domingo, 2 de março de 2014

Juros Porque Caem na Zona Euro

                        

O SISTEMA FINANCEIRO INTERNACIONAL domina, em absoluto, as políticas dos governos dos países ocidentais.
Para isso, ao longo do tempo, foi impondo os seus paradigmas, sem que a opinião pública percebesse. Assim sendo, poderemos alinhar assim:
1º - Total independência do sistema bancário, que se auto-regula a si próprio, sem interferência do sistema político.
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Fonte: Banco Central Europeua O Dr. Draghi, governador do chamado Banco Central Europeu (BCE) elogiou ontem o governo português pelos seus grandes…
OECONOMISTAPORT.WORDPRESS.COM

Efeito bolha de Draghi - Caem os Juros
As yields da dívida soberana dos periféricos da zona euro desceram acentuadamente desde que Mario Draghi proferiu em Londres em julho de 2012 as célebres frases de que "o BCE está pronto a fazer tudo o que for necessário para preservar o euro" e "acreditem em mim, será suficiente".
Ler mais: http://expresso.sapo.pt/bce-pode-estar-a-alimentar-duas-bolhas-financeiras=f874782#ixzz349ghoNca



Porque caem os juros da dívida nos periféricos da zona euro?

As alterações de política monetária do BCE e da Fed influenciaram o "sentimento" dos investidores internacionais, a par de decisões políticas importantes tomadas por Bruxelas como a reestruturação de dívida grega e a criação de novos mecanismos europeus de resgate e de supervisão.

As yields das obrigações dos países periféricos do euro estão em queda assinalável desde o final do primeiro trimestre de 2012 e a rentabilidade da dívida obrigacionista destas economias está ultimamente muito alta, mesmo no caso de dívidas consideradas "lixo financeiro". Aliás, são, sobretudo estas últimas, que registam as rentabilidades anuais e mensais mais elevadas.

As yields das obrigações gregas a 10 anos fecharam fevereiro abaixo dos 7%, o que já não acontecia desde antes do resgate em 2010. A rentabilidade anual do conjunto da sua dívida obrigacionista está perto de 60%. No caso português, as yields das Obrigações do Tesouro (OT) a 10 anos estão abaixo de 5% e as relativas ao prazo a dois anos registam menos de 1,8%. A rentabilidade anual das OT subiu de 9,62% no final de 2013 para 14,55% no final de fevereiro.

As "Previsões de Inverno" da Comissão Europeia (CE), em uma "caixa" técnica relativamente despercebida fala dos "efeitos económicos da incerteza política" e muitos analistas financeiros passaram a alertar recentemente para o facto da crise nas economias emergentes poder ganhar protagonismo, em paralelo com a crise das dívidas soberanas da zona euro, agora ensombrada pelo processo de desinflação e o fantasma da deflação.

As três fases do "sentimento" do mercado da dívida na zona euro desenrolam-se desde final de 2009.

O disparo dos juros da dívida

Depois do rebentar da crise das dívidas soberanas em 2010 assistiu-se a um disparo das yields no mercado secundário e das taxas pagas nos leilões de dívida no mercado primário para as emissões obrigacionistas dos países periféricos do euro - o que então se designava como "clube" formado por Portugal, Itália, Irlanda, Grécia e Irlanda (PIIGS, no acrónimo pejorativo usada pelos financeiros da City londrina e pelos media económicos britânicos).

O pânico de que alguns membros do euro fossem "expulsos" ou decidissem sair do euro provocou uma subida vertiginosa do risco de incumprimento, particularmente da Grécia e de Portugal, em 2011, que alcandorou estes dois membros do euro à liderança do grupo das 10 economias no mundo com mais alta probabilidade de bancarrota no final de 2011 e início de 2012. Uma expressão então muito usada em inglês era "Grexit" (saída da Grécia) e o "clube da bancarrota", diariamente publicado pela CMA DataVision (mais recentemente redenominada S&P Capital IQ), colocava a Grécia, Portugal e, mais tarde, Chipre nos três lugares cimeiros.

O sentimento de incerteza entre os investidores a respeito da zona euro atingiu um pico em novembro de 2011, segundo um indicador muito usado, o EPUI - Ecomomic Policy Uncertainty Index, desenvolvido pela Universidade de Stanford, na Califórnia, em que uma das aplicações diz respeito à zona euro. Este indicador é discutido na "caixa" técnica das "Previsões de Inverno" da CE, divulgadas na semana passada.

O efeito Draghi

A partir de final de 2011 e início de 2012, a crise das dívidas entrou numa segunda fase, na sequência da alteração estratégica na política monetária do Banco Central Europeu (BCE), com a nova liderança de Mario Draghi, a par da decisão da cimeira europeia de dezembro de 2011 no sentido de uma reestruturação parcial da dívida grega.

O novo contexto reforçou-se com a assinatura do Tratado do Mecanismo Europeu de Estabilidade em fevereiro de 2012 (e que entraria em vigor em outubro), com a conclusão da reestruturação da dívida grega em abril, com o anúncio por Draghi, no verão, da orientação no sentido de "fazer tudo o que for necessário" para manter a zona euro e o lançamento em setembro do que viria a ser batizado de programa OMT. Em setembro, Bruxelas lança o projeto de Mecanismo Único de Supervisão bancária.

O sentimento dos investidores, medido pelo índice de Stanford, melhora continuadamente, como o mostra o gráfico publicado pela Comissão Europeia nas suas "Previsões de Inverno". As yields no mercado secundário e as taxas de remuneração média das emissões obrigacionistas no mercado primário descem abruptamente ao longo de 2012 e na primeira metade de 2013. O pânico de redenominações de dívida soberana entre os periféricos foi afastado. Portugal saiu do "clube da bancarrota" no final de 2013 e a Grécia poderá sair em breve. Os novos líderes do "clube da bancarrota" são, agora, Argenina, Venezuela e Ucrânia.

Resiliência ao tapering

A terceira fase desta crise inicia-se com o anúncio em final de maio de 2013 da mudança estratégica da política de estímulos monetários da Reserva Federal norte-americana (Fed), o que ficou conhecido por tapering, ou redução gradual do volume de estímulos monetários (vulgo quantitative easing) até à sua desativação total.

Esta decisão do banco central norte-americano provocou uma reorientação colossal dos fluxos de fundos de investimento, do que correntemente se designa como "dinheiro quente". O Fundo Monetário Internacional avisou em outubro de 2013 de que se tratava de uma alteração "estrutural". O BCE reagiu avançando para novo corte na taxa diretora principal de refinanciamento em novembro (descida para 0,25%), reafirmando a política "acomodativa" por um longo período face à alteração de estratégia da Fed e face ao processo de desinflação (redução continuada da taxa de inflação) na zona euro.

O principal efeito da reorientação estratégica norte-americana foi a fuga massiva dos fundos de investimento das economias emergentes. Landon Thomas, no New York Times de 28 de fevereiro, fala de uma saída de 51 mil milhões de dólares (cerca de 37 mil milhões de euros) em 2013 e de 40 mil milhões de dólares (cerca de 29 mil milhões de euros) só nos primeiros dois meses de 2014. Esta debandada provocou duas "birras" (market tantrum, na gíria) nas bolsas dos emergentes e dois surtos de crise cambial aguda nas economias emergentes no verão de 2013 e mais recentemente no final de janeiro e princípio de fevereiro.

Oportunidade nos periféricos do euro

Um dos efeitos colaterais desta saída foi o regresso dos investidores internacionais, por ora, aos mercados de capitais da zona euro, mesmo aos com dívidas em euros consideradas especulativas (como Grécia, Portugal e parcialmente durante algum tempo também Irlanda) ou de grau de investimento médio inferior (Espanha e Itália). Os analistas falam por isso de "resiliência" dos periféricos do euro ao tapering.

Nesse quadro de oportunidades, os dados "macro" recentes favorecem o "sentimento" positivo atual dos investidores em relação aos periféricos da zona euro.

O quadro macroeconómico da Comissão Europeia aponta para uma retoma no conjunto da zona euro desde o segundo trimestre de 2013, ainda que a classifique de "lenta e frágil", e para um processo sucessivo de conclusão dos planos de resgate nos primeiros membros do euro sujeitos aos programas de ajustamento da troika, incluindo a própria perspetiva de redução da insustentabilidade da dívida grega e de resolução do "buraco" de financiamento de Atenas a partir do verão de 2014 até final de 2016, quando o FMI desembolsará a última tranche da sua parte no empréstimo. Por: Jorge Nascimento Rodrigues / Expresso /  2 de março de 2014


NINGUÉM o diz ... mas eu digo!
Os Juros da Dívida Soberana Portuguesa desceram para baixo dos 4%
PORQUE:
O Banco Central Europeu avisou os ditos "mercados financeiros" que interviria, comprando Dívida Soberana se estes pensassem em especular sobre os Juros.
E assim a Grécia, Irlanda e Espanha (além de Portugal) viram os seus Juros potenciais Descer.
NÃO foi, portanto, por obra e graça do Governo Português nem por obra e graça da Oposição.
Para que conste!
Melhores cumprimentos
Miguel Mattos Chaves
NOTA FINAL:
os Juros das Dívidas Soberanas começaram a cair em 2013 e acentuaram-se em 2014 por via das sucessivas intervenções "em escada" que o BCE tem vindo a efectuar.
A Alemanha que vinha impedindo essa intervenção do BCE percebeu em meados do ano transacto que a prosseguir-se no mesmo caminho isso poderia levar à queda e desaparecimento do Euro.
Portanto, e apesar de ter estado calado sobre o assunto até hoje, é tempo de não deixar nem o Governo Nem a Oposição recolher qualquer benefício de uma actuação (contra os estatutos originais do BCE) do Banco Central Europeu motivada, nomeadamente, pelas próximas Eleições Europeias.
Um abraço





ORA VEJAMOS, COMO É QUE OS MERCADOS OLHAM PARA OS CHUMBOS DO TRIBUNAL CONSTITUCIONAL ?
«Os juros da dívida de Portugal estão a descer em todos os prazos em relação a terça-feira, depois do http://www.oje.pt/pt/juros-da-divida-de-portugal-em-queda
"chumbo" do Tribunal Constitucional e alinhados com os juros da Irlanda, Itália e de Espanha.» :
Como se vê, o papão lançado pela corja do governo, de que cairiam raios e trovões, é engolido pelos pulhas do próprio governo e do alegado primeiro-ministro. Por: Telmo Vaz Pereira



Telmo Vaz Pereira

UM RECORD PARA O GUINNESS - A MAIOR DÍVIDA DE SEMPRE

Jorge Nascimento Rodrigues, lembra que o Governo de Passos & Portas bateu um record muito velhinho, que subsistia desde o século XIX: a dívida pública atingiu 129% do PIB no final de 2013, valor certificado agora pelo FMI, pela Comissão Europeia e pelo Banco de Portugal. 


Sabia-se que a queda do record estava iminente. Em 2012, o Governo igualou o rácio da dívida pública face ao PIB atingido em 1892, que se elevou a 124% [cf. Jorge Nascimento Rodrigues, Portugal na Bancarrota - Cinco séculos de História da Dívida Soberana Portuguesa -http://www.centroatl.pt/titulos/desafios/bancarrota/]. Agora, apossou-se deste record que tem barbas. Nem se percebe por que Passou Coelho não aproveitou a subida ao palanque no congresso para comemorar esta proeza única. Verdadeiramente histórica.

 Este governo PSD/CDS aumentou a dívida pública em três anos, mais que Sócrates em seis. 



Juros de Portugal recuam para mínimos históricos.

As taxas de juro implícitas nas obrigações estão a recuar para níveis históricos, numa semana que será marcada pelo regresso de Portugal às emissões de dívida de longo prazo.

A taxa de juro implícita nas obrigações a dois anos está a descer 6,7 pontos base para 0,864%, o que corresponde ao valor mais baixo de sempre, tal como a taxa a cinco anos, que está a ceder 3,9 pontos para 2,255%. Já a "yield" das obrigações a 10 anos está a cair para 3,443%, o que também corresponde a novo mínimo.

E não é apenas o juro que está a cair, no mercado secundário. O prémio de risco que está a ser cobrado à dívida portuguesa, face à alemã, está a descer para 212,7 pontos.

As taxas de juro implícitas nas obrigações portuguesas estão assim a recuar e a acompanhar a tendência dos juros dos restantes países periféricos. Os investidores continuam a reflectir nos mercados os anúncios realizados na última quinta-feira, 5 de Junho, pelo Banco Central Europeu (BCE): uma redução da taxa de juro de referência de 0,25% para 0,15% e um corte da taxa de depósitos de 0% para -0,10%. Esta última decisão implica um pagamento por parte da banca de um juro ao banco central para ter depositado o seu dinheiro no BCE.

Além disso, o presidente da autoridade, Mario Draghi, anunciou ainda uma série de medidas que visa impulsionar o financiamento à economia, o que está a animar a negociação bolsista e a aliviar as taxas de juro negociadas no mercado secundário.

Portugal vai tentar aproveitar esta onda de optimismo que impera nos mercados desde a semana passada, após os anúncios realizados por Draghi e vai ao mercado financiar-se a 10 anos, pela primeira vez após a saída da troika do país. 
por Sara Antunes | saraantunes@negocios.pt -  09 Junho 2014, - Negócios



Panorama Empresarial - Dívidas 

1) A maior parte das "grandes" empresas em Portugal já não são portuguesas, ou foram compradas por estrangeiros.

2) Segundo o Banco de Portugal, as Empresas não financeiras tem dívidas superiores ÀS DO ESTADO:
a) Microempresas, 321.000 devem 72,49 mil milhões
b) Pequenas empresas, 49.000 devem 45 mil milhões
c) Médias empresas, 6.000 devem 46,83 mil milhões
d) Grandes empresas, 1.000 devem 89,36 mil milhões
e) Sociedades de gestão de participações não financeiras, 3.000 devem 50,77 mil milhões
TOTAL: 370 mil empresas DEVEM 304,48 MIL MILHÕES, quando a Dívida do Estado incluindo as Câmaras e as Empresas Públicas são 272,96 MIL MILHÕES... [Boletim Estatístico, Cap. A.20]

3) PORÉM, diz o Banco de Portugal:
"existiam, em 2012, cerca de 370 mil empresas não financeiras em Portugal, (...). A esmagadora maioria dessas empresas são de pequena ou média dimensão". O QUE SIGNIFICA QUE ELAS ESTÃO TODAS ENDIVIDADAS.

4) No entanto, ainda segundo o BdP, elas POSSUÍAM ACTIVOS de 650 mil milhões, equivalentes a "94,5% do total do ativo das empresas não financeiras"!!! [Nota de Informação estatística de Outubro 2013].

DUVIDO QUE AS 366.000 PMEs com dívidas de 164,32 MIL MILHÕES, ou mesmo as GRANDES que devem 89,36 mil milhões, SE MUDEM PARA OUTROS PAÍSES...

Os PARTICULARES devem 158,6 mil milhões E TAMBÉM PAGAM IMPOSTOS!!!
... Por: 
Olisipone


Dívida em nível recorde, mas FMI acha que é sustentável

A dívida pública atingiu 129% do PIB no final de 2013, segundo o Banco de Portugal e a troika. É um máximo histórico, superior ao registado no ano da última bancarrota em 1892

A dívida pública atingiu no final de 2013 um recorde histórico ao registar 129% do PIB, segundo dados do Banco de Portugal (BdP) no seu Boletim Estatístico deste mês. O rácio é similar ao publicado, também esta semana, nos relatórios dos técnicos do Fundo Monetário Internacional (FMI) e da Comissão Europeia sobre os resultados da 10ª avaliação do andamento do plano de resgate. Apesar do pico histórico, a troika considera-a sustentável no médio prazo.

Este nível de dívida no PIB ultrapassou os máximos anteriores registados no ano fiscal de 1892/1893 - em junho de 1892 ocorrera a última, até à data, bancarrota da dívida portuguesa - e em 2012 quando aquele rácio atingiu os 124%. O rácio de referência atual é baseado no critério de Maastricht. Nesse quadro, o rácio aumentou 35 pontos percentuais desde o final de 2010 e cinco pontos percentuais desde 2012. O pico de 131,6% do PIB terá ocorrido em novembro de 2013 (quando registou 217,2 mil milhões de euros contra 213,4 mil milhões no final de dezembro, segundo dados do BdP).

Num critério mais amplo registou 153,1% do PIB no final de dezembro de 2013, e se considerarmos as empresas públicas não financeiras incluídas e não incluídas no perímetro orçamental aquele rácio sobe para 165%.

Se deduzirmos os depósitos que servem de "almofada financeira" (que no final de 2013 somava mais de 15 mil milhões de euros), o rácio da dívida subiu de 114% em 2012 para 118,5% no final de 2013, segundo dados do BdP. Em relação ao final de 2010 representa uma subida de quase 27 pontos percentuais.

Mas apesar da dívida pública ter batido um recorde histórico, os técnicos do FMI continuam a considerar que é "sustentável no médio prazo", apesar de não o poderem assegurar "com alta probabilidade". No relatório sobre a 10ª avaliação do programa de resgate, a equipa do Fundo projeta que aquele rácio vai entrar numa trajetória descendente, pelo menos nos próximos cinco anos, baixando para 115% do PIB em 2019.

Essa previsão de inversão resulta de uma projeção dos técnicos do Fundo: a taxa de crescimento nominal do PIB e a geração de excedentes orçamentais primários a partir de 2015, inclusive, vão ser suficientes para superar a taxa de juro anual de todo o stock da dívida, que até vai subir de 3,5% em 2013 para 4% em 2019.

Mais precisamente, a simulação do FMI pressupõe para o cenário base de 2014-2019 que: a) a taxa anual média do crescimento nominal do PIB será de 3,3% (superior a 2,9% verificada entre 2002 e 2010, durante o período da bolha financeira e da resposta inicial anti-crise); b)o ajustamento das contas públicas será continuado e gerará excedentes orçamentais progressivamente crescentes, começando com 1,9% em 2015 e chegando a 3,2% em 2019, depois de um pequeno excedente em 2014.
 Por: Jorge Nascimento Rodrigues / Expresso/22 /02/ 2014



Segundo algumas fontes, o PIB neste momento já atinge 132%. Em Abril de 2011 estava em 94%. Quanto à divida externa estava na mesma altura em 130 mil milhões de euros, passados 33 meses aumentou para cerca de 220 mil milhões. Segundo Cavaco Silva e o seu delfim Passos Coelho em Maio de 2011, em que o desemprego era de 12%, havia trabalho e poder de compra a dívida externa era insustentável. Segundo os mesmos personagens, agora quando o desemprego aumentou para mais de 17%, não há trabalho e o poder de compra desceu drasticamente, a dívida passou a ser sustentável. Por: Ahaefe Atsoke


Passando às contas, Passos diz que um crescimento real de 1,5%, com uma inflação de 1% e um excedente primário (sem juros) de 1,8% são suficientes para assegurar a sustentabilidade de dívida.” (in Expresso)
Em 2010 crescemos 1,9%, a inflação estava em 1,38%
e a dívida totalizava 151.775 milhões.

(Pordata & IGCP)
Em 2013 caímos -1,4%, a inflação foi de meros 0,25%
e a dívida totalizou 204.252 milhões.

(Pordata & IGCP)
Ou seja, Passos, que derrubou um governo irresponsável para salvar o país (!!!), almeja os resultados de 2010, desse governo irresponsável que nos levou à "Bancarrota", quando o que tem é o cenário da destruição que criou, muito pior que o cenário que "intenciona", diga-se com grande "inconseguimento frustacional", isto "oralmente falando"?!?!
Ora bolas, parece uma rábula do Tio Marcelo!
Seria de esperar outra coisa de um coiso, que a única coisa que "administrou"
foram as coisas do padrinho e os arranjinhos do Relvas?!?
http://statusnovi.blogspot.pt/2014/03/a-insustentavel-leveza-do-ser.html

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Manifesto: Reestreturação da Dívida.
http://expresso.sapo.pt/leia-na-integra-o-manifesto-que-pede-a-reestruturacao-da-divida=f860341


CARLOS CARVALHAS NO ENCONTRO NACIONAL DO PCP - OS CULPADOS DA DÍVIDA

«(...) Em relação à dívida do país em primeiro lugar é preciso recordar que a dívida privada é superior à dívida pública, coisa que esses senhores sempre escondem.
Segundo, é preciso também lembrar que em relação à dívida pública Portugal em 2007, ano em que a crise rebentou tinha uma dívida de 68,4% do PIB, ao nível da zona Euro, inferior à de países como a Itália, Bélgica, praticamente igual à da França e da Alemanha.
O que se passa então para a dívida subir em flecha? Foi porque o Estado passou a gastar muito mais na saúde, no ensino, na investigação? Não! A subida em flecha da dívida pública deu-se devido à quebra de receitas provocadas pela crise, porque no essencial o Estado tomou nas suas mãos o desendividamento e a capitalização da banca. 
Os trabalhadores, os pensionistas e os pequenos e médios empresários têm estado a pagar o desendividamento da banca ao serviço dos banqueiros e dos grandes accionistas. Não é só o caso dos milhões e milhões enterrados no BPN, no BCP, no BPP, no Banif, são também os milhões que a banca ganha com o Estado, comprando dívida pública que lhes rende juros de 4,5,6% e que depois os deposita no BCEcomo colaterais, recebendo iguais montantes a 0,25%, os milhões que recebem em benefícios fiscais, os milhões que têm ganho com as PPP's e até com as rendas excessivas, pois no final são eles que estão por detrás de tais operações e empresas! (...


Reis Nunes 
1.XIX governo de Portugal tomou posse em 21 de Junho de 2011.Duração dois (2) anos e oito (8) meses ! 
2.Dívida pública no final de 2013 ; 129% do PIB o que equivale a 213,4 mil milhões de euros! ( baseada em critérios de Maastricht ). (" Num critério mais amplo registou 153,1 % do PIB,e se considerarmos as empresas públicas não financeiras incluídas e não incluídas no perimetro orçamenta aquele rácio sobe para 165 % "- Noticia on line de Jorge Nascimento Robrigues ) 

eduvel 

Estes são numeros do IGCP, uma fonte que certamente não irá por em causa. 

Divida Directa do Estado em Jun 2005: 95 MM€ 
Didida Directa do Estado em Jun 2011: 172MM€ (72 meses depois) 
Divida Directa do Estado em Jan 2014: 208MM€ (31 meses depois) 

Taxa de crescimento medio da dívida Jun 2005 a Jun 2011 = 
(172-95)/72 = 77 MM€ / 72 = 1,07 MM€ por mes 

Taxa de crescimento medio da dívida Jun 2011 a Jan 2014 = 
(208-172)/31 = 36MM€ / 31 = 1.16 MM€ por mes 

Lamento que estes numeros não ajudem à.... narrativa. Mas é um facto que este governo, com todos os cortes e com toda a destruição na economia que induziu, conseguiu a grande façanha de endividar o pais a uma velocidade maior que o louco despesista do socrates 
viriatoapedrada.blogspot.pt/2012/12/carvalhas-ha-15-anos-costa-hoje-e-eca.html 
viriatoapedrada.blogspot.pt/2014/02/divida-passos-e-portas-bate-record.html



Carlos Paz
A Dívida Portuguesa acabou de ULTRAPASSAR os 130% do PIB (mais propriamente 131,3%).
Isto, sem contar com a que está (ainda) escondida em algumas Empresas Públicas.
A real deverá estar perto dos 140%.
Será que o Senhor Presidente da República ainda acha que é sustentável? E que é masoquista questionar?
Ou será que está na altura de parar com todo este disparate que nos rodeia???


A Irlanda teve em 2011 um crescimento do PIB de 2.2 % e em 2012, 0.2 % . Portugal em 2011 um crescimento do PIB de - 1.3 % e em 2012 , -3.2 %
A Irlanda tinha do 3º Quadrimestre de 2013 um rácio de Divida Publica de 124.8 % . Portugal tinha 128.7 %.
A Irlanda teve deficits orçamentais em 2011 - 13.1 % e em 2012 , - 8.2 % . Portugal teve - 4.3 % em 2011 e 6.4 % em 2012.

Em resumo a Irlanda cresceu ....... Portugal destruiu riqueza. 
A Irlanda não se preocupou tanto com o deficit orçamental que foi muito superior ao de Portugal o que significa que amenizou os sacrifícios ...... Portugal foi além da Troika. 
A Dívida Publica Irlandesa era de 91.3 em 2010 e é de 124.8 % em 2013 ......... Portugal tinha uma Divida Publica de 93% do PIB em 2010 e agora é de 128.7 % em 2013.

Tirem as conclusões das diferenças ........

Com este panorama , a Irlanda sai do Programa de Ajustamento , recusa um Programa Cautelar e obtêm taxas de juro nos mercados ( e elevada procura ) nas recentes emissões de 3.2% .
Portugal ainda dentro do Programa de Ajustamento ou seja com garantia adicional fornecida pela Troika aos mercados e tem taxas no mercado de 5.112 %. Por: Ahaefe Atsoke


Para ajudar , e dado ainda não se conhecer os dados oficiais de 2013 deixo o histórico a partir de 2010 :

Tx. de crescimento do PIB : 2010 = + 1.9 % ; 2011 = - 1.6 % ; 2012 = - 3.2 % ; 2013 = - 1.4 %;
Deficit Orçamental : 2010 = - 9.8 % ; 2011 = - 4.4 % ; 2012 = - 6.4 % % ; 2013 = - 5.2% ;
Deficit Orçamental primário : 2010 = - 7.02 % ; 2011 = - 0.3 % ; 2012 = - 2.13% ;
Deficit estrutural : 2010 = - 10.4 % ; 2011 = - 8.0 % ; 2012 = - 4.9 % ;

Bom, agora face a este histórico era bom que fizessem contas e apresentassem as medidas para que Portuigal tenha um crescimento do PIB em média de 4 % nos próximos 20 anos e um saldo primário orçamental de 3 % do PIB em média também nos próximos 20 anos . Por: Wolf Grey



Passos deixa mais de 12 mil milhões para o próximo governo pagar

Até agora, o Governo de Pedro Passos Coelho já conseguiu deixar mais de 12 mil milhões de euros em nova dívida pública de longo prazo para o próximo Executivo pagar.

E na quinta-feira (27 de fevereiro), a equipa do PSD/CDS, através da agência da dívida pública (ICGP), irá recomprar mais alguns milhares de milhões de euros que vencem em outubro próximo e em outubro de 2015, justamente quando termina o mandato do Governo.
Desta forma usa a folga existente nos fundos de caixa e nos depósitos, e começa já a aliviar eventuais pressões financeiras que possam surgir no final da legislatura.
De acordo com o levantamento feito pelo Dinheiro Vivo ao ano de 2013 e ao início de 2014, o atual Governo reabriu duas linhas de obrigações que lhe permitiu encaixar cerca de 5,75 mil milhões de euros em novos empréstimos que apenas terão de ser amortizados na próxima legislatura. Em janeiro fez uma emissão de 2,5 mil milhões, que vence em outubro de 2017; já este ano, em janeiro, foi buscar mais 3,25 mil milhões, com vencimento em junho de 2019.
Mas para além dos leilões, o Tesouro fez uma importante operação de troca de dívida, através da qual os credores aceitaram receber mais tarde parte do dinheiro já emprestado. Foi uma “prova de confiança dos investidores” no País, mas também uma operação que permitiu reduzir de forma significativa as responsabilidades até ao final desta legislatura. As próximas eleições estão agendadas para outubro de 2015.
Assim, em dezembro do ano passado, o Governo pegou em três linhas de OT que venciam em 2014 e 2015 e conseguiu adiar o pagamento de outros 6,6 mil milhões de euros. Resultado: cerca de 2.7 mil milhões passam a cair em 2017 e quase quatro mil milhões em 2018.
De acordo com a simulação do calendário anual de amortizações de dívida de médio e longo prazo do IGCP, percebe-se que 2016, 2017 e 2018 serão os anos mais exigentes do ponto de vista financeiro para a República, com quase 15 mil milhões de euros a devolver todos os anos (empréstimos da troika incluídos). Terá de ser o próximo Governo a resolver mais este problema.
Este adiamento de responsabilidades tem várias razões. O Tesouro tem estado a “reconstruir a curva de rendimentos” da dívida pública, tendo realizado vários leilões de obrigações e operações de troca nas maturidades mais longas, isto depois de Portugal ter sido afastado do acesso ao mercado de longo prazo durante quase dois anos (desde Abril de 2011, mês em que teve de aderir ao programa de ajustamento e de empréstimos da troika).
Esta “regularidade” nas idas ao mercado, apesar de comportar um custo ainda relativamente elevado (o PS diz mesmo que as taxas de juro contratadas são insustentáveis) é um sinal que Portugal também está a dar à troika e aos investidores que está quase pronto para terminar o atual “resgate” com sucesso.
Tem outra vantagem: ao fazer estas emissões e trocas de dívida, a República está a conseguir acumular um nível de depósitos muito elevado (mais de 15 mil milhões de euros), uma peça fundamental para provar que pode sair do programa sem ter de aderir a um plano cautelar (um género de seguro, com medidas de ajustamento associadas).
O Dinheiro Vivo sabe que essa é a aposta do Governo, mas que entretanto esbarrou no problema que é a falta de apoio do PS às políticas da coligação de direita previstas para os próximos anos.
O Banco Central Europeu já disse que vê com bons olhos uma saída à irlandesa, mas tem de haver um programa formal com reformas e medidas concretas assinado pelas principais forças políticas, PS incluído.
* Notícia corrigida a 27 de fevereiro em que se substitui a referência (errada) a uma suposta operação de troca na quinta-feira (27 de fevereiro). A operação em causa é, sim, uma recompra, uma amortização antecipada de obrigações.
Por: 25/02/2014 | Dinheiro Vivo.




Sentimento económico em Portugal piora em fevereiro após 6 meses a subir - Eurostat
Bruxelas, 27 fev (Lusa) -- O indicador de sentimento económico do Eurostat para Portugal piorou em fevereiro, depois de seis meses consecutivos a subir, mantendo-se abaixo da média dos países da União Europeia (UE), anunciou hoje a Comissão Europeia.
O indicador de sentimento económico calculado pelo gabinete de estatísticas da Comissão Europeia mede a confiança e as expectativas dos consumidores e empresas quanto à economia.
Em Portugal, o indicador passou de 99,6 pontos em janeiro para 98,6 pontos em fevereiro.


Para não se pensar que sou excessivamente crítico, quero dar os parabéns ao governo por ter conseguido descidas nas taxas de juro da dívida, não só em Portugal, mas também na Grécia, em Espanha, na Irlanda e em Itália. É motivo de orgulho saber que a política de Passos Coelho não tem apenas efeitos no País, mas em quase toda a Europa. Por: Daniel Oliveira       
       Portugal
20/01..... 5,214
17/01..... 5,231
Grécia
20/01..... 7,831
17/01..... 7,850
Irlanda
20/01...... 3,274                                                          
17/01...... 3,443
Itália
20/01...... 3,800
17/01...... 3,822
Espanha
20/01...... 3,692
17/01...... 3,710
vá-se lá saber porquê..




Juros da dívida abaixo de 4%

Pela primeira vez desde final de 2009, os juros das Obrigações do Tesouro desceram abaixo de 4%.  Registam agora 3,998%.Jorge Nascimento Rodrigues9:13 Sexta feira, 28 de março de 2014
As yields das Obrigações do Tesouro OT) a 10 anos desceram para 3,998% pelas 9h13 no mercado secundário, segundo dados da Investing.com. Desde final de 2009 que um nível tão baixo de taxas não se verificava. Mesmo em termos reais (tendo em conta a deflação homóloga agora e em final de 2009), as taxas são similares.
Movimento nos periféricos 
Portugal, Espanha, Itália e Irlanda têm estado, esta semana, a registar mínimos no prazo a 10 anos da sua dívida obrigacionista, com a Irlanda a fixar mínimos jamais atingidos durante o euro (menos de 3%, regista desde ontem 2,98%) e Espanha e Itália com mínimos desde 2005 (a rondar os 3%), durante o período da bolha financeira.  A Grécia mantém uma taxa abaixo do limiar dos 7% no prazo a 10 anos, registando hoje de manhã 6,67%.
Comparando com 28 de fevereiro, as yields das OT a 10 anos desceram 86 pontos base, a maior descida entre o periféricos. A segunda maior descida registou-se com as yields das obrigações espanholas naquela maturidade, que se reduziram em 31 pontos base. As yields das obrigações italianas desceram 19 pontos base e as das irlandesas e gregas apenas 12 pontos base, no período referido e no prazo a 10 anos. 
Por: Jorge Nascimento Rodrigues / Expresso/ 28 de março de 2014

Boas perguntas, mas ninguém, que nos desgoverna nunca irá responder!
REESTRUTURAR A DÍVIDA

por Pedro Lains *

Algumas perguntas para os mais cépticos: Porque é que Espanha paga juros de 1% ao ano pelos 37 mil milhões de euros(http://www.theguardian.com/business/2012/nov/28/eurozone-rescue-failed-spanish-banks) que lhe foram emprestados pelos fundos da zona euro para salvar os seus bancos, e Portugal paga cerca de 3% pelo empréstimo de 12 mil milhões, dos mesmos fundos e com o mesmo destino, e dos quais só metade foi até agora utilizada, estando a outra metade guardada (no BCE?) a render 0%? Alguém do Governo e associados sabe responder? É ou não por causa do castigo implícito que as instituições da troika quiserem impor a Portugal e que o actual Governo aceitou sem nunca ter pestanejado? Qual a lógica subjacente? Quantas pensões se ganhariam com a aplicação a Portugal das condições dadas a Espanha? E não tem a Irlanda iguais condições mais favoráveis para pelo menos um dos seus bancos, baralhadas em algo que foi obtido depois da assinatura do respectivo memorando com a respectiva troika? Não estamos todos metidos numa conversa da qual há quem não queira sair por razões políticas e não económicas ou financeiras? (http://www.voxeu.org/article/padre-plan-politically-acceptable-debt-restructuring-eurozone). 


A área do euro, ela não pode sempre colocar dinheiro no poço sem fundo.

A dívida de Portugal de mais de 120% do PIB (contra 84% em 2009) ainda é sustentável ? 

A capacidade de um país de pagar seus credores depende de vários fatores: primeiro crescimento que é capaz de gerar e, em seguida, o peso da dívida, a própria determinada pelo nível da dívida e as taxas de juros concedido à dívida !

taxas de juros podem subir de forma permanente com o início anunciou do aperto da política monetária do banco central dos EUA. 

Mantendo seus pressupostos altamente optimistas;

um aumento de 4% da taxa de juro média de longo prazo de 3,5%, Lisboa pode efectivamente estabilizar a sua dívida, reduzindo o défice primário - 0,6%. Um alvo que parece socialmente aceitável se ele se refere ao passado, disse Eric Dor. De acordo com este especialista, Portugal tem, de facto conhecido um deficit primário de -. 1,15% do PIB em média em 1977-2012 Actualmente, Portugal é também em torno do saldo primário (contra um deficit final mais 5%, contando o peso da dívida!).

Mas há pouca chance para este cenário.

Quando Eric Dor mantém uma mais realista, com um crescimento de 2,5% a taxa de juros média de 4,5%, conclui-se que Lisboa deve ser capaz de identificar a longo prazo, um superavit primário de 3% do PIB, mais de 4 pontos percentuais a mais do que a média histórica ... Difícil de ser socialmente aceite.  especialmente porque a taxa de desemprego explodiu a partir de cerca de 11% antes do pedido de assistência para mais de 17,5% de hoje.

A área do euro, ela não pode sempre colocar dinheiro no poço sem fundo.

A dívida de Portugal de mais de 120% do PIB (contra 84% em 2009) ainda é sustentável ?

A capacidade de um país de pagar seus credores depende de vários fatores: primeiro crescimento que é capaz de gerar e, em seguida, o peso da dívida, a própria determinada pelo nível da dívida e as taxas de juros concedido à dívida !

taxas de juros podem subir de forma permanente com o início anunciou do aperto da política monetária do banco central dos EUA.

Mantendo seus pressupostos altamente optimistas;

um aumento de 4% da taxa de juro média de longo prazo de 3,5%, Lisboa pode efectivamente estabilizar a sua dívida, reduzindo o défice primário - 0,6%. Um alvo que parece socialmente aceitável se ele se refere ao passado, disse Eric Dor. De acordo com este especialista, Portugal tem, de facto conhecido um deficit primário de -. 1,15% do PIB em média em 1977-2012 Actualmente, Portugal é também em torno do saldo primário (contra um deficit final mais 5%, contando o peso da dívida!).

Mas há pouca chance para este cenário.

Quando Eric Dor mantém uma mais realista, com um crescimento de 2,5% a taxa de juros média de 4,5%, conclui-se que Lisboa deve ser capaz de identificar a longo prazo, um superavit primário de 3% do PIB, mais de 4 pontos percentuais a mais do que a média histórica ... Difícil de ser socialmente aceite. especialmente porque a taxa de desemprego explodiu a partir de cerca de 11% antes do pedido de assistência para mais
de17,5% de hoje
. Por: 
Luis Teix



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