sábado, 19 de abril de 2014

Impostos IRS Onde se gasta

                    


QUASE METADE DO TRABALHO FICA NO IRS




A primeira nota diz respeito à forma como o Governo tem agido em relação ao Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares (IRS). Em 2013, Pedro Passos Coelho afirmava que não seria possível qualquer alteração ao IRS antes de 2015 (curiosamente ano eleitoral… só mesmo por curiosidade). Paulo Portas tem vindo a reforçar o seu discurso que aponta para a necessidade do Governo criar condições para a redução do IRS em 2015. o Primeiro-ministro afirma que não há nenhuma promessa de desagravamento do IRS, admitindo um eventual “alívio” da carga fiscal apenas em 2016. Por seu lado, a ministra das Finanças, Maria Luís Albuquerque, “nem sim, nem sopas”. Não se compromete com nenhuma das medidas (não inculpando nem o Primeiro-ministro nem o Vice-Primeiro ministro), não assumindo qualquer alívio da carga fiscal, alteração das taxas do IRS ou aumento das deduções fiscais. Ao nível do Governo apenas uma certeza: a criação de uma comissão (mais uma, nesta legislatura) para a reforma do IRS.
Desde a chegada da Troika que o Imposto sobre o rendimento do trabalho dos portugueses tem sofrido uma forte agravamentos da carga fiscal (alterações de valores
das taxas, sobretaxas e alterações dos escalões) e uma significativa diminuição das deduções fiscais, como a saúde, educação, habitação, entre outros. Importa referir que entre 2011 e 2013 estes incentivos e benefícios fiscais em sede de IRS diminuíram cerca de mil milhões de euros. E 2014 não será melhor, antes pelo contrário. Como exemplo e o mais significativo, é a redução da dedução fiscal com o empréstimo à habitação em cerca de 51%, em relação a 2013(de 591 euros para 296 euros). Além disso, os Recibos Verdes sofrem uma sobretaxa de 3,5%.
Há poucos dias foi revelado um estudo da OCDE que coloca Portugal como o 12º país com a maior tributação sobre o rendimento do trabalho (41,1%, acima da média da OCDE que é de 35,9%). O mesmo relatório vai ao ponto de referir que, em 2013, Portugal foi o país (dos 34 que constituem o grupo da OCDE) que mais subiu o imposto sobre o trabalho, um aumento que se situou nos 3,54%. Mas se quase metade do que o trabalhador português ganha é tributado ("Dois em cada cinco euros dos portugueses foram para pagar impostos") para onde vai esse dinheiro? O que faz o Estado com tanto imposto?
Desde Fevereiro deste ano que o Governo disponibiliza uma versão simplificada do Orçamento do Estado, à qual decidiu denominar de “Orçamento do Cidadão”. Mas a verdade é que, mesmo estando referenciada a distribuição dos impostos pelas áreas de
responsabilidade social do Estado, a dúvida mantém-se, porque a realidade colide com os números e os gráficos. Os portugueses experimentam no seu dia-a-dia menos serviço público na saúde, na educação, na justiça, nos transportes. Sentem-se menos seguros nas suas comunidades, sentem o custo de vida significativamente desajustado face aos seus rendimentos.
E nesta altura do ano, sempre que obrigatoriamente se acede ao site das Finanças ou se preenche o respectivo impresso, os portugueses sentem bem essa dúvida: porque/para que pagamos impostos?

Pelo contrário,
PUBLICADO POR MPARAUJO /http://debaixodosarcos.blogs.sapo.pt/quase-metade-do-trabalho-fica-no-irs-583082


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Não há dinheiro, mas despesa com estudos e pareceres sobe 40% antes de ser cortada em 2015

consultoria estudos pareceresEm 2014, as despesas do Estado com consultoria, estudos, pareceres e tecnologias de informação e comunicação deverão subir 40% face ao ano anterior. Desta forma, o corte das “gorduras do Estado” previstas do Documento de Estratégia Orçamental (DEO) não será mais do que o regresso aos níveis de 2013, dá conta o jornal i. O novo pacote de austeridade de 1.400 milhões de euros, contemplado no Documento de Estratégia Orçamental (DEO), dá conta de que, em 2014, se deverão cortar as “gorduras do Estado” em 537 milhões de euros. Nas “gorduras do Estado”, o Governo inclui os gastos com estudos, pareceres, projetos, consultorias e trabalhos especializados, que deverão sofrer uma poupança de 179 milhões de euros.   12 de maio de 2014 por  



Carga fiscal portuguesa em 2013 abaixo da média europeia


Carga fiscal


A carga fiscal em 2013 aumentou 8,1% face a 2012 fixando-se nos 34,9% do PIB (era de 32,4%) em 2012. Ainda assim apesar do enorme aumento de impostos a carga fiscal em Portugal muito provavelmente continuou a não ser das mais elevadas da União Europeia sendo igualmente provável que se tenha mantido abaixo da média. Em 2012, a carga fiscal média na União Europeia foi de 39,7%. Acreditando-se que este valor não caiu em 2013, Portugal terá ainda ficado muito longe dos valores médios.
Voltando à evolução, em Portugal, entre 2012 e 2013, segundo informa o INE nas Estatísticas das Receitas Fiscais:
Voltando à evolução, em Portugal, entre 2012 e 2013, segundo informa o INE nas Estatísticas das Receitas Fiscais:
“(…) Este aumento da carga fiscal deveu-se em larga medida ao crescimento dos impostos diretos (25,7%), tendo os impostos indiretos estagnado e as contribuições sociais aumentado 2,3%.
Ao nível dos impostos diretos, registou-se um acréscimo de 34,3% no imposto sobre o rendimento de pessoas singulares (IRS) e de 21,6% no imposto sobre o rendimento de pessoas coletivas (IRC).
No seu conjunto, os impostos indiretos apresentaram uma variação nula em 2013 (variação de -4,3% no ano anterior). O imposto sobre o valor acrescentado (IVA), que representa cerca de 60% deste tipo de impostos, registou uma variação de -2,0%. Pelo contrário, a receita com o imposto municipal sobre imóveis (IMIaumentou 8,6%, refletindo sobretudo o efeito da avaliação geral de prédios urbanos.
As contribuições sociais efetivas aumentaram 2,3% em 2013 (diminuição de 6,7% em 2012). Este resultado terá sido influenciado em grande medida pelo aumento da remuneração média (3,3%), uma vez que o emprego diminuiu.(…)” Fonte: economiafinancas 

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Páscoa André Rieu

           
                                  
         

Viver a Páscoa É ser capaz de mudar, É partilhar a vida na esperança, É lutar para vencer toda sorte de sofrimento É dizer sim ao amor e à vida,  É investir na fraternidade,  É lutar por um mundo melhor É ajudar mais gente a ser gente,  É viver em constante libertação,  É crer na vida que vence a morte.  Você também pode renascer e se renovar!



quinta-feira, 17 de abril de 2014

Acordo Ortográfico que falta fazer




Não deixem de ler este fabuloso texto sobre o Acordo Ortográfico.

Tem-se falado muito do Acordo Ortográfico e da necessidade de a língua evoluir no sentido da simplificação, eliminando letras desnecessárias e acompanhando a forma como as pessoas realmente falam .
Sempre combati o dito Acordo mas, pensando bem, até começo a pensar que este peca por defeito. Acho que toda a escrita deveria ser repensada, tornando-a mais moderna,

mais simples, mais fácil de aprender pelos estrangeiros .
Comecemos pelas consoantes mudas: deviam ser todas eliminadas .
É um fato que não se pronunciam .
Se não se pronunciam, porque ão-de escrever-se ?
O que estão lá a fazer ?
Aliás, o qe estão lá a fazer ?
Defendo qe todas as letras qe não se pronunciam devem ser, pura e simplesmente, eliminadas da escrita já qe não existem na oralidade .
Outra complicação decorre da leitura igual qe se faz de letras diferentes e das leituras diferentes qe pode ter a mesma letra .
Porqe é qe "assunção" se escreve com "ç" "ascensão" se escreve com "s" ?
Seria muito mais fácil para as nossas crianças atribuír um som único a cada letra até porqe, quando aprendem o alfabeto, lhes atribuem um único nome.
Além disso, os teclados portugueses deixariam de ser diferentes se eliminássemos liminarmente o "ç" .
Por isso, proponho qe o próximo acordo ortográfico elimine o "ç" e o substitua por um simples "s" o qual passaria a ter um único som .
Como consequência, também os "ss" deixariam de ser nesesários já qe um "s" se pasará a ler sempre e apenas "s" .
Esta é uma enorme simplificasão com amplas consequências económicas, designadamente ao nível da redusão do número de carateres a uzar.
Claro, "uzar", é isso mesmo, se o "s" pasar a ter sempre o som de "s" o som "z" pasará a

ser sempre reprezentado por um "z" .
Simples não é? se o som é "s", escreve-se sempre com s. Se o som é "z" escreve-se sempre com "z" .
Quanto ao "c" (que se diz "cê" mas qe, na maior parte dos casos, tem valor de "q") pode, com vantagem, ser substituído pelo "q". Sou patriota e defendo a língua portugueza, não qonqordo qom a introdusão de letras estrangeiras.
Nada de "k" .Ponha um q.
Não pensem qe me esqesi do som "ch" .
O som "ch" será reprezentado pela letra "x".
Alguém dix "csix" para dezinar o "x"? Ninguém, pois não ?
O "x" xama-se "xis".
Poix é iso mexmo qe fiqa . Qomo podem ver, já eliminámox o "c", o "h", o "p" e o "u" inúteix, a tripla leitura da letra "s" e também a tripla leitura da letra "x" .
Reparem qomo, gradualmente, a exqrita se torna menox eqívoca, maix fluida, maix qursiva, maix expontânea, maix simplex .
Não, não leiam "simpléqs", leiam simplex .
O som "qs" pasa a ser exqrito "qs" u qe é muito maix qonforme à leitura natural .
No entanto, ax mudansax na ortografia podem ainda ir maix longe, melhorar qonsideravelmente .
Vejamox o qaso do som "j" .
Umax vezex excrevemox exte som qom "j" outrax vezex qom "g"- ixtu é lójiqu?
Para qê qomplicar ? ! ?
Se uzarmox sempre o "j" para o som "j" não presizamox do "u" a segir à letra "g" poix exta terá, sempre, o som "g" e nunqa o som "j" .
Serto ?
Maix uma letra mud a qe eliminamox .
É impresionante a quantidade de ambivalênsiax e de letras inuteix qe a língua portugesa tem !
Uma língua qe tem pretensõex a ser a qinta língua maix falada do planeta, qomo pode impôr-se qom tantax qompliqasõex ?
Qomo pode expalhar-se pelo mundo, qomo póde tornar-se realmente impurtante se não aqompanha a evolusão natural da oralidade ?
Outro problema é o dox asentox.
Ox asentox só qompliqam !
Se qada vogal tiver sempre o mexmo som, ox asentox tornam-se dexnesesáriox .
A qextão a qoloqar é: á alternativa ?
Se não ouver alternativa, pasiênsia.

É o qazo da letra "a" .
Umax vezex lê-se "á", aberto, outrax vezex lê-se "â", fexado .
Nada a fazer.
Max, em outrox qazos, á alternativax .
Vejamox o "o": umax vezex lê-se "ó", outrax lê-se "u" e outrax, lê-se "ô" .
Seria tão maix fásil se aqabásemox qom isso !
qe é qe temux o "u" ?
Se u som "u" pasar a ser sempre reprezentado pela letra "u" fiqa tudo tão maix fásil !
Pur seu lado, u "o" pasa a suar sempre "ó", tornandu até dexnesesáriu u asentu.
Já nu qazu da letra "e", também pudemux fazer alguma qoiza : quandu soa "é", abertu, pudemux usar u "e" .
U mexmu para u som "ê" .
Max quandu u "e" se lê "i", deverá ser subxtituídu pelu "i" .
I naqelex qazux em qe u "e" se lê "â" deve ser subxtituidu pelu "a" .
Sempre. Simplex i sem qompliqasõex .
Pudemux ainda melhurar maix alguma qoiza: eliminamux u "til"
subxtituindu, nus ditongux, "ão" pur "aum", "ães" - ou melhor "ãix" – pur "ainx" i "õix" pur "oinx" .
Ixtu até satixfax aqeles xatux purixtax da língua qe goxtaum tantu de arqaíxmux.
Pensu qe ainda puderiamux prupor maix algumax melhuriax max parese-me qe exte breve ezersísiu já e sufisiente para todux perseberem qomu a simplifiqasaum i a aprosimasaum da ortografia à oralidade so pode trazer vantajainx qompetitivax para a língua purtugeza i para a sua aixpansaum nu mundu .
Será qe algum dia xegaremux a exta perfaisaum ?...
I porqe naum?... VAMOS APRENDER A ESCREVER COMO FALAMOS


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Diz Marcelo Caetano, num artigo de A Voz, de 26 de Janeiro de 1928:

"Uma criança inteligente filha de um operário hábil e honesto, pode na profissão de seu pai ser um trabalhador exímio, progressivo e apreciado, pode chegar a fazer parte da escola da sua profissão e assim deve ser. Na mecânica da escola única, selecionado por professor primário para estudar ciências para as quais o seu espírito não tem a mesma preparação hereditária que tem para o ofício, não passará nunca de um medíocre intelectual."


Taxas de analfabetismo em Portugal ao longo do século XX:-----------1900 - 73%----------1911 - 69%-----------1920 - 65%----------1930 - 60%----------1940 - 52%----------1950 - 42%----------1960 - 33%----------1970 - 26%----------1981 - 21%-----------1991 - 11%-----------2001 - 9%-----------------FONTE: [António Candeias et al. (2007): Alfabetização e Escola em Portugal nos Séculos XIX e XX. Os Censos e as Estatísticas, Fund. C. Gulbenkian, p.40; e Recenseamento 
da População e Habitação (Portugal) - Censos 2001 (quadro 1.03, População residente segundo o nível de ensino atingido e taxa de analfabetismo), Instituto Nacional de Estatística)] "
Durão Barroso é a vergonha do Pais... o maior camaleão entre muitos outros
neste pais...o maior lambe botas, e o maior oportunista....sujeito sem um pingo de vergonha e caracter. Ainda estou lembrado dos seus tempos de maoista (MRPP)...depois passou a delfim daquela triste figura...de seu nome Cavaco Silva...mais tarde com Tony Blair e Busch, foi cúmplice da mortandade que se veio a verificar com a Guerra do Iraque, fundamentada numa soez mentira. Falar desta sinistra figura provoca-me um sentimento de repulsa.




terça-feira, 15 de abril de 2014

Os Burgueses Ligações Governo PSD/CDS

                 
                           

                            
A divida dos bancos portugueses aos bancos alemães e franceses para financiar o imobiliário deu origem ao resgate, dado o Estado ter de tomar nas suas mãos as dívidas dos privados, bancos, empresas e particulares. O pedido não foi porque não havia dinheiro para pagar salários e pensões, uma mentira de Teixeira dos Santos, repetida pela direita, mas para pagar aos bancos alemães e franceses. Prof. economia Castro Caldas, Carvalhas, Viriato Soromenho  e também atestado no final do vídeo em cima "Donos de Portugal". etc..  http://viriatoapedrada.blogspot.pt/2012/12/divida-castro-caldas-dinheiro-da-troika.html      
                                   
                                   

                    


Os Burgueses
Em Os Burgueses, livro de Jorge Costa, João Teixeira Lopes e Francisco Louçã (lançamento a 15 de abril), são estudadas as ligações entre a política e os negócios, analisando a informação pública relevante e construindo uma base de dados dos governantes, incluindo todos os membros dos Governos Constitucionais até final de 2013, para identificar as suas carreiras e registar as suas principais ligações empresariais diretas. Assim, são estudados os protagonistas destas ligações, a sua formação universitária e antecedentes profissionais, a sua história política e empresarial, a forma como se integram nas redes de acumulação, destacando ainda a sua vinculação às maiores empresas e aos grandes grupos económicos, às parcerias público-privado e aos escritórios de advogados. Esse inventário completo nunca foi feito e é um instrumento indispensável para compreender a sociedade portuguesa e, em particular, os processos de ascensão social, de representação e de cooptação pelas empresas. 
Por: 14 de Abril de 2014 por 
Consultar aqui…    
Read more at http://www.leituras.eu/os-burgueses/#AgtDR5SgPXSAvy3W.99



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«Da crise financeira à crise das dívidas soberanas
Em Setembro de 2008 eclodiu a maior crise financeira internacional dos últimos 80 anos. Para lhe responder, a Comissão e os Estados-Membros acordaram programas de estímulo que visavam evitar a falência do sector financeiro, o colapso da economia e a explosão do desemprego. Como ...
                   

O conselho de administração do Banco de Portugal, com os 4 membros, custa aos contribuintes portugueses o total de 786.646,7 euros anuais.........O país só está em crise é para o Zé povinho!!!
Mas que rico salário aufere o senhor Governador do...
EUACUSO.BLOGS.SAPO.PT



2016 é o ano do “crash” nas bolsas, avisa o “Dr. Doom” Nouriel Roubini

by As Minhas Leituras
Nouriel Roubini, o mediático economista que previu a crise financeira global, diz que os mercados estão a formar uma "bolha" que irá rebentar não em 2015 mas no ano seguinte, em 2016. É o "Dr. Doom". As bolsas europeias estão perto dos níveis mais elevados dos últimos sete anos e, nos EUA, Wall Street passou quase todo […]






Assunto:  Call Center em S. BentoCall Center em S. Bento.jpg


segunda-feira, 14 de abril de 2014

Salário Minimo desde 74

                                    

Um retrato sintético e bastante esclarecedor sobre a evolução do peso dos salários nos rendimentos em Portugal na últimas décadas e, em particular, nos últimos 5 anos (no Público de hoje: http://www.publico.pt/…/peso-dos-salarios-na-economia-volta…).


                         

Salário mínimo mais baixo do que em 1974
Foi com José Sócrates que se registou o maior aumento e com Mário Soares que se verificou a maior queda.


Quando há 40 anos o salário mínimo nacional (SMN) foi criado, o valor ficou fixado em 3300 escudos, que correspondia a €548, a valores de 2013. Tinha como objetivo "abrir caminho para a satisfação de justas e prementes aspirações das classes trabalhadoras e dinamizar a atividade económica", lia-se no decreto-lei de maio de 1974, aprovado durante o Governo de Palma Carlos.

Hoje, o seu valor é de €485, estando €63 abaixo do valor real de 1974, com base na aplicação da taxa de inflação anual e da base de dados macroeconómicos da Comissão Europeia (AMECO), fixada a partir do ano de 2005 e que o Expresso ajustou para 2013. A taxa foi aplicada aos valores nominais do salário mínimo, retirados da Pordata.


Ao longo do tempo, o SMN foi perdendo valor real. O ponto mais alto deu-se no Governo de Vasco Gonçalves, quando em 1975 o salário chegou a €577 (eram 4000 escudos). Pelo contrário, foi com José Sócrates que se conseguiu o maior aumento (€30 de uma vez). Entre 2005 e 2011, o aumento foi de €63, registando-se então o último aumento nominal do SMN, de 2010 para 2011, passando de €475 para €485.


A evolução permite ainda concluir que foi Mário Soares quem fez o maior corte (€101 em 1976) e foi quem levou o salário mínimo ao valor mais baixo de sempre - €346 em 1984, em plena crise financeira.


SMN custa quatro milhões ao Estado

Mesmo que o SMS suba para €500 em breve, como foi admitido na semana passada pela Confederação da Indústria Portuguesa (CIP) depois de o Governo ter aberto a porta ao aumento, continuará €48 inferior ao de há 40 anos.

Quanto ao número de trabalhadores abrangidos pelo salário mínimo, não há valores certos. Segundo o Gabinete de Estratégia e Estudos do Ministério da Economia, eram 276 mil trabalhadores por conta de outrem em 2012. Os sindicatos apontam para cerca de 500 mil trabalhadores no setor privado, aos quais se somam os cerca de 20 mil funcionários públicos, apontados pelo Sindicato dos Trabalhadores da Administração Pública.


Tendo por base estes números, o aumento de €15 mensais por trabalhador custaria ao Estado €4,2 milhões. Para as empresas, o custo rondaria os €130 milhões, incluindo a taxa social única de 23,75%, suportada pelas empresas.

 Por: ExpressoRaquel Albuquerque e Rosa Pedroso Lima (texto) e Sofia Miguel Rosa / 14 de abril de 2014




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 Resultados: Sócrates

- Entre 2005 e Junho de 2011, com Sócrates a economia cresceu 2,96%, a uma taxa média anual de 0,45%;

Em Junho de 2011 a divida pública era de 94% do PIB. 

O desemprego em Junho de 2011 estava nos 11%. 

Em 2011 havia 2 milhões de pobres. 

Resultados com Passos
- Resultado Com Passos Coelho como Primeiro Ministro, a economia portuguesa, teve uma recessão de 5,83% até ao fim de 2013, a uma taxa média anual de 2,47%. A queda do PIB em 2012, de 3,17%, foi a 2ª pior desde o 25 de Abril de 1974, só superada pela de 1975.

Em 2013 a dívida pública está nos 130% do PIB.

O desemprego hoje está nos 16%, e porque houve uma onda de emigração, como só acontecia no antes do 25 de Abril, 250.000 que emigraram em 2012 / 2013, senão estava nos 20%.

Em 2013 há 2,750 milhões de pobres. 
Por: jcesar / 15 / 4 / 2014
                            

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Anedota O Lado Errado da Cama



Comprador:
 

- O cão que me vendeste não ladra nada, mas disseste que era cão-polícia.

O vendedor na maior calma diz:

- É da polícia secreta.





No julgamento.

 Juiz: - Como conseguiu entrar numa casa gradeada e tirar todos os bens?

Ladrão: - Vim para ser julgado pelos crimes que cometi, e não para ensinar a minha profissão.




O lado errado da cama
Num convento de freiras, a Madre Superiora, rigorosíssima, levanta-se da cama e exclama:
- Que noite maravilhosa! Hoje estou tão feliz que até vou tratar bem as freiras!
Sai do quarto e encontra uma freira no corredor:
- Bom dia, Irmã Josefa. Está com muito boa aparência! E que bela camisola está a tricotar!
- Obrigada, Madre. A senhora também está muito bem, mas parece que se levantou do lado errado da cama, não?
A Madre não gostou nada do comentário, mas continuou..
Mais adiante, encontrou outra freira.
- Bom dia, Irmã Maria! Você parece muito bem! E o seu bordado está a ficar lindo. Parabéns!**
- Obrigada, Madre. A senhora também está com bom aspecto. Mas vê-se que hoje se levantou do lado errado da cama...
A Madre Superiora ficou furiosa, mas seguiu o seu caminho.
Todas as freiras que encontrava e cumprimentava, respondiam a mesma coisa.
Assim, quando chegou à quinta freira, já estava irritadíssima e resolveu tirar a história a limpo.
- Bom dia, Irmã Leonor. Por favor, seja sincera. Eu estou com ar de quem se levantou hoje do lado errado da cama?
- Sim, Madre...
 E posso saber porquê?
- É que a Madre calçou as sandálias do Padre António...




terça-feira, 8 de abril de 2014

Culinária Bolo de Mel, Amêndoas e Azeite


Ingredientes:
  •  9 ovos
  • 250g de açúcar 
  • 1dl de azeite Montemor 
  • 1dl de mel 
  • 125g de farinha com fermento 
  • 125g de amêndoa ralada 
  • raspa de limão 
  • açúcar em pó para polvilhar
 Preparação:
 
Batem-se os ovos com o açúcar, o azeite e o mel. Adiciona-se a raspa de limão, a amêndoa ralada e a farinha peneirada. Envolve-se e leva-se ao forno numa forma untada com manteiga e polvilhada com farinha. Quando estiver cozido, desenforma-se e cobre-se com açúcar em pó. Fonte:http://carmoscookings.blogspot.pt/