sábado, 19 de outubro de 2013

Sócrates Entrevista Expresso

                      

 A entrevista que fez esgotar o jornal Expresso..
                     

A chanceler Angela Merkel “não queria uma intervenção concertada, regulada, com um Memorando, mas uma solução como a que foi encontrada para Espanha e Itália.

         

Algumas Reformas de Sócrates. Supressão de 991 cargos dirigentes «superiores, intermédios e equiparados» em 2011 na administração pública

         

“A entrada da troika em Portugal resultou da pressão exercida pelo PSD e pelo CDS-PP.” A chanceler Angela Merkel “não queria uma intervenção concertada, regulada, com um Memorando. 

                    

A terrível herança de Sócrates. As Novas Oportunidades, o Computador Magalhães e o Simplex, são hoje alvo de prémios a nível Internacional como a União Europeia e OCDE e referidos como bons exemplos a seguir.



.                    


“Pedro Passos Coelho escolheu mentir ao país, 
dizendo que não sabia do PEC4.
Cavaco acompanhou. 
E José Sócrates demitiu-se (…).”

Hoje no Expresso/Revista (via Nuno Oliveira)
Clique na imagem para a ampliarFonte: Camara Corporativa

A HISTÓRIA UNIVERSAL DA INFÂMIA

por Clara Ferreira Alves

«Entre os portugueses e a luxúria do poder, Passos Coelho escolheu o poder. Fica registado»

Este Governo, o de Pedro Passos Coelho, nasceu de uma infâmia. No livro "Resgatados", de David Dinis e Hugo Coelho, insuspeitos de simpatias por José Sócrates, conta-se o que aconteceu. O então primeiro-ministro chamou Pedro Passos Coelho a São Bento para o pôr a par do PEC4, o programa que evitava a intervenção da troika em Portugal e que tinha sido aprovado na Comissão Europeia e no Conselho Europeu, com o apoio da Alemanha e do BCE, que queriam evitar um novo resgate, depois dos resgates da Grécia e da Irlanda. Como conta Sócrates, Barroso sabia o quanto este programa tinha custado a negociar e concordava com a sua aplicação, preferível à sujeição aos ditames da troika, uma clara perda de soberania que a Espanha de Zapatero e depois de Rajoy evitou.

Pedro Passos Coelho foi a São Bento e concordou. O resto, como se diz, é história. E não é contada por José Sócrates que um dia a contará toda. No livro conta-se que uma personagem chamada Marco António Costa, porta-voz das ambições do PSD, entalou Passos Coelho entre a espada e a parede. Ou havia eleições no país ou havia eleições no PSD. Pedro Passos Coelho escolheu mentir ao país, dizendo que não sabia do PEC4. Cavaco acompanhou. E José Sócrates demitiu-se, motivo de festa na aldeia. Detenho-me nesta mentira porque, quando as águas se acalmam no fundo poço, é o momento de nos vermos ao espelho. Pedro Passos Coelho podia ter agido como um chefe político responsável e ter recusado a chantagem do seu partido. Podia ter respondido ao diligente Marco António que o país era mais importante do que o partido e que um resgate seria um passo perigoso para os portugueses. Não o fez. Fraquejou.

Um Governo que começa com uma mentira e uma fraqueza em cima de uma chantagem não acaba bem. Houve eleições, esse momento de vindicação do pequeno espaço político que resta aos cidadãos, e o PSD ganhou, proclamando a sua pureza ideológica e os benefícios da anunciada purga de Portugal. Os cidadãos zangados com o despesismo de José Sócrates e do PS, embarcaram nesta variação saloia do mito sebástico. O homem providencial. Os danos e o sofrimento que esta estupidez tem provocado a Portugal são impossíveis de calcular. Consumada a infâmia, a campanha contra José Sócrates continuou dentro de momentos. Todos os dias aparecia uma noticiazinha que espalhava pingos de lama, ou o Freeport, ou a Face Oculta, ou a TVI, ou todas as grandes infâmias de que Sócrates era acusado. Ao ponto do então chefe do Bloco de Esquerda, Francisco Louçã, que se tinha aliado ao PCP e ao PSD para deitar o Governo abaixo e provocar a demissão e eleições (no cálculo eleitoralista misturado com a doutrina esquerdista que ignorava a realidade e as contas de Portugal), me ter dito numa entrevista que considerava "miserável" a "campanha pessoal" da direita contra Sócrates. Palavras dele.

Aqui chegados, convém recordar o que o Governo de Passos Coelho tem dito e feito. Recordar as prepotências de Miguel Relvas, os despedimentos, os SMS, os conluios entre a Maçonaria e os serviços secretos, os relatórios encomendados, os escândalos, a ameaça da venda do canal público ao regime angolano, e, por fim, o suave milagre de um inexistente diploma. Convém recordar as mentiras sobre o sistema fiscal, os cortes orçamentais, a adiada e nunca apresentada reforma do Estado, as privatizações apressadas e investigadas pelo MP, os negócios e nomeações, a venda do BPN, as demissões (a de Gaspar, a "irrevogável" de Portas), as mentiras de Maria Luís, os swaps e, por último, cúmulo das dezenas de trapalhadas, o espetáculo da "Razão de Estado" vista pela miopia de Rui Machete. Convém recordar que na semana da demissão de José Sócrates os juros do nosso financiamento externo passaram de 7% para 14%. E os bancos avisaram-no de que não aguentavam. Sócrates sentou-se e assinou o memorando.

Que o actual primeiro-ministro não hesitasse, mais uma vez, em invocar um segundo resgate para ganhar as eleições autárquicas que perdeu, diz tudo sobre a falta de escrúpulos deste Governo, a que se soma a sua indigência, a sua incompetência, o seu amadorismo. A intransigência. Este é o problema, não a austeridade.

José Sócrates foi estudar. Escreveu uma tese, agora em livro, que o honra porque tem um ponto de vista bem argumentado, politicamente corajoso vindo de um ex-primeiro-ministro. E vê-se que sabe o que diz. Podem continuar a odiá-lo, criticá-lo, chamar-lhe nomes. Não alinho nas simpatias ou antipatias pela personagem, com a qual falei raras vezes. O que não podem é culpá-lo de uma infâmia que levou o país ao colapso político, financeiro, cívico e moral.
Entre os portugueses e a luxúria do poder, Passos Coelho escolheu o poder. Fica registado.  Por: Clara Ferreira Alves



«O VELHO SONHO DE JOSÉ SÓCRATES»
"(...) muito do que se exporta deixa pouco valor acrescentado na economia. (...) Arrefecida que está a expectativa de, a curto prazo, tornar o país num exportador de bens com alto valor de incorporação tecnológica, o velho sonho de José Sócrates, Portugal depende de bens tradicionais (...). O país dificilmente dará um salto se não for capaz de canalizar os recursos de que dispõe na área da ciência e da tecnologia para a economia produtiva"   (Editorial de hoje do Público)
http://viriatoapedrada.blogspot.pt/2013/03/as-reformas-de-socrates-em-6-anos.html





Pacheco Pereira Sobre o governo PSD/CDS.
Pensaram sempre em atacar salários, pensões, reformas, rendimentos individuais e das famílias, serviços públicos para os mais necessitados e nunca em rendas estatais, contratos leoninos, interesses da banca, abusos a cartéis das grandes empressas. Pode-se dizer que fizeram uma escolha entre duas opções, mas a verdade é que nunca houve opção: vieram para fazer o que fizeram, vieram para fazer o que estão a fazer. 

"Isto já não é um Governo, é um amontoado de gente tratando da sua vidinha"





O ódio a Sócrates
 Se não sabem eu explico, porque é que a direita fica azeda e odeia tanto José Sócrates. Experimentem introduzir um cavalo num curral cheio de burros e vão ver que todos o mordem e escoiçam. A inveja e a frustração de saber que nunca chegarão a cavalos provoca ódios e raivas. Enquanto uns ficam frustrados e raivosos, há outros que ainda dizem que aquele burro é esquisito, pois nem percebem que se trata não de um burro, mas dum cavalo.






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José Sócrates foi diferente. Com a sua governação Portugal adquiriu valioso património cultural e científico, as nossas escolas públicas incomodaram os mercenários do ensino privado, a mediocridade que campeia em muitos setores sentiu-se ameaçada, as crianças começaram a aprender inglês no ensino básico, para terem, pelo menos, ao longo do seu percurso escolar, 10 a 12 anos desta língua universal, instrumento fundamental para a nossa economia, a ciência deu um enorme pulo em frente, nas novas gerações surgem novas e modernas elites que incomodaram o bolor, o reumático e o reacionarismo das velhas elites alapadas no Estado, Portugal ganhou estatuto internacional pelas coisas mais positivas.

Tivesse o PEC IV sido aprovado e os portugueses, passando, é certo, por dificuldades, teriam prosseguido na senda do progresso. Não é por acaso que os actuais governantes são forçados a agarrarem-se às políticas desenvolvidas pelos governos de José Sócrates para conseguirem algum falso brilho.

Nos governos de José Sócrates havia inteligência, responsabilidade, competência, sentido de Estado, respeito pela democracia e uma grande ambição relativamente ao futuro.

Mas os fermentos que lançou farão, mais tarde ou cedo, levedar um progresso efectivo para as novas gerações.

José Sócrates foi um Diamante que apareceu na vida política portuguesa.

Abri os olhos, assumam o vosso dever de zelar pelos interesses da pátria e dos vossos descendentes e concluirão que José Sócrates ergueu a bandeira do futuro. Quer devemos prosseguir.

As futuras gerações vão chamar um figo a todas as iniciativas tomadas pelos governos de José Sócrates e ainda lamentarão não se ter implementado o TGV, novo Aeroporto, etc.. Um maná do céu para elas.. Por Finito



ESTE É UM GOVERNO PSD/CDS QUE DESPEDE OS PAIS, NEGA EMPREGO AOS FILHOS E ASSALTA OS AVÓS.

É assim que este Governo fora-da-lei pode continuar a roubar aos milhares de milhões os portugueses, roubando-lhes os bolsos, os empregos, as pensões, os ordenados, os subsídios, os serviços públicos que eles pagam, o património que construíram, as empresas públicas que são de todos, destruindo o progresso que se alcançou nas últimas décadas apenas para poder enriquecer ainda mais os muito ricos e para poder aniquilar os resquícios de soberania que possam teimar em existir, espalhando a miséria e reduzindo os portugueses à inanição e à subserviência.

O que temos é um Governo não de salvação mas de traição nacional. De traição às suas promessas eleitorais, às suas juras de tomada de posse, às instituições democráticas e aos compromissos da civilização que todos abraçámos, de traição ao povo, espremido e vendido barato para enrique
cer os credores.

E, no entanto, os portugueses não se movem. Ou quase não se movem. As acções do bando de malfeitores que se apoderou do Governo com falsas promessas parece tão inconcebível que parece impossível que alguém as leve a cabo sem que haja fortíssimas razões de interesse público, ainda secretas. Imagina-se que deve haver aí alguma racionalidade. Talvez o que o Governo diz da austeridade seja verdade. Talvez seja justo matar os pobres à fome para pagar aos bancos...

José Vitor Malheiros – “Público” 03 setembro 2013





Clara Ferreira Alves, Eixo do Mal, em 29 de Junho: 
Quando embirramos com qualquer coisa, significa que não estamos a agir racionalmente. 
Sócrates agiu patrioticamente, agiu em nome do interesse nacional, mas o país estava entretido, aliás com a campanha que foi montada nos mídia contra ele, a embirrar com a voz, com a gravata, com os olhos, com as mãos, com as unhas, com a vida de José Sócrates. Esta foi uma embirração que nos saiu muito cara. 
(...) Portanto, as pessoas agora estão bem, votaram no Passos Coelho, votaram no Relvas, votaram naquela tropa e estão a levar com esta tropa. Eu não votei."......... NEM EU. 



Há uma coisa que me faz sempre rir: os comentários contra Sócrates são quase sempre desvairados, sem conteúdo, sem dados concretos e baseados apenas no ódio irracional. Diz muito sobre os comentadores!!! relembro que grande parte das inverdades que circulam a respeito de Sócrates vieram da boca dos nossos actuais governantes (Relvas incluído..)...para mim isto diz tudo !!interroguem-se portanto !! 




quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Anedota O Papa e Passos ao telefone


Ao telefone:
- BOM DIA, EU SOU FRANCISCO  O PAPA DOS POBRES.
do outro lado:
- ENCANTADO, EU SOU PASSOS COELHO, UM DOS SEUS MELHORES FORNECEDORES! 







De noite, um bêbedo muito bêbedo ia pela rua aos trambolhões; de vez em quando parava e começava a gritar:
- Eu, se tivesse 5 € comprava o Passos Coelho! Eu, se tivesse 5 € comprava o Passos Coelho!
Claro que ao fim de um bocado foi preso, e no dia seguinte foi presente ao tribunal.
O juiz - o senhor praticou um ato gravíssimo. Lembra-se?
O bêbedo - oh senhor doutor juiz, eu estava um bocado bebido, sabe…
O juíz - isso não é desculpa. O senhor andava a dizer que se tivesse 5 € comprava o Passos Coelho.

O bêbedo - oh senhor doutor, nem me diga isso. Um homem quando está bêbedo lembra-se de comprar cada merda!

Orçamento do Estado para 2014

                          
             
                       

                       

                                      

                                        

O Orçamento do Estado em 5 minutos

O último Orçamento do Estado da era troika tem tentáculos longos, mas uns são mais musculados do que outros. Funcionários públicos, estejam no activo ou já reformados, estão na linha da frente da austeridade. Veja aqui, em resumo, as principais medidas.
Aposentados da Caixa Geral de Aposentações
Os actuais pensionistas vão sofrer a partir do próximo ano um corte médio de 10%, no âmbito do processo de convergência dos regimes da Segurança Social e dos funcionários públicos. No próximo ano e para os reformados da Caixa Geral de Aposentações que aufiram montantes superiores a 5.000 euros, manter-se-á a Contribuição Extraordinária de Solidariedade. Além do mais, o desconto mensal para a ADSE aumentará de 2,25% para 2,5%.



Desempregados
O desemprego continuará a crescer em 2014, de acordo com as previsões do Governo na proposta de Orçamento do Estado. Deverá atingir os 17% no próximo ano. O valor do subsídio de desemprego irá, contudo, continuar a ser taxado em 6%. O valor do subsídio corresponde a 65% da remuneração. O seu valor máximo é de 1048,05 euros. Se os dois cônjuges estiverem desempregados, recebem cada um mais 10% do valor do apoio social a que têm direito. Ao fim de seis meses o subsídio sofre um corte de 10%.


                Futuros reformados
Quem vá pedir a reforma no próximo ano fica a saber que a idade legal para o fazer vai subir para os 66 anos. Além disso, como o chamado factor de sustentabilidade é agravado, tal significa uma perda adicional das futuras pensões. Relativamente aos inscritos na Caixa Geral de Aposentações (CGA), perdem a bonificação por longas carreiras contributivas. Na CGA os pedidos de reforma antecipada podem ser solicitados, ao contrário da Segurança Social, onde o congelamento se manterá em 2014.



Funcionários Públicos
Os funcionários públicos que ganhem acima de 600 euros vão sofrer mais um corte, entre 2,5% e 12%. Este corte é maior e desde salários mais baixos que o anterior. Além disto, os trabalhadores do Estado vão descontar mais para a ADSE. Depois, quem for para o quadro de mobilidade especial sofre corte no salário. Outra das medidas do Orçamento do Estado de 2014 passa pela criação de mais programas de rescisões amigáveis. A possibilidade de trabalhar em part-time abre-se aos funcionários do Estado, a troco de menos salário, mas ainda assim com um valor pago por hora mais elevado.




 Empresas
As empresas são, no cômputo geral, as menos penalizadas neste orçamento. São, aliás, as únicas beneficiárias de uma redução de impostos, com a baixa da taxa nominal de IRC para 23%. Passam a contar também com um alargamento do tipo de despesas da actividade que podem ser abatidas ao IRC; com isenção mais facilitada ao nível do IRC na recepção e exportação de dividendos e mais-valias; ou com benefício fiscal de 10% para lucros reinvestidos. Já o sector da energia irá suportar uma taxa sobre rendas e haverá uma subida na contribuição do sector bancário.

Trabalhadores por conta de outrem
Em 2014 vão manter-se as taxas de IRS, bem como os limites mais magros nas deduções permitidas aos contribuintes; e a sobretaxa de 3,5% sobre o rendimento colectável que excede o serviço mínimo continuará a ser aplicada. Mantém-se também a taxa de solidariedade de 2,5% para os rendimentos mais elevados. Há ainda um outro facto a interferir nas contas finais do IRS a pagar. Até 2012, quer as tabelas quer as deduções eram actualizadas à taxa de inflação. Este ano a regra já não foi seguida e o mesmo sucederá em 2014, o que implicará um ligeiro aumento indirecto do imposto, já que não será anulado o efeito da subida de preços (estimada em 1%). 

Trabalhadores do Sector Empresarial do Estado
Os salários dos trabalhadores do sector empresarial do Estado vão sofrer um corte idêntico ao da Função Pública. Ou seja, a partir dos 600 euros haverá reduções nos ordenados entre 2,5% e 12%. Por outro lado, nas empresas deficitárias deste sector deixará de haver pagamento de complementos de pensões aos trabalhadores. 

Recibos Verdes
Os trabalhadores a recibos verdes terão mais flexibilidade nos descontos mensais para a Segurança Social. Porém, as taxas de IRS sobrecarregadas e as poucas possibilidades de recurso a deduções vão manter-se. Tal como continuará em vigor a sobretaxa de IRS de 3,5%. Outra medida que consta do Orçamento do Estado de 2014 prende-se com a possibilidade de os gerentes poderem fazer descontos para a Segurança Social com base no salário real. 

Reformados da Segurança Social
A polémica Contribuição Extraordinária de Solidariedade vai manter-se no próximo ano. Prevê cortes a partir de 3,5% sobre o valor da pensão de reforma, desde que o mesmo seja superior a 1.350 euros. Esta medida incide sobre todo o tipo de pensões, mas como os beneficiários da Caixa Geral de Aposentações vão sofrer um corte definitivo de cerca de 10% na respectiva pensão, não são aqui incluídos. Assim, o corte será aplicado a pensionistas da Segurança Social e de sistemas privados, como a banca.

Viúvos
Os viúvos reformados com pensões que ultrapassem os 2.000 euros vão sofrer cortes na pensão de viuvez. Quer sejam beneficiários da Caixa Geral de Aposentações quer da Segurança Social, a regra a aplicar será a mesma: somam-se as pensões a que os beneficiários têm direito e se estas ultrapassarem o tecto de 2.000 euros, haverá uma redução na pensão de viuvez. Os cortes serão alargados a rendimentos do trabalho e de capitais em meados de 2014.

17 Outubro 2013, 00:01 por João Maltez, Pedro Santos Guerreiro | psg@negocios.pt, Elisabete Miranda |elisabetemiranda@negocios.pt, Catarina Almeida Pereira | catarinapereira@negocios.pt, Manuel Esteves | mesteves@negocios.pt


Outros links relacionados:


ESTE É UM GOVERNO PSD/CDS QUE DESPEDE OS PAIS, NEGA EMPREGO AOS FILHOS, ASSALTA OS AVÓS EROUBA O FUTURO AOS NETOS.
É assim que este Governo fora-da-lei pode continuar a roubar aos milhares de milhões os portugueses, roubando-lhes os bolsos, os empregos, as pensões, os ordenados, os subsídios, os serviços públicos que eles pagam, o património que construíram, as empresas públicas que são de todos, destruindo o progresso que se alcançou nas últimas décadas apenas para poder enriquecer ainda mais os muito ricos e para poder aniquilar os resquícios de soberania que possam teimar em existir, espalhando a miséria e reduzindo os portugueses à inanição e à subserviência.

O que temos é um Governo não de salvação mas de traição nacional. De traição às suas promessas eleitorais, às suas juras de tomada de posse, às instituições democráticas e aos compromissos da civilização que todos abraçámos, de traição ao povo, espremido e vendido barato para enrique
cer os credores.

E, no entanto, os portugueses não se movem. Ou quase não se movem. As acções do bando de malfeitores que se apoderou do Governo com falsas promessas parece tão inconcebível que parece impossível que alguém as leve a cabo sem que haja fortíssimas razões de interesse público, ainda secretas. Imagina-se que deve haver aí alguma racionalidade. Talvez o que o Governo diz da austeridade seja verdade. Talvez seja justo matar os pobres à fome para pagar aos bancos...

José Vitor Malheiros – “Público” 03 setembro 2013

files Relatório da Proposta do Orçamento do Estado de 2014
files Calculadora Salários na Função Pública
files Calculadora salarios 2014

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

OE 2014 Corte Salários/Pensões FP

                                  

                     

                      

                        

                     


ORÇAMENTO DE ESTADO 2014

Cortes de salários a partir dos 600 euros

Medida de carácter transitório abrange todos os trabalhadores da Função Pública e do sector empresarial do Estado.

Todos os trabalhadores das Administração Públicas e do sector empresarial do Estado vão ver os seus ordenados reduzidos, entre os 2,5% e os 12%. A medida é de carácter transitório e aplica-se aos salários superiores aos 600 euros.

A medida abrange ainda os titulares de cargos políticos e outros altos cargos públicos.

Segundo o Governo a medida visa substituir os cortes salariais entre os 3,5 e os 10% aplicados desde 2011 aos trabalhadores do Estado com rendimentos superiores a 1 350 euros. A ideia de alargar a base de incidência é justificada pelo facto de aplicar uma "regra mais equitativa".

"A medida em vigor desde 2011 concentrava os cortes em apenas cerca de 50% dos trabalhadores ", diz o Governo, alegando que a nova fórmula é aplicada a
90% dos funcionários, mas "protege os verdadeiramente com menos recursos, abaixo dos 600 euros, que representam cerca de 10% dos trabalhadores".

O impacto desta medida é estimado pelo Governo em 643 milhões de euros.

Por: Rosa Pedroso Lima/Expresso



Veja a nova tabela com os cortes nos salários do Estado
15 Novembro 2013, 17:52 por Elisabete Miranda | elisabetemiranda@negocios.pt
Cortes salariais começam nos 675 euros e resultam num ligeiro desagravamento em relação à proposta original para rendimentos até 1.800 euros brutos
PSD e CDS já entregaram na Assembleia da República a proposta de alteração aos cortes salariais á função pública. As reduções começam agora nos 675 euros brutos, em vez dos 600 euros anteriormente previstos, e continuam a atingir os 12% dos 2.000 euros brutos em diante.

Dos cortes nunca pode resultar um salário inferior a 675 euros pelo que, na prática, quem tem 675 euros brutos por exemplo, não é penalizado.

De acordo com as contas feitas pelo Negócios a partir da nova fórmula de cálculo acabam por sair ligeiramente beneficiados, em algumas décimas de corte, os trabalhadores com salários até sensivelmente 1.800 euros brutos. Daí em diante, o impacto é semelhante ao que constava da proposta original.

Esta nova fórmula é o resultado da negociação que decorreu nos últimos dias entre o Governo e os deputados da maioria. Esta sexta-feira é o último dia para a entrega de propostas de alteração ao Orçamento do Estado para 2014, um documento que será votado no final da próxima semana.
Nota: Os cortes vão começar nos 675 Euros 








Corte de 10% nas pensões da CGA (Estado )

O Governo vai cortar quase 900 milhões de euros só em prestações sociais, sendo que a maior 'fatia' chega dos cortes nas pensões acima dos 600 euros e
nas pensões de sobrevivência acima dos 419,22 euros.
De acordo com o relatório do Orçamento do Estado para 2014, o Governo conta poupar 891 milhões de euros com o corte em prestações sociais, dos quais 728 milhões de euros vêm através da convergência dos regimes de pensões da Caixa Geral de Aposentações e da Segurança Social.

Esta convergência implica na prática um corte de cerca de 10% nas pensões acima de 600 euros, e nas pensões de sobrevivência acima dos 419,22 euros.

O aumento da idade da reforma com base na mudança da fórmula de cálculo do factor de sustentabilidade dará, nas contas do Governo, uma poupança de 205 milhões de euros.

Os cortes nas pensões de sobrevivência, com a introdução da condição de recursos, darão uma poupança de 100 milhões de euros.

Espera-se ainda mais 198 milhões de euros de poupanças com outras medidas
sectoriais, relacionados com prestações sociais.

A proposta de lei do Orçamento do Estado entregue hoje no Parlamento pela ministra das Finanças, Maria Luís Albuquerque, prevê que seja "aplicada uma
redução remuneratória progressiva entre 2,5% e 12%, com carácter transitório, às remunerações mensais superiores a 600 euros de todos os trabalhadores das Administrações Públicas e do Sector Empresarial do Estado, sem qualquer excepção, bem como dos titulares de cargos políticos e outros altos cargos públicos". Lusa/SOL




ESTE É UM GOVERNO PSD/CDS QUE DESPEDE OS PAIS, NEGA EMPREGO AOS FILHOS, ASSALTA OS AVÓS e rouba o futuro aos netos.
É assim que este Governo fora-da-lei pode continuar a roubar aos milhares de milhões os portugueses, roubando-lhes os bolsos, os empregos, as pensões, os ordenados, os subsídios, os serviços públicos que eles pagam, o património que construíram, as empresas públicas que são de todos, destruindo o progresso que se alcançou nas últimas décadas apenas para poder enriquecer ainda mais os muito ricos e para poder aniquilar os resquícios de soberania que possam teimar em existir, espalhando a miséria e reduzindo os portugueses à inanição e à subserviência.

O que temos é um Governo não de salvação mas de traição nacional. De traição às suas promessas eleitorais, às suas juras de tomada de posse, às instituições democráticas e aos compromissos da civilização que todos abraçámos, de traição ao povo, espremido e vendido barato para enrique
cer os credores.

E, no entanto, os portugueses não se movem. Ou quase não se movem. As acções do bando de malfeitores que se apoderou do Governo com falsas promessas parece tão inconcebível que parece impossível que alguém as leve a cabo sem que haja fortíssimas razões de interesse público, ainda secretas. Imagina-se que deve haver aí alguma racionalidade. Talvez o que o Governo diz da austeridade seja verdade. Talvez seja justo matar os pobres à fome para pagar aos bancos...

José Vitor Malheiros – “Público” 03 setembro 2013


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