quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Anedota O Papa e Passos ao telefone


Ao telefone:
- BOM DIA, EU SOU FRANCISCO  O PAPA DOS POBRES.
do outro lado:
- ENCANTADO, EU SOU PASSOS COELHO, UM DOS SEUS MELHORES FORNECEDORES! 







De noite, um bêbedo muito bêbedo ia pela rua aos trambolhões; de vez em quando parava e começava a gritar:
- Eu, se tivesse 5 € comprava o Passos Coelho! Eu, se tivesse 5 € comprava o Passos Coelho!
Claro que ao fim de um bocado foi preso, e no dia seguinte foi presente ao tribunal.
O juiz - o senhor praticou um ato gravíssimo. Lembra-se?
O bêbedo - oh senhor doutor juiz, eu estava um bocado bebido, sabe…
O juíz - isso não é desculpa. O senhor andava a dizer que se tivesse 5 € comprava o Passos Coelho.

O bêbedo - oh senhor doutor, nem me diga isso. Um homem quando está bêbedo lembra-se de comprar cada merda!

Orçamento do Estado para 2014

                          
             
                       

                       

                                      

                                        

O Orçamento do Estado em 5 minutos

O último Orçamento do Estado da era troika tem tentáculos longos, mas uns são mais musculados do que outros. Funcionários públicos, estejam no activo ou já reformados, estão na linha da frente da austeridade. Veja aqui, em resumo, as principais medidas.
Aposentados da Caixa Geral de Aposentações
Os actuais pensionistas vão sofrer a partir do próximo ano um corte médio de 10%, no âmbito do processo de convergência dos regimes da Segurança Social e dos funcionários públicos. No próximo ano e para os reformados da Caixa Geral de Aposentações que aufiram montantes superiores a 5.000 euros, manter-se-á a Contribuição Extraordinária de Solidariedade. Além do mais, o desconto mensal para a ADSE aumentará de 2,25% para 2,5%.



Desempregados
O desemprego continuará a crescer em 2014, de acordo com as previsões do Governo na proposta de Orçamento do Estado. Deverá atingir os 17% no próximo ano. O valor do subsídio de desemprego irá, contudo, continuar a ser taxado em 6%. O valor do subsídio corresponde a 65% da remuneração. O seu valor máximo é de 1048,05 euros. Se os dois cônjuges estiverem desempregados, recebem cada um mais 10% do valor do apoio social a que têm direito. Ao fim de seis meses o subsídio sofre um corte de 10%.


                Futuros reformados
Quem vá pedir a reforma no próximo ano fica a saber que a idade legal para o fazer vai subir para os 66 anos. Além disso, como o chamado factor de sustentabilidade é agravado, tal significa uma perda adicional das futuras pensões. Relativamente aos inscritos na Caixa Geral de Aposentações (CGA), perdem a bonificação por longas carreiras contributivas. Na CGA os pedidos de reforma antecipada podem ser solicitados, ao contrário da Segurança Social, onde o congelamento se manterá em 2014.



Funcionários Públicos
Os funcionários públicos que ganhem acima de 600 euros vão sofrer mais um corte, entre 2,5% e 12%. Este corte é maior e desde salários mais baixos que o anterior. Além disto, os trabalhadores do Estado vão descontar mais para a ADSE. Depois, quem for para o quadro de mobilidade especial sofre corte no salário. Outra das medidas do Orçamento do Estado de 2014 passa pela criação de mais programas de rescisões amigáveis. A possibilidade de trabalhar em part-time abre-se aos funcionários do Estado, a troco de menos salário, mas ainda assim com um valor pago por hora mais elevado.




 Empresas
As empresas são, no cômputo geral, as menos penalizadas neste orçamento. São, aliás, as únicas beneficiárias de uma redução de impostos, com a baixa da taxa nominal de IRC para 23%. Passam a contar também com um alargamento do tipo de despesas da actividade que podem ser abatidas ao IRC; com isenção mais facilitada ao nível do IRC na recepção e exportação de dividendos e mais-valias; ou com benefício fiscal de 10% para lucros reinvestidos. Já o sector da energia irá suportar uma taxa sobre rendas e haverá uma subida na contribuição do sector bancário.

Trabalhadores por conta de outrem
Em 2014 vão manter-se as taxas de IRS, bem como os limites mais magros nas deduções permitidas aos contribuintes; e a sobretaxa de 3,5% sobre o rendimento colectável que excede o serviço mínimo continuará a ser aplicada. Mantém-se também a taxa de solidariedade de 2,5% para os rendimentos mais elevados. Há ainda um outro facto a interferir nas contas finais do IRS a pagar. Até 2012, quer as tabelas quer as deduções eram actualizadas à taxa de inflação. Este ano a regra já não foi seguida e o mesmo sucederá em 2014, o que implicará um ligeiro aumento indirecto do imposto, já que não será anulado o efeito da subida de preços (estimada em 1%). 

Trabalhadores do Sector Empresarial do Estado
Os salários dos trabalhadores do sector empresarial do Estado vão sofrer um corte idêntico ao da Função Pública. Ou seja, a partir dos 600 euros haverá reduções nos ordenados entre 2,5% e 12%. Por outro lado, nas empresas deficitárias deste sector deixará de haver pagamento de complementos de pensões aos trabalhadores. 

Recibos Verdes
Os trabalhadores a recibos verdes terão mais flexibilidade nos descontos mensais para a Segurança Social. Porém, as taxas de IRS sobrecarregadas e as poucas possibilidades de recurso a deduções vão manter-se. Tal como continuará em vigor a sobretaxa de IRS de 3,5%. Outra medida que consta do Orçamento do Estado de 2014 prende-se com a possibilidade de os gerentes poderem fazer descontos para a Segurança Social com base no salário real. 

Reformados da Segurança Social
A polémica Contribuição Extraordinária de Solidariedade vai manter-se no próximo ano. Prevê cortes a partir de 3,5% sobre o valor da pensão de reforma, desde que o mesmo seja superior a 1.350 euros. Esta medida incide sobre todo o tipo de pensões, mas como os beneficiários da Caixa Geral de Aposentações vão sofrer um corte definitivo de cerca de 10% na respectiva pensão, não são aqui incluídos. Assim, o corte será aplicado a pensionistas da Segurança Social e de sistemas privados, como a banca.

Viúvos
Os viúvos reformados com pensões que ultrapassem os 2.000 euros vão sofrer cortes na pensão de viuvez. Quer sejam beneficiários da Caixa Geral de Aposentações quer da Segurança Social, a regra a aplicar será a mesma: somam-se as pensões a que os beneficiários têm direito e se estas ultrapassarem o tecto de 2.000 euros, haverá uma redução na pensão de viuvez. Os cortes serão alargados a rendimentos do trabalho e de capitais em meados de 2014.

17 Outubro 2013, 00:01 por João Maltez, Pedro Santos Guerreiro | psg@negocios.pt, Elisabete Miranda |elisabetemiranda@negocios.pt, Catarina Almeida Pereira | catarinapereira@negocios.pt, Manuel Esteves | mesteves@negocios.pt


Outros links relacionados:


ESTE É UM GOVERNO PSD/CDS QUE DESPEDE OS PAIS, NEGA EMPREGO AOS FILHOS, ASSALTA OS AVÓS EROUBA O FUTURO AOS NETOS.
É assim que este Governo fora-da-lei pode continuar a roubar aos milhares de milhões os portugueses, roubando-lhes os bolsos, os empregos, as pensões, os ordenados, os subsídios, os serviços públicos que eles pagam, o património que construíram, as empresas públicas que são de todos, destruindo o progresso que se alcançou nas últimas décadas apenas para poder enriquecer ainda mais os muito ricos e para poder aniquilar os resquícios de soberania que possam teimar em existir, espalhando a miséria e reduzindo os portugueses à inanição e à subserviência.

O que temos é um Governo não de salvação mas de traição nacional. De traição às suas promessas eleitorais, às suas juras de tomada de posse, às instituições democráticas e aos compromissos da civilização que todos abraçámos, de traição ao povo, espremido e vendido barato para enrique
cer os credores.

E, no entanto, os portugueses não se movem. Ou quase não se movem. As acções do bando de malfeitores que se apoderou do Governo com falsas promessas parece tão inconcebível que parece impossível que alguém as leve a cabo sem que haja fortíssimas razões de interesse público, ainda secretas. Imagina-se que deve haver aí alguma racionalidade. Talvez o que o Governo diz da austeridade seja verdade. Talvez seja justo matar os pobres à fome para pagar aos bancos...

José Vitor Malheiros – “Público” 03 setembro 2013

files Relatório da Proposta do Orçamento do Estado de 2014
files Calculadora Salários na Função Pública
files Calculadora salarios 2014

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

OE 2014 Corte Salários/Pensões FP

                                  

                     

                      

                        

                     


ORÇAMENTO DE ESTADO 2014

Cortes de salários a partir dos 600 euros

Medida de carácter transitório abrange todos os trabalhadores da Função Pública e do sector empresarial do Estado.

Todos os trabalhadores das Administração Públicas e do sector empresarial do Estado vão ver os seus ordenados reduzidos, entre os 2,5% e os 12%. A medida é de carácter transitório e aplica-se aos salários superiores aos 600 euros.

A medida abrange ainda os titulares de cargos políticos e outros altos cargos públicos.

Segundo o Governo a medida visa substituir os cortes salariais entre os 3,5 e os 10% aplicados desde 2011 aos trabalhadores do Estado com rendimentos superiores a 1 350 euros. A ideia de alargar a base de incidência é justificada pelo facto de aplicar uma "regra mais equitativa".

"A medida em vigor desde 2011 concentrava os cortes em apenas cerca de 50% dos trabalhadores ", diz o Governo, alegando que a nova fórmula é aplicada a
90% dos funcionários, mas "protege os verdadeiramente com menos recursos, abaixo dos 600 euros, que representam cerca de 10% dos trabalhadores".

O impacto desta medida é estimado pelo Governo em 643 milhões de euros.

Por: Rosa Pedroso Lima/Expresso



Veja a nova tabela com os cortes nos salários do Estado
15 Novembro 2013, 17:52 por Elisabete Miranda | elisabetemiranda@negocios.pt
Cortes salariais começam nos 675 euros e resultam num ligeiro desagravamento em relação à proposta original para rendimentos até 1.800 euros brutos
PSD e CDS já entregaram na Assembleia da República a proposta de alteração aos cortes salariais á função pública. As reduções começam agora nos 675 euros brutos, em vez dos 600 euros anteriormente previstos, e continuam a atingir os 12% dos 2.000 euros brutos em diante.

Dos cortes nunca pode resultar um salário inferior a 675 euros pelo que, na prática, quem tem 675 euros brutos por exemplo, não é penalizado.

De acordo com as contas feitas pelo Negócios a partir da nova fórmula de cálculo acabam por sair ligeiramente beneficiados, em algumas décimas de corte, os trabalhadores com salários até sensivelmente 1.800 euros brutos. Daí em diante, o impacto é semelhante ao que constava da proposta original.

Esta nova fórmula é o resultado da negociação que decorreu nos últimos dias entre o Governo e os deputados da maioria. Esta sexta-feira é o último dia para a entrega de propostas de alteração ao Orçamento do Estado para 2014, um documento que será votado no final da próxima semana.
Nota: Os cortes vão começar nos 675 Euros 








Corte de 10% nas pensões da CGA (Estado )

O Governo vai cortar quase 900 milhões de euros só em prestações sociais, sendo que a maior 'fatia' chega dos cortes nas pensões acima dos 600 euros e
nas pensões de sobrevivência acima dos 419,22 euros.
De acordo com o relatório do Orçamento do Estado para 2014, o Governo conta poupar 891 milhões de euros com o corte em prestações sociais, dos quais 728 milhões de euros vêm através da convergência dos regimes de pensões da Caixa Geral de Aposentações e da Segurança Social.

Esta convergência implica na prática um corte de cerca de 10% nas pensões acima de 600 euros, e nas pensões de sobrevivência acima dos 419,22 euros.

O aumento da idade da reforma com base na mudança da fórmula de cálculo do factor de sustentabilidade dará, nas contas do Governo, uma poupança de 205 milhões de euros.

Os cortes nas pensões de sobrevivência, com a introdução da condição de recursos, darão uma poupança de 100 milhões de euros.

Espera-se ainda mais 198 milhões de euros de poupanças com outras medidas
sectoriais, relacionados com prestações sociais.

A proposta de lei do Orçamento do Estado entregue hoje no Parlamento pela ministra das Finanças, Maria Luís Albuquerque, prevê que seja "aplicada uma
redução remuneratória progressiva entre 2,5% e 12%, com carácter transitório, às remunerações mensais superiores a 600 euros de todos os trabalhadores das Administrações Públicas e do Sector Empresarial do Estado, sem qualquer excepção, bem como dos titulares de cargos políticos e outros altos cargos públicos". Lusa/SOL




ESTE É UM GOVERNO PSD/CDS QUE DESPEDE OS PAIS, NEGA EMPREGO AOS FILHOS, ASSALTA OS AVÓS e rouba o futuro aos netos.
É assim que este Governo fora-da-lei pode continuar a roubar aos milhares de milhões os portugueses, roubando-lhes os bolsos, os empregos, as pensões, os ordenados, os subsídios, os serviços públicos que eles pagam, o património que construíram, as empresas públicas que são de todos, destruindo o progresso que se alcançou nas últimas décadas apenas para poder enriquecer ainda mais os muito ricos e para poder aniquilar os resquícios de soberania que possam teimar em existir, espalhando a miséria e reduzindo os portugueses à inanição e à subserviência.

O que temos é um Governo não de salvação mas de traição nacional. De traição às suas promessas eleitorais, às suas juras de tomada de posse, às instituições democráticas e aos compromissos da civilização que todos abraçámos, de traição ao povo, espremido e vendido barato para enrique
cer os credores.

E, no entanto, os portugueses não se movem. Ou quase não se movem. As acções do bando de malfeitores que se apoderou do Governo com falsas promessas parece tão inconcebível que parece impossível que alguém as leve a cabo sem que haja fortíssimas razões de interesse público, ainda secretas. Imagina-se que deve haver aí alguma racionalidade. Talvez o que o Governo diz da austeridade seja verdade. Talvez seja justo matar os pobres à fome para pagar aos bancos...

José Vitor Malheiros – “Público” 03 setembro 2013


Outros Relacionados:                                                          
 Passos a 1 de Abril Promete à Criança 13º. mês          Curriculum Pedro Passos Coelho II                                                                              
Passos dá emprego espião acusado corrupção            O sonho de Pedro Passos Coelho
Marcelo Passos deve reconhecer que Falhou              Processe-se Passos, Gaspar e a Troika
A Razão Porque foi Eleito Passos Coelho                   A grande golpada de Passos/PSD
Amigo Passos Nomeado Gerir Buraco BPN                 As Mentiras de Passos sobre as Pensões
Pedro Passos Coelho/Artur Baptista da Silva                El País Entrevista de Passos na TVI
Afinal a que Pensionistas se Referia Passos                Marcelo ataca Passos de falta de liderança
Capucho Governo Salvação Nacional sem Passos        Frases célebres de Pedro Passos Coelho:
Tecnoforma tem empresa gémea Passos Coelho         Curriculum Vitae de: Passos Coelho
Passos Coelho em Contradições PEC IV                    Passos integra espião acusado
13 motoristas nomeados por Passos Coelho               Debate Passos Coelho - Sócrates





segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Mário Soares critica Governo e Cavaco

                                 

                    

         


Ex-Presidente da República critica Executivo, Cavaco e troika

Mário Soares: "Este Governo não presta"
Antigo Chefe de Estado afirma que vários membros do Executivo são "deliquentes".

O antigo Presidente da República Mário Soares teceu duras críticas ao atual Governo, dizendo que o regime “está doentíssimo”. Também Cavaco Silva não escapou aos reparos do antigo Chefe de Estado, porque “não diz uma palavra”.
Numa entrevista à rádio TSF e ao jornal ‘Diário de Notícias’, Mário Soares afirmou que “uma parte do Governo, não são todos, é um Governo de delinquentes” e acrescentou que “estes senhores têm que ser julgados” assim que saírem do poder.

“Eles [Governo] estão a pôr em dúvida o Estado Social, querem acabar com o Estado Social, eles não acreditam na Constituição quer juraram”, acusa Mário Soares.
“Como é que é possível que um político como o ministro dos Negócios Estrangeiros, não se demita ele próprio? Não ter sensibilidade e inteligência para o fazer?”, referiu o ex-Presidente, fazendo referência ao caso de Rui Machete.
Mário Soares defende ainda que Passos Coelho deveria tomar a mesma atitude: “Como é que é possível que o primeiro-ministro não se demita a ele próprio, depois de saber que é vaiado em toda a parte, que ninguém o toma a sério (...) e continue agarrado ao poder, como uma lapa?”.
O ex-Presidente da República acredita na urgência da criação de um novo Executivo e da “destruição” do atual. “Este Governo não presta”, afirmou.
Mário Soares também criticou a postura do atual Presidente da República e afirma que Cavaco Silva “anda pelo estrangeiro e não diz uma palavra”. Na opinião do antigo Chefe de Estado, esta atitude reflete “o medo com que [Cavaco Silva] está como protetor de um Governo que todo o povo odeia”.
"O QUE A TROIKA NOS FAZ É UM ROUBO"
O antigo Presidente da República defende ainda que Portugal deve seguir uma política semelhante à da Argentina e não pagar a dívida. “O que a troika nos faz é um roubo. Um país que fez o que nós fizemos, agora está sujeito a uns usurários que (...), com os juros imensos, roubam o dinheiro todo de Portugal”, comentou. Por: CM






O que está acontecer com Portugal, deve-se aos ordinários… conselhos que foram dados, por António Borges no FMI, Carlos Moedas na Comissão Europeia e FMI e a Victor Gaspar no BCE, ainda muito antes de Portugal ter pedido o resgate à troika. Estes 3 senhores são os principais responsáveis pelos desastrosos resultados e pela atual situação que o nosso país se encontra. Sempre defenderam despedimentos em massa, baixa de salários e excesso de austeridade, estes mesmos senhores todos eles com grandes mordomias e pagos principescamente, foram autênticos traidores da pátria. Portugal e os portugueses sofrem as consequências de erros premeditados de indivíduos que deviam ser julgados em tribunal militar. Em Noticias Ao Minuto/Rui Ribeiro





Outros Relacionados:                                                          
 Passos a 1 de Abril Promete à Criança 13º. mês          Curriculum Pedro Passos Coelho II                                                                              
Passos dá emprego espião acusado corrupção            O sonho de Pedro Passos Coelho
Marcelo Passos deve reconhecer que Falhou              Processe-se Passos, Gaspar e a Troika
A Razão Porque foi Eleito Passos Coelho                   A grande golpada de Passos/PSD
Amigo Passos Nomeado Gerir Buraco BPN                 As Mentiras de Passos sobre as Pensões
Pedro Passos Coelho/Artur Baptista da Silva                El País Entrevista de Passos na TVI
Afinal a que Pensionistas se Referia Passos                Marcelo ataca Passos de falta de liderança
Capucho Governo Salvação Nacional sem Passos        Frases célebres de Pedro Passos Coelho:
Tecnoforma tem empresa gémea Passos Coelho         Curriculum Vitae de: Passos Coelho
Passos Coelho em Contradições PEC IV                    Passos integra espião acusado
13 motoristas nomeados por Passos Coelho               Debate Passos Coelho - Sócrates



Pensões de Sobrevivência  
Portas anunciou que o corte nas pensões de sobrevivência será aplicado aos reformados com as duas reformas brutas somadas de 2.000 euros para cima. Serão cerca de 25 mil atingidos que para pagarem 100 milhões de euros terão uma quebra média de 4 mil euros anuais aos quais se junta a taxa de solidariedade de 3,5% e o IRS de uns 37%. Assim, quem tiver uma reforma de 1.500 euros mais uma parte da reforma do cônjuge falecido da ordem dos 600 euros pagará quase 50% dos seus 2.100 brutos, portanto quase o dobro da reforma do falecido. Quer dizer, dado que a pensão de sobrevivência é da ordem dos 50% do que recebia o falecido, no total os tais 25 mil pensionistas podem ver a sua própria reforma cortada. No exemplo citado, o falecido recebia cerca de 1.200 euros de reforma, mas se recebesse mais, a situação ainda seria pior por causa dos escalão do IRS que vai aos 37% a partir dos 20 mil euros de rendimento anual e que pode incluir outros rendimentos que não apenas os das reformas.
Estes valores são típicos das classes médias e abrangem um número restrito de pessoas porque o valor médio das reformas é extremamente baixo, principalmente nas do setor privado que serão igualmente atingidas. Por:
Dieter Dellinger  




Mário Soares "Porque é que o Presidente da República não é julgado?"

O antigo Presidente da República Mário Soares questionou hoje a razão porque o atual chefe de Estado não é julgado por causa do caso BPN, considerando que nenhum responsável respondeu perante a justiça.

Falando a propósito das recentes declarações do presidente angolano acerca do fim da parceria estratégica com Portugal e sobre a responsabilidade do ministro dos Negócios Estrangeiros, Mário Soares recuperou o caso do BPN, questionando as razões porque ninguém foi julgado.

"Nunca ninguém julgou, todos roubaram, mas nunca julgou, como é sabido. Porque é o Presidente da República não é julgado?", questionou Mário Soares, que falava aos jornalistas no final de um almoço na Associação 25 de Abril, numa iniciativa promovida pelo blogue "ânimo",integrada nas comemorações do 40.º aniversário da "Revolução dos Cravos"

Interrogado sobre se entende que o atual chefe de Estado, Aníbal Cavaco Silva, deveria ser julgado, Mário Soares respondeu apenas sobre a ausência de intervenção do Presidente da República.

"O Presidente da República deve intervir se quiser ser Presidente da República, agora se ele quer chefe de um partido é outra coisa", disse, insistindo depois que Cavaco Silva "é chefe de um partido". Por: 16 de Outubro de 2013 | Por Lusa/Notícias Ao Minuto



ESTE É UM GOVERNO PSD/CDS QUE DESPEDE OS PAIS, NEGA EMPREGO AOS FILHOS, ASSALTA OS AVÓS E ROUBA O FUTURO AOS NETOS.

É assim que este Governo fora-da-lei pode continuar a roubar aos milhares de milhões os portugueses, roubando-lhes os bolsos, os empregos, as pensões, os ordenados, os subsídios, os serviços públicos que eles pagam, o património que construíram, as empresas públicas que são de todos, destruindo o progresso que se alcançou nas últimas décadas apenas para poder enriquecer ainda mais os muito ricos e para poder aniquilar os resquícios de soberania que possam teimar em existir, espalhando a miséria e reduzindo os portugueses à inanição e à subserviência.

O que temos é um Governo não de salvação mas de traição nacional. De traição às suas promessas eleitorais, às suas juras de tomada de posse, às instituições democráticas e aos compromissos da civilização que todos abraçámos, de traição ao povo, espremido e vendido barato para enrique
cer os credores.

E, no entanto, os portugueses não se movem. Ou quase não se movem. As acções do bando de malfeitores que se apoderou do Governo com falsas promessas parece tão inconcebível que parece impossível que alguém as leve a cabo sem que haja fortíssimas razões de interesse público, ainda secretas. Imagina-se que deve haver aí alguma racionalidade. Talvez o que o Governo diz da austeridade seja verdade. Talvez seja justo matar os pobres à fome para pagar aos bancos...

José Vitor Malheiros – “Público” 03 setembro 2013



Em julho último vim para o Algarve por indicação do meu médico, para descansar depois de uma atividade exaustiva que tive desde as comemorações do quadragésimo aniversário do 25 de Abril, em que participei ativamente, como se...
DN.PT|DE CONTROLINVESTE

MÁRIO SOARES
O TEMPO E A MEMÓRIA

A caminho da ditadura

por MÁRIO SOARES
1 Na conferência que fez em Leiria, Rui Rio disse que a democracia em Portugal - com o atual Governo - estava a ser paulatinamente destruída e a caminho da ditadura. Com efeito, infelizmente, assim é. Nada se passa que seja transparente, no essencial, as medidas tomadas são escondidas ou estropiadas. Os partidos da coligação não se entendem e quando falam dizem coisas contraditórias. O próprio Banco de Portugal parece estar, cada vez mais, ao serviço do Governo. Numa palavra, estamos cada vez mais dependentes do Governo - e este da troika - e os portugueses, na pobreza extrema em que se encontram, percebem muito bem o que está a acontecer. Por isso gritaram na Aula Magna: "Não pagamos, não pagamos."

Por isso, o Governo e o Presidente da República não podem sair à rua sem serem vaiados e enxovalhados. Sucede que a Justiça praticamente não existe e as personalidades que roubam estão impunes.

É triste que tudo isto aconteça. Muito triste. Mas como tenho avisado, o pior está para vir. É, ao que parece, inevitável e perigoso. Oxalá me engane.

2 A COMUNICAÇÃO SOCIAL ESTÁ A MORRER

A comunicação social, tal como a entendíamos no passado, praticamente deixou de interessar. Os jornais vendem cada vez menos. As televisões também sofrem a concorrência da internet, onde, através das redes sociais, as notícias vão chegando, com custos mais acessíveis aos que têm pouco - ou mesmo nada - para gastar.





Soares: “A única maneira de falar com os mercados é dizer-lhes: ‘Não, não pagamos’”

Em entrevista ao El País, o antigo Presidente da República acusa o Governo de destruir tudo o “que se construiu” com o 25 de Abril.

Mário Soares lamenta ver Portugal como um “protectorado da troika” MIGUEL MANSO

Para o Governo de Pedro Passos Coelho, o que conta são os mercados, não as pessoas, diz Mário Soares, numa entrevista ao diário espanhol El País. Acusa o executivo PSD/CDS-PP de estar a destruir o Estado social e de só pensar em agradar aos mercados. O antigo Presidente da República considera que Portugal não tem condições de pagar a dívida pública (cerca de 130% do PIB) e que, por isso, deve assumi-lo perante os mercados.

Soares volta a apresentar o exemplo da Argentina, notando que o país se recusou a pagar a dívida em plena crise financeira. “A única maneira de falar com os mercados é dizer-lhes: ‘Não, não pagamos’. Foi o que disse a Argentina e não aconteceu nada. Sou um grande admirador de Obama e do Papa Francisco, duas figuras que me parecem das mais interessantes no mundo. E tanto um como o outro pensam que a austeridade não funciona, não serve para nada. Paul Krugman, que é prémio Nobel da Economia, diz o mesmo”.

“Há um tempo, esteve aqui um ministro chinês e disse-me que os prejudicava muito, na sua relação comercial com os Estados Unidos, o facto de Obama ter decidido emitir dólares. E eu pensei: se os europeus fizessem o mesmo, os nossos problemas resolviam-se. Bastaria dar à manivela de fabricar euros”, diz o histórico socialista, que acusa a chanceler alemã, Angela Merkel, de impedir uma resposta expansionista à crise por parte da Europa.

De volta ao executivo de Passos Coelho e aos quase três anos percorridos desde a entrada da troika: “Em Portugal nada está a mudar [na economia]. Foram anos terríveis. (…) Este Governo está amarrado à troika e aos mercados. São eles que contam, não as pessoas”.

Tudo o “que se construiu com um esforço brutal” desde a revolução do 25 de Abril — “um Estado social sério, sólido, com um serviço de saúde público, com uma educação fantástica e umas universidades equiparadas às de qualquer país europeu” — está a perder-se, diz Soares, acusando o Governo de “vender” o país. “Este Governo só está obcecado com os mercados. Os mercados têm de estar ao serviço das pessoas e não o contrário”.

Soares — o político que o El País descreve como o histórico socialista que, agora com 89 anos, se tem assumido nesta crise como a voz da “consciência da esquerda e da social-democracia” — revela angústia por ver Portugal como um “protectorado da troika”.


Na mesma entrevista, revisita os anos do exílio, os primeiros anos do Partido Socialista, a revolução. E, pelo meio, quando é questionado sobre o que sente mais orgulho enquanto esteve no poder, Soares responde: “De ter posto em marcha o Serviço Nacional de Saúde, a educação, o Estado social, de tudo o que agora estão a destruir. E, sobretudo, de ter sido alguém a impulsionar da cultura”. Acaba por confessar: “Sempre pensei que teria sido melhor escritor do que político”.