Este país adora recordes, a comunicação social também. Desta vez as manchetes anunciam que as taxas de juro da dívida portuguesa atingiram ‘um novo mínimo’ . Dito assim, parece mesmo que a crise acabou. Acabou? O gráfico abaixo mostra a evolução das taxas de juro de longo prazo na economia portuguesa (dizem respeito a todos […]
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Eu não quero isto para o Povo Português. Reportagem da TVI sobre o caos nas urgências hospitalares
OS COFRES CHEIOS DE MARIA LUÍS ALBUQUERQUE!
Depois de cinco anos de diabolização em que o investimento público nas economias do euro foi associado a um disparo do rácio da dívida pública no Produto Interno Bruto (PIB) e apontado a dedo como responsável por afugentar o investimento privado (efeito de crowding out, no economês), especialistas do Fundo Monetário Internacional (FMI) vêm demonstrar […]
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Portugal pediu ajuda financeira pela terceira vez ao Fundo Monetário Internacional há quatro anos e como contrapartida pelo empréstimo de 78 mil milhões de euros, concordou adoptar medidas que, desde 2010, conduziram a uma redução acumulada de 6,5% da economia.
O pedido de ajuda ocorreu no dia 6 de Abril de 2011 depois de uma emissão de títulos da dívida em que o Estado viu as taxas de juro subirem de forma expressiva. Depois desta emissão, o então ministro das Finanças, Fernando Teixeira dos Santos, em declarações ao Jornal de Negócios, admitia que era "necessário recorrer aos mecanismos de financiamento disponíveis no quadro europeu em termos adequados à actual situação política".
Pouco depois, o Governo liderado por José Sócrates confirmava o pedido de ajuda financeira já tinha seguido para as autoridades internacionais e foi então acordado um memorando de entendimento -- assinado também pela maioria
PSD/CDS-PP agora no Governo -- em que o Governo se comprometia a implementar uma série de medidas de austeridade, as quais deveriam por a economia a crescer e melhorar a competitividade do país.
Eis alguns exemplos da situação económica portuguesa antes do pedido de ajuda e qual a situação actual:
+++ PIB +++
- Portugal fechou o ano de 2010 com um crescimento económico de 1,9% do Produto Interno Bruto (PIB), um valor influenciado por gastos excessivos da parte do sector público que acabaram por pesar no défice orçamental e no nível
+++ Desemprego +++
- Em 2010, os dados do INE apontavam para uma taxa de desemprego de 10,8%, valor que entre os jovens chegava aos 22,8%. O desemprego foi aumentando todos os anos até 2013, altura em que 16,2% da população activa portuguesa
estava desempregada, sendo a taxa de desemprego entre as pessoas com menos de 25 anos bastante mais elevada, de 38,1%.
- Em 2014, o mercado de trabalho começou a apresentar sinais de melhoria e a taxa de desemprego caiu para os 13,9% da população ativa nesse ano. O desemprego jovem, apesar de também ter descido, permanece acima dos 34%.
No início de 2015, no entanto, o desemprego tem voltado a dar sinais de subida e, em Fevereiro, atingiu os 14,1%.
Todos estes números contrastam com as previsões iniciais da 'troika', que nunca anteciparam que o desemprego chegasse sequer aos 13% em Portugal, esperando-se mesmo uma queda da taxa de desemprego logo em 2013.
+++ Défice orçamental +++
- Em 2010 o défice orçamental terminou o ano nos 11,2% do PIB, o valor mais alto pelo menos desde 1995, de acordo com as séries do INE, muito acima dos 5,9% que a 'troika' e o Governo tinham antecipado.
- Em 2014, o défice das administrações públicas ficou nos 4,5%, abaixo da meta de 4,8% que o Governo tinha reportado a Bruxelas para esse ano, mas acima do que tinha ficado acordado com os credores internacionais durante o programa de
resgate (4%). Segundo o programa inicial, Portugal deveria ter fechado o ano passado com um défice de 2,3%, já abaixo dos 3%, o limite imposto pelas regras europeias.
- O Governo estima que, em 2015, o défice orçamental caia para os 2,7%, o que - a confirmar-se - significa que este será o primeiro ano em que Portugal consegue cumprir aquela regra e sair do Procedimento dos Défices Excessivos. No memorando inicial, de Maio de 2011, os credores e o executivo previam que o défice fosse de 1,9% em 2015, uma estimativa que agora nenhuma instituição espera.
+++ Dívida Pública +++
- Em 2010, a dívida pública estava ainda abaixo mas já próxima dos 100% do PIB, ficando nos 96,2%, para depois ultrapassar os 100% do PIB, atingindo os 111,1% em 2011.
- A dinâmica ascendente da dívida das administrações públicas manteve-se durante todo o período do resgate: cresceu para os 125,8% em 2012, subiu para os 129,7% em 2013 e, no ano passado, disparou para os 130,2% do PIB. A dívida pública deverá começar a cair este ano, para os 125,4%, de acordo com as previsões do Governo.
+++ Inflação +++
- Em 2010, a inflação atingiu os 1,4% e no ano seguinte até acelerou para os 3,65%.
- Em 2013, a taxa de inflação estava nos 0,27% e terminou o ano passado já em terreno negativo, nos -0,28%.Lusa/SOL. 04/04/2015
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1,4 milhões de desempregados.Défice sem baixar, na proporção dos cortes e impostos. Dívida a chegar aos 225 mil milhões, 135% do PIB. 35% dos jovens sem emprego, 15% de crianças e adolescentes na miséria,com fome. Ensino, educação num caos como não há memória.Justiça encaixotada e em estado de Citius. Adiamento do pagamento de dívida, com juros mais elevados. PIB ao nível de 2001. Em 3 anos já 400 mil emigraram. Foram destruídos 450 mil postos de trabalho. 2 milhões de pobres em 2011,em 2013, 2,7 milhões. Em 2013, 660 mil famílias não conseguiram pagar empréstimos a bancos.500 mil pessoas com salários penhorados, famílias,
sem emprego ou apoio, vêm as suas casas confiscadas e vendidas por dividas menores. Aumento de 23% das vendas de automóveis de luxo, e 100 novas fortunas. As taxas de juro desceram? Sim é verdade mas não é mérito do governo é da política do BCE! Mais desemprego, há menos emprego,a miséria aumenta, a indigência alastra.Com uma dívida de 94% do PIB no tempo de Sócrates era a Bancarrota, com uma dívida de 135% do PIB da quadrilha Passos/Portas é a recuperação! Se não fosses um verme imbecil fundamentalista, balbuciante Bluelaranja,o que gostarias de ser? Uma sanita cheia de bosta é mais inteligente que tu. Até breve, em Out. falamos. Por: ZeCatatau.
Depois de divulgar dados que mostram que o investimento recuou a valores pré-adesão à CEE, o INE informa que o desemprego está a aumentar há 5 meses, tendo já ultrapassado os 14%, e que a populac?a?o empregada, em fevereiro de 2015, foi estimada em 4399,9 mil pessoas, um pouco menos do que em 1987.
Três anos de Governo Passos/Portas PSD/CDS
Vamos lá a ver se a gente se entende. Há quatro anos tínhamos um problema de financiamento. Hoje estamos na bancarrota o que acontece é que o BCE abriu o guarda-chuva. Vejamos os números porque esses não enganam. Barroso/Santana deixaram 68% de dívida, Sócrates com a crise elevou-a a 94% e Passos/Portas para 135% do PIB. Este governo aumentou impostos e vendeu as empresas jóias da Coroa como EDP,REN, ANA, CTT etc.. Temos hoje 1,4 milhões de desempregados, 2,8 milhões de pobres, Perderam-se 450 mil postos de trabalho, foram forçados a emigrar 350 mil, por sinal na maioria os mais qualificados. Negar estes dados não é ser sério, é simplesmente propaganda eleitoral. O País em vez de avançar regrediu e nalguns casos dez, noutros 40 anos.Só diz bem deste governo quem não sabe o que se está a passar, ou está a ganhar muito dinheiro com o que se está a passar.
Só os marxistas “lusíadas” que nos governam é que acreditam piamente na determinação da superstrutura pela infra-estrutura, ou seja, acreditam que tudo se remete àquilo que eles pensam ser a “economia”.
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Desde que o actual Governo entrou em funções há menos 420 mil empregos em Portugal. Só em 2012 foram destruídos cerca de 190 mil empregos, mais do que os 150 mil verificados em 2009, o auge da crise financeira internacional. Por: João Galamba/Expresso.
O desastroso sucesso da austeridade
Na história do país, talvez nunca a dívida do Estado tenha aumentado como aumentou ao longo da última legislatura. Pelo menos desde Abril de 1974, não se registava tamanha aceleração do aumento da dívida do Estado. É um facto tão claro como a orientação bem vertical da linha do gráfico acima exposto. Portanto, não basta dizer que a austeridade falhou. A austeridade foi um desastre no exacto propósito como se apresentou aos portugueses: desendividar o país e restabelecer a sua soberania económica.
"Economia é um sistema inventado, não é baseada nas leis da física, não é baseada em nenhuma lei científica que tenha relação com a operação planetária. Fazer uma licenciatura em Economia é estar completamente doutrinado na ideia de que o que estás a estudar é uma ciência com algum tipo de relevância para alguma coisa."
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https://www.youtube.com/watch?v=-oFXePAyCRU
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