sábado, 6 de julho de 2013

Portugal tem Reservas de Energia shale gás

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PORTUGAL TEM RESERVAS DE ENERGIA 


QUE PODEM RESOLVER A SUA DEPENDÊNCIA DO PETRÓLEO

Os avanços tecnológicos permitiram ultrapassar uma série de barreiras que impediam a extração de um tipo de gás, não convencional, cuja formação ocorre em argilas betuminosas.

O shale gás encontra-se a grandes profundidades, entre os seiscentos e os três mil metros. As formações deste gás prolongam-se por vários quilómetros de extensão e a única forma de acompanhar essas camadas de subsolo é através da perfuração horizontal, uma técnica que é complementada pela fraturação hidráulica que consiste na "estimulação do reservatório através da injeção de água a grande pressão, químicos e areia para criar porosidade e impermeabilidade artificialmente", explica Diogo Rosa do Laboratório Nacional de Energia e Geologia.

Presente no Bombarral, Cadaval e Alenquer

Os Estados Unidos da América são o maior produtor mundial de shale gás. As estimativas indicam que as reservas deste gás na América do Norte têm capacidade para abastecer os EUA nos próximos 45 anos.Os olhos viram-se agora para Europa e Portugal faz parte da lista de países com formação de shale gás. De acordo com os estudos realizados em território nacional, "a formação da Brenha será a formação com mais interesse para o shale gás, portanto, esta formação está presente nos conselhos de Bombarral, Cadaval, Alenquer, logo, aí será o local onde poderá haver mais potencial", acrescenta Diogo Rosa.

Vantagens da exploração de shale gás

Em termos de consumo o shale gás é um recurso mais barato e menos poluente, ainda assim, para os especialistas a exploração deste gás levanta questões quanto às consequências para o meio ambiente, nomeadamente para contaminação das reservas de água potável existentes nos lençóis freáticos.

Na Europa este mercado está a crescer e para além de Portugal há registo de potenciais reservas na Eslováquia, Ucrânia e França. A Polónia e a Alemanha já iniciaram alguns projetos de exploração.

Veja o video: http://www.youtube.com/watch?v=P9xnsv1nJxk

jornalportuguesgratuito.com.pt


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E o engraçado é que dizem que a Dª.Isabel dos Santos já comprou uma quinta encostada a esses terrenos.
PORTUGALGLORIOSO.BLOGSPOT.COM

Temos Gás Natural e ninguém diz nada...!?

Chegou-me via e-mail o seguinte:
"Num altinho de Cabeça Gorda (acho que se chama assim), que fica entre Runa e Matacães a 3Km de Torres Vedras, por volta de 1974 , esteve a ser queimado durante mais de 2 meses gás natural. Ao fim de dois meses os técnicos mandaram selar o poço . Na sequência disto, o Sr.Armindo ,presidente da Junta de Freguesia de Matacães, suicidou-se. Um dos técnicos que esteve na análise deste poço já me confirmou que o gás lá encontrado dava para o nosso país pelo menos para mais de 2OO anos.

O pai do Sr. Herman José foi um dos técnicos alemães que por lá andou. É pena já ter falecido para poder ele confirmar a história. Talvez o nosso humorista que tem boa memória consiga confirmá-la se é que alguma vez o pai lhe falou nisso. Talvez porque na altura da descoberta há quem diga que a Sacor é que mandou selar ( Sacor depois GALP )
MAS.....o que mais me admira é ter aparecido há meia dúzia de meses um(a) advogado(a) da Dª Isabel dos Santos com interesse em comprar uns bocadinhos de terreno mesmo encostadinhos à dita serra que pertenciam ainda à minha bisavó . E o engraçado é que dizem que a Dª Isabel já comprou uma quinta encostada a esses terrenos . Que coincidência..ou há coisas que andam de dia e não se vêem."

Naturalmente, fui procurar alguma veracidade deste caso e encontrei, entre várias informações, o seguinte: Instituto Superior Técnico Caracterização de Formações da Bacia Lusitaniana (zona emersa) para a produção de gás natural (não convencional) - Clicar no
RELATÓRIO 

Em resumo: 8. CONCLUSÕESConcluiu-se, em primeiro lugar, que o gás natural, a par do petróleo, é uma importante fonte de energia. É um recurso abundante, mais limpo que os demais combustíveis fósseis e é bastante competitivo no mercado energético. A prospecção e produção deste recurso no nosso país constitui uma enorme mais valia económica, tecnológica e social. Este facto materializa-se na redução da dependência energética do exterior, criação de mais-valias para o estado (contratos de concessões, royalties, entre outros), criação de emprego, introdução de valências industriais e o incentivo à formação de quadros qualificados para desempenhar as tarefas necessárias às operações deprospecção e produção.

Concluiu-se também que, para além de prospecção de gás natural convencional, fará sentido, na zona emersa da bacia Lusitaniana, realizar trabalhos mais aprofundados de prospecção deshale gas e tight gas. À partida, quando se apresentam evidências de um recurso convencional, como é claro nos poços estudados, aplicando a teoria do triângulo de recursos, sabe-se que existem também em muito maiores quantidades recursos não convencionais mas mais difíceis de produzir. No caso específico do shale e tight gas, sabe-se que as litologias dos reservatórios mais conhecidos internacionalmente são litologias que não são estranhas à bacia Lusitaniana. Este facto é saliente quando se compara com a bibliografia, resumidamente na Tabela 13.


Todas as litologias descritas da Bacia, nas formações estudadas (Brenha e Candeeiros), enquadram-se perfeitamente no triângulo onde se “balizam os reservatórios de shale e, por conseguinte, não é possível ignorar a possibilidade de existência de reservatórios com tais características. Em relação aos mapas criados, existe uma conclusão que se destaca, após ser realizada a normalização dos volumes de vazios pela área: A zona 2, situada no concelho de Alenquer, é a zona com maior índice de vazios por área, o que significa que, quando interceptada por um poço vertical, é a zona que terá um maior índice de vazios exposto ao referido poço e, como tal, será provavelmente a área mais interessante a prospectar, sob este ponto de vista.

Embora o volume de vazios seja um bom indicador da qualidade do reservatório existem inúmeros outros parâmetros a ser considerados, mas para os quais não dispomos de informação, como por exemplo o factor de expansão do gás, pressão, temperatura, entre outros.
A produção de um qualquer bem está sujeita à lei da oferta e da procura. O caso do gás não é diferente. As flutuações de preço, quer pela conjuntura internacional quer do ponto de vista da sazonalidade, são factores que afectam a produção ao ponto de a poderem tornar não rentável. Este facto só é passível de ser contornado com uma capacidade de armazenamento para posterior venda, quando o mercado se tornar mais favorável. A produção de gás na bacia Lusitaniana tem como ponto forte a possibilidade de comportar tal armazenamento. Este armazenamento pode ser realizado em diapiros salinos que estão amplamente disseminados pela bacia Lusitaniana, oferecendo uma maior estabilidade à eventual produção.
Finalmente, sugere-se um estudo mais aprofundado às potenciais rochas-mãe existentes na bacia Lusitaniana, pois nelas jaz o potencial de poderem ser simultaneamente rochas reservatório de shale gas e shale oil.
Também encontrei esta situação que poderá ser um grande entrave para a exploração directa do nosso GÁS. Clique: AQUI

Perguntar não ofende: Será que os interesses comerciais da REN, são superiores ao INTERESSE NACIONAL?
Israel vai construir a maior estação de energia solar no deserto do Negev

Israel vai construir a maior estação de energia solar no deserto do Negev

Israel goza de um sol abundante e tem sido, por isso, pioneiro na energia solar. Com a construção de uma estação de energia solar de 121 megawatts, a partir do início de 2014, o país dará um grande passo para alcançar a sua meta de produção de 10% da sua energia por via de fontes renováveis ​​até 2020.
A central de Ashalim ficará localizada no deserto de Negev e, quando concluída em 2016, será a maior estação de energia solar de Israel, com capacidade suficiente para abastecer 40 mil habitações. A infra-estrutura está a ser desenvolvida pela Megalim Solar Power – uma parceria entre a empresa de energia solar norte-americana BrightSource Energy e a empresa de energia e transportes francesa Alstom.
A BrightSource teve originalmente início em Israel como uma empresa chamada Luz, pelo que o projecto de Ashalim será como um regresso a casa. Para além deste projecto inovador no valor de €799 milhões (R$ 2,4 mil milhões), a BrightSource está ainda a desenvolver a maior central solar térmica do mundo – uma quinta solar de 377 megawatts no deserto de Mojave, na Califórnia, chamada Ivanpah.
A central da Megalim é um dos três projectos a serem implementados em Ashalim e vai gerar 250 MW de energia eléctrica em capacidade plena – o que é suficiente para cobrir 2,5% do consumo de energia total israelita. Quando os três projectos estiverem em funcionamento, Ashalim vai-se tornar na quinta maior estação de energia solar do mundo.
“O governo deu-nos uma estrutura muito boa”, revelou o CEO da BrightSource, Israel Kroizer disse. “A forma como executaremos este projecto é como sendo a jóia da coroa de todos os nossos projectos.”





O impacto mundial do gás de xisto dos EUA 26 Dezembro 2013, 14:00 por Daniel Yergin

A maior inovação na energia neste século, até agora, tem sido o desenvolvimento do gás de xisto e o recurso associado conhecido como "xisto betuminoso". A energia de
xisto situa-se no topo não apenas pela sua abundância nos Estados Unidos, mas também devido ao seu impacto mundial profundo – como os acontecimentos em 2014 continuarão a demonstrar. 
O gás de xisto e o xisto betuminoso nos Estados Unidos estão já a transformar os mercados de energia mundiais e a reduzir quer a competitividade da Europa em comparação com os Estados Unidos quer a competitividade da indústria da China no geral. Trazem também mudanças na política mundial. De facto, como a energia de xisto pode mudar o papel dos Estados Unidos no Médio Oriente está a tornar-se um tema quente em Washington e mesmo no Médio Oriente. Esta "revolução não-convencional" no petróleo e no gás não chegou rapidamente. A fracturação hidráulica – conhecida como "fracking" – surgiu por volta de 1947, e os esforços iniciais para adaptá-la a xisto denso começou no Texas no início da década de 80. Mas, não foi até ao final dos anos 90 e início da década de 2000 que o tipo específico de fracturação para o xisto, combinado com a perfuração horizontal, foi aperfeiçoada. E não foi até 2008 que o seu impacto na oferta de energia dos Estados Unidos se tornou notável. Desde então, a indústria desenvolveu-se depressa, com o gás de xisto a representar actualmente 44% da produção total de gás natural dos Estados Unidos. Tendo em conta a oferta abundante, os preços do gás nos Estados Unidos têm descido para um terço daqueles que se verificam na Europa, enquanto a Ásia paga cinco vezes mais. O xisto betuminoso, produzido com a mesma tecnologia do gás de xisto, está a impulsionar a produção de petróleo dos Estados Unidos também, crescendo 56% desde 2008 – um aumento que, em termos absolutos, é superior à produção total de oito dos doze países da OPEP. De facto, a Agência Internacional de Energia prevê que, nos próximos anos, os Estados Unidos ultrapassem a Arábia Saudita e a Rússia e se tornem o maior produtor de petróleo do mundo. Há cinco anos, esperava-se que os Estados Unidos importassem maiores volumes de gás natural liquefeito (GNL) para compensar um défice previsto na
produção interna. Agora, os Estados Unidos não importam qualquer GNL – poupando assim 100 mil milhões de dólares dessa factura anual de importação. Aos preços actuais, o aumento da produção nos Estados Unidos tem reduzido mais 100 mil milhões de euros dessa factura. Além disso, a revolução não convencional suporta cerca de dois milhões de empregos. O impacto mundial tem sido enorme. Muita da nova capacidade mundial de GNL foi desenvolvida com os Estados Unidos em mente. Agora, com o mercado dos Estados Unidos isolado pelo gás doméstico barato, algum do GNL vai para a Europa, introduzindo concorrência inesperada aos fornecedores tradicionais Rússia e Noruega. Para o Japão, a falta de procura dos Estados Unidos por GNL provou ser afortunada no rescaldo do desastre da central nuclear de Fukushima Daiichi, em 2011. Muito do GNL poderia ir para o Japão para gerar electricidade, substituindo a electricidade perdida pelo encerramento da central nuclear. Muitos outros países estão a reavaliar as suas próprias políticas de energia à luz da revolução não-convencional da energia. A China, vendo a rapidez e a extensão do desenvolvimento do gás de xisto dos Estados Unidos, atribuiu uma elevada prioridade ao desenvolvimento dos seus vastos recursos não-convencionais de gás. Para a China, substituir o carvão pelo gás natural na geração de electricidade é essencial para mitigar o descontentamento público e os problemas de saúde decorrentes da carga pesada da poluição urbana do ar. O aumento da energia de xisto dos Estados Unidos está também a ter um impacto económico mundial extenso: o gás de xisto americano está a mudar o equilíbrio da competitividade na economia mundial, dando aos Estados Unidos uma vantagem inesperada. De facto, o gás natural barato está a alimentar um renascimento industrial dos Estados Unidos, com as empresas a construírem novas fábricas e a expandirem as instalações existentes. Em toda a Europa, os líderes industriais estão cada vez mais alarmados com a perda de competitividade das empresas para as fábricas que utilizam gás natural de baixo custo e da consequente mudança de fabricação da Europa para os Estados Unidos. Isto é
particularmente preocupante na Alemanha, que depende das exportações para a metade do seu produto interno bruto e onde os custos da energia permanecem numa trajectória teimosamente ascendente. Estes custos elevados significam que a indústria alemã vai perder a sua quota de mercado mundial. Quaisquer que sejam as suas metas para mudar o seu mix de energia, os países da União Europeia, que já sofrem de elevado desemprego, serão forçados a reconsiderarem as estratégias de energia de elevados custos ou a enfrentarem o enfraquecimento da competitividade e a perda de empregos. O impacto geopolítico já é evidente. Por exemplo, o Irão tem agora seriamente em cima da mesa as negociações nucleares, que poderiam bem não ter acontecido se não fosse o xisto betuminoso. Quando as sanções rígidas foram impostas às exportações de petróleo iranianas, muitos temeram que os preços do petróleo disparassem, e que as sanções acabassem por falhar, devido à oferta alternativa insuficiente. Mas o aumento da produção de petróleo dos Estados Unidos nos últimos dois anos, mais do que compensou a produção em falta do Irão, permitindo que as sanções (impulsionadas por medidas financeiras paralelas) funcionassem, levando o Irão a negociar de forma séria, o que não estava disposto a fazer há dois anos. Nas capitais árabes, está a crescer a ansiedade de que um rápido aumento na produção de xisto betuminoso nos Estados Unidos venha a impulsionar a libertação de retalho dos Estados Unidos por parte do Médio Oriente. Mas isto exagerou a forma como as importações directas de petróleo dão forma à política dos Estados Unidos em relação à região. Para ser correcto, o aumento da produção dos Estados Unidos, combinado com uma maior
eficiência de combustível automóvel, vai continuar a reduzir as importações de
petróleo dos Estados Unidos. E, enquanto os Estados Unidos continuar a importar petróleo nos próximos anos, muito disso virá do Canadá (não obstante o debate sobre o oleoduto de Keystone XL). Mas, o facto é que a oferta do Médio Oriente se elevou muito no cenário global de petróleo dos Estados Unidos por algum tempo. Afinal, antes mesmo do crescimento do xisto betuminoso, o Golfo Pérsico proporcionou apenas cerca de 10% da oferta total dos Estados Unidos. Não era directo que as importações de petróleo dos Estados Unidos do Médio Oriente, mas sim a importância do petróleo para a economia e a política mundial, que ajudou a definir os interesses estratégicos dos Estados Unidos. O Médio Oriente vai continuar a ser uma arena de grande importância geopolítica e o seu petróleo será essencial para o funcionamento da economia mundial. Isso implica que a região deverá continuar a ser central para o interesse estratégico para os Estados Unidos. No geral, contudo, a revolução de energia de xisto proporciona uma nova fonte de resiliência para os Estados Unidos e melhora a sua posição no mundo. A emergência de gás de xisto e do xisto betuminoso nos Estados Unidos demonstra, mais uma vez, como a inovação pode mudar o equilíbrio da economia mundial e do poder político. Daniel Yergin é vice-presidente do IHS  Direitos de Autor: Project Syndicate, 2013. www.project-syndicate.org Tradução: Raquel Godinho.  Negócios / 
26 Dezembro 2013, por Daniel Yergin é vice-presidente do IHS  Direitos de Autor: Project Syndicate, 2013. www.project-syndicate.org Tradução: Raquel Godinho
Ler mais em: http://www.jornaldenegocios.pt/especiais/outlook_2014/detalhe/o_impacto_mundial_do_gas_de_xisto_dos_EUA.html


sexta-feira, 5 de julho de 2013

Anedota Passos Coelho vai à Bruxa

Passos Coelho vai à bruxa...

A vidente concentra-se, fecha os olhos e diz:
- Vejo o senhor a passar numa avenida, em carro aberto, com o povo a acenar.
Encantado, Passos Coelho, pergunta:
- E a multidão, está feliz?
- Como nunca!
- E o povo, corre atrás do carro?
- Atrás e à volta... Como loucos! A polícia até tem dificuldade em
abrir caminho.
- As pessoas, carregam bandeiras,... dísticos?
- Sim, bandeiras de Portugal e faixas com palavras de esperança.
- A sério?!... E gritam,... cantam?
- Gritam: "Agora sim!!! Agora tudo vai melhorar! "
- E eu,... como é que eu reajo?
- Não dá p'ra ver.
- Não dá para ver?!
- Não! O caixão vai fechado!...




Certo dia, um homem entrou numa loja de antiguidades, e se deparou com uma belíssima estátua de um rato.

Bestificado com a beleza da obra de arte, ele correu ao balcão e perguntou o preço ao vendedor:

- Quanto custa?

- A peça custa 50€ e a história do rato custa 1.000€
- O quê? Você está maluco?

- Vou levar só a obra de arte.
Feliz e contente o homem saiu da loja com sua estátua debaixo do braço.
À medida que ia andando, percebeu mortificado, que inúmeros ratos, saíam das lixeiras e sarjetas na rua, e passaram a segui-lo.
Correndo desesperado, o homem foi até o cais do porto, e atirou a peça com toda a sua força, para o meio do oceano.
Incrédulo, viu toda aquela horda de ratazanas se atirarem atrás e morrerem afogadas.
Ainda sem forças, o homem voltou para o antiquário e o vendedor disse:
- Veio comprar a história, não é?
- Não, eu quero é saber se você tem uma estátua do Passos Coelho.!!!!!!!!!!

Ferreira Leite O Segundo Resgate

                      

"Ferreira Leite "Receio que estejamos muito pior do que pensamos"

"A antiga ministra das Finanças, Manuela Ferreira Leite, teme que a situação do País seja “muito pior do que aquela do que pensamos”, assinalando ainda, na antena da TVI24, que a demissão de Vítor Gaspar, e mesmo de Paulo Portas, poderá estar associada à inevitabilidade de um segundo resgate financeiro, ainda que tal tenha sido omitido.

Tenho receio de que estejamos numa situação muito pior do que aquela que nos é dado saber”. As palavras pertencem à antiga ministra das Finanças, Manuela Ferreira Leite, que, ontem à noite, na antena da TVI24, avançou com a possibilidade de a demissão de Vítor Gaspar, e inclusive a de Paulo Portas, poderão não ser alheias à necessidade encapuzada de um País ter de vir a enfrentar um segundo resgate financeiro.

“Mais do que qualquer outra pessoa, o ministro das Finanças sabe quais são as consequências de uma decisão desta natureza”, começou por sublinhar Ferreira Leite, acrescentando: “Eu gostava por exemplo de saber o que é que o ministro das Finanças pensava sobre a possibilidade ou não de um segundo resgate. Um segundo resgate escondido? Evidentemente que pode estar escondido. Nós acabámos por não conseguir atingir nenhum dos objectivos a que nos tínhamos proposto, pode estar a preparar-se o caminho para se dizer que tudo isto aconteceu devido à ausência do ministro das Finanças”.

Já no que à saída do líder do CDS e ministro demissionário dos Negócios Estrangeiros diz respeito, a ex-governante considera que a mesma suscita “exactamente a mesma
dúvida”, podendo indiciar que Portas “esteja a querer saltar fora num momento em que sabe que estar dentro pode ser bastante desgastante do ponto de vista político”.

Ao mesmo tempo, a também antiga presidente do PSD fez sobressair que não tem dúvida alguma de que “se o Presidente da República vir a coligação desfazer-se, com certeza que toma uma decisão. Não se pode é pedir que o faça em 24 horas”.

Manuela Ferreira Leite partilhou ainda a convicção de que “mesmo que a coligação se recomponha, será uma recomposição um bocadinho formal como aqueles casais que não se divorciam formalmente e vivem sobre o mesmo tecto”, pelo que dificilmente “o Governo chegará ao fim do mandato”. 05 de Julho de 2013 | Por Notícias Ao Minuto



Outros links relacionados:
Ferreira Leite Tribunal Governo                        Ferreira Leite arrasa Vítor Gaspar
Austeridade Nobel da Economia Joseph Stiglitz     Krugman e Layard contra austeridade
Medina Carreira Austeridade 7 Maio                      As medidas de Austeridade deste Governo
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Fantasias orçamentais Jornal de Negócios             Resgate a Portugal Não era necessário




Entrevista a João Cravinho

O socialista João Cravinho foi deputado, eurodeputado, ministro da Indústria, ministro do Planeamento e do Equipamento, e administrador do Banco Europeu para a Reconstrução e o Desenvolvimento.

João Cravinho considera que Portugal nunca terá um segundo resgate, porque isso significaria assumir o falhanço do primeiro. “Quando esta gente se afadiga se chegamos ao cautelar ou não, eles já sabem que esse problema está resolvido”, argumenta.

Nesta entrevista conduzida pela jornalista Maria Flor Pedroso, João Cravinho afirma que Portugal não terá condições nos próximos dez anos para se livrar da influência alemã.
ttp://www.rtp.pt/antena1/?t=Entrevista-a-Joao-Cravinho.rtp&article=7216&visual=11&tm=16&headline=13




















Vítor Gaspar
D.R.
19/03/2014 | 13:32 | Dinheiro Vivo
Vítor Gaspar recordou, num debate entre vários ministros das Finanças onde estava Manuela Ferreira Leite, que o bisavô da ex-ministra recusou um acordo com os credores no final do século XIX, precipitando a bancarrota e o incumprimento do país em 1892.No Fórum das Políticas Públicas, que decorre no ISCTE, em Lisboa, Gaspar, um defensor acérrimo da ortodoxia monetária, que está em trânsito para um lugar de topo no FMI, fez críticas duríssimas ao antepassado de Manuela Ferreira Leite, sentada à sua frente no painel.
José Dias Ferreira, presidente do conselho de ministros na altura da bancarrota de finais do século XIX (de 1892 a 1893), foi, na opinião de Gaspar, quem espoletou o incumprimento soberano do país porque "Dias Ferreira rejeitou o convénio com os credores proposto por Joaquim Pedro Oliveira Martins [o ministro da Fazenda ou das Finanças na altura]". "A resposta de Dias Ferreira foi que não se devia pagar", atirou.
Na sequência de uma grave crise financeira, a bancarrota de Portugal haveria de acontecer em 1892. O governo cairia no ano seguinte.
Ironia da História, o ministro da Fazenda Oliveira Martins, que tanto fascina Gaspar, é o tio-bisavô de Guilherme d'Oliveira Martins, atual presidente do Tribunal de Contas.
Perante o olhar atento de Manuela Ferreira Leite, Vítor Gaspar recuou ainda mais, ao século XVIII, e lembrou que os fundamentos do bom crédito público foram original e "cristalinamente" sistematizados por Alexander Hamilton, o primeiro secretário de Estado do Tesouro dos Estados Unidos.

Nicolau Santos, 'As certezas incertas de 2014' 
[hoje no Expresso/Economia]:
‘O fim do ajustamento é, salvo alguma nova crise política ou algum acontecimento internacional que faça deflagrar as taxas de juro, um dado adquirido. A troika está desejosa de provar ao mundo que a sua receita não resulta apenas em países anglo-saxónicos, como a Irlanda, mas que também obtém resultados em países latinos, tradicionalmente indisciplinados em matéria de finanças públicas. Além de mais, todo o processo de ajustamento foi manchado ou por pressupostos que se revelaram falsos ou incorretos (austeridade expansionista que não funcionou, multiplicadores orçamentais subvalorizados, dívida acima de 90% que reduzia drasticamente o crescimento e não se confirmou), ou por resultados que não eram os previstos (explosão do desemprego, afundamento muito superior da procura interna, recessão mais profunda e mais longa do que o esperado), ou pela demissão do seu maior defensor e garante, o ex-ministro das Finanças, Vítor Gaspar, que deixou como testamento político uma carta de demissão onde reconhecia que o programa tinha falhado os seus objetivos essenciais (cumprimento das metas para o défice e para a dívida) e existiam efeitos "muito graves" ao nível do desemprego e do desemprego jovem.

A troika quer fazer esquecer todos os erros e portanto tudo fará para que no final de junho de 2014 termine o programa de ajustamento para poder anunciar como uma vitória aquilo que manifestamente se tratou de um processo de experimentalismo económico e social que não correu nada bem.
Contudo, há mais um falhanço inscrito no horizonte. Com efeito, ninguém nos disse que após o programa de ajustamento teríamos de embarcar noutro navio, agora designado programa cautelar, sob risco de não conseguirmos flutuar em matéria de financiamento internacional pelos nossos próprios meios quando nos libertarmos do triunvirato troikista.

Incumprimentos da Dívida, só na Europa: 
Alemanha (1932, 1939, 1948)
    Hesse (1814)
    Prussia (1807, 1813)
    Schleswig-Holstein (1850)
    Westphalia (1812)
Áustria-Hungria (1796, 1802, 1805, 1811, 1816, 1868)
Áustria (1938, 1940, 1945)
Bulgária (1932, 1990)
Croácia (1993–1996)
Dinamarca (1813)
Espanha (1557, 1560, 1575, 1596, 1809, 1820, 1831, 1834, 1851, 1867, 1872, 1882, 1936-1939)
França (1812)
Grécia (1826-1842, 1843-1859, 1860-1878, 1894-1897, 1932-1964, 2010)
Hungria (1932, 1941)
Países Baixos (1814)
Polónia (1936, 1940, 1981)
Portugal (1828, 1837, 1841, 1845, 1852, 1890)
Reino Unido (1822, 1834, 1888–89, 1932)
Roménia (1933)
Rússia (1839, 1885, 1918, 1947,1957, 1991, 1998)
Suécia (1812)

Plano Marshall: em 1960, SÓ TINHAM SIDO REEMBOLSADOS cerca de 20% do total de 13.325,8 MILHÕES DE DÓLARES DA ÉPOCA emprestados em 1948, e os 80% RESTANTES FORAM CONSIDERADOS DÁDIVA DO POVO AMERICANO!!!

França: o Franco desvalorizou 60% (!!!) em 26 Dezembro 1945 por causa do acordo de Bretton Woods, em 1948 desvalorizou mais 44,4%, em 1949 mais 22,27%, e em 1958, De Gaule desvaloriza mais 17,5% e cria o "Nouveau Franc". 
Por: Olisipone 











































quinta-feira, 4 de julho de 2013

Culinária Linguine Negro com Camarão e Ervilhas

Linguine Negro com Camarão e Ervilhas


Ingredientes: (1 Pessoa)

  • 6 camarões cozidos
  • 1 dente de alho
  • 1 folha de louro
  • 1 punhado de ervilhas
  • 6 colheres de sopa de natas
  • 1 colher de sopa de polpa de tomate
  • 1 colher de sopa de agua de cozedura da massa
  • azeite qb

Preparação:

Coloque um tacho ao lume com água abundante, temperada de sal grosso e um fio de azeite. Junte ervilhas a gosto (+ ou - um punhado). Assim que levantar fervura, retire as ervilhas e adicione o linguine. Deixe cozinhar por 6 minutos (al dente) e reserve uma colher de sopa de água de cozedura.

Numa frigideira anti-aderente pique um alho e aloure ligeiramente num fio de azeite com a folha de louro. Adicione o camarão cozido descascado (eu abri ao meio).

Junte a polpa de tomate e as natas e deixe ferver. Junte a água de cozedura da massa e as ervilhas e envolva bem com o linguine. Sirva quente.

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Mario Soares demissão Passos e Cavaco

O governo acabou mal mas felizmente sem violência

Há longas semanas que tenho escrito – e falado nas televisões – que o actual governo Passos Coelho estava moribundo. Poucas pessoas me deram crédito,
julgando que tomava os meus desejos pela realidade. Finalmente os meus ditos consumaram-se. Primeiro com a demissão de Vitor Gaspar que escreveu uma carta muito inteligente ao primeiro-ministro que aliás divulgou.

A substitui-lo, Passos Coelho fez ministra das Finanças a sua secretária de Estado, Maria Luís Albuquerque, que mentiu sem vergonha ao parlamento. Foi a pior coisa que fez para indignar Paulo Portas. Uma provocação que lhe foi feita, dado que a já nomeada (depois do governo cair), uma vez que ia fazer a mesma política de Vitor Gaspar. O que levou Portas também a demitir-se, com os seus ministros, e assim a tirar a maioria ao governo.

O primeiro-ministro – que fala hoje [ontem] ao país às 20 horas – e que não pode deixar também de demitir-se porque perdeu a escassa maioria que teve. Até agora o Presidente Cavaco Silva não disse nada. Falará seguramente amanhã [hoje], com o governo, finalmente, no chão. E agora? Que vai ele fazer que até a este fim triste sempre apoiou incondicionalmente este governo. Demitir-se também? Era o melhor que poderia fazer… Desacreditado como está.Por Mário Soares/I/3 Jul 2013

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Como é Possível Manter um Primeiro Ministro ...    Documento de Estratégia Orçamental 2013- 2017



(In Blog O Jumento, 15/12/2016) Não vale a pena falar dos ódios da praga cavaquista a Mário Soares, esses ódios eram quase do domínio psiquiátrico, eram…
ESTATUADESAL.COM



Mário Soares nasceu a 7 de Dezembro de 1924. Licenciou-se pela Universidade de Lisboa em 23 de Julho de 1957.
Inscreveu-se na Ordem dos Advogados como candidato à Advocacia, sob o tirocínio do Dr. Leopoldo do Vale, em 17 de Setembro de 1957, e foi em 17 de Abril de 1959 que se inscreveu como Advogado no Conselho Distrital de Lisboa, comarca onde viria a exercer advocacia.
A 16 de Maio de 1974 o Dr. Mário Soares suspendeu a inscrição como Advogado por incompatibilidade do exercício da Advocacia com as funções governativas. Voltou a exercer entre 7 de Janeiro de 1980 e 12 de Outubro de 1983 tendo, nesta altura requerido novamente a suspensão da sua inscrição por novamente ter passado a "desempenhar funções governamentais incompatíveis com o exercício da Advocacia”.
Em 2008
Mário Soares - Rendimento de trabalho independente 186 239,13€ - Rendimento de capitais 188 550,92€ - Rendimentos prediais 30 000,00€ - Pensões 77 256,90€.
Isto num ano, imagine isto em dezenas de anos.
Por: Jcesar.




António Albuquerque marido Ministra EDP

Empresas Marido de nova ministra contratado pela EDP


O marido da nova ministra das Finanças e jornalista de economia, entretanto, dispensado pelo Diário Económico, António Albuquerque, foi recentemente solicitado para prestar serviços de consultoria em projectos fora de Portugal do grupo EDP, avança a revista Visão.

A revista Visão avança, esta quarta-feira, que António Albuquerque, marido da nova ministra das Finanças e ex-jornalista do Diário Económico, foi solicitado pela EDP para prestar serviços de consultoria em projectos da eléctrica fora de Portugal.

Esta informação foi confirmada por um porta-voz da eléctrica, sem esclarecer deste quando e em que circunstância foi realizado este ‘recrutamento’. Também contactado pela revista, o próprio António Albuquerque disse não ter nada a acrescentar.

O marido de Maria Luís Albuquerque saiu recentemente do jornal Diário Económico, onde desde final de Junho de 2011, quando a esposa foi nomeada para a secretaria de Estado do Tesouro, deixou de exercer cargos executivos. Mas, no final do ano passado, o ex-jornalista integrou uma lista de cerca de duas dezenas de funcionários a dispensar pelo jornal, tendo chegado a um acordo de rescisão há cerca de dois meses. E, para sua sorte, passadas apenas algumas semanas no desemprego, foi contratado a prazo pela EDP para prestar serviços de consultoria.

Saliente-se que foi Maria Luís Albuquerque, na altura secretária de Estado do Tesouro, que no final de 2011 concluiu a venda de uma participação de 21,35% do Estado na EDP aos chineses da Three Gorges, por 2.700 milhões de euros. Uma operação que está agora a ser alvo de investigação pelo Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP), devido a denúncias de que a actual ministra poderá ter sido sujeita a pressões durante a privatização. Por: Noticias AO Minuto



Outros:
http://viriatoapedrada.blogspot.pt/2013/06/swap-maria-luis-albuquerque-refer.html
http://viriatoapedrada.blogspot.pt/2013/06/swap-governo-prefere-negociar-tribunal.html
http://viriatoapedrada.blogspot.pt/2013/06/swap-ana-drago-e-secretaria-estado.html






Marido de Maria Luís Albuquerque rescinde contrato com EDP

António Albuquerque, marido da ministra das Finanças Maria Luís Albuquerque, pediu a antecipação do final do contrato que mantinha com a EDP, revelou hoje à agência Lusa fonte oficial da eléctrica.

"António Albuquerque pediu hoje a antecipação do final do contrato a prazo que tinha estabelecido com a EDP", disse fonte oficial da empresa.

A Visão noticiou hoje que António Albuquerque, ex-jornalista do Diário Económico e marido da nova ministra das Finanças, fora contratado pela EDP para prestar serviços de consultoria nos projetos fora de Portugal.


Em declarações à Lusa, António Albuquerque declarou que se demitiu para "não por em causa" quer o nome de Maria Luís Albuquerque quer o da EDP.


O agora ex-consultor da eléctrica disse ainda que saiu sem qualquer indemnização.


A Visão recorda que Maria Luís Albuquerque, enquanto secretária de Estado do Tesouro, concluiu no final de 2011 a venda de uma participação de 21,35% na eléctrica aos chineses da Three Gorges por um valor de 2.700 milhões de euros.


Lusa/SOL 3 de Julho, 2013