quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Diferenças entre rico e pobre

                         


   

      Rico de uniforme: Coronel
      Pobre de uniforme: Porteiro

      Rico com uma arma: Praticante de tiro
      Pobre com uma arma: Assaltante

      Rico com uma pasta: Executivo
      Pobre com uma pasta: Paquete

      Rico com motorista: Milionário
      Pobre com motorista: Preso

      Rico de sandálias: Turista
      Pobre de sandálias: Mendigo

      Rico que come muito: Gastrónomo
      Pobre que come muito: Esfomeado

      Rico a jogar bilhar: Elegante
      Pobre a jogar bilhar: Viciado no jogo

      Rico a ler um jornal: Intelectual
      Pobre a ler um jornal: Desempregado

      Rico a coçar-se: Alérgico
      Pobre a coçar-se: Sarnento

      Rico a correr: Desportista
      Pobre a correr: Ladrão

      Rico vestido de branco: Doutor
      Pobre vestido de branco: Empregado de Drogaria

      Rico a pescar: Lazer
      Pobre a pescar: Esfomeado

      Rico a subir um Monte: Montanhista
      Pobre a subir o Monte: De volta a Casa

      Rico num restaurante: Cliente
      Pobre num restaurante: Criado

      Rico bem vestido: Executivo
      Pobre bem vestido: Corrupto

      Rico barrigudo: Bem sucedido
      Pobre barrigudo: Cirrose

      Rico a coçar a cabeça: A pensar
      Pobre a coçar a cabeça: Piolhoso

      Rico parado na rua: Peão
      Pobre parado na rua: Suspeito

      Rico de fato: Empresário
      Pobre de fato: morto

      Rico a conduzir um Mercedes: Proprietário do carro
      Pobre a conduzir um Mercedes: Motorista

      Rico na loja: "Eu compro."
      Pobre na loja: "Estou só a ver."

      Rico a chorar: Sensível
      Pobre a chorar: Piegas

      Rico traído: Adultério
      Pobre traído: Corno

      Rico com dor de barriga: Desarranjo Intestinal
      Pobre com dor de barriga: Caganeira


Colbert: - Para arranjar dinheiro

Descrição: https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjlEcBhCGpwaZK-g9z5oU2Sq2IlRWyCvirbBceFGNwNAv3eRR5H6RO1us6qUF3x5k9ox3KotjK2F16VO68H7X25bsDmDoB1mzS6rYN0kOfd8HtdedOnydqRgaXjXOqpkBr3-x-1hjPfoC07/s320/image001.jpg

Colbert: - Para arranjar dinheiro, há um momento em que enganar o contribuinte já não é possível. Eu gostaria, Senhor Superintendente, que me explicasse como é possível continuar a gastar quando já se está endividado até o pescoço…Diálogo e

ntre Colbert e Mazarino durante o reinado de Luís XIV, na peça teatral Le Diable Rouge, de Antoine Rault:
Mazarino: - Um simples mortal, claro, quando está coberto de dívidas, vai parar à prisão. Mas o Estado… é diferente!!! Não se pode mandar o Estado para a prisão. Então, ele continua a endividar-se… Todos os Estados o fazem!
Colbert: - Ah, sim? Mas como faremos isso, se já criámos todos os impostos imagináveis?
Mazarino: - Criando outros.
Colbert: - Mas já não podemos lançar mais impostos sobre os pobres.
Mazarino: - Sim, é impossível.
Colbert: - E sobre os ricos?
Mazarino: - Os ricos também não. Eles parariam de gastar. E um rico que gasta faz viver centenas de pobres.
Colbert: - Então como faremos?
Mazarino: - Colbert! Tu pensas como um queijo, um penico de doente! Há uma quantidade enorme de pessoas entre os ricos e os pobres: as que trabalham sonhando enriquecer, e temendo empobrecer. É sobre essas que devemos lançar mais impostos, cada vez mais, sempre mais! Quanto mais lhes tirarmos, mais elas trabalharão para compensar o que lhes tiramos. Formam um reservatório inesgotável. É a classe média!


2 Bêbedos resolvem dormir num beliche


2 Bêbedos resolvem dormir num beliche
O que ficou por cima, antes de adormecer, resolve rezar:

Com Deus me deito,
Com Deus me levanto,
E mais a Virgem Maria
E o Espírito Santo.

De repente, cai da cama abaixo.
O amigo vira-se e diz:
- Estás a ver o que dá dormir com muita gente?




Padre católico sentado ao lado de um rabi judeu


Num banquete estava um padre católico sentado ao lado de um rabi judeu.
O padre, querendo gozar o rabi, enche o prato com pedaços de um suculento
leitão e depois oferece ao 'colega'.

O rabi recusa, dizendo:

- Muito obrigado, mas...não sabe que a minha religião não permite a carne
de porco?

- Liiiiivra!!! Que religião esquisita! Comer leitão é uma delííícia!
- Comenta o padre com ironia.

À hora da despedida, o rabi chega e diz ao padre:

- As minhas recomendações à sua esposa!

E disse o padre, horrorizado:

- Minha esposa? Não sabe que a minha religião não permite casamento de
sacerdotes?

- Liiiiivra!!! Que religião esquisita! Comer mulher é uma delííícia!!!....
mas se você prefere leitão...!!!

O Joãozinho Volta a atacar...



A professora pergunta aos seus alunos:
- Se existem 5 passarinhos num ramo e vocês atirarem e matarem um, quantos sobram?
- Nenhum - responde o Joãozinho.
A professora fica surpresa com a resposta:
- Nenhum?
- Claro... Com o barulho do tiro todos levantam voo!
- Bem, não era essa a resposta que eu esperava, mas gosto da tua maneira de pensar!



Na escola, a professora falava dos animais :
- Para que serve a ovelha, Mariazinha?
- Para nos dar a lã, professora ?
- E para que serve a galinha, Manelzinho?
- Para nos dar os ovos ...
- E para que serve a vaca, Joãozinho ?
- Para nos passar os trabalhos para casa ?

Como trabalho de casa a professora pede para os alunos fazerem uma rima.
No dia seguinte?
- Diga a sua rima, Joãozinho?
- Lá vem o canguru com uma flor no cu.
Indignada, a professora manda-o refazer a rima. No fim da aula?
- Joãozinho, diga novamente a sua rima:
- Lá vem o canguru com uma flor na bochecha, porque no cú a professora não deixa.

A professora pergunta ao Joãozinho:
- Quantos tomates pode o mesmo tomateiro dar?
- Não sei, professora ..
E com ironia ela diz:
- Hoje apanhei-te, espertinho!
Então o Joãozinho também faz uma pergunta :
- Professora, quantas tetas tem uma porca?
- Não sei, Joãozinho ..
- Está a ver, a senhora apanhou-me pelos tomates, eu apanho-a pelas tetas!!!

A professora pergunta ao Joãozinho:
- Joãozinho, qual é o tempo verbal da frase:
' Isso não podia ter acontecido'?
- Preservativo imperfeito, professora!


Ao entrar na sala de aulas, a professora escorrega e dá um grande trambolhão. Na queda, a saia sobe-lhe até à cabeça.
Levanta-se imediatamente, toda irritada, ajeita-se, e pergunta aos alunos :
- Luisinho, o que é que você viu?
- Vi os seus joelhos, professora.
- Um dia de suspensão! E você, Carlinhos?
- Vi as suas coxas, professora.
- Um mês de suspensão. E você, Joãozinho?
O Joãozinho pega nos cadernos e dirige-se para a porta de saída da aula :
- Bom, pessoal... até para o ano que vem..


É época dos exames finais e a professora mandou os seus brilhantes alunos escreverem uma  redacção, onde fossem tratados os seguintes temas :
1 - Religião, 2 - Monarquia, 3 - Sexo, 4 - Mistério.
Passado meio minuto, o Joãozinho levanta a mão e diz que terminou.
A professora, sem acreditar, pede-lhe que leia a sua redacção.
Ele levanta-se, pega na folha de papel, coça a garganta e diz:
Meu Deus! Foram ao cú à Rainha! Quem terá sido?

As Velhas sabem tudo



Num tribunal de uma pequena cidade, o advogado de acusação chamou a sua primeira testemunha, uma avó de idade avançada.

 Aproximou-se da testemunha e perguntou:

- D. Ermelinda, a senhora conhece-me?

- Claro. Conheço-te desde pequenino e francamente, desiludiste-me. Mentes descaradamente a todo o mundo, enganas a tua mulher com a secretária, ainda fizeste um filho na tua cunhada, e deste-lhe dinheiro para se livrar da barriga, manipulas as pessoas e falas mal delas pelas costas. Julgas que és uma grande personalidade quando não tens sequer inteligência suficiente para ser varredor. É claro que te conheço. Se conheço...

O advogado ficou branco, sem saber que fazer. Depois de pensar um pouco, apontou para o outro extremo da sala e perguntou:

- D. Ermelinda, conhece o defensor oficioso?

- Claro que sim. Também o conheço desde a infância. É frouxo, não tem tomates para manter a mulher na linha, ela anda a fornicar com os empregados da casa, o motorista, o jardineiro e até o carteiro dorme com ela, todo o mundo sabe, tem problemas com a bebida, não consegue ter uma relação normal com ninguém e na qualidade de advogado, bem... é um dos piores profissionais que conheço. Não me esqueço também de referir que engana a mulher com três mulheres diferentes, uma das quais, curiosamente, é a tua própria mulher.

Sim, também o conheço. E muito bem.

O defensor, ficou em estado de choque.

Então, o Juiz pediu a ambos os advogados que se aproximassem do estrado e com uma voz muito baixa, diz-lhes:

Se algum dos dois perguntar à puta da velha se me conhece, juro-vos que vão todos presos!



                   

A última ceia, perdão, a última seita


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Deus lhe pague


Certo dia, um sujeito sentiu-se mal no meio da rua, caiu e foi levado para a urgência de um hospital particular, administrado totalmente por freiras. Verificou-se então que teria que ser urgentemente operado ao coração, o que foi feito com êxito.
Quando acordou tinha ao seu lado a freira responsável pela tesouraria do hospital, que lhe disse prontamente:
- Caro senhor, a sua operação foi bem-sucedida. O senhor está salvo. Entretanto, preciso de saber como é que pretende pagar a conta do hospital? O senhor tem seguro de saúde?
- Não, irmã.
- Tem cartão de crédito?
- Não, irmã.
- Pode pagar em dinheiro?
- Não tenho dinheiro, irmã.
- Em cheque, então?
- Também não, irmã.
- Bem, o senhor tem algum parente que possa pagar a conta?
- Ah... irmã, eu só tenho uma irmã solteirona, que é freira mas não tem um tostão.
E a freira, de imediato, atalhou:
- Desculpe que o corrija, mas as freiras não são solteironas. Elas são casadas com Deus!
- Magnífico! Então, por favor, mande a conta para o meu cunhado!

E foi então que nasceu a expressão: "Deus lhe pague".

O Pereira era um alto funcionário da corte do Rei


O Pereira era um alto funcionário da corte do Rei. Há muito tempo, nutria um desejo incontrolável de beijar os voluptuosos seios da Rainha até se fartar. Todas as vezes que tentou, deu-se mal.
Um dia revelou o seu desejo a Gaio, principal advogado da Corte e pediu que ele fizesse algo para ajudá-lo.
Gaio, depois de muito pensar e estudar o assunto, concordou, sob a condição do Pereira lhe pagar mil moedas de ouro. Pereira aceitou o acordo, que não foi formalizado por escrito.
No dia seguinte, Gaio preparou um líquido que causava comichões e derramou-o no soutien da Rainha, enquanto esta tomava banho.
Logo a comichão começou e aumentou de intensidade, deixando o Rei preocupado e a Rainha desesperada.
A Corte fazia consultas a médicos, quando Gaio disse que apenas uma saliva especial, se aplicada por quatro horas, curaria o mal.
Gaio também disse que essa saliva só poderia ser encontrada na boca do Pereira.
O Rei ficou muito feliz e então chamou o Pereira que, pelas quatro horas seguintes, se fartou de gozar, beijando à vontade as suculentas e deliciosas mamas da Rainha.
Lambendo, mordendo, apertando e passando a mão, ele fez finalmente o que sempre desejou.
Satisfeito, encontrou-se no dia seguinte com o advogado Gaio.
Com o seu desejo plenamente realizado e a sua libido satisfeita, o Pereira recusou-se a pagar ao advogado Gaio.
Pereira sabia que, naturalmente, Gaio nunca poderia contar o facto ao Rei.
Mas Pereira subestimou o advogado.
No dia seguinte, Gaio colocou o mesmo líquido nas cuecas do  Rei e ... o Rei mandou chamar o Pereira...

Ainda na cama, a esposa pergunta ao marido:


- Queres que te prepare o pequeno-almoço e que o traga aqui?

Responde o marido: - Não obrigado. O viagra tirou-me o apetite!

Chega a hora do almoço e a esposa volta a propor: ... - Queres que te prepare o teu prato favorito?

Responde o marido: - Não amor. Aquele viagra tirou-me o apetite!

Por alturas do jantar a esposa insiste: - Posso preparar-te uma refeição levezinha? Volta a dizer o marido: - Não me apetece nada, querida. Aquele viagra tirou-me o apetite!

E diz a mulher: - Então, pelo menos, importas-te de sair de cima de mim, que não como nada deste ontem…





Ele disse -lhe:

"Posso não ser rico, não ter dinheiro, apartamentos de luxo,
carros importados ou empresas como o meu amigo João Pedro, mas amo-te
muito, adoro-te, sou louco por ti".

 Ela olhou-me com lágrimas saindo dos seus olhos, abraçou-me como se não
existisse o amanhã, e disse bem baixinho no meu ouvido:

"Se me amas de verdade, apresenta-me o João Pedro"...*