sábado, 1 de dezembro de 2012

Carvalhas há 15 anos Costa hoje e Eça 1871

                 
                            

As privatizações só vão agravar o problema de Portugal

O "capitalismo distorcido" faz com que os povos da periferia europeia paguem pelos empréstimos arriscados dos bancos.
"A crise em Portugal, Grécia, Espanha e outros países da periferia europeia é reveladora", afirmou Chomsky.


"Se fossem aplicados os princípios básicos do capitalismo, eram os bancos alemães e de outros países do Norte que tinham de suportar a crise, pois concederam empréstimos de alto risco, com elevadas taxas de juro", acrescentou.

"Na Europa, os bancos conseguiram que os riscos que tinham assumido fossem suportados pelos Estados". Trata-se portanto de um "capitalismo distorcido", acusa "os portugueses estão a pagar as aventuras dos bancos alemães, que fizeram empréstimos arriscados".

A seguir à crise financeira, pouca coisa mudou, regista Chomsky. "Os últimos relatórios do FMI mostram que os bancos continuam a ter grandes lucros, sobretudo devido às políticas de isenção fiscal e subsídios diretos e indiretos dos governos", conclui.

  

 O pedido de Resgate não foi porque não havia dinheiro para pagar salários e pensões, uma mentira de Teixeira dos Santos, repetida pela direita, mas para pagar aos bancos alemães e franceses. Prof. economia Castro Caldas, Carvalhas, Viriato Soromenho etc.. 
 A divida dos bancos portugueses aos bancos alemães e franceses para financiar o imobiliário deu origem ao resgate, dado o Estado ter de tomar nas suas mãos as dívidas dos privados, bancos, empresas e particulares.

                      

Keynes e os seus herdeiros

by As Minhas Leituras
John M. Keynes (1883-1946) é com certeza um dos economistas mais conhecidos do público em geral, se não mesmo o mais conhecido. É sintomático o facto de ter dado o nome não só a uma corrente (ou conjunto de correntes) do pensamento económico, como a algo ainda mais geral: um entendimento das economias modernas como […]

                   
A Dívida Privada é muito superior à dívida Pública. Porque ninguém fala disso.               O que se passa então para a dívida subir em flecha? Foi porque o Estado passou a gastar muito mais na saúde, no ensino, na investigação? Não! A subida em flecha da dívida pública deu-se devido à quebra de receitas provocadas pela crise, porque no essencial o Estado tomou nas suas mãos o desendividamento e a capitalização da banca. Carlos  Carvalhas
           
                                     
                      A verdade pode demorar, mas acaba por chegar

  Banqueiros culpados da crise e do pedido do resgate.

Ontem, 26 de Abril Durão Barroso numa entrevista na TV disse, o que levou o país e a europa a esta situação/crise, foi a ganância dos bancos.  Então não foi Sócrates? Os pulhas confessam-se finalmente.

                                   
                               Estamos todos a trabalhar para a banca.
                               

No Final do Vídeo :- A situação a que chegámos não foi uma situação do acaso. A União Europeia financiou durante muitos anos Portugal para Portugal deixar de produzirnão foi só nas pescas, não foi só na agricultura, foi também na indústria..  

                   
                      Os Banqueiros deviam ter vergonha de sair à rua.                                            
                     
                  
Silva Peneda (PSD) Eu defendo a erradicação deste PSD , adulterado por Passos, Relvas, Marco António, Marilú e Cavaco no mínimo por 1 Milénio
       
A propósito do fim do mandato de Cavaco Silva enquanto Presidente da República recolhemos depoimentos de várias personalidades. Veja o testemunho do…
OBSERVADOR.PT



UM RECORD PARA O GUINNESS - A MAIOR DÍVIDA DE SEMPRE

Jorge Nascimento Rodrigues, lembra que o Governo de Passos & Portas bateu um record muito velhinho, que subsistia desde o século XIX: a dívida pública atingiu 129% do PIB no final de 2013, valor certificado agora pelo FMI, pela Comissão Europeia e pelo Banco de Portugal. 


Sabia-se que a queda do record estava iminente. Em 2012, o Governo igualou o rácio da dívida pública face ao PIB atingido em 1892, que se elevou a 124% [cf. Jorge Nascimento Rodrigues, Portugal na Bancarrota - Cinco séculos de História da Dívida Soberana Portuguesa -http://www.centroatl.pt/titulos/desafios/bancarrota/]. Agora, apossou-se deste record que tem barbas. Nem se percebe por que Passou Coelho não aproveitou a subida ao palanque no congresso para comemorar esta proeza única. Verdadeiramente histórica.

 Este governo PSD/CDS aumentou a dívida pública em três anos, mais que Sócrates em seis. 



Comentário feito há 15 anos ...
Carlos Carvalhas, há 15 anos, disse:

«A moeda única é um projecto ao serviço de um directório de grandes potências e de consolidação do poder das grandes transnacionais, na guerra com as transnacionais e as economias americanas e asiáticas, por uma nova divisão internacional do trabalho e pela partilha dos mercados mundiais.
A moeda única é um projecto político que conduzirá a choques e a pressões a favor da construção de uma Europa federal, ao congelamento de salários, à liquidação de direitos, ao desmantelamento da segurança social e à desresponsabilização crescente das funções sociais do Estado.»

Carlos Carvalhas, Secretário-geral do PCP — «Interpelação do PCP sobre a Moeda Única», 1997
          Parece que afinal o homem é um visionário
Isto é uma grande verdade.


(continuação) Deixai, o vós que entrais, toda a esperança Estas palavras eu vi em letreiro escuro Por cima de uma porta escrito. A Divina Comédia, Dante, canto III, 3 Os Estados Unidos da Europa capitalista, nunca existirão. V.I. Lenine 5ª LI...
OCASTENDO.BLOGS.SAPO.PT


Presente na conferência internacional organizada pelo Banco Central Europeu (BCE) que desde domingo decorre em Sintra, o prémio Nobel da Economia de 2008, Paul Krugman, considerou que Durão Barroso entrou em profunda negação ao considerar que o euro não teve nada a ver com a crise que tudo resultou de políticas falhadas ao nível nacional e à falta de uma vontade política.
Para Paul Krugman o que aconteceu foi o seguinte: primeiro a criação do euro encorajou fluxos de capital para o sul da Europa, depois o dinheiro secou -- e a ausência de moedas nacionais significou que os países endividados tiveram de se submeter a um processo de deflação extremamente doloroso", afirma o economista, que tem sido muito crítico das políticas de austeridade na Europa.
http://krugman.blogs.nytimes.com/?module=BlogMain&action=Click&region=Header&pgtype=Blogs&version=BlogPost&contentCollection=Opinion



Imagem intercalada 1


Assunto: Quadratura do circulo 


QUADRATURA DO CÍRCULO
Paulo Jorge Costa Ferreira
Tenho uma triste notícia para dar aos comentadores e analistas políticos. Podem todos passar a dedicar-se à agricultura porque António Costa, em menos de 3 minutos, disse tudo, TUDO! Há instantes na "quadratura do círculo". E aqui está textualmente o que ele disse (transcrevi manualmente):

“A situação a que chegámos não foi uma situação do acaso. A União Europeia financiou durante muitos anos Portugal para Portugal deixar de produzir; não foi só nas pescas, não foi só na agricultura, foi também na indústria, por ex. no têxtil  Nós fomos financiados para desmantelar o têxtil porque a Alemanha queria (a Alemanha e os outros países como a Alemanha) queriam que abríssemos os nossos mercados ao têxtil chinês basicamente porque ao abrir os mercados ao têxtil chinês eles exportavam os teares que produziam, para os chineses produzirem o têxtil que nós deixávamos de produzir. 
E portanto, esta ideia de que em Portugal houve aqui um conjunto de pessoas que resolveram viver dos subsídios e de não trabalhar e que viveram acima das suas possibilidades é uma mentira inaceitável. Nós orientámos os nossos investimentos públicos e privados em função das opções da União Europeia: em função dos fundos comunitários, em função dos subsídios que foram dados e em função do crédito que foi proporcionado. 
E portanto, houve um comportamento racional dos agentes económicos em função de uma política induzida pela União Europeia. Portanto não é aceitável agora dizer… podemos todos concluir e acho que devemos concluir que errámos, agora eu não aceito que esse erro seja um erro unilateral dos portugueses. Não, esse foi um erro do conjunto da União Europeia e a União Europeia fez essa opção porque a União Europeia entendeu que era altura de acabar com a sua própria indústria e ser simplesmente uma praça financeira. E é isso que estamos a pagar!”






CARLOS CARVALHAS NO ENCONTRO NACIONAL DO PCP - Os culpados da Situação.

«(...) Em relação à dívida do país em primeiro lugar é preciso recordar que a dívida privada é superior à dívida pública, coisa que esses senhores sempre escondem.
Segundo, é preciso também lembrar que em relação à dívida pública Portugal em 2007, ano em que a crise rebentou tinha uma dívida de 68,4% do PIB, ao nível da zona Euro, inferior à de países como a Itália, Bélgica, praticamente igual à da França e da Alemanha.

O que se passa então para a dívida subir em flecha? Foi porque o Estado passou a gastar muito mais na saúde, no ensino, na investigação? Não! A subida em flecha da dívida pública deu-se devido à quebra de receitas provocadas pela crise, porque no essencial o Estado tomou nas suas mãos o desendividamento e a capitalização da banca. 

Os trabalhadores, os pensionistas e os pequenos e médios empresários têm estado a pagar o desendividamento da banca ao serviço dos banqueiros e dos grandes accionistas. Não é só o caso dos milhões e milhões enterrados no BPN, no BCP, no BPP, no Banif, são também os milhões que a banca ganha com o Estado, comprando dívida pública que lhes rende juros de 4,5,6% e que depois os deposita no BCE como colaterais, recebendo iguais montantes a 0,25%, os milhões que recebem em benefícios fiscais, os milhões que têm ganho com as PPP's e até com as rendas excessivas, pois no final são eles que estão por detrás de tais operações e empresas! (...


Telmo Vaz Pereira Nesta entrevista, Carvalhas admite que a história seria outra se a oposição não tivesse chumbado o PEC IV, que por puro oprtunismo se antecipou à cedência de Merkel e Trichet, porque ambicionavam chegar rapidamente ao pote: http://www.rtp.pt/antena1/index.php...
Carlos Carvalhas admite que venha a ser necessária uma plataforma de emergência pós-eleições que reúna...
RTP.PT


Desvantagens de sair do €uro:
-- provável recessão no curto prazo (6 meses a 1 ano e meio)
-- inflação galopante no 1º ano (durante ajustamento cambial)
-- necessidade de pagar a dívida em dólare$ ao FMI antes da saída (não pode ser redenominada em escudos)
-- negociação dura com a UE para ter um acordo semelhante ao da Dinamarca (estar na UE, e no ERM)
-- ter de criar stocks maiores de medicamentos importados para fazer face à desvalorização da moeda, para garantir que ninguém fica sem medicamentos durante o ajustamento
Desvantagens de ficar no €uro:
-- desequilíbrios da balança externa sempre que se lutar por salários mais decentes
-- necessidade de CORTAR SALÁRIOS e pensões sempre que houver um choque externo
-- dívidas pública, privada, e externa todas mais altas do que com moeda própria
-- perda de soberania perante o €urogrupo e o BCE
-- mais sujeitos às especulações dos mercados de dívida
-- menor potencial de crescimento económico devido à moeda ser demasiado valorizada para nós
-- temos de andar a pagar (!) para a Alemanha (e outros) terem superávits externos!
-- solução para crises passa pela emigração, agravando ainda mais o envelhecimento populacional
-- não temos uma verdadeira Democracia, pois os eleitos são obrigados a seguir o "diktat" da zona €uro





Defender a verdade

O primeiro erro, e talvez o mais grave, cometido pelo Partido Socialista nos últimos três anos foi ter desistido de contestar a tese da direita sobre as razões da crise. Deixámos que se consolidasse no país a ideia de que estamos em crise porque o governo anterior gastou de mais. Alguns acharam que esta tese era tão poderosa e estava tão disseminada junto da população portuguesa que não valia a pena contestá-la e que seria melhor afirmar o início de um novo ciclo no PS e esperar que o povo atribuísse as responsabilidades ao anterior primeiro-ministro socialista e poupasse a nova direcção do partido. Se havia uma razão táctica por trás de tal atitude, também não é menos verdade que alguns dos actuais dirigentes nacionais partilhavam mesmo a tese da direita, o que ainda dificultava mais a sua contestação e a afirmação de uma alternativa política.

Para convencer os outros de que é possível fazer diferente, primeiro é preciso acreditar genuinamente nisso, e não era o que parecia quando ouvíamos alguns porta-vozes do PS para a área económica. Se tivéssemos optado por combater activamente a tese do despesismo como explicação da crise, talvez não tivéssemos convencido todos os portugueses, mas pelo menos não deixávamos a direita definir os termos do debate sem oposição.

É mais difícil combater a austeridade quando deixamos que se instale, sem contestação, a ideia de que a dívida cresceu intensamente porque se gastou de mais e não como consequência do funcionamento dos estabilizadores automáticos. Além disso, como muitos alertaram, não era por não falarmos do assunto que o povo português iria esquecer-se dele ou distinguir o PS de ontem do PS de hoje ou que a direita iria parar de nos acusar de sermos responsáveis pela bancarrota, como aliás se viu na última campanha para as europeias. Contestar a tese do despesismo como causa da crise não era defender José Sócrates, era defender a verdade.
Por: Por Pedro Nuno Santos / I /publicado em 11 Jun 2014 - 05:00




" O esquema para nos esfolar. E ainda conseguem incutir sentimentos de culpa nos esfolados. - Gastaram além das suas possibilidades. "


Hervé Falciani, que revelou o esquema de evasão fiscal do banco suíço HSBC, explica como "sem o menor esforço" os bancos se podem enriquecer sem...
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Bancos custaram 4735 milhões aos contribuintes por via do défice

Governos gastaram em seis anos de crise 6134 milhões de euros, a maior parte em juros e injeções de capital, mostram dados do INE

As medidas tomadas nos últimos seis anos para salvar bancos e estabilizar o sector financeiro já custaram, em termos líquidos, 4735 milhões de euros aos contribuintes ou quase 3% do produto interno bruto (PIB), revelou ontem o Instituto Nacional de Estatística (INE). O prejuízo foi parar ao défice.

O reporte das contas (défice e dívida) enviada ontem pelo INE a Bruxelas mostra que entre 2008 e 2013 os sucessivos governos (PS e PSD/CDS) gastaram 6134 milhões de euros em operações como pagamento de juros, injeções de capital, garantias entretanto executadas, nacionalização do BPN, tendo recuperado apenas 1399 milhões de euros. A diferença entre ganhos e perdas dá os 4735 milhões de prejuízo líquido.

Alguns dos casos são: BPN (1800 milhões de euros em 2010), aval ao BPP (450 milhões nesse ano), injeção de capital no Banif (700 milhões em 2013). Além disto, o Estado tem sido responsável pelo pagamento de juros resultante de endividamento contraído para segurar o sector bancário e financeiro. Aqui a fatura vai em quase 1700 milhões de euros. No capítulo dos reforços de capital o custo acumulado vai em 2050 milhões no período em análise.

O Governo, que também cobra juros e comissões pelas ajudas, está a receber gradualmente dos bancos o valor dos apoios. As exceções são BPN e BPP, que entretanto se tornaram em casos de justiça.

Ontem, o INE anunciou que o défice de 2013 ficou em 4,9%, abaixo dos 5,9% previstos em setembro e dos 5,5% combinados com a troika no final de 2012.

Apesar do gasto surpresa (extraordinário) com o Banif em 2013, as Finanças conseguiram ir além do acordado com a troika por via do “enorme aumento de impostos” lançado por Vítor Gaspar, o anterior ministro da tutela, e da amnistia fiscal de Maria Luís Albuquerque, que rendeu 1280 milhões de euros na reta final de 2013. Também esta é uma medida irrepetível.

“A melhoria no saldo em 2013 foi determinada em grande medida pelo aumento da receita de impostos e contribuições sociais. Para este aumento, é de assinalar o contributo da receita extraordinária associada ao Regime Excecional de Regularização de Dívidas Fiscais e à Segurança Social que atingiu 1280 milhões de euros”, diz a autoridade estatística.

Este ano, a meta mantém-se em 4% do PIB, o que, de acordo com dados das Finanças citados pelo INE, corresponderá a um défice de 6793 milhões de euros.

A dívida pública, que atingiu o valor mais elevado de sempre em 2013 (129% do PIB ou 213,6 mil milhões), ainda vai subir em termos nominais, mas com a ajuda da retoma, o rácio deve descer para 126,8% em 2014. O PIB nominal deste ano foi revisto em alta, ganhando mais 855 milhões.

Estado ainda só conseguiu recuperar 1399 milhões dos 6134 milhões que meteu no sector financeiro desde 2008. Por: Dinheiro Vivo / 1/4/ 2014



As Consequência e o Resultado de 3 anos da quadrilha PSD/CDS.

Descemos 3 posições no Índice de Desenvolvimento Humano da ONU.
1,4 milhões de desempregados.Défice sem baixar, na proporção dos cortes e impostos. Dívida a chegar aos 225 mil milhões, 135% do PIB. 35% dos jovens sem emprego, 15% de crianças e adolescentes na miséria,com fome. Ensino, educação num caos como não há memória.Justiça encaixotada e em estado de Citius. Adiamento do pagamento de dívida, com juros mais elevados. PIB ao nível de 2001. Em 3 anos já 400 mil emigraram. Foram destruídos 450 mil postos de trabalho. 2 milhões de pobres em 2011,em 2013, 2,7 milhões. Em 2013, 660 mil famílias não conseguiram pagar empréstimos a bancos.500 mil pessoas com salários penhorados, famílias,
sem emprego ou apoio, vêm as suas casas confiscadas e vendidas por dividas menores. Aumento de 23% das vendas de automóveis de luxo, e 100 novas fortunas. As taxas de juro desceram? Sim é verdade mas não é mérito do governo é da política do BCE! Mais desemprego, há menos emprego,a miséria aumenta, a indigência alastra.Com uma dívida de 94% do PIB no tempo de Sócrates era a Bancarrota, com uma dívida de 135% do PIB da quadrilha Passos/Portas é a recuperação! Se não fosses um verme imbecil fundamentalista, balbuciante Bluelaranja,o que gostarias de ser? Uma sanita cheia de bosta é mais inteligente que tu. Até breve, em Out. falamos. Por: ZeCatatau.



(Nota: Veja aqui a entrevista à Antena1-clique em baixo)

E agora eis que Carlos Carvalhas – sim, o ex-secretário geral do PCP, aquele que lá esteve antes de Jerónimo -,numa entrevista à Antena1, reabilita Sócrates (e de caminho enterra o PCP, que com o chumbo do PEC IV tornou o resgate inevitável e abriu o caminho à direita).
PS: A parte transcrita está entre os 13 e os 18 minutos e 30 e tal segundos. vão ouvir, vão - não acreditem em mim – e agradeçam à Shyznogud, porque foi ela que descobriu esta maravilha.



Panorama Empresarial - Dívidas 

1) A maior parte das "grandes" empresas em Portugal já não são portuguesas, ou foram compradas por estrangeiros.

2) Segundo o Banco de Portugal, as Empresas não financeiras tem dívidas superiores ÀS DO ESTADO:
a) Microempresas, 321.000 devem 72,49 mil milhões
b) Pequenas empresas, 49.000 devem 45 mil milhões
c) Médias empresas, 6.000 devem 46,83 mil milhões
d) Grandes empresas, 1.000 devem 89,36 mil milhões
e) Sociedades de gestão de participações não financeiras, 3.000 devem 50,77 mil milhões
TOTAL: 370 mil empresas DEVEM 304,48 MIL MILHÕES, quando a Dívida do Estado incluindo as Câmaras e as Empresas Públicas são 272,96 MIL MILHÕES... [Boletim Estatístico, Cap. A.20]

3) PORÉM, diz o Banco de Portugal:
"existiam, em 2012, cerca de 370 mil empresas não financeiras em Portugal, (...). A esmagadora maioria dessas empresas são de pequena ou média dimensão". O QUE SIGNIFICA QUE ELAS ESTÃO TODAS ENDIVIDADAS.

4) No entanto, ainda segundo o BdP, elas POSSUÍAM ACTIVOS de 650 mil milhões, equivalentes a "94,5% do total do ativo das empresas não financeiras"!!! [Nota de Informação estatística de Outubro 2013].

DUVIDO QUE AS 366.000 PMEs com dívidas de 164,32 MIL MILHÕES, ou mesmo as GRANDES que devem 89,36 mil milhões, SE MUDEM PARA OUTROS PAÍSES...

Os PARTICULARES devem 158,6 mil milhões E TAMBÉM PAGAM IMPOSTOS!!!
... Por: 
Olisipone







1) A Divida foi para salvar os bancos, não os Estados
2) O Objectivo do Governo não é pagar a Divida, mas garantir rentabilidades elevadas (de curto prazo) aos Investidores/Empregadores*.
3) A dívida grega foi reestruturada e mesmo assim, os juros seguiram a tendência da descida, tal como em Portugal.
4) Os pensionistas também são Credores (passivos) do estado mas são tratados de forma diferente. Já não merecem a confiança que é devida aos outros.

* Os mentores desta dívida são funcionários políticos das Oligarquias Financeira que ganham muito dinheiro com uma dívida remunerada com Cortes diretos nos Rendimentos do Trabalho, com sobrecarga de Impostos e com a destruição do Estado Social e a negação dos princípios Constitucionais que sustentam as democracias. De facto, implica uma retrocesso social profundo. 



Reis Nunes 
1.XIX governo de Portugal tomou posse em 21 de Junho de 2011.Duração dois (2) anos e oito (8) meses ! 
2.Dívida pública no final de 2013 ; 129% do PIB o que equivale a 213,4 mil milhões de euros! ( baseada em critérios de Maastricht ). (" Num critério mais amplo registou 153,1 % do PIB,e se considerarmos as empresas públicas não financeiras incluídas e não incluídas no perímetro orçamenta aquele rácio sobe para 165 % "- Noticia on line de Jorge Nascimento Robrigues )


eduvel 

Estes são números do IGCP, uma fonte que certamente não irá por em causa. 

Divida Directa do Estado em Jun 2005: 95 MM€ 
Divida Directa do Estado em Jun 2011: 172MM€ (72 meses depois) 
Divida Directa do Estado em Jan 2014: 208MM€ (31 meses depois) 

Taxa de crescimento médio da dívida Jun 2005 a Jun 2011 = 
(172-95)/72 = 77 MM€ / 72 = 1,07 MM€ por mes 

Taxa de crescimento médio da dívida Jun 2011 a Jan 2014 = 
(208-172)/31 = 36MM€ / 31 = 1.16 MM€ por mes 

Lamento que estes números não ajudem à.... narrativa. Mas é um facto que este governo, com todos os cortes e com toda a destruição na economia que induziu, conseguiu a grande façanha de endividar o pais a uma velocidade maior que o louco despesista do Sócrates

Ler mais: http://expresso.sapo.pt/primeira-pagina-do-expresso=f857412#ixzz2uBogEkjG



Variação da dívida per capita de alguns dos países desenvolvidos:

divida per capita 2002 pata 2012 europa e outros


A ideia de que os portugueses são responsáveis pela crise, porque andaram a viver acima das suas possibilidades, é um enorme embuste. Esta mentira só é ultrapassada por uma outra. A de que não há alternativa à austeridade, apresentada como um castigo justo, face a hábitos de consumo exagerados. Colossais fraudes. Nem os portugueses merecem castigo, nem a austeridade é inevitável.
Quem viveu muito acima das suas possibilidades nas últimas décadas foi a classe política e os muitos que se alimentaram da enorme manjedoura que é o orçamento do estado. A administração central e local enxameou-se de milhares de "boys", criaram-se institutos inúteis, fundações fraudulentas e empresas municipais fantasma. A este regabofe juntou-se uma epidemia fatal que é a corrupção. Os exemplos sucederam-se. A Expo 98 transformou uma zona degradada numa nova cidade, gerou mais-valias urbanísticas milionárias, mas no final deu prejuízo. Foi ainda o Euro 2004, e a compra dos submarinos, com pagamento de luvas e corrupção provada, mas só na Alemanha. E foram as vigarices de Isaltino Morais, que nunca mais é preso. A que se juntam os casos de Duarte Lima, do BPN e do BPP, as parcerias público-privadas 16 e mais um rol interminável de crimes que depauperaram o erário público. Todos estes negócios e privilégios concedidos a um polvo que, com os seus tentáculos, se alimenta do dinheiro do povo têm responsáveis conhecidos. E têm como consequência os sacrifícios por que hoje passamos.
Enquanto isto, os portugueses têm vivido muito abaixo do nível médio do europeu, não acima das suas possibilidades. Não devemos pois, enquanto povo, ter remorsos pelo estado das contas públicas. Devemos antes exigir a eliminação dos privilégios que nos arruinam. Há que renegociar as parcerias público--privadas, rever os juros da dívida pública, extinguir organismos... Restaure-se um mínimo de seriedade e poupar-se-ão milhões. Sem penalizar os cidadãos.
Não é, assim, culpando e castigando o povo pelos erros da sua classe política que se resolve a crise. Resolve-se combatendo as suas causas, o regabofe e a corrupção. Esta sim, é a única alternativa séria à austeridade a que nos querem condenar e ao assalto fiscal que se anuncia."
Nota: Citando um relatório da Direção-Geral do Tesouro e Finanças, Sérgio Monteiro, que falava na comissão de inquérito às PPP, disse que, os encargos brutos das PPP "foram, em 2012, de 0,76%, que sobe em 2013 para 0,81%, vai até 1,12% em 2014, até 1,15% em 2015 e reduz para 1,08% no ano seguinte". Será isto ruinoso para o País? Não se trata antes de uma falácia repetida até à exaustão. Sabemos hoje que depois da renegociação os encargos são maiores, ( Juros mais elevados) embora este governo diga o contrário, mas a descida em valor deve-se ao fato de terem passado para as Estradas de Portugal obras ( rotundas, acessos e conservação) que antes pertenciam às Concessionárias.  
http://viriatoapedrada.blogspot.pt/2013/02/ppp-custaram-076-do-pib-em-2012.html



Silvina Rosa Marques A adopção do euro trouxe-nos, em suma, "uma substituição da produção nacional por bens e serviços provenientes do exterior na despesa de consumo, de investimento e nas exportações portuguesas; isto é, aprofundou-se a dependência externa da economia portuguesa". Com um estado fraco do ponto de vista financeiro e amputado dos meios que poderiam permitir-lhe uma intervenção estratégica na orientação do investimento - são os bancos que exercem essa função que deveria ser uma função de soberania: decidir sobre o consumo e o investimento e sobre o destino do investimento global. E, como é notório, a banca, os grandes grupos económicos e a direita de serviço, (com a cumplicidade activa das instituições da UE), utilizaram a poupança dos portugueses e o crédito que pediram no estrangeiro, em actividades especulativas (no sector financeiro, construção e imobiliário) e aplicaram o resto nos sectores "protegidos", que lhes garantem mais lucros.... Graças a este esforço, os bancos portugueses, ficaram sem liquidez para conceder crédito à economia (morreram) - e perderam a capacidade de se financiar no mercado interbancário, passando o BCE a ser o único financiador (aceitando como garantia títulos de dívida pública portuguesa). Portanto foi a banca privada que, em Março de 2011, invocando falta de liquidez...... IMPÔS ao governo do PS a decisão de recorrer à ajuda do grupo financeiro FMI, UE, BCE. Agora obrigam o povo português a pagar a conta e ainda têm a pouca vergonha, de nos vir dizer, que todos temos de assumir que gastámos mal o dinheiro e que todos vivemos acima das posses (estado, empresas e famílias) e as agências de rating deram a estocada final na "morte"...... Portanto a banca rota foram os bancos esfomeados que a impuseram!!!!!


Quem quer dinheiro da UE?
Um sindicato financeiro organizado e apoiado pela França, Alemanha e Itália financiavam Portugal nos super projectos europeus onde o país era obrigado a entrar com 20%, os quais não os tinha, nem teria capacidade de os pedir emprestados, eles ofereciam-no-lo com juros altíssimos de 5% a 7%. Os anos passam, não pagamos apenas 20% dos projectos como já pagamos o valioso dinheirinho da UE (e inflação incluída)... Interessante... Mais tarde entramos para o Euro e ficou mais fácil o financiamento externo. Será que recebemos mesmo fundos europeus? Por outro lado esses mesm 
os fundos eram financiados por Portugal em cerca de 20% com a contribuição do iva e das taxas aduaneiras.
                

                   







Clara Ferreira Alves, Eixo do Mal, em 29 de Junho:
Quando embirramos com qualquer coisa, significa que não estamos a agir racionalmente.
Sócrates agiu patrioticamente, agiu em nome do interesse nacional, mas o país estava entretido, aliás com a campanha que foi montada nos mídia contra ele, a embirrar com a voz, com a gravata, com os olhos, com as mãos, com as unhas, com a vida de José Sócrates. Esta foi uma embirração que nos saíu muito cara.
(...) Portanto, as pessoas agora estão bem, votaram no Passos Coelho, votaram no Relvas, votaram naquela tropa e estão a levar com esta tropa. Eu não votei."......... NEM EU.



PORTUGAL SOB RESGATE, é assim:

1. O Ministro das Finanças alemão diz o que acha que Portugal deve fazer;
2. A Srª. Merkel define o calendário e os termos da recessão;
3. O Dr. Durão Barroso, aconselha que a austeridade não pode ir longe de mais;
4. O FMI diz que Portugal vai bem, mas se não for, o Governo já tem mais medidas preparadas;
5. O Dr. Passos coelho é uma caixa de ressonância da Srª. Merkel;
6. O Dr. Vítor Gaspar é o intérprete do FMI;
7. O Presidente da República ou está calado ou diz o contrário do Governo.

E entretanto:

a)Portugal regista níveis de 1960 na pobreza, na distribuição de riqueza, na iniquidade salarial;
b) Portugal regista a maior carga fiscal da sua história;
c) A economia real está num processo acelerado de destruição;

Em conclusão:

- Portugal é governado a partir do exterior tendo perdido a sua independência real;
- o Governo português não tem um projecto de País, um projecto de Estado e, muito menos, um projecto de Nação;
- os portuguese vivem num clima de medo do presente e de desilusão com o futuro!



370457

Se o Sócrates tivesse aguentado…(Oiça a entrevista)


“Se o Sócrates tivesse aguentado – politicamente era impossível aguentar-se na altura em que não queria pedir o resgate, naquela altura do PEC IV (é evidente que o governo dele, passadas 24 horas já todos lhe tinham tirado o tapete), mas no plano só da UE, daquilo que se conhece viu-se que tanto a Merkel como o então presidente do BCE, estavam aflitíssimos, estavam a ceder, iam ceder a Sócrates, a Portugal porque não podiam deixar o país falir, nem podem.
(…)
Eu não estou a dizer que tenha feito bem ou tenha feito mal. Estou a dizer só o seguinte: Sócrates naquele quadro, teimosamente, disse ‘eles hão-de resolver o assunto’. Estava sozinho, já toda a gente lhe tinha tirado o tapete, o Presidente da República, o PSD também, o Passos Coelho, que de manhã lhe disse uma coisa e à tarde tinha dito outra e ele disse ‘não peço resgate nenhum, eles têm de resolver o assunto’. E o que se vê nessa altura o que se vê na UE é Merkel e o sr. Trichet a quererem ceder a Sócrates e a Portugal e a dizerem ‘nós temos de resolver o assunto, não podemos deixar o país ir à falência’.
(…)
A história tinha sido outra se nós tivessemos pedido a renegociação. porque no Sócrates no fundo já depois de ter aceite o PEC IV, porque ele estava no fundo a tomar a atitude que tomou a espanha, que tem resgate sem ter pedido resgate, que aquele lapso de tempo mostrou, que da parte da união europeia eles estavam sem recuo, porque tinham de ceder, não podiam deixar o país ir à falência.”
Quem disse isto, quem foi? Adriano Moreira? Mário Soares? António Guterres? Zapatero? frio, frio, frio, geladinho. sim, esta é mesmo a semana das notícias extraordinárias, o mês das novidades incríveis.
O Papa renuncia, check; um padre tuga acusa um bispo de o assediar, check; Gaspar diz que quer mais tempo e mais investimento, check; Relvas é insultado de gatuno e fascista numa sala de 20 metros quadrados e perseguido pelos corredores do ISCTE, check; quem se insurge contra insultos a Relvas e à perseguição pelos corredores do ISCTE é acusado de ‘respeitinho salazarento’ e quiçá colaboracionismo, check; Cavaco, que fora já dado como morto, salva as candidaturas autárquicas do PSD descobrindo que uma lei com oito anos diz ‘presidente da câmara’ em vez de ‘presidente de câmara’ (ou será ao contrário?), check.              
E agora eis que Carlos Carvalhas – sim, o ex-secretário geral do PCP, aquele que lá esteve antes de Jerónimo -,numa entrevista à Antena1, reabilita Sócrates (e de caminho enterra o PCP, que com o chumbo do PEC IV tornou o resgate inevitável e abriu o caminho à direita).
PS: A parte transcrita está entre os 13 e os 18 minutos e 30 e tal segundos. vão ouvir, vão - não acreditem em mim – e agradeçam à Shyznogud, porque foi ela que descobriu esta maravilha.
Fonte: CC

6 comentários:

  1. Há uma Solução para isto e chama-se BRICS... e estariamos MUITO MUITO mais perto da nossa verdadeira posição natural -> de costas para a Europa e de olhos para o ultramar... junto do Brasil que é muitissimo mais famuliar...

    Correr com todos os Nazis daqui para fora... taxas alfandegárias altissimas a todos os produtos Nazis (incluindo Mercedes e BMW e esse porco imundo de agente infiltrado que é o Gaspar... para entrar aqui lol)..

    hey! a EDP até já é Chinesa!!.. até parece que o destino nos está a empurrar para o caminho certo!... para quê insistir num projecto falhado e falido commandado por Nazis ???

    Se eles aceitassem o BRICPS.. ia haver explosão económica... alias essa é a CLARA tendência actual, o banco Internacional dos BRICS em matéria de dimensão e capitalização até é muito superior ao FMI...

    http://www.blacklistednews.com/BRICS%3A_The_World%E2%80%99s_New_Banker%3F/22774/0/38/38/Y/M.html

    Aposto que até iamos ter condições melhores que aquelas que o ministro das finanças alemão disse que não aceitava ( mas quem é o inqualificável para dizer que não a iguais condições á Grécia ?)

    A Grécia pode ter acordos financeiros bi-laterais ??.... Portugal também... com os BRICS... Nazis fora da base de Beja já.

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    1. A Alemanha está a atirar a Grécia para os braços da Rússia. Esta já avisou que não vai abandonar os seus irmãos ortodoxos, não só mas também pelo petróleo e situação estratega. A China parece estar interessada na Base das Lajes, Ilha Terceira Açores.

      http://viriatoapedrada.blogspot.pt/2012/11/a-china-quer-as-lajes-ilha-terceira.html

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  2. Atenção que o Brasil vai estoirar dentro de uma duzia de anos. A inflação não tem nada a ver com o que era antes do Real, mas... eles estão a criar uma dívida externa com juros bem elevados. a inflação acompanha... o custo de vida já próximo ao de Portugal, e com uma inflação que está em plena aceleração a caminho dos 10%, não sei não. Entretanto os salarios sobem, o mínimo tb, o que é bom, mas basta haver 1 ou 2 anos seguidos sem actualizações para haver perda significativa de poder de compra. Toda a gente no Brasil compra até mesmo um par de sapatos com prestações. Nascem prédios por todo o lado. Autoestradas. A euforia consumista está a começar. Neste momento, é uma terra de oportunidades.
    Não sei se o petróleo e o gás natural serão suficientes para aguentar o embate. Mas eles estão a fazer uma coisa bem feita: apostar fortemente na educação. Espero que consigam ir a tempo. Ah, e pelos vistos, a polícia e principalmente a justiça não estão a deixar impune a corrupção dos politicos, inclusivamente os que estão no poder.

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  3. E se a China tomar conta do lugar vago deixado pelos norte-americanos na base das Lajes na Terceira fica desse modo com amplo controlo do atlântico norte e sul e respectivas rotas comerciais, (aéreas e marítimas). Com isto, a curto-médio prazo, irá contribuir para eventuais tensões entre as duas potências.

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    1. Isto está a compor-se. A Rússia já avisou que não ia abandonar os seus irmãos ortodoxos gregos. O bloco BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) já começou a planejar seu banco próprio desenvolvimento e um fundo de resgate nova, que seria criada, que congregam cerca de US $ 240 bilhões em reservas cambiais, segundo fontes diplomáticas.

      http://viriatoapedrada.blogspot.pt/2012/12/brics-o-novo-banco-do-mundo.html

      http://viriatoapedrada.blogspot.pt/2012/08/petroleo-arma-da-grecia.html

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  4. Mas nao ha ninguem em Portugal com quilhoes para matar?Limpar o pais de ladroes, politicos e juizes corruptos e todo o tipo de parasitas?onde estao os Portugueses de Aljubarrota?

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