quinta-feira, 23 de maio de 2019

Portugal nasceu há 840 anos









Portugal faz hoje 840 anos


Portugal faz hoje 840 anos
A 23 de Maio de 1179, o Papa Alexandre III emitiu a Bula Papal Manifestis Probatum reconhecendo Portugal como Estado de Direito, Livre e Independente e Afonso Henriques como primeiro Rei de Portugal.
Numa época em que a Igreja Católica assumia o papel de vanguarda do conhecimento, guardiã da civilização e autoridade suprema acima do Reino dos Homens, apesar do Tratado de Zamora de 1143, o reconhecimento papal era fundamental para legitimar o Poder Real e como tal o reconhecimento da sua soberania pela restante Cristandade.
De realçar que este reconhecimento era devido ao facto de Portugal ter provado que o merecia amplamente e não a título de graça, em muito o devendo à luta pela Reconquista e vitórias contra os inimigos de Portugal e da Cristandade.
Este documento veio assim reconhecer a validade do Tratado de Zamora, assinado a 5 de outubro de 1143, através do qual o rei de Leão reconheceu a independência do Condado, que passou a denominar-se Portugal.
No entanto, só 35 anos depois é que a Igreja Católica, através do Papa Alexandre III, reconheceu o reino de Portugal como território independente e D. Afonso Henriques como monarca.
A Bula Papal Manifestis Probatum emitida pelo Papa Alexandre III a 23 de Maio de 1179 

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O Hino Nacional, também conhecido pela “Portuguesa”, foi composto em 1890 como uma canção de protesto na sequência do ultimato inglês. Adotada pelos republicanos, veio a transformar-se no hino em 1911.





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O Cerco de Lisboa - Roque Gameiro


 Lítio

Maiores reservas de lítio do mundo em 2018, segundo estimativas do U.S. Geological Survey, em toneladas métricas

010.000.000EUABrasilPortugalZimbabuéChinaArgentinaAustráliaChile8.000.0002.700.0002.000.0001.000.00070.00060.00054.00035.000

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TEXTO VIII De Jacinto Palma Dias (cont. I, II, III, IV, V, VI e VII)
O testemunho de Osberno, um inglês que recebeu uma carta de um amigo cruzado que combateu do lado de Afonso Henriques, e que figura como única narrativa fidedigna da conquista de Lisboa ----, mencionando que em Lisboa não havia " nenhuma religião obrigatória ", constitui um verdadeiro atestado de inclusão para uma cidade habitada por cristãos (moçarabes), judeus e muçulmanos . A diocese cristã era enorme ....
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