sábado, 21 de dezembro de 2013

Canção Andre Rieu Avé Maria







  https://www.youtube.com/watch?v=3d4xXvF2ukY

                            

Número de Trabalhadores por Câmara

                                        

                   

Obs.: Há números muito interessantes...

Quantas pessoas é que trabalham na sua câmara municipal?
ð  em % por mil habitantes !

colocando o rato em cima de um concelho,
aparece a informação relativa ao mesmo.


O número de funcionários camarários tem vindo a cair todos os anos desde 2010. Em Setembro último, já só havia 121.001 trabalhadores nas câmaras, uma queda de quase 15 mil pessoas face a 2010. Há menos trabalhadores por mil habitantes. Veja no mapa qual a situação do seu município.

O Negócios analisou os dados facultados pelo Governo sobre o número de trabalhadores ao dispor de cada município. Os cálculos efectuados permitem concluir que a média de funcionários por município caiu, no final do terceiro trimestre do corrente ano, para 393, uma descida assinalável face à média de 2010 (440). Já a média de funcionários por mil habitantes, que era em 2010 de 19,6, caiu em Setembro para 17,5 trabalhadores por cada mil habitantes. A maioria dos municípios – 185 – tem um rácio de funcionários por mil habitantes inferior à média.
A redução de pessoal nas câmaras municipais pode ser explicada por várias razões. Por um lado, porque há uma imposição do Governo (que partiu da troika) que obriga as câmaras a reduzir 2% do pessoal ao ano. Por outro lado, as câmaras, com menos receitas, também optam por não renovar os quadros que vão saindo para aposentação. E há um factor que também pesa muito: alguns municípios devolveram o pessoal não docente que receberam do Ministério da Educação. Só em Santo Tirso, essa devolução significou que o quadro de pessoal foi reduzido para metade (de 720 em 2010 para 370 em Setembro).
Por outro lado, também há factores que justificam a subida do número de pessoal – por exemplo, por causa da internalização de funcionários de empresas municipais e serviços municipalizados que foram extintos.
A câmara de Esposende, no distrito de Braga, continua a ser a que tem o número mais reduzido de funcionários por mil habitantes: 4,5, uma marca que deixa a Batalha (5 funcionários por mil habitantes) a alguma distância. Vila Nova de Gaia, com um rácio de 5,1, é o município que encerra o pódio.
No extremo oposto está Mourão, no Alentejo, com um rácio de 67,5. O Corvo, nos Açores, deixou o último lugar de 2010 e é agora penúltimo classificado na tabela, com 62,8 funcionários por cada mil habitantes. Alcoutim, no Algarve, é o terceiro município com maior rácio, com 60,8.

Este rácio não permite perceber, com rigor, se há maior ou menor eficiência das câmaras na gestão da sua estrutura, porque ignora o nível de serviços que são prestados. Também ignora o tecido industrial e empresarial existente (e que pode obrigar a câmara a contratar para combater o desemprego)
14 Novembro 2013, por Bruno Simões | brunosimoes@negocios.pt, Rui Santos - infografia



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sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Anedota O Selo de Passos Coelho

O Passos Coelho foi a uma festa de um empresário importante mas, ao
chegar à enorme mansão, foi barrado pelo segurança.
- Desculpe, senhor, mas sem convite não posso deixá-lo entrar.
- Mas, eu sou o Passos, o Primeiro Ministro!
- Então, mostre-me os seus documentos.
- É que também não tenho os documentos, esqueci-me da carteira.
- Desculpe-me, mas não vou poder deixá-lo entrar!
- O quê? O senhor nunca me viu na TV? Olhe bem para a minha cara!
- De facto, o senhor é muito parecido com o Primeiro Ministro, mas
sabe como é... existem muitos sósias do Passos por aí... O senhor
vai ter de provar que é realmente o Passos Coelho.
- Mas o que quer que eu faça?
- O Senhor é que sabe! O Cristiano Ronaldo também se esqueceu dos
documentos, eu dei-lhe uma bola de futebol e ele fez uma demonstração
que logo me convenceu.
A Mariza também se esqueceu dos documentos e fez uma demonstração a
cantar fado que provou ser quem dizia ser.
- mas eu não sei fazer nada!
- Desculpe-me pelo inconveniente causado, Sr. Primeiro Ministro. Faça
o favor de entrar.





Passos Coelho queria um selo com a sua foto para deixar para a posteridade o seu mandato no Governo. Os selos são criados, impressos e vendidos. O PM fica radiante! Mas em poucos dias ele fica furioso ao ouvir reclamações de que o selo não adere aos envelopes.

O Primeiro-ministro convoca os responsáveis e ordena que investiguem o assunto. Eles pesquisam as agências dos Correios de todo o país e relatam o problema. 

O relatório diz: 
"Não há nada de errado com a qualidade dos selos. O problema é que as pessoas estão a cuspir no lado errado."


quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

EDP Catroga Confraria Cavaquista

                                        

                          

                                              

                                        

                      


"Confraria Bancária Cavaquista" 
a sacar em grande da EDP!!!
"Este CGS (Conselho Geral e de Supervisão) da EDP é uma dourada manjedoura privada que o governo guarnece com dinheiros públicos - as escandalosas rendas! - que vai buscar aos salários e às pensões do povo solidário que nós somos.
À mesa posta está o Eduardo Catroga (recebe €45.000/mês) e mais 20 personalidades do arco da governação. Estão, com aquele ar compenetrado da sua própria importância e se dispõem patrioticamente a saquear a ralé, trabalhadores, intelectuais, professores, médicos, enfermeiros, engenheiros, militares, pensionistas, velhos e crianças, "pés descalços e barrigas ao sol".

Mas o  Eduardo Catroga afadiga-se por muitas mais remunerações. Olhem só o coitado: "
Actualmente - diz-se no currículo que apresenta do site da EDP - é Presidente do Grupo SAPEC, Administrador da Nutrinveste, Administrador do Banco Finantia e Membro do Comité de Investimentos da Portugal Venture Capital Initiative, um fundo de capital de risco promovido pelo Banco Europeu de Investimento". Isto sim, é homem de muito alimento trabalho.
Vêem-se lá, no CGS da EDP, entre outros, Luís Filipe Pereira, ex-SE de Cavaco Silva e ex-min. da Saúde de Durão Barroso, Jorge Braga de Macedo, ex-min. das Finanças de Cavaco Silva, Maria Celeste Cardona, ex-min. da Justiça de Cavaco Silva, Rui Pena ex-ministro da Reforma Administrativa do Governo PS/CDS, em 1978, Rocha Vieira, ex-Ministro da República para a Região Autónoma dos Açores e ex governador de Macau,  Paulo Teixeira Pinto ex.presidente do BCP que recebeu 10 milhões de euros para largar o cargo e uma pensão de 40 mil euros por mês e se sente, "legitimamente", muito injustiçado porque o seu rival Jorge Jardim Gonçalves levou com uma pensão de 175 mil euros por mês. Também se sustenta àquele balcão da EDP o José Espírito Santo Ricciardi mas este  já não pertence aquele grupo de vassalos bem nutridos, este  pertence já ao grupo dos donos de Portugal e o que ganha ali não passa de uns desprezíveis trocos, ainda que façam jeito, é claro.”  





ELES MINAM TUDO... ELES MINAM TUDO...E NÃO DEIXAM NADA...



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Marcelo Passos deve reconhecer que Falhou    Processe-se Passos, Gaspar e a Troika
A Razão Porque foi Eleito Passos Coelho                   A grande golpada de Passos/PSD
Como é Possível Manter um Primeiro Ministro Mente      El País Entrevista de Passos na TVI
Afinal a que Pensionistas se Referia Passos 
 Marcelo ataca Passos de falta de liderança
Tecnoforma tem empresa gémea Passos Coelho    Curriculum Vitae de: Passos Coelho
Passos Coelho em Contradições PEC IV                    Passos integra espião acusado
13 motoristas nomeados por Passos Coelho               Debate Passos Coelho - Sócrates
Elefante a tomar banho no mar Paixão de Sócrates    Capucho Governo Perdeu Credibilidade
Capucho Governo Salvação Nacional sem Passos         Ferreira Leite Sacrifícios para nada DEO 
http://expresso.sapo.pt/veja-os-rendimentos-de-15-politicos-portugueses-antes-e-depois-de-passarem-pelo-governo=f680329 





UM CANALHA 
Provavelmente, o facto de estar a chegar, já altas horas, de um concerto particularmente bonito, levado a cabo pelas ("nossas") crianças e jovens montemorenses da "Oficina do Canto", tinha-me deixado mais "frágil". Ainda assim, nesta idade já não é muito comum enojar-me com facilidade. Já vi muitos dejectos espalhados por onde não devem e animais atropelados, esventrados e putrefactos, à beira da estrada… para me deixar impressionar. Passando à estória: Pela uma ou duas da madrugada, estava eu praticando uma ceia de fruta e procurando alguma coisa para ver na televisão, quando, ao passar por um canal a que não vou fazer publicidade, tropecei em Eduardo Catroga que, ao que parece, estava ali a comentar o chumbo do TC ao corte das pensões, pensões que, como se sabe, começavam nos 600 euros. Catroga, antes de eu ter tempo para evitar o "convívio" com a suas explicações e pensamentos sobre o assunto, subiu o tom de voz e disparou, sonora e terminantemente: "O PAÍS NÃO PODE GASTAR QUINZE POR CENTO DA RIQUEZA QUE PRODUZ… EM PENSÕES!!!" E foi isto, vindo de um filho da puta que todos os meses leva para casa, entre pensões acumuladas e tachos que ainda tem, uma soma que nem DUZENTOS DESSES PENSIONISTAS DE 600 EUROS conseguem juntar… que me provocou o vómito que, horas depois, parece que ainda me queima a garganta. Realmente… há muitas coisas que "O PAÍS NÃO PODE"… Qualquer dia é um bom dia para esta canalha ser varrida das nossas vidas!!! Samuel Quedas.




EDP - é bom estar informado

 A maior parte dos clientes nem faz ideia, mas o fornecimento da electricidade em nossas casas que deveria ser feita a 220v, na maior parte dos casos nem chega a 170v.
Muitos se interrogaram já porque é que aquela impressora às vezes não imprime, porque é que o micro-ondas demora tanto a aquecer, porque é que as máquinas estão sempre a avariar, enfim, montes de problemas que julgamos ser avarias de mau funcionamento dos aparelhos e ... lá vai a televisão para arranjar, a varinha mágica para o lixo, etc.
Na maior parte dos casos deve-se a esse problema, e não só a EDP é obrigada por lei a colocar um aparelho medidor da tensão da corrente, como a indeminizar os clientes pelos prejuizos causados.

Telefone para 800 506 506 e peça para verificarem a tensão da corrente de vossa casa. A EDP É OBRIGADA E NÃO PODE COBRAR NADA POR ISSO.
No caso dos aparelhos avariados junte as facturas das reparações ou substituições e envie cópias para COMPANHIA DE SEGUROS FIDELIDADE - MUNDIAL, S.A. com sede no Largo do Calhariz, 30 - 5º, 1249-001 Lisboa através da apólice nº 8.311.332, exigindo a respectiva indeminização. A EDP é obrigada por lei a pagar os prejuízos.

Muitos clientes já pediram a verificação e depois de constatar que nalguns casos a corrente era muito inferior a 220v foram reembolsados de todos os prejuízos.

A EDP NÃO INFORMA OS CLIENTES PORQUE NÃO INTERESSA. E À MAIOR PARTE DOS CLIENTES NEM LHES PASSA PELA CABEÇA.
JÁ NÃO CHEGAM OS LUCROS CHORUDOS À NOSSA CUSTA E O AUMENTO DA ELECTRICIDADE SEM JUSTIFICAÇÃO, AINDA FORNECEM ENERGIA DE FORMA ILEGAL.
 
RECLAMEM....OU PELO MENOS REENCAMINHEM SFF!...
OS VOSSOS AMIGOS PODEM PRECISAR DE SABER DISTO
 

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Culinária Gaspacho à Moda do Baixo Alentejo


COMIDA DE VERÃO

Ingredientes para 6-8 pessoas
4 tomates maduros mas firmes
1 pimento verde
1 pimento vermelho
5 dentes de alho picados
1 pepino descascado
50 ml de azeite
4 colheres (sopa) de vinagre de vinho
250 g de fatias finas de pão duro tipo alentejano
1,5 l de água gelada
1 colher (chá) de orégãos secos
umas gotas de molho de piri-piri (opcional)
sal & pimenta moída no momento
azeitonas para acompanhar


Preparação

Colocar os dentes de alho picados num almofariz juntamente com uma boa pitada de sal grosso. Pisar tudo muito bem até obter uma pasta.

Transferir a pasta de alho para uma tigela grande e juntar os orégãos. Bater o azeite com o vinagre e juntar a mistura à terrina. Temperar com pimenta e umas gotas de piri-piri. Envolver e reservar.

Triturar um dos tomates. Cortar os tomates restantes em cubos pequenas, eliminando as sementes. Cortar também o pepino em cubos pequenos. Adicionar o tomate triturado à terrina, assim como os cubos de tomate e de pepino.

Lavar e arranjar os pimentos, descartando as sementes e as partes brancas. Cortar os pimentos em cubos pequenos e juntar estes à terrina.
Receita: Vitória Ramos


Cobrir os vegetais com a água gelada e misturar. Reservar no frigorífico até ao momento de servir.

Servir o gaspacho gelado, com as fatias de pão - estas podem ser colocadas no fundo dos pratos ou das tigelas antes de serem cobertas pela sopa ou então migadas e colocadas directamente na sopa. Acompanhar com azeitonas.
Vitória Ramos


Anedota O Alentejano e a Televisão

Como se chamam os habitantes de Beja?
Um alentejano vai a um concurso de televisão e o apresentador pergunta:

- Como se chamam os habitantes de Beja ?


Após algum silêncio, o alentejano responde:

- Porra ! Todos, todos, nã sei !

P.O.R.R. A
Pois... Esta modernice das abreviaturas às vezes dá estes resultados!!!

Um Técnico da EDP foi à holding onde trabalhava.
No dia seguinte recebe no seu telemóvel uma mensagem do Eng.º com a seguinte palavra: P.O.R.R.A . De imediato o Técnico respondeu à holding com um e-mail enviado do seu
telemóvel: F.O.D.A.S.E .
De regresso a sede em Lisboa foi de imediato chamado a Administração onde lhe disseram com ar de poucos amigos - Você tinha a obrigação de saber que estamos em época de contenção de despesas e que P.O.R.R.A.' queria apenas significar abreviadamente:
"Por Obséquio Remeter Relatório Atrasado".
O Técnico respondeu: - Sei de tudo isso e é exactamente dentro desse espírito que informei de imediato F.O.D.A.S.E. que significa:
- "Foi Ontem Despachado Amanhã Será Entregue".

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Relvas Aguiar Branco e Branquinho

                        

Agostinho Branquinho Governante venceu concurso graças a excepção aberta por Relvas

Mais um caso de favorecimento duvidoso que promete assombrar o actual Executivo? Parece que sim. De acordo com a edição desta segunda-feira do jornal Público, o secretário de Estado da Segurança Social, Agostinho Branquinho, venceu um concurso internacional promovido por Relvas, à data, secretário de Estado da Administração Local, quando a sua empresa era a que apresentava um preço mais elevado. Já o actual ministro da Defesa, Aguiar-Branco, veio a presidir à assembleia-geral da dita empresa.

A NTM, pequena empresa de publicidade que tinha no actual secretário de Estado da Segurança Social e ex-deputado do PSD, Agostinho Branquinho, o seu único proprietário, venceu a campanha de comunicação do programa Foral, correspondente a um montante de cerca de 450 mil euros.

Corria o ano de 2002, quando o então secretário de Estado da Administração Local do governo de Durão Barroso, Miguel Relvas, era o promotor do concurso público, sendo que, avança a edição de hoje do Público, o grosso do negócio financiado pelo Foral viria a desembocar na Tecnoforma, empresa que, por sinal, chegou a ter o actual primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, como administrador, e que está debaixo de investigação do Ministério Público e do gabinete de luta antifraude da Comissão Europeia.

Ora, de acordo com o Público, para a adjudicação da campanha de divulgação do Foral foi lançado, então, um concurso público a nível internacional, tendo Relvas adoptado uma metodologia excepcional que nunca havia sido usada, e nunca mais o voltaria a ser.

Das nove empresas que concorreram, seis foram automaticamente excluídas, nomeadamente, um dos gigantes da publicidade do mercado português, a McCann Erickson Portugal, que tinha facturado 52 milhões de euros do ano anterior, alegadamente por insuficiência financeira.

Das três finalistas, a NTM de Agostinho Branquinho, cuja facturação não ultrapassava os 3,7 milhões de euros, era a que oferecia um preço mais elevado. Ao mesmo tempo, no critério que avaliava a capacidade técnica, a empresa não foi além da sétima posição. Ainda assim, seria aquela que viria a sagrar-se vencedora.

Pouco depois da adjudicação do concurso, Agostinho Branquinho anunciava a venda da NTM a investidores não identificados, operação que foi levada a cabo por intermédio do escritório de advogado José Pedro Aguiar-Branco, hoje ministro da Defesa.

Não passado muito tempo, o actual secretário de Estado renunciou ao cargo de presidente do conselho de administração da empresa, decisão que violava o caderno de encargos do concurso.

Aguiar-Branco, por seu turno, presidia, na altura, à assembleia-geral da NTM, funções que ainda desempenhava quando integrou o Executivo de Pedro Passos Coelho.

A empresa, saliente-se ainda, foi dissolvida este ano, indica o Público, acumulando um total de 1 milhão de euros de dívidas.Por 






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O BANDO DOS GANGSTERS NA PARVALOREM

A Parvalorem é uma das três sociedades-veículo criadas para incinerar o lixo tóxico do BPN. A administração nomeada pelo Governo é composta por:

• Francisco Nogueira Leite, presidente, que acompanha o alegado primeiro-ministro desde os tempos da JSD — presidiu ao Conselho de Jurisdição da jota laranja —, tendo depois feito parte, com Passos Coelho, da administração da famosa Tecnoforma, que “está actualmente a ser investigada pelo Ministério Público e pelo gabinete antifraude da União Europeia por suspeitas de eventuais ilícitos na obtenção de financiamentos europeus” (http://www.publico.pt/economia/noticia/lourenco-soares-apresenta-queixacrime-contra-o-actual-presidente-da-parvalorem-1616189);

• Bruno Castro Henriques (http://www.jornaldenegocios.pt/empresas/detalhe/francisco_nogueira_leite_lidera_nova_administraccedilatildeo_das_sociedades_veiacuteculo_do_bpn.html), vogal, subdirector do Banco Efisa, que pertencia ao Grupo BPN;

• Paula Poças (ver link anterior), vogal, que foi assessora de Oliveira Costa, quando este presidia ao Grupo BPN.

A nomeação de Francisco Nogueira Leite para a Parvalorem foi precedida de uma atençãozinha por parte de Passos Coelho. O alegado primeiro-ministro incumbiu a Miss Swaps de exarar um despacho a classificar a Parvalorem como sendo uma empresa pública da “categoria B” para efeitos de remunerações de gestores públicos (ficando as outras duas sociedades-veículo — Parups, SA e da Parparticipadas SGPS — na categoria C). Assim, Nogueira Leite ficou a “a auferir 4159 euros mensais, acrescidos de 1663 euros mensais em despesas de representação, totalizando um salário bruto de 5822,61 euros por mês”. (http://www.esquerda.net/artigo/amigo-de-passos-nomeado-para-gerir-o-buraco-do-bpn/24969)

Neste contexto, e tendo em conta a experiência do presidente da Parvalorem na trafulha da formação de técnicos para aeródromos municipais abandonados (http://www.publico.pt/politica/noticia/empresa-de-que-passos-foi-gestor-dominou-fundo-gerido-por-relvas-1566221), podemos concluir que os Mirós estão em boas mãos? Quem põe as mãos no fogo... já que entre o passismo e o cavaquismo a diferença é nenhuma?

(infografia do Público)



Pedro, o facilitador!

passos relvasO ex-dono da Tecnoforma, antigo patrão de Passos Coelho, admite que criou uma ONG com o objectivo de candidatar projectos a financiamento comunitário, que depois teriam a participação da sua empresa. Passos abria “todas” as portas para estes negócios, garantiu à Sábado.
Fernando Madeira, que foi ouvido no final do ano passado pelo Ministério Público – no âmbito de uma investigação de projectos de formação profissional pagos à Tecnoforma com fundos comunitários -, conta à Revista Sábado que Passos Coelho era uma peça-chave naquele processo.
O ex-sócio maioritário da Tecnoforma refere que o actual primeiro-ministro chamou para fazer parte dos órgãos sociais do Centro Português para a Cooperação – uma organização não-governamental (ONG) financiada pela Tecnoforma – “pessoas com influência”, como o então líder parlamentar do PSD, Luís Marques Mendes, e os também social-democratas Ângelo Correia e Vasco Rato (nomeado recentemente pelo Governo para presidir à Fundação Luso-Americana). Fernando Sousa, na altura deputado do PS, e Eva Cabral (então jornalista do Diário de Noticias e actualmente assessora do primeiro-ministro) estiveram igualmente na fundação desta ONG
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