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sexta-feira, 1 de março de 2013
Pronomes indefinidos e Provérbios Populares
Saúde Ervas Aromáticas Louro Tomilho Oregãos
E para quem gosta de ervas aromáticas...alguns benefícios:
"1.O louro é conhecido por facilitar a digestão e pode ainda ser usado como repelente natural: coloque uma folha de louro nos recipientes do arroz, farinha, feijão, etc., e nunca mais terá aqueles famosos bichos que estragam os alimentos.
2.O tomilho é rico em ferro e cálcio. Esta especiaria é eficaz a melhorar problemas respiratórios e torácicos, como a tosse e a bronquite, mas também é muito eficaz para ajudar a vesícula preguiçosa e problemas de digestão lenta.
3. Salva ou Sálvia esta erva, cujo nome significa saúde, pode ser utilizada para dar ânimo e energia mas também para limpeza dos dentes, remoção do tártaro e dar um hálito agradável. Um banho tônico com um pouco de salva faz revigorar o corpo e a mente. É muito recomendada para quem tem diabetes. Prepare 100 gramas de folhas de sálvia em 1 litro de vinho branco seco. Beba frio e veja os seus níveis de açúcar no sangue baixarem. Além disso, é também muito boa para o sistema cardiovascular.
4.Oregãos possuem propriedades antioxidantes e são aconselhados no combate de inflamações e ajudam ainda no problema de aerofagia (excesso de ar no estômago).
5.O alecrim pode ajudar nas dores musculares, problemas da vesícula, problemas de ossos, dores de cabeça, depressões, problemas digestivos e muito mais. O óleo é conhecido por ajudar na bronquite, sinusite, no cansaço e como estimulante do sistema circulatório.
6.O manjericão, é uma planta rica em magnésio, ferro, cálcio, potássio e vitamina C. Devido à presença do magnésio, o manjericão melhora a saúde do sistema cardiovascular, pois estimula os músculos e vasos sanguíneos a relaxar, melhorando o fluxo sanguíneo e reduzindo o risco de arritmias cardíacas.
Ele possui flavonoides, que protegem as estruturas celulares e os cromossomas contra a radiação e contra os efeitos dos radicais livres. O alimento também é anti-inflamatório, estimulante digestivo, calmante e previne problemas digestivos e infecções no intestino."
Fonte:Associação de Plantas e Flores
https://www.facebook.com/
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O Tamiflu = ERVA DOCE (?)
"O anis estrelado, amplamente cultivado na China, é o extrato-base (75%), da produção do comprimido Tamiflu, da Roche (empresa do antigo Secretário de Defesa dos EUA Donald Runsfield).
Podemos usar o nosso anis mesmo - a erva-doce - pois esta erva possui as mesmas substâncias, ou seja, o mesmo princípio ativo do anis estrelado, e age como anti-inflamatória, sedativa da tosse, expectorante, digestiva, contra asma, diarréia, gases, cólicas, cãibras, náuseas, doenças da bexiga, gastrointestinais, etc...
Seu efeito é rápido no organismo e baixa um pouco a pressão, devendo ser feito o chá c/apenas uma colher de café das sementes para cada 200ml de água, administrado uma a duas vzs dia, de preferência após uma refeição em q se tenha ingerido sal.
Se vc está lendo, ajude a divulgar o uso da erva-doce como preventivo do H1N1, ou mesmo como remédio a ser tomado imediatamente após os 1ºs sintomas de gripe, pois seu princípio ativo poderá bloquear a reprodução do vírus e mesmo evitar seu maior contágio.
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A Crise e a Contribuição da Banca
EXCELENTE!!!
Há muito barriga cheia que se deveria limpar a este guardanapo!!!"Sei que a raiva não é boa conselheira. Paciência. Aí vai.
Havia dantes no coração das cidades e das vilas umas colunas de pedra que tinham o nome de picotas ou pelourinhos. Aí eram expostos os sentenciados que a seguir eram punidos com vergastadas proporcionais à gravidade do seu crime. Essa exposição tinha também por fim o escárnio popular.
Era aí que eu te punha, meu glutão.
Atadinho com umas cordas para que não fugisses. Não te dava vergastadas. Vá lá, uns caldos de vez em quando. Mas exibia-te para que fosses visto pelas pessoas que ficaram sem casa e a entregaram ao teu banco. Terias de suportar o seu olhar, sendo que o chicote dos olhos é bem mais possante que a vergasta.
Terias, pois, de suportar o olhar daqueles a quem prometeste o paraíso a prestações e a quem depois serviste o inferno a pronto pagamento.
Daqueles que hoje vivem na rua.
Daqueles que, para não viverem na rua, vivem hoje aboletados em casa dos pais, dos avós, dos irmãos, assim a eito, atravancados nos móveis que deixaram vazias as casas que o teu banco, com a sofreguidão e a gulodice de todos os bancos, lhes papou sem um pingo de remorso.
Dizes com a maior lata que vivemos acima das nossas possibilidades. Mas não falas dos juros que cobraste. Não dizes, nessas ladainhas que andas sempre a vomitar, que quando não se pagava uma prestação, os juros do incumprimento inchavam de gordos, e era nesse inchaço que começava a desenhar-se a via-sacra do incumprimento definitivo.
Olha, meu estupor, sabes o que acontece às casas que as pessoas te entregam? Sabes, pois… São vendidas por tuta e meia, o que quer dizer que na maior parte dos casos, o pessoal apesar de te ter dado a casa fica também com a dívida. Não vale a pena falar-te do sofrimento, da vergonha, do vexame que integra a penhora de uma casa, porque tu não tens alma, banqueiro que és.
Tal como não vale a pena referir-te que os teus lucros vêm de crimes sucessivos. Furtos. Roubos. Gamanços. Comissões de manutenção. Juros moratórios. Juros compensatórios, arredondamentos, spreads, e mais juros de todas as cores. Cartões de crédito, de débito, telefonemas de financeiras a oferecerem empréstimos clausulados em letrinhas microscópicas, cobranças directas feitas por lumpen, vale tudo, meu tratante. Mesmo assim tiveste de ser resgatado para não ires ao fundo, tal foi a desbunda. E, é claro, quem pagou o resgate foram aqueles contra quem falas todo o santo dia.
Este país viveu décadas sucessivas a trabalhar para os bancos. Os portugueses levantavam-se de manhã e ainda de olhos fechados iam bulir, para pagar ao banco a prestação da casa. Vidas inteiras nisto. A grande aliança entre a banca e a construção civil tornavam inevitável, aí sim, verdadeiramente inevitável, a compra de uma casa para morar. Depois os juros aumentavam ou diminuíam conforme era decidido por criaturas que a gente não conhece. A seguir veio a farra. Os bancos eram só facilidades. Concediam empréstimos a toda a gente. Um carnaval completo, obsessivo, até davam prendas, pagavam viagens, ofereciam móveis. Sabiam bem o que faziam.
Na possante dramaturgia desta crise entram todos, a banca completa e enlouquecida, sendo que todos são um só. Depois veio a crise. A banca guinchou e ganiu de desamparo. Lançou-se mais uma vez nos braços do estado que a abraçou, mimou e a protegeu da queda.
Vens de uma família que se manteve gloriosamente ricalhaça à custa de alianças com outros da mesma laia. Viveram sempre patrocinados pelo estado, fosse ele ditadura ou democracia. Na ditadura tinham a pide a amparar-vos. Uma pide deferente auxiliava-vos no caminho. Depois veio a democracia. Passado o susto inicial, meu deus, que aflição, o povo na rua, a banca nacionalizada, viraram democratas convictos. E com razão. O estado, aquela coisa que tu dizes que não deve intervir na economia, têm-vos dado a mão todos os dias. Todos os dias, façam vocês o que fizerem.
Por isso falas que nem um bronco, com voz grossa, na ingente necessidade de cortes nos salários e pensões. Quanto é que tu ganhas, pá?
Peroras infindavelmente sobre a desejável liberalização dos despedimentos.
Discursas sem pejo sobre a crise de que a cambada a que pertences é a principal responsável.
Como tu, há muitos que falam. Aliás, já ninguém os ouve. Mas tu tinhas que sobressair. Depois do “ai aguenta, aguenta”, vens agora com aquela dos sem-abrigo. Se os sem-abrigo sobrevivem, o resto do povo sobreviverá igualmente.
Também houve sobreviventes em Auschwitz, meu nazi de merda!
É isso que tu queres? Transformar este país num gigantesco campo de concentração?
Depois, pões a hipótese de também tu poderes vir a ser um sem-abrigo. Dizes isto no dia em que anuncias 249 milhões de lucros para o teu banco. É o que se chama um verdadeiro achincalhamento.
Por tudo isto te punha no pelourinho. Só para seres visto pelos milhares que ficaram sem casa. Sem vergastadas. Só um caldo de vez em quando. Podes dizer-me que é uma crueldade. Pois é. Por uma vez terás razão. Nada porém que se compare à infinita crueldade da rapina, da usura que tu defendes e exercitas.
És hoje um dos czares da finança. Vives na maior, cercado pelos sebosos Rasputines governamentais. Lembra-te porém do que aconteceu a uns e ao outro."
A situação precária já foi comunicada ao estado pelas diferentes entidades de supervisão, mas ninguém assume publicamente o colapso.
PT.BLASTINGNEWS.COM|DE ANTONIO FELIZARDO
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Culinária Bolo de Laranja
Ingredientes:
01 laranja pêra bem madura com casca
02 xícaras de açúcar
02 xícaras de farinha de trigo01 xícara de óleo
02 ovos
01 colher de sopa de fermento
01 pitada de sal
Modo de preparo:
01 . Cortar a laranja com casca em 4, retirar a parte branca do meio e os caroços
02 . Bater os pedaços da laranja (com casca e tudo) no liquidificador com a açúcar, os ovos e o óleo.
03 . Colocar num refratário e misturar a farinha de trigo , o fermento e o sal.
04 . Colocar a massa numa forma untada com manteiga e açúcar.
05 . Assar em forno médio (180º C), por uns 40 min.
Calda:
Ingredientes:
01 xícara (de chá) de açúcar refinado ou impalpável (eu usei o refinado)
03 colheres (de sopa) de suco de limão ou de laranja
Modo de Preparo:
Coloque o açúcar em um recipiente e vá acrescentando o suco de limão/laranja e misturando até dissolver o açúcar completamente. Depois despeje sobre o bolo (que deve estar quente) e espere esfriar um pouco. Ele vira uma casquinha branca crocante.
Dica:
((A laranja precisa estar bem madura para que, ao bater os pedaços com casca e tudo, não amargue a receita.))
Fonte:https://www.facebook.com/ receitasdoceesalgadas?ref=strea m
01 laranja pêra bem madura com casca
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02 ovos
01 colher de sopa de fermento
01 pitada de sal
Modo de preparo:
01 . Cortar a laranja com casca em 4, retirar a parte branca do meio e os caroços
02 . Bater os pedaços da laranja (com casca e tudo) no liquidificador com a açúcar, os ovos e o óleo.
03 . Colocar num refratário e misturar a farinha de trigo , o fermento e o sal.
04 . Colocar a massa numa forma untada com manteiga e açúcar.
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Dica:
((A laranja precisa estar bem madura para que, ao bater os pedaços com casca e tudo, não amargue a receita.))
Fonte:https://www.facebook.com/
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Durão Barroso e os Milagres da Europa
Barroso devia estar muito cansado, distraiu-se e… tropeçou nas palavras. Não foi um deslize, foi um trambolhão. A proverbial prudência e o calculismo de Barroso estavam de férias… Constança Cunha e Sá não esteve com papas na língua e acusou-o de “não tem vergonha na cara “ e “ser responsável pelo que se passa na Europa e em Portugal”, pois “todas as políticas que tem defendido para a Europa têm-se mostrado erradas e incompetentes” e foi com ele como primeiro-ministro que, em Portugal, “a dívida passou o limite dos 60% imposto pelo PEC”. “Este senhor, conclui Constança Cunha e Sá, devia estar calado”.
Barroso tinha repetido uma ladainha muito em moda em Lisboa há uns dois anos: Portugal é o culpado da sua crise. Afastado do País, enredado nos corredores de Bruxelas, Barroso distraiu-se e não se apercebeu das mudanças de “opinião” e, portanto, ficou desfasado e fora de tom. Por momentos (apenas por momentos), ele esqueceu-se que a política é como o futebol: o que é verdade hoje já não o é amanhã…
Barroso tem “sérias responsabilidades no que se está a passar”, insiste CCS. “A Europa é parte do problema e isso também é culpa dele”, finaliza.
Mas o presidente da Comissão Europeia disse uma outra coisa (e não por distração…) que é de uma gravidade extrema. Diz ele que se Portugal se portar bem, a Europa ajudará… Ou seja, uma linha de argumentação de “façam sacrifícios ainda mais duros, ofereçam-nos à Europa e o milagre acontecerá”. Barroso, porém, sabe bem que a Europa não só não faz milagres para ninguém como precisa de um milagre para se salvar de um desastre total. E sabe também que não será ele a fazer tal milagre. Portanto, a sua argumentação não tem seriedade.
Não acredito que, ao dizer tais palavras, Barroso não soubesse algumas coisas das últimas horas sobre a sua Europa. Não sabia que “L’Italie va-telle raviver la crise en zone euro?” Não sabia que em Espanha “les fuites de capitaux ont atteint 179 milliards d’euros en 2012“? Não que na Eslovénia “Another EU Government Falls“? Ou que a Roménia está beira do abismo…? Ou que a ordem que reina no espaço público da Grécia é já a das milícias da “Aurora Dourada”? E da Bulgária sem governo também não sabia nada…? Nem sabia que uma colaboradora do ministro alemão das Finanças, a economista Ursula Weidenfeld, acaba de tocar à carga contra a França, apontando-a como “o homem doente da Europa” e “principal problema”?
É desta Europa que Barroso nos diz para esperarmos o milagre…?!
É desta Europa que Barroso nos diz para esperarmos o milagre…?!
Por Inteligência Económica/01/03/20013
Presidente da Comissão Europeia fez cadeiras ao estilo de Miguel Relvas. Leia mais no CM
CMJORNAL.XL.PT
Presente na conferência internacional organizada pelo Banco Central Europeu (BCE) que desde domingo decorre em Sintra, o prémio Nobel da Economia de 2008, Paul Krugman, considerou que Durão Barroso entrou em profunda negação ao considerar que o euro não teve nada a ver com a crise que tudo resultou de políticas falhadas ao nível nacional e à falta de uma vontade política.
Para Paul Krugman o que aconteceu foi o seguinte: primeiro a criação do euro encorajou fluxos de capital para o sul da Europa, depois o dinheiro secou -- e a ausência de moedas nacionais significou que os países endividados tiveram de se submeter a um processo de deflação extremamente doloroso", afirma o economista, que tem sido muito crítico das políticas de austeridade na Europa.
http://krugman.blogs.nytimes.com/?module=BlogMain&action=Click®ion=Header&pgtype=Blogs&version=BlogPost&contentCollection=Opinion
Estou farto deles.
A zona euro está a ser governada por gente que professa um desrespeito infinito pela democracia. Gente que não crê no império da lei e menos ainda, na sã concorrência do mercado livre capitalista. Gente viciada no jogo da batota do casino de crédito financeiro. Gente habituada a parasitar a economia real - aquela que
produz riqueza material, tangível, fungível e transaccionável, ao contrário da indústria da especulação financeira que apenas cria "dívida" - impagável!...
Joe Wolf
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Decisão de governo de Durão multada pela UE em 3 milhões
Condenação resulta de decisão tomada pelo executivo liderado por Durão Barroso, que em 2002 vendeu a rede fixa à Portugal Telecom em troca de receitas para o défice. Actual governo tenta negociar multa com Bruxelas
Chegou ao fim com uma condenação no Tribunal Europeu de Justiça o processo da Comissão Europeia contra Portugal por atribuição do serviço universal de telecomunicações sem concurso público à Portugal Telecom.
A multa de 3 milhões de euros já não é passível de recurso, mas o governo português está a tentar em diálogo com a Comissão Europeia não pagar este valor, revelou ontem o secretário de Estado das Obras Públicas, Transportes e Comunicações. Sérgio Monteiro sublinha que Portugal já cumpre as imposições comunitárias, depois de ter lançado o concurso e adjudicado já este ano, com efeitos a partir de 1 de Junho, o serviço público de telefone fixo à Zon e Optimus (integradas na Nos). Quanto à sanção acessória de 10 mil euros por cada dia de não aplicação da decisão, já não terá efeitos porque o país já está a cumprir.
O governante realçou ainda que a decisão do Tribunal teve em consideração o cumprimento por Portugal, uma vez que Bruxelas pedia uma coima de 7 milhões de euros mais 43 mil euros por cada dia de incumprimento.
Sérgio Monteiro recorda que este processo não é da responsabilidade deste governo, que concretizou o lançamento do concurso público previsto no Memorando da troika, o que obrigou à rescisão do contrato assinado com a Portugal Telecom, que só terminava em 2025. Em causa, explicou aos jornalistas num comentário à condenação, está uma decisão de 2003 que manteve a concessão do serviço universal de telecomunicações à PT sem concurso público.
Apesar de o contrato original de concessão do serviço universal ter sido atribuído em 1995, antecedendo o processo de privatização da operadora, o processo terá sido desencadeado por uma decisão tomada pelo governo liderado por Durão Barroso, actual presidente da Comissão Europeia, na sequência da venda pelo Estado da rede fixa de telecomunicações à PT.
Este negócio, fechado em 2002 pela então ministra das Finanças, Manuela Ferreira Leite, teve como objectivo obter receitas extraordinárias para cumprir o défice. A operação, que rendeu 365 milhões de euros aos cofres do Estado, aconteceu no mesmo ano em que foi aprovada uma directiva comunitária que impunha com efeitos imediatos a atribuição por concurso público do serviço universal de telecomunicações. Por Ana Suspiro / I / 26 Jun 2014
O Roubo do Presente Visão José Gil
A revista Visão publicou o artigo de opinião, da autoria do filósofo José Gil, intitulado "O roubo do presente" que se transcreve de seguida."Nunca uma situação se desenhou assim para o povo português: não ter futuro, não ter perspetivas de vida social, cultural, económica, e não ter passado porque nem as competências nem a experiência adquiridas contam já para construir uma vida. Se perdemos o tempo da formação e o da esperança foi porque fomos desapossados do nosso presente. Temos apenas, em nós e diante de nós, um buraco negro.
O «empobrecimento» significa não ter aonde construir um fio de vida, porque se nos tirou o solo do presente que sustenta a existência. O passado de nada serve e o futuro entupiu.
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