quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Miguel S. Tavares A Tempestade Perfeita

                                  
                                     

                                      

                      

Sousa Tavares"Desgraçadamente abateu-se sobre nós uma tempestade perfeita"

O escritor e comentador político Miguel Sousa Tavares escreve hoje, na coluna de opinião que assina no semanário Expresso, que “havia sim outro caminho” mas “desgraçadamente, o que se abateu sobre nós foi uma tempestade perfeita”. E que tempestade é essa? “Passos Coelho no Governo, Seguro na oposição, Cavaco na presidência e Merkel na Europa”, refere o escritor.

"Após nove em cada dez Prémios Nobel de Economia o terem dito, após os estudos do FMI e numerosos outros organismos o terem demonstrado", escreve o escritor Miguel Sousa Tavares, este sábado no semanário Expresso, "o PSD parece começar, enfim, a vislumbrar a desgraça do caminho que a troika nos impôs e a que o cavaleiro andante Passos Coelho tão alegremente se entregou.”
Acontece que “ele, porém”, o primeiro-ministro e líder do PSD, “ainda não”. E porquê? “Por ignorância e maus conselhos,”, conclui.
Na opinião do escritor e comentador político, Passos Coelho “prefere acreditar nos que lhe garantem que tudo o que de mau está a acontecer ainda é culpa de José Sócrates, e mesmo quando alguém lhe tenta explicar racionalmente que só para pagar o serviço da dívida (…) era preciso que o PIB crescesse 4% ao ano, (…), ele [o primeiro-ministro] encolhe os ombros e repete frases feitas”.
Frases essas, sublinha Sousa Tavares, “que aprendeu com os nossos génios económicos que lhe fizeram a cabeça, depois de terem aprendido a técnica no Goldman Sachs ou outras escolas do crime.”
“Havia, sim, outro caminho, mas teria sido preciso alguém com dimensão para o escolher e o impor”, considera o escritor, concluindo que “desgraçadamente” o fado que acabou por “se abater sobre nós foi uma tempestade perfeita: Passos Coelho no Governo, Seguro na oposição, Cavaco na presidência e Merkel na Europa”. Por Noticias Ao Minuto



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Anedota O Padre e a Criada


A criada diz para o padre: "Sr. Padre, o nosso vinho da missa acabou de chegar !"
O padre responde: "Maria, não é o nosso vinho da missa pois tu não tens o direito de o beber, tu deves dizer o SEU vinho da missa. Compreendes ?"
No dia seguinte a Maria diz-lhe: "Sr. Padre a sua lenha para a lareira chegou !"
Diz o padre: "Maria tu deves dizer a NOSSA lenha para a lareira, pois ambos nos servimos dela ! Compreendeste desta vez ?"
"Sim" disse a Maria.
"E é tudo por hoje Maria ?"
"Não" responde a criada, "Sr. Padre, tem a SUA braguilha aberta, e o NOSSO pénis está a espreitar".



Qual a diferença entre o panadol e o viagra?
O panadol é paracetamol; o viagra é parapilamole.

Esta é mázinha...

Qual a diferença entre os homens e as mulheres?
Os homens têm sempre a MESMA pila entre as pernas.....



terça-feira, 24 de setembro de 2013

Canção Último Recital de Luís Aguilé

                         



Aplicável a quase todos os presidentes e primeiros ministros de todos os países do mundo.

 Não deixem de escutar. Não tem desperdício. ¿Quem diria que Luís Aguilé escreviria esta canção? A letra e música foi escrita no ano 2007, 2 anos antes da sua morte.
Embora a cantasse em Buenos Aires, creio que *pode servir para muitos países*.
*Por algo, não o velaram*
Não permitiram velar o cadáver de Luis Aguilé na Sede da Sociedade de Autores de España -*SGAE*
Há várias semanas que esta canção de Luis Aguilé circula na net que, apesar de ser conhecida há muito tempo, a sua difusão é negada pelas rádios nacionais.
*O motivo:*
O governo ameaçou as rádios que, se passarem este tema, a publicidade oficial seria reduzida. É por isso que não há difusão deste tema e só circula em cadeias de E-mails e foros on-line.
POR FAVOR, DIVULGUE ENTRE OS SEUS AMIGOS






 

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

O segredo dos privilégios dos políticos já é lei.

                                           



Vais ficar impressionado quando vires os rendimentos, e o aumento dos mesmos, depois de eles passarem pelo governo! O jornalista António Sérgio Azenha...
MUITOFIXE.PT




A CANALHA QUE NOS ROUBA !!!E Depois são todos iguais na votação ????? alguns não votaram mais este escandalo!!!! 
O segredo dos privilégios dos políticos já é lei.
Já tem a forma de Lei n.º 64/2013, de 27 de agosto, o sigilo dos privilégios dos políticos e foi hoje publicado no Diário da República.
Portanto, por protecção da lei agora aprovada pela Assembleia da República, com os votos favoráveis do PSD, CDS/PP e do PS, passaram a ser secretos os privilégios dos políticos.
Vejam
-se, neste caso e segundo esta lei, por exemplo, as chamadas pensões de luxo atribuídas aos ex-políticos (ex-deputados, ex-Presidentes da República, ex-ministros e ex-primeiros-ministros, ex-governadores de Macau, ex-ministros da República das Regiões Autónomas e ex-membros do Conselho de Estado) e os ex-juízes do tribunal constitucional, passaram a ser escondidas do povo português.
A partir de agora e na vigência desta lei, os portugueses e contribuintes ficam a desconhecer quem são e quanto recebem financeiramente do erário público e do orçamento geral de estado os ex-políticos e governantes.
O que é o mesmo que dizer que os políticos e governantes passam a poder decidir secretamente entre eles a atribuição a si mesmos dos benefícios, regalias, subsídios ou outras mordomias, sem que os portugueses, o povo português portanto, ou até mesmo os tribunais, tenham direito a saber o que os políticos fazem com o dinheiro que é de todos nós.
De facto e de lei, passou a haver uma qualidade superior de sujeitos, ao caso os políticos, governantes e juízes do tribunal Constitucional, que estão isentos do escrutínio público, não se encontram mais obrigados a revelar as fontes, as origens e a natureza dos seus rendimentos de proveniência pública, ou seja, que fazem com o dinheiro público o que muito bem entendem e não estão obrigados a prestar contas públicas do que fazem.
Lida esta nova lei tive de socorrer-me do Código Penal, onde fui encontrar semelhantes comportamentos e condutas nos dois artigos 308º e 375º do Código Penal, respetivamente o crime de "Traição á Pátria" por abuso de órgão de soberania e o crime de "Peculato".
Triste república esta em que vivemos, a delinquência já tem proteção de lei ! Por:  Carlos Alberto 


Faz sentido pagar subvenções vitalícias aos ex-políticos que trabalham em empresas privadas? PSD e CDS querem cortar estas pensões aos políticos que estejam a trabalhar no sector privado, tal ...
EXPRESSO.SAPO.PT|DE EXPRESSO - IMPRESA PUBLISHING S.A.


domingo, 22 de setembro de 2013

Televisão Italiana Troika e Portugal

Televisão italiana retrata um Portugal em crise e com fome
20 Setembro 2013, 09:00 por Jornal de Negócios | jng@negocios.pt
Um ano e meio depois a Rai Tre voltou a Portugal. Desta vez, além de um país entristecido, feito de contrastes entre pobres e ricos, a estação de televisão  
 italiana diz ter encontrado um país desiludido, sem esperança e, muitas vezes, sem ter o que comer.
O programa de reportagens “Presa Diretta”, emitido na RAI TRE e apresentado por Riccardo Iacona, quis avaliar a evolução portuguesa desde a última reportagem feita há cerca de um ano e meio, e passados dois anos e meio desde a chegada da troika a Portugal. As reportagens de investigação levadas a cabo por este programa não se coíbem de assumir uma posição ideológica perante os factos relatados.

A matéria reportada pela jornalista Lisa Iotti, depois da visita em Maio deste ano, indicia uma crescente preocupação e alarme entre os portugueses. Desde manifestações dos CTT e dos estivadores, passando pelas filas sem fim dos centros de emprego e da segurança social, até às conversas com figuras conhecidas ou meros anónimos, as imagens transmitidas há poucos dias em Itália transparecem um país depauperado onde a fome vai substituindo paulatinamente a revolta.

programa emitido pela Rai tem uma duração de duas horas, chama-se "basta d'austerity" e descreve a situação que se vive em vários países, incluindo Alemanha, França e algumas zonas de Itália, além de Portugal. 

Na introdução à peça sobre Portugal, o apresentador Riccardo Iacona previne sobre aquilo que se seguirá: “Vamos ver como os nossos irmãos portugueses estão a passar pelo inferno da austeridade”. A surpresa da jornalista ao mostrar os salários entre 400 e 500 euros, publicitados nos escaparates de um centro de emprego na Amadora, é o lado mais positivo da reportagem. 

Apesar de possuir casa própria, as dificuldades de um casal cinquentenário, que vive com 25 euros por semana, justificam a “vergonha de sair à rua”. Será a vergonha de estar desempregado que leva centenas de portugueses por dia ao consulado de Angola. Lisa Iotti conta que as “ex-colónias são o destino de muitos portugueses, onde se contam muitos licenciados”.

Fome
O fundador da AMI, Fernando Nobre, revela que “nos primeiros três meses deste ano tivemos o mesmo número de pessoas, nos nossos centros, que tínhamos tido no primeiro semestre de 2012”. O cenário adensa-se quando Isabel Jonet, presidente do Banco Alimentar, revela que “mais de 10% da população passa fome. Milhares de pessoas, em Portugal, não comem, pelo menos, um dia por semana, porque não têm dinheiro. Muitas crianças só comem uma vez por dia”. Uma idosa diz que almoça nestes centros de apoio e sempre que não consegue guardar os restos para o jantar, espera até ao dia seguinte para voltar a comer. “Estamos muito preocupados porque se continuarmos assim, em poucos meses, não vamos ter capacidade de resposta a todos aqueles que a solicitarem”, lamenta Fernando Nobre.

Privatizações e Troika
O conselheiro de Estado Bagão Félix garante que as privatizações “não resolvem os problemas económicos e ainda enfraquecem a soberania do país”. Um trabalhador dos CTT, filmado durante um protesto, considera que em Portugal se “foram os anéis e os dedos”. “No momento em que, por exemplo, as águas saiam do controlo do Estado em direcção a investidores estrangeiros, o país perde toda a capacidade estratégica para precaver o seu futuro”, explica o antigo ministro das Finanças do Governo de Santana Lopes.

Pedro Santos Guerreiro, director do Negócios, considera que “os elogios da troika à política económica nacional são muitas vezes ouvidos como um insulto em Portugal” e acrescenta que “onde a troika vê a taxa de juro baixar, os portugueses só vêem a pobreza e o desemprego crescer”. O ex-sindicalista Carvalho da Silva observa que a fuga dos jovens portugueses para o estrangeiro irá criar “uma ruptura entre gerações da qual nunca conseguiremos recuperar”. “Portugal foi a cobaia para uma experiência que não funcionou, mas o mais grave é a falta de esperança”, conclui Santos Guerreiro.

Quando o apresentador Riccardo Iacona fala no “liberalismo desenfreado que está por detrás destas políticas”, aproxima-se da ideia defendida por Carvalho da Silva, quando afirma que estamos perante “uma situação extremamente subversiva”.

O antigo Presidente da República, Mário Soares, que também fora entrevistado aquando da reportagem anterior do programa “Presa Diretta”, sublinha “a importância da Europa acabar com esta fixação pela austeridade”. Depois de se classificar como um “europeísta” avisa que “ou a Europa muda de política ou acaba no abismo”. Bagão Félix insiste numa ideia, muitas vezes repetida pela esquerda portuguesa, quando afirma que “a cura está a matar o doente”.

http://www.jornaldenegocios.pt/economia/detalhe/televisao_italiana_retrata_um_portugal_em_crise_e_com_fome.html#.UjwjgqzakXU.facebook



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sábado, 21 de setembro de 2013

Terrorismo de Estado Nicolau Santos

                                       

                              
       

O terrorismo do Estado em todo o esplendor

Nicolau SantosPortugal é hoje um país tolhido pelo medo, desânimo e humilhação. O medo de perder o emprego, descer na escala social, ficar sem rendimentos para manter um mínimo de vida digno. O desânimo dos desempregados, dos empregados que temem o fecho das suas empresas, dos que se vão convencendo de que esta situação se vai manter por muitos anos, dos que já perceberam que os últimos anos da sua vida serão sempre a piorar. A humilhação dos reformados, que têm sido perseguidos, vilipendiados, acusados, responsabilizados pela crise das finanças públicas e do desemprego entre os jovens. E humilhação também dos funcionários públicos, que o poder político acusa de benefícios exclusivos, de ganharem mais que os trabalhadores do sector privado, de falta de produtividade e de outras malfeitorias.
Este desprezo por reformados e funcionários públicos atingiu o auge nos últimos dias, com a encenação que Pedro Passos Coelho e Paulo Portas fizeram, o primeiro ao anunciar a 3 de Maio uma taxa sobre as pensões e o segundo a afirmar, a 5 de Maio, que esta era a fronteira que não podia deixar passar. Ninguém acredita que Portas não tenha tido conhecimento desta medida que o primeiro-ministro iria anunciar. E portanto é lamentável que tivesse vindo a lume, já que se for avante, depois do que Portas disse, só pode significar o fim da coligação, a queda do Governo e eleições antecipadas. Por isso ninguém acredita igualmente que Passos não soubesse que o ministro de Estado iria dizer isso ao país. O objetivo foi outro. Mais uma vez, o que se fez foi lançar o pânico sobre os reformados, para que aceitem medidas que cortam de novo os seus rendimentos (rendimentos a que têm direito, porque descontaram para eles, com base num contrato que estabeleceram com o Estado), mesmo que não venha a ser esta que será aplicada.
O mesmo acontece na forma como o Governo está a atuar em relação aos funcionários públicos. Sob a capa de rescisões por mútuo acordo, a proposta do Governo permite aos dirigentes pressionarem os trabalhadores a optar por esse caminho, sob pena de serem colocados na mobilidade especial. Nessa
situação receberão dois terços de remuneração nos primeiros seis meses, 50% nos seis meses seguintes e nos últimos seis meses apenas 33,4%. No final dos 18 meses, se não for recolocado na administração
pública, passa a uma licença sem vencimento ou pode cessar o contrato de trabalho, com direito a rescisão, mas menor do que se o fizer por mútuo acordo. A cereja em cima do bolo é que os funcionários que cessem o seu contrato com a administração pública não terão direito a subsídio de desemprego. Se isto não é apontar uma pistola à cabeça de uma pessoa e pedir-lhe para sair do Estado, então não sei o que é.
Ou melhor, sei muito bem. A isto chama-se terrorismo do Estado e está a ser praticado impiedosamente por este Governo conta reformados e trabalhadores da função pública, mas também contra os contribuintes e os cidadãos em geral. O objetivo é claro: reduzir o Estado a uma função meramente assistencialista e Portugal a um país com salários do Terceiro Mundo, sem nenhuns centros de decisão em mãos nacionais e que agradecerá humildemente às grandes multinacionais que se instalem cá para aproveitar os baixos custos da mão de obra nacional. O Governo declarou guerra sem tréguas aos portugueses. Há-de chegar a altura de os portugueses o varrerem para o caixote de lixo da História.  Por: Nicolau Santos


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Ferreira Leite Tribunal Governo                               Ferreira Leite arrasa Vítor Gaspar


                        

Retrato feito por um perigoso esquerdista!

Pacheco Pereira traça o retrato dos que (des)desgovernam Portugal e seus seguidores, bem como a degradação em que deixarão o país!
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