da decência política") • Miguel Sousa Tavares, RAZÕES DE DESCRENÇA [hoje no Expresso]: ‘Confesso a minha ignorância: eu nunca tinha ouvido falar no nome da senhora deputada Clara Marques Mendes. Ouvi agora e pelas piores razões: como autora do relatório da comissão parlamentar de inquérito aos swap. E a única coisa possível de dizer em abono do indecoroso relatório da sr.ª deputada é que ela não é autora da descoberta que uma CPI se destina apenas a apurar a verdade que, em cada momento, a maioria parlamentar decide como tal. (…) Mas, apesar deste direito adquirido à mentira e à falta de vergonha, o relatório da deputada Clara Marques Mendes conseguiu ainda ultrapassar em despudor os limites mínimos da decência política, com que, apesar de tudo, ainda se costuma tentar disfarçar aquela fantochada parlamentar. O seu relatório não é apenas desonesto politicamente, é ainda ridículo e patético. (…) A ginástica mental a que a senhora deputada se dedicou no esforço de salvar a face aos "seus", e, em especial à ministra Maria Luís Albuquerque, revela uma falta de respeito absoluta pela função de deputado. A senhora deputada presume que a verdade se estabelece com esta leviandade, que um assunto desta gravidade e consequências se encerra assim e que nós somos todos parvos.’ _______________ foto à direita de MST: Clara Marques Mendes, deputada do PSD e irmã de Luis Marques Mendes
Carlos Paz
Estamos a ser ROUBADOS!
A primeira grande notícia, da política Portuguesa, de 2014: foi aprovado o Relatório Parlamentar sobre as operações SWAP.

Há, neste processo todo, dois temas que vale a pena analisar:
1. O conteúdo do Relatório (agora aprovado);
2. O funcionamento das Comissões Parlamentares de Inquérito (e a validade / qualidade das conclusões que tiram).
*** *** ***
1) Conteúdo do Relatório:
De acordo com o relatório, apuraram-se três conclusões:
a) O Governo do PS deixou (e em alguns casos “aconselhou”) as Empresas Públicas fazerem Operações Financeiras de “alto risco” (entre elas as famosas SWAP), que foram RUINOSAS para o Estado;
b) Os Bancos (Portugueses e, principalmente, Estrangeiros) agiram de “má-fé” e aproveitaram-se da INCOMPETÊNCIA e da IGNORÂNCIA dos Gestores Públicos e dos Políticos para desenhar Contratos que espoliaram o Estado;
c) O actual Governo não fez nada de mal neste processo.
RESUMINDO: os Bancos ROUBARAM e os Políticos (só os do PS) deixaram ROUBAR.
*** *** ***
2) Votação do Relatório da Comissão Parlamentar:
O Relatório foi APROVADO pelos Deputados da Maioria Parlamentar (PSD e CDS) e REPROVADO por TODAS as outras bancadas Políticas.
*** *** ***
Comecemos por este segundo tema: o das votações das Comissões Parlamentares de inquérito.
Uma Comissão de Inquérito:
- Engloba Deputados de todos os Partidos representados no Parlamento;
- Requisita e obtém TODA a documentação que considera necessária para a sua investigação;
- Chama a depor/testemunhar TODAS as entidades que considera relevantes para apurar a verdade dos factos;
- Chama a depor TODOS os especialistas que considera relevantes para esclarecer os aspectos tecnicamente mais complexos;
- Tem todos os poderes para prolongar o tempo de investigação e para aprofundar todos os detalhes do processo.
O que devemos esperar de uma Comissão de Inquérito Parlamentar:
- Que envolva Deputados honestos, livres das máquinas partidárias e com conhecimentos técnicos e/ou jurídicos sobre os temas em análise;
- Que apure a verdade e a documente;
- Que proponha sanções políticas quando aplicáveis;
- Que proponha investigação criminal (convocando a PGR – Procuradoria Geral da República) quando existirem reais indícios de actos criminosos.
O que realmente se passa
- Os partidos nomeiam para as Comissões os Deputados mais próximos das máquinas partidárias, sem qualquer liberdade de pensamento e sem qualquer qualificação específica;
- As conclusões NUNCA são a verdade, mas sim a verdade que interessa à maioria política vigente em cada momento;
- Só há sanções políticas para elementos que não sejam dos partidos em maioria;
- NUNCA há consequências criminais.
Se é para isto que existem as Comissões Parlamentares de Inquérito, então não vale a pena existirem. Custam dinheiro, gastam tempo e NADA produzem (para além de Propaganda Política favorável às maiorias parlamentares).
*** *** ***
Olhemos agora para o conteúdo do Relatório que, recordo, diz que os Bancos ROUBARAM, que os Políticos (do PS) se deixaram ROUBAR e que os Políticos do Governo nada fizeram de mal.
Estes senhores nem se apercebem do RIDÍCULO em que se deixam cair.
Se os Bancos ROUBARAM e o actual Governo PAGOU aos Bancos 1.100 Milhões de Euros (mil e cem milhões de Euros), então os Políticos do actual Governo são tão IGNORANTES e INCOMPETENTES como os do Governo Anterior.
Os Governantes do PS assinaram contratos em que se deixaram roubar e os Governantes do PSD e do CDS pagaram 1.100 milhões, SABENDO QUE ESTAVAM A SER ROUBADOS. É demasiado mau para ser verdade! Por; Carlos Paz