quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Portugal Auto-suficiente e Líder em Renováveis

                              
                        


...mas não dizem onde. Estimam mil milhões de barris. Reuniram-se com Passos Coelho. SÁBADO teve acesso à proposta para ministro da Energia
SABADO.PT


                      


Energias Renováveis ​​Auto-suficiência: Adivinha quem *** tornou-se o líder mundial em 2013 
Um dos supostamente mais pobres estados da UE tornou-se 2013 o líder mundial em auto-suficiência de energia a partir de fontes renováveis. 
Conforme esperado das famosas Leis finais sua população não tem conhecimento deste fato. 
Na verdade, não é mesmo consciente de seus próprios dados de produção. 
Conforme o esperado a partir da religião illuminati: 
-. o principal estado possuía energia produzindo corporação foi vendido de 2012, supostamente para o Partido Comunista da China 
- os dados atuais foi mencionado pela primeira vez pela mídia illuminati pela TV estatal francês France24, 28 de julho de 2013. 
- nem o vídeo nem a transcrição estão disponíveis no france24.fr site. 
Claro que isso mais simples de todos os dados seria a última coisa que o português " governo "ou mídia iria falar. Portugal é o único estado dos EUA ou da UE, que produz mais de 35% da energia que consome a partir de fontes renováveis. Com 70% de sua produção total de energia agora proveniente de fontes renováveis ​​(em comparação com 13% no EUA) é o líder de energias renováveis ​​entre todos os da UE ou dos EUA. Segundo a Illuminatziland vem da Noruega, com 47%, embora também produz três vezes mais petróleo que todos os países da UE juntos! Poster respostas (1): "Portugal só foi o sexto país da UE em que as energias renováveis ​​classificando em 2011 (dados mais recentes disponíveis no Eurostat), e apenas com 25% do uso de energia renováveis ​​" último profeta responde: Em 2010, mais de 50% de todo o consumo anual de electricidade em Portugal foi gerado a partir de fontes de energia renováveis, como corretamente relatado pelo wikipedia. 2012/2013, com muita chuva e duas vezes mais energia hidrelétrica produzida, este número aumentou para 70%, como corretamente relatado por França24 televisão, 28 de julho de 2013. No relatório sobre a "privatização" da infra-estrutura em Portugal ", França24 apenas não adicionar esses dados significa que Portugal tem agora a mais elevada taxa do mundo para a auto-suficiência energética renovável. Notas (1) No segmento excluído, depois de ter sido arquivado: From " UE ** Raça guerra psy-ops ***: de comunista China detém Portugal para primeiro ministro negro italiano nascido no Congo " [ link para web.archive.org ] (2) [ link para en.wikipedia.org ] Note-se que o mapa mostra dados falsos. BASICS Psy-op "China
comunista possui você" faz parte do lançamento da guerra racial EUA e da UE. A "China compra" psy-op empurrado para os limites de illuminati piadas; - estado mais rentável propriedade português corporação e maior contribuinte individual para o Estado, fornecedor de energia EDP ... em líder mundial em energia renovável auto-suficiência [ link para www.scam.com ] A GRANDE MENTIRA v a verdade simples: >> PORTUGAL ou a Grécia está hoje mais rica do que ALEMANHA [ link para www.usmessageboard.com ] [ link para web.archive.org
Fonte:http://www.godlikeproductions.com/forum1/message2376776/pg1





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Eólicas e barragens têm mantido o país praticamente livre de emissões de CO2 na produção de electricidade, ao longo dos últimos cinco dias 

E o engraçado é que dizem que a Dª.Isabel dos Santos já comprou uma quinta encostada a esses terrenos.
PORTUGALGLORIOSO.BLOGSPOT.COM



PRIVATIZAR O SOL...

IBERDROLA RENOVBLES
A realidade espanhola, respaldada por uma nova lei, segundo a qual, como se não bastasse a posição dominante no mercado da gigantesca empresa eléctrica espanhola, qualquer cidadão ou empresa que seja apanhada a auto-abastecer-se de energia eléctrica, recorrendo, por exemplo, a placas solares, sem pagar uma taxa à Iberdrola... pode estar sujeito a uma multa capaz de atingir os sessenta milhões de euros... uma ameaça perfeitamente terrorista.
Ou seja, a Iberdrola conseguiu convencer o estado espanhol... a privatizar o Sol!!!
sessenta milhões de euros



 http://www.portal-energia.com/espanha-privatiza-sol.../

O sol foi privatizado na Espanha: se autoridades...
PORTAL-ENERGIA.COM


Israel vai construir a maior estação de energia solar no deserto do Negev

Israel vai construir a maior estação de energia solar no deserto do Negev

Israel goza de um sol abundante e tem sido, por isso, pioneiro na energia solar. Com a construção de uma estação de energia solar de 121 megawatts, a partir do início de 2014, o país dará um grande passo para alcançar a sua meta de produção de 10% da sua energia por via de fontes renováveis ​​até 2020.
A central de Ashalim ficará localizada no deserto de Negev e, quando concluída em 2016, será a maior estação de energia solar de Israel, com capacidade suficiente para abastecer 40 mil habitações. A infra-estrutura está a ser desenvolvida pela Megalim Solar Power – uma parceria entre a empresa de energia solar norte-americana BrightSource Energy e a empresa de energia e transportes francesa Alstom.
A BrightSource teve originalmente início em Israel como uma empresa chamada Luz, pelo que o projecto de Ashalim será como um regresso a casa. Para além deste projecto inovador no valor de €799 milhões (R$ 2,4 mil milhões), a BrightSource está ainda a desenvolver a maior central solar térmica do mundo – uma quinta solar de 377 megawatts no deserto de Mojave, na Califórnia, chamada Ivanpah.
A central da Megalim é um dos três projectos a serem implementados em Ashalim e vai gerar 250 MW de energia eléctrica em capacidade plena – o que é suficiente para cobrir 2,5% do consumo de energia total israelita. Quando os três projectos estiverem em funcionamento, Ashalim vai-se tornar na quinta maior estação de energia solar do mundo.
“O governo deu-nos uma estrutura muito boa”, revelou o CEO da BrightSource, Israel Kroizer disse. “A forma como executaremos este projecto é como sendo a jóia da coroa de todos os nossos projectos.”













Quase 60% da electricidade consumida em 2013 foi de origem renovável


Meteorologia explica aumento do peso das renováveis no consumo de energia eléctrica.

Portugal bateu recordes em 2013 no que toca à energia renovável: 58,3% da energia eléctrica consumida no ano passado foi produzida por fontes renováveis, o que representa um aumento de 20% em relação ao ano anterior. Esta variação permitiu diminuir a electricidade importada em 2,8 vezes, segundo a Quercus.

A associação ambientalista, que cita os dados mais recentes da produção de electricidade em Portugal Continental publicados pela Redes Energéticas Nacionais (REN), nota que, considerando apenas a produção nacional, a contribuição das renováveis chegou ao “valor recorde” de 61,7% da electricidade consumida.

A diferença entre os valores de 2012 e de 2013 está relacionada com a meteorologia: 2012 foi um ano muito seco, 58% abaixo da média, segundo a Quercus. Em contrapartida, 2013 foi “relativamente húmido”, 17% acima da média. Por isso, a produção de electricidade renovável da grande hídrica, com recurso às barragens, mais do que duplicou no ano passado.

Também o vento soprou mais forte em 2013, levando a um aumento de quase 20% na produção de electricidade a partir desta fonte. “Na fotovoltaica, o aumento da capacidade instalada permitiu um aumento de 25% em relação a 2012, apesar de ainda não ter atingido 1% do consumo, o que revela um enorme potencial de crescimento”, nota a Quercus, num comunicado assinado também pela Associação Portuguesa de Energias Renováveis (Apren).

Nessa nota, Francisco Ferreira, coordenador do grupo de energia e alterações climáticas da Quercus, sublinha que a aposta nas energias renováveis e na eficiência energética “permite a recuperação da economia sem onerar o ambiente”, pelo que defende a continuação da aposta neste sector. “É preciso um investimento na sensibilização e um planeamento adequado do sector energético também em prol de uma desejável política climática exigente", defende.

António Sá da Costa, presidente da direcção da Apren, também citado no comunicado, salienta que, além da diminuição das importações de combustíveis fósseis e de emissão de gases com efeitos de estufa, o reforço do peso das renováveis na electricidade consumida “possibilitou estabilizar o preço deste bem, o que também é positivo para ajudar Portugal a sair da crise”.

Segundo as duas associações, a aposta nas renováveis permitiu poupar cerca de 850 milhões de euros em 2013: 806 milhões de euros na importação de combustíveis fósseis (gás natural e carvão) e 40 milhões de euros em licenças de emissão de dióxido de carbono (CO2).

Entre 2012 e 2013 verificou-se uma redução nas emissões de CO2 na ordem das 2,3 milhões de toneladas, refere a nota. Deste total, um milhão de toneladas deve-se à redução do recurso às centrais a carvão.

Este aumento do peso das renováveis no consumo de energia tem, porém, outro lado menos positivo para os consumidores, que este ano vêem aumentar as tarifas eléctricas em 2,8% (ou em 1% para os consumidores com tarifa social). Isto porque a produção de electricidade de origem renovável em regime especial (toda a renovável à excepção das grandes barragens) - que tem prioridade na entrada na rede - aumentou mais do que o previsto (chegou aos 32% em Portugal Continental, mais 5% do que em 2012), fazendo disparar os custos com as energias eólica e hídrica, co-geração e gás natural em 2013, e contribuindo para um aumento do défice tarifário, que deverá chegar aos 4,4 mil milhões de euros no final de 2014, segundo os cálculos da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos. Por:  /P/ 14/01/2014 



Alqueva é uma das grandes barragens que nesta altura do ano mais contribuem para a produção de energia elétrica
EDP

Barragens bateram recorde histórico na produção de eletricidade

A produção de eletricidade a partir das barragens bateu um recorde histórico no passado dia 16 de fevereiro, tendo assegurado 66% do total do consumo nesse dia a nível nacional.
Desde o início do ano que se têm vindo a quebrar recordes na produção de energia elétrica a partir de fontes renováveis em Portugal, segundo a REN - Redes Energéticas Nacionais.
No mês de janeiro, 91% da eletricidade consumida veio de fontes renováveis (nomeadamente eólicas, barragens, fotovoltaica e biomassa), mas foi já a 16 de fevereiro que se bateu o segundo recorde histórico, com 66% do consumo a ser garantido apenas pela produção hidroelétrica, ou seja, a partir das grandes barragens existentes em Portugal continental. No total, com a água acumulada nas grandes albufeiras, naquele dia de fevereiro foram produzidos 99,9 gigawatts (GW), o que compara com 42,8 GW produzidos no mesmo dia do ano anterior.
Os dados avançados ao Expresso pela REN indicam ainda que às 18h45 da passada sexta-feira, 21 de fevereiro, as grandes centrais hídricas registaram um novo máximo histórico atingindo uma potência de 4.885 megawatts (MW), superior em valor ao registado a 16 do mesmo mês (4.606 MW).
A REN sublinha que, entre 1 de janeiro e 23 de fevereiro as grandes hídricas abasteceram 39% do consumo, a que se adicionam ainda 4% das mini-hidricas. O consumo restante foi assegurado pelas eólicas com 33%, biomassa 5% e térmicas não renováveis com apenas 18%. Por:
Vítor Andrade / Expresso 25/02/ 2014





A dependência energética que o País tem do exterior fixou-se em 71,5% no ano passado, valor que compara com os 79,4% do ano anterior, reflectindo um maior peso das renováveis na produção de electricidade.
A dependência energética que Portugal tem do exterior atingiu em 2013 a marca de 71,5%, que é, segundo os registos da Direcção-Geral de Energia e Geologia (DGEG), o valor mais baixo desde pelo menos 1995. 
O valor alcançado no ano passado compara com uma dependência energética de 79,4% em 2012 e a descida em 2013 "deveu-se sobretudo à redução do consumo de carvão e gás natural na produção de energia eléctrica, uma vez que a produção doméstica subiu 21%", explica a DGEG.

A subida da produção de electricidade a partir de fontes endógenas em 2013 assentou essencialmente num maior peso da energia eólica e hídrica, elevando a exposição do sistema eléctrico português às energias renováveis.

Portugal já tinha conseguido em 2010 um nível historicamente baixo de dependência energética do exterior, com este indicador a fixar-se em 76,1%, mas em 2011 e 2012 o valor voltou a subir, ultrapassando os 79%.

Os dados compilados pela DGEG, com informação que recua até 1995,  mostram que desde este ano e até 2009 Portugal sempre teve uma dependência energética do exterior acima dos 80%, com um pico de 88,8% em 2005. A partir desse ano a maior aposta do País em energias renováveis contribuiu para baixar progressivamente a dependência energética.

A ainda elevada dependência do exterior que Portugal apresenta reflecte a predominância do petróleo no consumo do País, quer ao nível da energia primária (43,5%), quer ao nível da energia final (52,2%).

No que respeita à energia primária, além do petróleo assumem pesos relevantes o gás natural (17,2%), a biomassa (13,3%), o carvão (12,3%) e a energia eléctrica (12,1%). Analisando os resultados da energia utilizada pelos consumidores finais, o petróleo pesa 52,2%, a electricidade 28,2%, o gás natural 10,5% e a biomassa 6,6%.
30 Junho 2014, 11:47 por Miguel Prado | miguelprado@negocios.pt




Como se sabe, o petróleo que os magnatas dos mercados americanos tanto exploraram para ganhar mais dinheiro subitamente começou a valer menos. Diremos mesmo muito menos. Tem isso que ver talvez com o aumento da...
DN.PT|DE CONTROLINVESTE



esqueçam a culpa é do José Sócrates esse despesista!!!
Eram 7h15, quando Portugal enviou para fora do país 2603 megawatts, com a eletricidade verde a liderar.
EXPRESSO.SAPO.PT|DE EXPRESSO - IMPRESA PUBLISHING S.A.

Ciência A Partícula de Deus

EXPLICANDO um POUCO a “PARTÍCULA de DEUS”

Penso que muitos dos meus leitores lembrarão o célebre Atlas, que era um dos titãs da mitologia grega, e que foi condenado para sempre a sustentar os céus sobre os ombros. Neste contexto, “Atlas” é um dos quatro gigantescos detectores que fazem parte do maior acelerador de partículas do mundo, o LHC, que está em fase adiantada de comprovar algo que admirará a humanidade. A “LHC” é uma sigla para "Large Hadron Collider", ou gigantesco colisor de prótons. Parece difícil exagerar as grandezas desse laboratório que foi construído a cem metros de profundidade, na fronteira entre a França e a Suíça. A estrutura completa tem a forma de um anel, construída ao longo de um túnel com vinte e sete quilómetros de circunferência.

Apesar de já ter publicado aqui um texto sobre o assunto há algum tempo atrás, relembro que as partículas são aceleradas por campos magnéticos ao longo dessa órbita de 27 Km, até atingir altíssimos níveis de energia. Mais especificamente, 7 trilhões de volts. Em quatro pontos do anel, sob temperaturas apenas levemente superiores ao zero absoluto, as partículas chocam-se, produzindo uma chuva de outras partículas, recriando um ambiente muito parecido com as condições existentes instantes depois do “Big Bang”. Nesses quatro pontos estão localizados quatro detectores. O Atlas, assim como o segundo detector, o CMS ("Compact Muon Detector"), é um detector genérico, capaz de detectar qualquer tipo de partícula, inclusive, partículas ainda desconhecidas ou não previstas pela teoria. Já o LHCb e o ALICE são detectores "dedicados", construídos para o estudo de fenómenos físicos específicos.

O que é o “Bóson de Higgs”?

Quando os prótons se chocam no centro dos detectores as partículas geradas espalham-se em todas as direções. Para capturá-las, o Atlas e o CMS possuem inúmeras camadas de sensores superpostas, que deverão verificar as propriedades dessas partículas, e medir as suas energias e ainda descobrir a rota que elas seguem. O maior interesse dos cientistas é descobrir o Bóson de Higgs, a única peça que falta para montar o quebra-cabeças que explicaria a "materialidade" do nosso universo. Por muito tempo, acreditou-se que os átomos fossem a unidade indivisível da matéria. Depois, os cientistas descobriram que o próprio átomo era o resultado da interação de partículas ainda mais fundamentais. E eles foram descobrindo essas partículas uma a uma. Entre quarks e léptons, férmions e bósons, são dezasseis partículas fundamentais: doze partículas de matéria e quatro partículas portadoras de força.

A “Partícula de Deus”

O problema é que, quando consideradas individualmente, nenhuma dessas partículas aparentemente tem massa, ou seja, depois de todos os avanços científicos, ainda não tinha sido possível saber o que dá "materialidade" ao nosso mundo. O Modelo Padrão, a teoria básica da Física que explica a interação de todas as partículas subatómicas, coloca todas a esperança no “Bóson de Higgs”, isto é, a partícula fundamental que explica como a massa expressa-se nesse mar de energias. É por isso, que os cientistas a chamam de "Partícula de Deus".

Fácil de entender, o Modelo Padrão tem um enorme poder explicativo. Toda a nossa ciência e a nossa tecnologia foram criadas a partir dele. Mas, os cientistas sabem das suas deficiências. Essa teoria cobre apenas o que chamamos de "matéria ordinária", essa matéria da qual somos feitos e que pode ser detectada pelos nossos sentidos. Mas, se essa teoria não explica porque temos massa, fica claro que, o Modelo Padrão, consegue dar boas respostas sobre como "a coisa funciona", mas ainda cala-se quando a pergunta é "o que é a coisa". O Modelo Padrão, também, não explica a gravidade. E não pretende dar conta dos restantes 95% do nosso universo, presumivelmente preenchidos por outras duas "coisas" que não sabemos o que são: a energia escura e a matéria escura.

Focando tudo o que foi dito, é por isso que coloca-se tanta fé na “Partícula de Deus”, pois pode explicar a massa de todas as demais partículas. O próprio “Bóson de Higgs” é algo como um campo de energia uniforme. Ao contrário da gravidade, que é mais forte onde há mais massa, esse campo energético de Higgs é constante. Desta forma, ele pode ser a fonte não apenas da massa da matéria ordinária, mas a fonte da própria energia escura.


Em suma, a análise de traços de uma partícula elementar da física descoberta no Grande Colisor de Hádrons (LHC), no segundo semestre do ano passado, "indica fortemente" que é o tão esperado “Bóson de Higgs”, a “Partícula de Deus”, informou na quinta-feira passada o Centro Europeu de Pesquisa Nuclear (Cern, na sigla em francês). Essa partícula ajudará os cientistas a explicar a origem do universo. Assim, deparamo-nos com um mundo todo novo, que exigirá novas teorias, novos equipamentos e novas descobertas; sobretudo, novas formas de pensar e, por conseguinte, de existir como Seres Humanos! Por:Carlos Amaral



segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Culinária Semi-Frio de Bolacha Oreo


Semi -Frio de Bolacha Oreo ♥

Ingredientes:
- 3 pacotes de bolacha Oreo
- 8 folhas de gelatina incolor
- 500ml de natas frias
- 120g de margarina
- 100g de açúcar
- 200g de queijo mascarpone

Preparação:
Colocar o aro sobre um prato.
Separar as bolachas do recheio de 2 pacotes.
Base: ralar as bolachas. Juntar a margarina derretida à bolacha ralada, misturar bem e forrar o prato. Colocar no frigorífico.
Separar as bolachas do recheio do terceiro pacote, reservando apenas uma bolacha com o recheio e algumas bolachas sem recheio para a decoração.
Ralar as restantes bolachas e reservar.
Num recipiente, misturar bem o creme dos 3 pacotes de bolachas, o queijo mascarpone e o açúcar.
Demolhar as folhas de gelatina em água fria por 3 minutos. E a seguir, desfazer a gelatina em 3 colheres de sopa de natas levando ao microondas.
Bater as natas até ficarem bem firmes, e envolvê-las no creme de queijo juntamente com a gelatina.
Juntar metade das bolachas raladas do terceiro pacote e misturar bem. Colocar por cima da base de bolacha.
Decorar com a restante bolacha ralada e levar ao frio durante pelo menos 3 a 4 horas.
Desenformar e decorar com as bolachas reservadas.
Por Vitória Ramos


Anedota A esposa irritante

A esposa irritante

Um agricultor tinha uma esposa que o incomodava sem piedade.Da manhã à noite, ela estava sempre a reclamar com alguma coisa.
O único momento de alívio era quando ele arava a terra com a ajuda da sua velha mula.

Um certo dia, quando ele estava arando, a sua esposa trouxe-lhe o almoço.

Ele levou a velha mula para a sombra, sentou-se junto a uma árvore e começou a comer.

Imediatamente a sua esposa começou a importuná-lo novamente. Reclamar, reclamar, criticar e não parava.

De repente, a velha mula deu um coice na mulher acertando-lhe na nuca.

Foi Morte instantânea!!

No outro dia, durante o funeral, o padre notou algo bastante estranho.

Sempre que uma mulher enlutada se aproximava do velho fazendeiro, ele ouvia-a nesses momentos e em seguida, acenava com a cabeça concordando; 
Mas quando os homens se aproximavam dele, ele ouvia-os e em seguida, abanava a cabeça negativamente.

Isto ocorreu por diversas vezes até que o padre indignado decidiu perguntar ao velho fazendeiro sobre o tal acontecimento.

Assim, após o funeral, o Padre perguntou-lhe:

- Porque  razão você acenou sempre com a cabeça e concordou com todas as mulheres, mas sempre negou com a cabeça e discordou de todos os homens ?
O velho fazendeiro explicou ao Padre:

- Bem, as mulheres vinham e diziam algo de bom sobre a minha falecida esposa, então eu acenava com a cabeça concordando.



         

domingo, 6 de outubro de 2013

Assessor de Passos Omite BPN

                                            
                                              
Assessor de Passos omite no currículo uma década de trabalho no BPN

João Montenegro diz ao PÚBLICO que optou por referir as funções de ex-bancário e não a instituição em causa. Mas é a terceira omissão do género nas notas biográficas oficiais.
É o terceiro caso em que os currículos divulgados pelo Governo de membros do actual Executivo ou dos seus gabinetes omitem as ligações ao BPN/SLN. João Montenegro, assessor do primeiro-ministro, foi requisitado ao BPN — onde trabalhou 12 anos —, mas a passagem pelo grupo então liderado por José Oliveira e Costa, na qualidade administrativo/comercial, não consta da sua nota biográfica oficial.

“Não foi uma questão de omissão, pois a opção foi por colocar as funções que desempenhei na minha vida profissional, como ex-bancário, e não a instituição em causa”, explicou ao PÚBLICO João Montenegro. O assessor de Passos Coelho esclareceu que já este ano deixou, por sua iniciativa, a Parvalorem (o veículo estatal criado pelo governo para receber os activos tóxicos do BPN) e para onde transitou quando o BPN foi vendido ao BIC Portugal.

No Diário da República de 10 de Setembro deste ano, que formaliza a sua promoção de adjunto do primeiro-ministro a assessor, pode ler-se que esteve no sector “bancário como Técnico Administrativo e Gestor de Cliente”, mas não há qualquer referência ao BPN (onde esteve entre 2001 e 2013).

Já a sua curta passagem pelo grupo Amorim, onde trabalhou “entre 1998 e 2001” como “Gestor Comercial” é mencionada. Sobre a decisão de incluir no seu currículo oficial a Accor-Amorim e não o BPN, Montenegro (que não é familiar de Luís Montenegro) explicou: “Como o grupo Amorim tinha uma vertente de produção e de turismo, achei por bem fazer a descrição da Accor-Amorim”.

No Diário da República constam os cargos políticos desempenhados no PSD, onde foi entre 2010 e 2011 assessor do Grupo Parlamentar, “tendo colaborado directamente” com Passos Coelho, com quem foi para São Bento quando este ganhou as eleições em Julho de 2011. A sua  promoção a assessor implicou um aumento da remuneração de 3287 euros para 3653 euros. No mesmo despacho do governo, Montenegro é citado como um “técnico-especialista” no “âmbito das respectivas habilitações e qualificações”, embora com “o estatuto remuneratório” de assessor.

Não é a primeira vez que o Governo “apaga” do currículo dos seus colaboradores as alusões ao BPN/SLN. Os casos mais mediáticos foram os de Franquelim Alves, administrador da SLN em 2009, e que foi ex-secretário de Estado de Economia. Na altura, Franquelim Alves, que deixou o governo na última remodelação, explicou que dos dados que então enviou ao governo constava a sua passagem pela SLN (dona do BPN), “como não podia deixar de o fazer porque era público”. O ex-governante garantiu na altura desconhecer a razão que levou o Governo a apagar do seu currículo enviado à comunicação social a informação.

Já este Verão, quando Rui Machete, ex-presidente do Conselho Superior do BPN e vice-presidente do Conselho Consultivo do BPP, foi nomeado ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, as menções ao BPN e ao BPP desapareceram também da nota oficial. Já a longa lista de cargos desempenhados por Machete em várias instituições constavam do currículo oficial.

Machete justificou a não inclusão da sua colaboração nos órgãos sociais da SLN e do BPP, ambos alvo de burlas que levaram o Estado a injectar fundos públicos nas duas instituições, como tendo resultado de “lapsos”.

Mas ao contrário de Franquelim Alves (este entrou para a SLN já depois de o BPN ter sido nacionalizado e em articulação com as autoridades) e de Machete, João Montenegro nunca ocupou lugares relevantes no BPN, apenas meramente comerciais. Sobre ele, tal como nos outros dois casos, também não há queixas de ilicitudes.

Natural de Cinfães, Viseu, o assessor de Passos Coelho entrou para o BPN em 2001, para trabalhar em balcões na região norte do país. O ex-secretário-geral da JSD manteve-se no grupo bancário após a intervenção do Estado, em Novembro de 2008. Em 2010 João Montenegro apareceu como assessor do grupo parlamentar do PSD, partido já então presidido por Passos Coelho. Quanfo foi eleito primeiro-ministro, voltou a requisitá-lo ao BPN (então sob gestão da CGD) para ser seu adjunto em São Bento.

Entre 1999 e 2008, o BPN foi alvo de uma mega burla perpetuada pela gestão encabeçada por Oliveira e Costa, o principal arguido do caso BPN, que gerou um “rombo” nas contas do Estado de cerca de 5 mil milhões de euros. Em 2012 o BPN foi vendido ao BIC Portugal por 40 milhões de euros (a esta verba somam-se mais 42 milhões arrecadas com a venda do BPN Brasil e do BPN Cabo Verde ao grupo luso-angolano).  Por: CRISTINA FERREIRA 04/10/2013/P






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Ali Babá e os 40 Ladrões                                O Clan Duarte Lima e o Polvo Laranja







sábado, 5 de outubro de 2013

Fado Coimbra Passarinho da Ribeira


                      

                           


Culinária Bolo de Chocolate com Chantilly e Morangos

Ingredientes para 8 pessoas:

  •  5 ovos
  • 4 colheres sopa de chocolate em pó pantagruel
  • 200 ml água
  • 300g de farinha de trigo com fermento
  • 100 ml de óleo
  • 350g de açúcar
  • 1 colher chá fermento em pó
  • Para o recheio:
  • 100 gr. de chantilly em pó
  • 400 ml leite
  • Morangos
Preparação:

Misture o chocolate em pó com a água e leve ao lume a ferver, assim que ferver retire.
Bata com a batedeira as gemas com o açúcar, junte o óleo e bata mais um pouco.
Acrescente o chocolate quente e misture bem.
Adicione a farinha e fermento pouco a pouco e mexa.
Bata as claras em castelo e junte ao preparado anterior, envolvendo-as, sem bater (com uma colher pau ou rapa-tachos).
Coloque a massa numa forma redonda sem buraco (usei uma de 23cm de diâmetro) previamente untada com margarina e polvilhada com farinha.
Leve a cozer em forno pré-aquecido a 180.ºC cerca de +/-60 minutos, depende do tamanho da forma (se for maior que 23cm, vai demorar menos tempo a cozer, e o bolo ficará mais baixo).
Verifique com um palito se está cozido.
Depois do bolo cozido, deixe arrefecer um pouco e desenforme.
Quando o bolo estiver frio prepare o chantilly, juntando ao pó o leite e bata com a batedeira durante cerca de 3 minutos.
Lave os morangos e enxugue-os com papel absorvente.
Fatie-os a gosto para decorar o bolo e para colocar no recheio também.
Parta o bolo em duas metades, barre a parte de baixo do bolo com chantilly, espalhe morangos por cima.
Depois é só barrar o bolo com o chantilly, e decorar a gosto com os morangos.
Levar ao frigorífico, pelo menos 2 horas.
Por:http://carmoscookings.blogspot.pt/2013/08/bolo-de-chocolate-com-chantilly-e.html