terça-feira, 2 de abril de 2013

15 Crias de Lince Ibérico Nascem Em Silves

                           


Quinze crias de lince ibérico nascem em Silves

O projeto de reprodução em cativeiro do felino mais ameaçado do mundo continua a dar frutos. Nasceram quinze novas crias. O Expresso mostra mães e filhos.

Bisnaga, Flora, Fruta e Fresa são as mães das 15 novas crias de lince ibérico que nascerem desde o início de março no Centro Nacional de Reprodução do Lince Ibérico (CNRLI), em Silves, no Algarve.

O parto mais recente aconteceu a 19 de março, com a fêmea Fruta a dar à luz cinco crias, fruto do seu acasalamento com o macho Drago. Tantas crias numa só ninhada é considerado "um caso extremamente raro em cativeiro", refere Rodrigo Serra, o veterinário e diretor do CNRIL. Até aqui, só conhecia "um caso semelhante ocorrido há 20 anos, mas em liberdade no Parque Nacional de Doñana, em Espanha".

Este é o terceiro parto de Fruta, que contava já com quatro descendentes sobreviventes, e durou quatro horas. "Os tempos de parto vão de uma hora a 12 horas dependendo da experiência das fêmeas, do número das crias e de se tratar ou não de parto normal", esclarece o veterinário.

A temporada de partos de 2013, começou a cinco de março, com Bisnaga a parir quatro crias numa das caixas-ninho das instalações deste centro. As novas crias ainda não têm nome, mas já "têm os olhos abertos, gatinham de forma hesitante e já começaram a explorar o mundo exterior, saindo da caixa", conta o diretor do CNRLI.

Mais preparada para as novas funções, Bisnaga acolheu os filhotes "de forma extremosa", segundo Rodrigo Serra, e "ultrapassou as dificuldades que tivera nas duas temporadas anteriores, em que acabara por abandonar as ninhadas". Depois de terem ainda mamado o colostro da mãe nas primeiras horas de vida, Janes e Juromenha, as duas filhas de 2012, tiveram de ser alimentadas artificialmente por humanos até aos 71 dias de vida, altura em foram aceites pela mãe que, então, as ensinou a caçar.

Os outros dois partos da temporada aconteceriam a 18 e a 23 de março. Primeiro foi Flora a parir quatro crias, e depois Fresa que deu à luz mais duas. 

O Centro de Reprodução de Silves alberga ainda os 17 linces ibéricos que sobreviveram à temporada de 2012 (outros quatro morreram nos primeiros dias de vida) e que estão a ser preparados para ser reintroduzidas no meio natural, em breve, em território espanhol. Por cá ainda não estão encontradas as condições para serem libertados no espaço selvagem.
Expresso/Carla Tomás/ 2 de abril de 2013



Linces nascidos em Silves são libertados em Espanha

Dois dos linces ibéricos nascidos no programa de reprodução em cativeiro do lado português vão ser amanhã devolvidos à natureza, na Andaluzia espanhola. Por Carla Tomás 20 de junho de2013/Expresso
'Janga' (à esq.) e a mãe 'Flora'. A mais pequena, uma das crias nascidas em 2012 em Silves, já foi libertada na Andaluzia
'Jazz' e 'Joaninha' são os dois últimos lince ibéricos, de um grupo de onze nascidos há um ano, no Centro Nacional de Reprodução de Lince Ibérico (CNRLI), de Silves, no Algarve, que amanhã serão libertados na natureza, em Guarrizas, na Andaluzia.

Fazem parte do programa ibérico de conservação da espécie de felino mais ameaçada do mundo e representam o fecho do "processo de soltas" de 2013. Desde 14 de março, já foram libertados em terreno andaluz - Donana, Guarrizas e Guadalmellato - nove linces nascidos em Silves e oito nascidos em Espanha.

Entre os nove de "alma" portuguesa que já iniciaram nova vida no matagal mediterrânico do país vizinho - uns a 5 e outros a 18 de junho -constam 'Joio', 'Janeira', 'Jeropiga', 'Joeira', 'Jembe', 'Jiga', 'Jed'i, 'Jam' e 'Janga'. São seis fêmeas e cinco machos nascidos no CNRLI, em 2012. Fazem parte das primeiras ninhadas bem sucedidas neste centro de reprodução em cativeiro, dirigido pelo veterinário Rodrigo Serra. Ali aprenderam a caçar e a sobreviver na natureza.

Agora serão seguidos pela equipa do projeto Iberlince por rádio (VHF) e via satélite, já que possuem colares GPS e está montado um sistema de videovigilância em alguns pontos do território onde são soltos.

A cerimónia de libertação de 'Jazz' e 'Joaninha' contará amanhã com a presença das autoridades de conservação da natureza de Portugal', e das comunidades autónomas de Andaluzia e da Extremadura. Segundo o comunicado enviado pelo Instituto de Conservação da Natureza e da Floresta (ICNF), "é um momento que simboliza o contributo do programa ibérico ex-situ para a conservação da espécie na natureza e, simultaneamente, a cooperação interinstitucional e internacional".

Em 2013, nasceram em Silves mais 17 crias, "15 das quais estão também a ser preparadas para adquirirem os comportamentos necessários à sua sobrevivência no meio natural", indica o comunicado do ICNF. E adianta que contam poder usar estes animais para futuras ações de reintrodução nas áreas que reunam "condições suficientes para potencialmente albergar uma população de lince viável no futuro".

Para já, não existe nenhuma área com estas características em solo português, mas várias estão a ser preparadas com o apoio do projeto ibérico Iberlince, cofinanciado pelo programa europeu LIFE.

A futura existência de populações de linces à solta em Portugal "dependerá" segundo o ICNF, "da vontade das pessoas, e por isso conta-se, em particular, com o envolvimento da população local".

Mas pode ser que algum destes, em breve, resolva fazer uma visita por cá, como aconteceu com 'Hongo', que há umas semanas foi visto a deambular na região do Cercal, na costa alentejana.

Depósitos Bancários em Portugal

                          


A Explicação... Brilhante!!!
  
Um jovem diplomata português, em diálogo com um colega mais velho:
- Francamente, Senhor Embaixador, devo confessar que não percebo o que correu mal na nossa história. Como é possível que nós, um Povo que descende das gerações de portugueses que "deram novos mundos ao mundo", que descobriram o Brasil, que viajaram pela África e pela Índia, que foram até ao Japão e a lugares bem mais longínquos, que deixaram uma língua e traços de cultura que ainda hoje sobrevivem e são lembrados com admiração, como é possível que hoje sejamos o mais pobre País da Europa Ocidental?
O Embaixador sorriu:
- Meu caro, você está muito enganado. Nós não descendemos dessa gente aventureira, que teve a audácia e a coragem de partir pelo mundo, nas caravelas, que fez uma obra notável, de rasgo e ambição.

- Não descendemos? - reagiu, perplexo, o jovem diplomata - Então de quem descendemos nós?

- Nós descendemos dos que ficaram aqui...

Renováveis abastecem Portugal de electricidade

                               

Da “festa” socialista! Carros eléctricos poderão reduzir importações de petróleo em 40%

by As Minhas Leituras
Um estudo citado pelo The Guardian mostra que atingir esta meta até 2030 é possível. Tal ficará a depender da existência de infra-estruturas de apoio aos condutores. A adopção de carros eléctricos pode significar a redução das importações de petróleo em 40% até 2030. A conclusão é de um estudo citado esta terça-feira, 10 de […]
 http://www.portal-energia.com/espanha-privatiza-sol.../

O sol foi privatizado na Espanha: se autoridades...
PORTAL-ENERGIA.COM



...mas não dizem onde. Estimam mil milhões de barris. Reuniram-se com Passos Coelho. SÁBADO teve acesso à proposta para ministro da Energia
SABADO.PT


                                 
   
Petróleo: Goldman: Petróleo tem que cair para 40 dólares para travar produção de xisto betuminoso


O Goldman estima que o petróleo poderá negociar nos 41 dólares por barril no mercado nova-iorquino e nos 42 dólares em Londres, no prazo de três meses....
JORNALDENEGOCIOS.PT


                       


Eólicas e barragens têm mantido o país praticamente livre de emissões de CO2 na produção de electricidade, ao longo dos últimos cinco dias
Nos últimos cinco dias de março Portugal viu as suas necessidades de energia eléctrica praticamente satisfeitas a 100% pelas renováveis.Eólicas e barragens estão a gerar electricidade suficiente para todo o país, incluindo nas horas de maior procura (das 8h00 às 10h00 e das 19h00 às 21h00), tendo havido ainda lugar a um incremento na exportação de energia.De acordo com os dados agora revelados pela REN - Redes Energéticas Nacionais, o recurso às centrais térmicas a carvão foi residual e, no caso das centrais a gás natural, já não são usadas desde o passado dia 27 de março.Os dados da REN mostram ainda que que, por exemplo no passado domingo (ver gráfico), dos 104,7 gigawatts (GW) de electricidade consumidos ao longo de todo o dia, apenas 3,7 GW

tiveram origem em centrais térmicas a carvão. Por: Vítor Andrade/ Expresso/ abril de 2013


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Veja o mapa da crise, clicando para ampliar."



O-ANTONIO-MARIA.BLOGSPOT.COM|DE ANTONIO CERVEIRA PINTO

Portugal com 6.ª maior quota de energias renováveis na EU

A percentagem de energia de fontes renováveis representava, em 2011, 13% do consumo final bruto de energia na União Europeia (UE) e 24,9% em Portugal, o sexto melhor registo, divulgou hoje o Eurostat.
De acordo com os dados do gabinete de estatísticas europeu, a percentagem de energia proveniente de fontes renováveis na UE tem vindo a aumentar: em 2004 era de 7,9%, em 2006 de 8,5%, em 2008 de 9,6%, em 2010 de 12,1% e em 2011 de 13%.

As percentagens de energias renováveis mais elevadas, em 2011, pertenceram à Suécia (46,8%), à Letónia (33,1%), Finlândia (31,8%), enquanto as mais baixas foram observadas em Malta (0,4%), Luxemburgo (2,9%) e Reino Unido (3,8%).

Portugal registou, em 2011, a sexta percentagem mais elevada (24,9%) entre os Estados-membros, um crescimento em relação aos 22,7% observados um ano antes.

Desde 2004 (últimos dados disponibilizados pelo Eurostat), Portugal tem vindo a aumentar a sua quota de energias renováveis.

Em 2004, a percentagem de energia de fontes renováveis representava, em Portugal, 19,3% do consumo final bruto de energia, em 2006 de 20,6% e em 2008 de 22,3%.

A estratégia da UE para lutar contra as alterações climáticas tem como objectivo aumentar para 20% a quota das energias renováveis até 2020.

Lusa/SOL/26 de Abril, 2013


PRIVATIZAR O SOL...

IBERDROLA RENOVBLES
A realidade espanhola, respaldada por uma nova lei, segundo a qual, como se não bastasse a posição dominante no mercado da gigantesca empresa eléctrica espanhola, qualquer cidadão ou empresa que seja apanhada a auto-abastecer-se de energia eléctrica, recorrendo, por exemplo, a placas solares, sem pagar uma taxa à Iberdrola... pode estar sujeito a uma multa capaz de atingir os sessenta milhões de euros... uma ameaça perfeitamente terrorista.
Ou seja, a Iberdrola conseguiu convencer o estado espanhol... a privatizar o Sol!!!
sessenta milhões de euros


Israel vai construir a maior estação de energia solar no deserto do Negev

Israel vai construir a maior estação de energia solar no deserto do Negev

Israel goza de um sol abundante e tem sido, por isso, pioneiro na energia solar. Com a construção de uma estação de energia solar de 121 megawatts, a partir do início de 2014, o país dará um grande passo para alcançar a sua meta de produção de 10% da sua energia por via de fontes renováveis ​​até 2020.
A central de Ashalim ficará localizada no deserto de Negev e, quando concluída em 2016, será a maior estação de energia solar de Israel, com capacidade suficiente para abastecer 40 mil habitações. A infra-estrutura está a ser desenvolvida pela Megalim Solar Power – uma parceria entre a empresa de energia solar norte-americana BrightSource Energy e a empresa de energia e transportes francesa Alstom.
A BrightSource teve originalmente início em Israel como uma empresa chamada Luz, pelo que o projecto de Ashalim será como um regresso a casa. Para além deste projecto inovador no valor de €799 milhões (R$ 2,4 mil milhões), a BrightSource está ainda a desenvolver a maior central solar térmica do mundo – uma quinta solar de 377 megawatts no deserto de Mojave, na Califórnia, chamada Ivanpah.
A central da Megalim é um dos três projectos a serem implementados em Ashalim e vai gerar 250 MW de energia eléctrica em capacidade plena – o que é suficiente para cobrir 2,5% do consumo de energia total israelita. Quando os três projectos estiverem em funcionamento, Ashalim vai-se tornar na quinta maior estação de energia solar do mundo.
“O governo deu-nos uma estrutura muito boa”, revelou o CEO da BrightSource, Israel Kroizer disse. “A forma como executaremos este projecto é como sendo a jóia da coroa de todos os nossos projectos.”
















Quase 60% da electricidade consumida em 2013 foi de origem renovável


Meteorologia explica aumento do peso das renováveis no consumo de energia eléctrica.

Portugal bateu recordes em 2013 no que toca à energia renovável: 58,3% da energia eléctrica consumida no ano passado foi produzida por fontes renováveis, o que representa um aumento de 20% em relação ao ano anterior. Esta variação permitiu diminuir a electricidade importada em 2,8 vezes, segundo a Quercus.

A associação ambientalista, que cita os dados mais recentes da produção de electricidade em Portugal Continental publicados pela Redes Energéticas Nacionais (REN), nota que, considerando apenas a produção nacional, a contribuição das renováveis chegou ao “valor recorde” de 61,7% da electricidade consumida.

A diferença entre os valores de 2012 e de 2013 está relacionada com a meteorologia: 2012 foi um ano muito seco, 58% abaixo da média, segundo a Quercus. Em contrapartida, 2013 foi “relativamente húmido”, 17% acima da média. Por isso, a produção de electricidade renovável da grande hídrica, com recurso às barragens, mais do que duplicou no ano passado.

Também o vento soprou mais forte em 2013, levando a um aumento de quase 20% na produção de electricidade a partir desta fonte. “Na fotovoltaica, o aumento da capacidade instalada permitiu um aumento de 25% em relação a 2012, apesar de ainda não ter atingido 1% do consumo, o que revela um enorme potencial de crescimento”, nota a Quercus, num comunicado assinado também pela Associação Portuguesa de Energias Renováveis (Apren).

Nessa nota, Francisco Ferreira, coordenador do grupo de energia e alterações climáticas da Quercus, sublinha que a aposta nas energias renováveis e na eficiência energética “permite a recuperação da economia sem onerar o ambiente”, pelo que defende a continuação da aposta neste sector. “É preciso um investimento na sensibilização e um planeamento adequado do sector energético também em prol de uma desejável política climática exigente", defende.

António Sá da Costa, presidente da direcção da Apren, também citado no comunicado, salienta que, além da diminuição das importações de combustíveis fósseis e de emissão de gases com efeitos de estufa, o reforço do peso das renováveis na electricidade consumida “possibilitou estabilizar o preço deste bem, o que também é positivo para ajudar Portugal a sair da crise”.

Segundo as duas associações, a aposta nas renováveis permitiu poupar cerca de 850 milhões de euros em 2013: 806 milhões de euros na importação de combustíveis fósseis (gás natural e carvão) e 40 milhões de euros em licenças de emissão de dióxido de carbono (CO2).

Entre 2012 e 2013 verificou-se uma redução nas emissões de CO2 na ordem das 2,3 milhões de toneladas, refere a nota. Deste total, um milhão de toneladas deve-se à redução do recurso às centrais a carvão.

Este aumento do peso das renováveis no consumo de energia tem, porém, outro lado menos positivo para os consumidores, que este ano vêem aumentar as tarifas eléctricas em 2,8% (ou em 1% para os consumidores com tarifa social). Isto porque a produção de electricidade de origem renovável em regime especial (toda a renovável à excepção das grandes barragens) - que tem prioridade na entrada na rede - aumentou mais do que o previsto (chegou aos 32% em Portugal Continental, mais 5% do que em 2012), fazendo disparar os custos com as energias eólica e hídrica, co-geração e gás natural em 2013, e contribuindo para um aumento do défice tarifário, que deverá chegar aos 4,4 mil milhões de euros no final de 2014, segundo os cálculos da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos. Por:  /P/ 14/01/2014 





Alqueva é uma das grandes barragens que nesta altura do ano mais contribuem para a produção de energia elétrica
EDP

Barragens bateram recorde histórico na produção de eletricidade

A produção de eletricidade a partir das barragens bateu um recorde histórico no passado dia 16 de fevereiro, tendo assegurado 66% do total do consumo nesse dia a nível nacional.
Desde o início do ano que se têm vindo a quebrar recordes na produção de energia elétrica a partir de fontes renováveis em Portugal, segundo a REN - Redes Energéticas Nacionais.
No mês de janeiro, 91% da eletricidade consumida veio de fontes renováveis (nomeadamente eólicas, barragens, fotovoltaica e biomassa), mas foi já a 16 de fevereiro que se bateu o segundo recorde histórico, com 66% do consumo a ser garantido apenas pela produção hidroelétrica, ou seja, a partir das grandes barragens existentes em Portugal continental. No total, com a água acumulada nas grandes albufeiras, naquele dia de fevereiro foram produzidos 99,9 gigawatts (GW), o que compara com 42,8 GW produzidos no mesmo dia do ano anterior.
Os dados avançados ao Expresso pela REN indicam ainda que às 18h45 da passada sexta-feira, 21 de fevereiro, as grandes centrais hídricas registaram um novo máximo histórico atingindo uma potência de 4.885 megawatts (MW), superior em valor ao registado a 16 do mesmo mês (4.606 MW).
A REN sublinha que, entre 1 de janeiro e 23 de fevereiro as grandes hídricas abasteceram 39% do consumo, a que se adicionam ainda 4% das mini-hidricas. O consumo restante foi assegurado pelas eólicas com 33%, biomassa 5% e térmicas não renováveis com apenas 18%. Por:
Vítor Andrade / Expresso 25/02/ 2014


A dependência energética que o País tem do exterior fixou-se em 71,5% no ano passado, valor que compara com os 79,4% do ano anterior, reflectindo um maior peso das renováveis na produção de electricidade.
A dependência energética que Portugal tem do exterior atingiu em 2013 a marca de 71,5%, que é, segundo os registos da Direcção-Geral de Energia e Geologia (DGEG), o valor mais baixo desde pelo menos 1995. 
O valor alcançado no ano passado compara com uma dependência energética de 79,4% em 2012 e a descida em 2013 "deveu-se sobretudo à redução do consumo de carvão e gás natural na produção de energia eléctrica, uma vez que a produção doméstica subiu 21%", explica a DGEG.

A subida da produção de electricidade a partir de fontes endógenas em 2013 assentou essencialmente num maior peso da energia eólica e hídrica, elevando a exposição do sistema eléctrico português às energias renováveis.

Portugal já tinha conseguido em 2010 um nível historicamente baixo de dependência energética do exterior, com este indicador a fixar-se em 76,1%, mas em 2011 e 2012 o valor voltou a subir, ultrapassando os 79%.

Os dados compilados pela DGEG, com informação que recua até 1995,  mostram que desde este ano e até 2009 Portugal sempre teve uma dependência energética do exterior acima dos 80%, com um pico de 88,8% em 2005. A partir desse ano a maior aposta do País em energias renováveis contribuiu para baixar progressivamente a dependência energética.

A ainda elevada dependência do exterior que Portugal apresenta reflecte a predominância do petróleo no consumo do País, quer ao nível da energia primária (43,5%), quer ao nível da energia final (52,2%).

No que respeita à energia primária, além do petróleo assumem pesos relevantes o gás natural (17,2%), a biomassa (13,3%), o carvão (12,3%) e a energia eléctrica (12,1%). Analisando os resultados da energia utilizada pelos consumidores finais, o petróleo pesa 52,2%, a electricidade 28,2%, o gás natural 10,5% e a biomassa 6,6%.
30 Junho 2014, 11:47 por Miguel Prado | miguelprado@negocios.pt


Como se sabe, o petróleo que os magnatas dos mercados americanos tanto exploraram para ganhar mais dinheiro subitamente começou a valer menos. Diremos mesmo muito menos. Tem isso que ver talvez com o aumento da...
DN.PT|DE CONTROLINVESTE


E o engraçado é que dizem que a Dª.Isabel dos Santos já comprou uma quinta encostada a esses terrenos.
PORTUGALGLORIOSO.BLOGSPOT.COM


segunda-feira, 1 de abril de 2013

"História fará justiça a Sócrates"


Nuno Severiano Teixeira "História fará justiça a Sócrates"
O professor universitário e antigo ministro Nuno Severiano Teixeira acredita que “a história vai mudar” a imagem negativa com que o País ficou de José Sócrates. Em
entrevista ao Jornal de Negócios, o ex-governante considera ainda que a “austeridade está esgotada” e que o memorando assinado com a troika deve ser renegociado.
O antigo ministro da Administração Interna de Guterres e da Defesa de José Sócrates analisa, em entrevista ao Jornal de Negócios, a actual situação económica, política e social do País e relembra as suas experiências governativas.
Assumindo-se como uma pessoa de esquerda, Nuno Severiano Teixeira considera que neste momento “os partidos e o Governo têm de colocar o interesse nacional acima do partidário”, apesar de reconhecer que “a partir da TSU (Taxa Social Única), o consenso político foi visivelmente quebrado”.

Dívida Pública Ultrapassa 120% do PIB

Dívida pública ultrapassa 120% do PIB

A dívida pública portuguesa aumentou de 117,4% para 120,3% do Produto Interno Bruto (PIB) do segundo para o terceiro trimestre de 2012.

Os dados trimestrais da dívida pública do gabinete oficial de estatísticas da UE revelam que, além de ter a terceira dívida pública mais elevada, Portugal também registou a terceira maior subida entre o segundo e o terceiro trimestres de 2012 (2,9 pontos percentuais), apenas atrás da Irlanda (5,9 pontos) e da Grécia (3,4 pontos).

Comparativamente com o terceiro trimestre de 2011, a dívida pública portuguesa aumentou 9,9 pontos (era, na altura, de 110,4% do PIB), com os maiores aumentos homólogos a pertencerem a Chipre (17,5 pontos), à Irlanda (13,4 pontos) e a Espanha (10,7 pontos) e as maiores descidas à Hungria (4,8 pontos) e à Letónia (3,6 pontos).

No final do terceiro trimestre de 2012, em comparação com os três meses anteriores, o rácio de dívida pública em percentagem do PIB manteve-se praticamente estável, tanto na zona euro como na UE.

Entre os 17 países que partilham a moeda única, a dívida pública aumentou de 89,9 para 90% do PIB entre o segundo e o terceiro trimestre do ano passado, enquanto na UE subiu de 85 para 85,1% do PIB.

Já na comparação com o terceiro trimestre de 2011, foram registadas subidas mais significativas, tanto na zona euro (de 86,8% para 90,0% do PIB), como na UE a 27 (de 81,5% para 85,1% do PIB).

As dívidas públicas mais elevadas no final do terceiro trimestre de 2012 pertenceram à Grécia (152,6% do PIB) e à Itália (127,3%), seguindo-se Portugal (120,3%) e a Irlanda (117,0%), enquanto as mais baixas foram observadas na Estónia (9,6%), na Bulgária (18,7%) e no Luxemburgo (20,9%).