Um bacano alentejano senta-se no comboio em frente a uma voluptuosa ruiva vestida com uma mini-saia. Nisto, dá conta que ela não tinha cuequinha. Então a ruiva diz-lhe: – Está a olhar para a minha vagina… - Sim, desculpe!… responde o bacano já a partir para o engate. - Não há problema! – responde a mulher, como és simpático, vou fazer com que a minha vagina te mande um beijinho. Incrivelmente, a vagina manda-lhe um beijo! O homem, fica totalmente doido! Nisto, pergunta: – E sabe fazer mais coisas? - Posso também fazer com que te dê uma piscadela… O homem observa uma vez mais assombrado, enquanto a vagina lhe dá piscadelas. A mulher, já muito excitada, diz ao alentejano: - Queres enfiar-lhe dois dedinhos?… Paralisado, o alentejano benze-se e responde: - Pooooorra! Não me diga que também assobia?! Na confissão... - Padre, eu toquei nos seios da minha namorada. - Tocou por cima ou por baixo da blusa dela? - pergunta o padre. - Foi por cima da blusa dela, padre. - responde o jovem. - Você é muito estúpido! Por baixo da blusa, a penitência é a mesma!!
Despacho n.º 5776/2011 Nos termos dos artigos 3.º, n.º 2, e 16.º, n.os 1 e 2, do Decreto-Lei n.º 28-A/96, de 4 de Abril, nomeio consultora da Casa Civil Isabel Diana Bettencourt Melo de Castro Ulrich, funcionária do Partido Social Democrata, com efeitos a partir desta data e em regime de requisição, fixando-lhe os abonos previstos nos n.os 1 e 2 do artigo 20.º do referido diploma em 50 % dos abonos de idêntica natureza estabelecidos para os adjuntos. 9 de Março de 2011. — O Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva. 204517584
Os advogados, de arguidos do processo Face Oculta, estranham que alguns nomes de personalidades que terão recebido prendas de Manuel Godinho tenham desaparecido da lista feita pela PJ.
Na versão da Policia Judiciária (PJ), feita a partir de um documento do sucateiro Manuel Godinho, não constam como no original nomes como o do ex-líder do PSD, Luís Marques Mendes, e do ex-secretário de Estado do Desporto Hermínio Loureiro.
O estado português tem de reduzir a despesa em quatro mil milhões de euros, por imposição dos compromissos que assumiu com a troika. Na hora de proceder a cortes, exige-se que esta redução atinja os privilégios e as rendas atribuídos aos mais poderosos e não seja feita à custa de mais sofrimentos infligidos ao povo. Até porque ao nível dos privilégios há muito por onde cortar.
Comecem, de uma vez por todas, por reduzir os custos das parcerias público-privadas (PPP), desde logo as rodoviárias. Não é admissível que se continuem a garantir, apenas pela existência e disponibilidade de uma qualquer autoestrada, rentabilidades anuais de dezassete a vinte por cento aos concessionários privados. E muito menos se admite que no fim de cada ano estes sejam ainda compensados com bónus milionários... por causa da baixa sinistralidade. Os governantes estão obrigados a baixar os custos que as PPP representam para o erário público em, pelo menos, mil milhões de euros. Para tal, negoceiem a sério ou, em alternativa, expropriem os equipamentos pelo seu real valor, o que diminuiria brutalmente os custos. Em qualquer caso, suspendam de imediato os pagamentos.
Haja ainda coragem de estancar a sangria dos juros da dívida pública, que representam a maior despesa do estado e consomem treze por cento dos impostos pagos por todos os cidadãos e empresas. Para baixar o custo do serviço da dívida é necessário competência para a reescalonar e renegociar, coragem para enfrentar o "lobby" financeiro e credibilidade para colocar parte da dívida no mercado interno. Com uma nova atitude, o estado pouparia bem mais de dois milhões de euros.
Poder-se-iam ainda economizar largas centenas de milhões nas rendas imobiliárias que o estado continua a pagar para favorecer amigos, começando no Campus de Justiça de Lisboa e acabando em qualquer pequena repartição pública na província.
É ao nível dos grandes negócios de favor e da Corte indecente de privilégios que se deve provocar a diminuição da despesa do estado; antes sequer de se discutirem quaisquer novos cortes na saúde ou na educação. Reduzir mais as regalias sociais, apenas para manter intactas as prebendas dos grupos económicos favorecidos pelo regime, seria uma infame traição ao povo.
Por:Paulo Morais, Professor Universitário/Fio de Prumo/CM
Está em curso uma das mais ambiciosas operações de propaganda que o actual governo já levou a cabo. Quanto mais desastrosa é a situação do país, mais esta gente vem acenar com uma recuperação que ninguém vê. António Borges tem a desfaçatez de falar em "fim da austeridade". Essa "austeridade", que é o nome propagandístico da implacável política de saque que o governo leva a cabo, só terá fim quando esta política e as troikas que a apoiam forem efectivamente derrotadas.
Portugal oferece nestas semanas a estrangeiros recém-desembarcados a imagem de um país onde o absurdo e o irracional marcam o quotidiano, empurrando o povo para uma catástrofe social sem precedentes.
Os jornais e a televisão tornam públicas diariamente notícias que comprovam o agravamento de uma crise medonha. O desemprego aumenta a cada dia, atingindo já mais de um milhão de trabalhadores; as falências de empresas sucedem-se em cadeia; escolas, centros de saúde, serviços hospitalares, farmácias, restaurantes fecham as portas; centenas de famílias são desalojadas das casas onde residiam por não pagarem à banca as prestações do contrato; o custo das propinas força milhares de estudantes a abandonarem as universidades; a produção industrial e a agrícola diminuem; a fome alastra nas cidades e aldeias do País; mais de 40 mil portugueses emigraram no ano passado.
O Banco de Portugal informa que a quebra do PIB no ano corrente será quase o dobro da prevista no Orçamento do Estado; as receitas fiscais diminuem apesar do aumento dos impostos; as exportações também caem.
O panorama é assustador. Mas o chefe do governo, o seu ministro das Finanças e demais membros do gabinete, proclamam monotonamente que a estratégia da coligação bicéfala é um êxito absoluto. E anunciam, eufóricos, que 2014 será um ano magnífico.
A agressão semântica complementa a social e económica. A política de saque imposta em nome da troika é qualificada de "austeridade". A desvergonha é tamanha que os governantes, ignorando gigantescos protestos populares e greves em série, elogiam os trabalhadores pelo estoicismo com que suportam os "sacrifícios", isto é, o roubo.
Enquanto se espera que o Tribunal Constitucional se pronuncie sobre a inconstitucionalidade de medidas constantes do Orçamento de Estado, o país tomou conhecimento de um relatório do FMI – encomendado pelo governo – que considera insuficiente a "austeridade" em curso e sugere como indispensável um pacote que destruiria o que resta do Serviço Nacional de Saúde e da Segurança Social e golpearia mortalmente a Educação. Propõe nomeadamente o despedimento de 150 mil trabalhadores da Função Publica e de uns 50 mil professores.
Reagindo ao coro de indignação nacional, o primeiro-ministro derramou elogios sobre esse documento, anunciador de uma intensificação da ofensiva contra o povo.
O PSD promoveu uma conferência "aberta à sociedade civil" para debater a "Reforma do Estado". Mas, a comunicação social não foi autorizada a acompanhar os debates.
Passos, Portas e ministros dirigem-se ao mundo e aos portugueses como personagens de Jarry e Ionesco em palco de teatro de absurdo.
O governo tudo leva à prática à revelia dos cidadãos e desconhecendo a existência de uma oposição. Mas o vice-presidente do PSD, Sr. Jorge Moreira da Silva, compareceu na SIC Noticias para afirmar que, devoto da democracia, o Executivo tem elevado o nível da participação popular e nada decide sem consulta ao povo.
A Comunicação Social, controlada hegemonicamente pelo grande capital, demonstra incapacidade para cumprir a sua função. Nos serviços noticiosos, políticos do sistema, membros do governo e medidas por ele impostas são alvo de críticas, por vezes severas. Mas as direções dos media permanecem vigilantes. Uma contradição antagónica favorece o objetivo prioritário: anestesiar a consciência social, impedir a ruptura dos mecanismos da alienação.
Os formadores de opinião, em programas de grande audiência, atacam o acessório, insurgem-se contra medidas, sugerem mudanças, defendem uma remodelação do governo, criticam, ocasionalmente com dureza, Passos, Portas e outros. Mas convergem em coro afinado na conclusão de que a "austeridade" é necessária, que o memorando com a troika, assinado por Sócrates e aprovado com entusiasmo por Passos & Portas, deve ser respeitado. Coincidem na opinião de que, afinal, a origem do mal está no estado Moloch, o monstro que deve ser desmontado, reconstruído. A linguagem não é a de Passos e sim do seu guru Gaspar. Mas eles reconhecem, dolorosamente, que cortar milhares de milhões de euros nos gastos sociais é uma exigência indeclinável da História, uma necessidade imposta pela lógica da sobrevivência. Pouco falta para aderirem à tese de Passos sobre a "Refundação do Estado". Entre outros formadores de opinião que criticam o acessório mas são solidários com o governo no fundamental, cito Marcelo Rebelo de Sousa, Miguel Sousa Tavares, José Manuel Fernandes, José Gomes Ferreira. Pacheco Pereira, o mais inteligente, é talvez o único comentador que, na hoste dos politólogos da burguesia, demonstra lucidez na crítica à escória humana que desgoverna Portugal.
Neste contexto com matizes de surrealismo, o discurso do primeiro-ministro e o do seu guru Gaspar vão merecer, no futuro, assim o espero, estudo acurado de psicólogos e psiquiatras. Ambos, muito diferentes, merecem o qualificativo de “avis rara”.
Passos é uma inflorescência. Pouco dotado intelectualmente, ignorante, mas desconhecedor da sua incompatibilidade com a cultura, tenaz, mesmo firme na defesa do absurdo – acredita, admito, nos benefícios do seu projeto de destruição do país. As suas falas, arrogantes, sincopadas, são cada vez mais um amontoado de palavras sem nexo. Com frequência dá o dito por não dito. Recentemente aconselhou os jovens a emigrarem. Na semana passada, em Paris, desmentiu-se, afirmando que nunca sugeriu tal coisa.
O melífluo Gaspar, aritmeticamente sabedor, mas irracional na aplicação das leis da economia, é um discípulo atento do austríaco Friedrich Hayek e do norte-americano Milton Friedman. Politicamente pouco inteligente, as suas arengas em defesa de decisões catastróficas, a sua teimosa insistência em mascarar de rotundos êxitos fracassos transparentes, a sua habilidade em exercer o comando do governo nos bastidores trazem-me à memória personagens desamadas do teatro de Molière e Shakespeare e do nosso Gil Vicente.
É compreensível que poucos estrangeiros consigam entender o Portugal do ano 2013.
Um dia, sem data previsível no calendário, a farsa dramática em palco findará, antes que, espero, desemboque em tragédia. Será o povo nas ruas, na fidelidade a grandes rupturas da nossa história, serão as massas trabalhadoras a alavanca do fim do pesadelo.
(Por Miguel Urbano Rodrigues)
Mais-valias potenciais terão impacto nos capitais próprios dos bancos portugueses. Venda de títulos gera lucros e suporta imparidades. A carteira de dívida pública portuguesa dos bancos nacionais, a mais de um ano, valorizou cerca de 60% em 2012. O que significa que, segundo contas realizadas pelo Diário Económico, os bancos fecham 2012 com mais-valias potenciais em torno dos 15 mil milhões de euros. Os ganhos são apenas potenciais uma vez que serão contabilizados como lucro somente em caso de venda dos títulos ou no caso de se encontrarem alocados à carteira de ‘trading' dos bancos. No entanto a larga maioria destes títulos encontram-se na carteira de "activos disponíveis para venda", o que significa que o impacto da sua valorização será principalmente sentido nos capitais próprios das instituições.
"Sim. Sem dúvida que os bancos terão uma grande valorização nos capitais próprios nas contas de 2012. Mas acredito também que, tal como já aconteceu nas contas do terceiro trimestre, muitas instituições optem por um mix. Ou seja, por venderem parte da carteira realizando assim lucros ou de forma a suportarem imparidades de crédito, e utilizando outra parte para reforçarem capitais próprios", avança um especialista do sector ouvido pelo Diário Económico.
Marta Marques Silva /Económico 18/01/13 00:06
Nota: Estão encontrados os quatro mil milhões que o Governo anda à procura.
O ULTIMATO DOS BANQUEIROS, LEMBRAM-SE?
Não esquecer que foram os banqueiros, reunidos em 4 de Abril de 2011 no Banco de Portugal, a fazer um ultimato ao governo de José Sócrates, cortando o crédito ao Estado e exigindo do governo que solicitasse «um pedido de ajuda intercalar». Depois do miserável discurso do reeleito Cavaco Silva, na cerimónia de tomada de posse na AR, estava aberto o caminho para o regresso da direita ao poder. Independentemente de eu ter criticado duramente muitas decisões políticas dos governos de Sócrates, a verdade é que ele se bateu até ao fim para evitar o recurso ao «resgate» brutal (bem pior que o PEC IV!) que pôs o país neste estado a que chegou.
"ALMADA NEGREIROS – “Portugal inteiro há-de abrir os olhos um dia – se é que a sua cegueira não é incurável – e então gritará comigo, a meu lado, a necessidade que Portugal tem de ser qualquer coisa de asseado”.
Ex-administrador da SLN, aprovou as contas de 2007, não alertando o Banco de Portugal mesmo admitindo que nessa altura já todos percebiam o que se estava a passar com o Banco Insular de Cabo Verde. Demitiu-se em Novembro de 2008. Eis o novo secretário de Estado do Empreendedorismo, Competitividade e Inovação: Franquelim Alves.
AINDA BEM QUE TEMOS UMA "JUSTIÇA"! QUE FUNCIONA A 100% DE CARVÃO..
CASOS, APÓS 25 DE ABRIL, EM QUE A JUSTIÇA NADA FEZ OU FOI IMPEDIDA DE ACTUAR CASOS NOMES ENVOLVIDOS COMO FOI ADMINISTRADA A JUSTIÇA CONSTACTAÇÕES PORTUCALE Abel Pinheiro Calcula-se ter sido desviado 1 MILHÃO DE EUROS, através da falsificação de 1 Milhão de euros desviados António de Sousa Macedo documentos. Constituidos 11 arguidos. O envolvimento de figuras públicas financiamento de partidos? António Ferreira Gonçalves e ex-políticos, determinou que não se fizésse justiça. Ausência de crimes. e a justiça? Carlos Calvário Ninguém foi culpabilizado, mas alguns saíram beneficiados. que Justiça? Eunice Tinta Temos bons advogados a ganhar fortunas. João Carvalho José António Valadas José Manuel Sousa Luís Horta e Costa Manuel Rebelo Teresa Godinho CASOS NOMES ENVOLVIDOS COMO FOI ADMINISTRADA A JUSTIÇA CONSTACTAÇÕES SUBMARINOS António Lavrador A. Jacinto Processo ainda em curso na justiça. Trata-se dum processo de corrupção e 24 Milhôes de Euros ao ar António Parreira Roquete pagamento de luvas/comissões na compra de 2 submarinos para a Marinha financiamento de partidos? Fernando J. C. Gonçalves Portuguesa com vários arguidos e algumas figuras políticas e públicas. aguarda-se o envolvimento Filipe M. S. Moutinho Nada se vai provar e os tribunais vão "arrastar" no tempo com milhentos da justiça. José Mendes Medeiros recursos e outros meios, de forma a deixar prescrever. José Pedro Sá Ramalho Mais uma vez não haverá culpados pelo desvio de 24 milhões de Euros Rui Moura Santos Vão aparecer bons advogados para rasteirar a justiça e ganhar milhões. CASOS NOMES ENVOLVIDOS COMO FOI ADMINISTRADA A JUSTIÇA CONSTACTAÇÕES UNIV. INDEP. Amadeu Lima de Carvalho Processo que conclui haver corrupção, burla, fraude fiscal, abuso de Muitos milhões perdidos António Labisa confiança, associação criminosa, falsificação de documentos, branqueamen- financiamento de partidos? Elsa Velez to de capitais, começou com 24 arguidos. O envolvimento de figuras públi- Luís Arouca cas determinou nada se ter provado de concreto. Alguém penalizado foi Rui Martins principescamente compensado pelo incómodo. Milhões perdidos. Rui Verde Advogados encheram os bolsos CASOS NOMES ENVOLVIDOS COMO FOI ADMINISTRADA A JUSTIÇA CONSTACTAÇÕES F.S.EUROPEU João Pinto Coelho Processo iniciado a 1988 conclui-se com a absolvição dos réus em 2007, 1,8 milhões roubados João Proença quasi 20 anos depois. Os réus, políticos ligados à UGT, acusados de fraude, financiamento de partidos? José Veludo e desvio de 1,8 MILHÕES DE EUROS do Fundo Social Europeu, passados 20 e a justiça onde está? Rui Oliveira e Costa anos já nem sabiam do destino dado ao dinheiro, e a justiça ainda teve de Torres Couto lhes pedir desculpa (coitadinhos, tão honestos). O Povo é que ficou sem Victor Hugo Cerqueira o dinheiro. E os advogados………. CASOS NOMES ENVOLVIDOS COMO FOI ADMINISTRADA A JUSTIÇA CONSTACTAÇÕES A. DOURADO José Luís Oliveira Cerca de 170 arguidos, acusados de corrupção "activa e passiva". Alguns são caso para perguntar; Pinto da Costa figuras públicas e políticas. Foram indiciados 24 que em julgamento foram e os outros? Pinto de Sousa absolvidos com um pedido de desculpa e não sei se indeminizados. O Assim a justiça vai andando Valentim Loureiro tribunal não conseguiu ver o que todo o povo sabe. Coisas de advogados. Quanto custou ao Estado este processo? CASOS NOMES ENVOLVIDOS COMO FOI ADMINISTRADA A JUSTIÇA CONSTACTAÇÕES FREEPORT José Inocêncio Processo iniciado em 2004. Alguns dos arguidos com ligações a figuras de 2,4 milhões desviados José Marques topo na política, conseguiram por arrastamento e conivência do PGR e financiamento de partidos? Honorina Silvestre do Supremo, o arquivamento daquele, e 2,4 milhões de Euros lá foram. Santa ingenuidade. As grava- Manuel Pedro Advogados muito bons….. ções eram falsas? Coitados. José Sócrates CASOS NOMES ENVOLVIDOS COMO FOI ADMINISTRADA A JUSTIÇA CONSTACTAÇÕES CASA PIA Carlos Silvino Além dos arguidos, figuras públicas, havia fortes suspeitas e indicios do Muitos milhões perdidos Carlos Cruz envolvimento dos políticos Paulo Pedroso e Ferro Rodrigues, que por obra A justiça é só para o pobre, Manuel Abrantes de algum milagre, não foram a julgamento. Tal facto vai em favor dos réus, se tiver fome não pode José Rito que condenados a penas de prisão efectiva, jamais lá irão parar. Uma mão roubar uma maçã. Ferreira Dinis lavará a outra. A justiça tudo fará para deixar prescrever o processo. Os ricos são INTOCÁVEIS. Hugo Marçal Quanto custou este processo ao "Estado"? Muitos milhões. Os politicos INTOCÁVEIS são. Gertrudes Nunes Quem pagou? O povo (até aos advogados e às vítimas). CASOS NOMES ENVOLVIDOS COMO FOI ADMINISTRADA A JUSTIÇA CONSTACTAÇÕES BRAGAPARQUES Carmona Rodrigues Afinal a Polícia Judiciária anda a investigar pessoas inocentes, leva-as a a justiça vai de mal para pior Fontão de Carvalho tribunal acusadas de crime de corrupção, conclui-se haver corruptor que Eduardo Napoleão é punido, por não conseguir corromper, e os acusados vem o processo ser Domingos Névoa arquivado. Confirma-se temos excelentes advogados ou maus juízes. Quanto custou ao Estado (povo) este espectáculo? CASOS NOMES ENVOLVIDOS COMO FOI ADMINISTRADA A JUSTIÇA CONSTACTAÇÕES FURACÃO Visabeira Processo determinou que 200 MILHÕES de Euros de Impostos não cobrados Voaram mais de 800 milhões Tabaqueira do Funchal com fuga de capitais para offshores, que originaram um prejuízo de 600 financiamento de partidos? Emp. Madeir. de Tabacos MILHÕES ao BCP??? (os seus administradores nem sequer foram indiciados) e que compensações terão Mota-Engil O envolvimento de figuras públicas e de políticos da época (hoje adminis- os magistrados? Grupo Amorim tradores e Presidentes de Bancos e Empresas Públicas) determinaram o Nem Nª Sª de Fátima nos Grupo Média Capital arquivamento do processo. salva deste vespeiro. Grupo Estoril Sol Os tribunais têm duas medidas: uma para os ricos e políticos; outra para os Banco Insular pobres. Millenium BCP Os ricos tem excelentes advogados a quem pagam milhões. BPN/SLN CASOS NOMES ENVOLVIDOS COMO FOI ADMINISTRADA A JUSTIÇA CONSTACTAÇÕES ISALTINO Isaltino Morais O Ex-Ministro e actual Presidente de Câmara de Oeiras foi acusado dos milhões de euros que voaram crimes de: participação económica em negócio, corrupção, branqueamento bela justiça a nossa. de capitais, abuso de poder e fraude fiscal. Julgado, condenado por engano a 7 anos de prisão efectiva (reduzidos para 2 anos). Continua Presidente de Câmara, solto, a levar boa vida. Vai de recurso em recurso até conseguir a prescrição. Nem pulseira eléctrónica lhe foi imposta. Está tudo sob con- trole, nem pensa em fugir. E os outros! Não se podem prender uns com tantos outros tão ou mais importantes à solta. Seria imoral, e uma grande injustiça. Quanto custou este processo? CASOS NOMES ENVOLVIDOS COMO FOI ADMINISTRADA A JUSTIÇA CONSTACTAÇÕES BOLAMA Desconhecidos Resumidamente trata-se de um navio que se afunda, de forma suspeita, a Pagaram-se indeminizações 04 de Dezembro de 1991, e que "vitimou" 30 pessoas, tendo sido resgatados aos familiares dos desapare- 8 corpos. Encontra-se no fundo do mar, direito, a uma profundidade de 130 cidos e não se pronunciaram metros. Há indícios de que o navio teria sido sabotado, já que apresenta responsabilidades. um furo oval feito a maçarico no lado estibordo. Supõe-se que, já no mar, Aqui já a política estava de serviria para que lhe retirassem a sua preciosa carga!!!!!Suspeita-se que o mãos dadas com a justiça. navio transportava URÂNIO. Entre os desaparecidos estaria um genro de Salvador Caetano. O navio tinha sido reparado recentemente na Rinave, que lhe certificou a navegabilidade. Tudo aponta para que o caso tenha sido propositadamente negligenciado já que não interessaria às autoridades portuguesas da altura que o navio fosse rápidamente encontrado ou que a investigação fosse mais cuidada. O que se quis esconder? CASOS NOMES ENVOLVIDOS COMO FOI ADMINISTRADA A JUSTIÇA CONSTACTAÇÕES FACE-OCULTA Manuel Godinho Investigadas muitas empresas CP; EMEF;EMPORDEF;ESTALEIROS DE VIANA; Muitos milhões de euros Armando Vara E.P.;CARRIS;CTT;EDP;GALP;IDD;LISNAVE;PORTO SETÚBAL;PORTUCEL;REFER. desviados e gastos neste Rui Pedro Soares Foertes indícios revelam eventual envolvimento de José Sócrates no processo, que, tal como ou- José Penedos negócio da compra da TVI pela Portugal Telecom para afastar Manuela M. tros, dá em nada. Apenas o Lopes Barreira Guedes e Eduardo Moniz (assim confirmaram as escutas telefónicas feitas arguido Manuel Godinho Domingos Paiva Nunes a Armando Vara, Paulo Penedos e Rui Pedro Soares). Indícios indicam que sairá condenado (oportuna- António Paulo Costa José Sócrates e Armando Vara teriam planos para condicionar a actuação mente gratificado pelos res- José Choc. Contradanças do Presidente da República, utilizando interesses do genro de Cavaco e tantes) e premiado c/ cartão Outros politicos Silva.Indícios apontam que José Sócrates pretendia controlar os meios de dourado do PS. comunicação social e usar verbas de empresas públicas em benefício do PS. Mais uma vez os políticos Escutas revelaram referencias insultuosas ao P.R. e à líder do PSD. vão sair intocáveis. A TMN destruiu (por sua iniciativa ou a pedido) dados considerados rele- Financiamento de partidos? vantes pelas autoridades judiciais na investigação ao caso Face-Oculta, e relativos ao trafego telefónico de Armando Vara, Rui Pedro Soares, Mário Lino e Paulo Penedos. Aqui voltarão a aparecer os bons advogados. CASOS NOMES ENVOLVIDOS COMO FOI ADMINISTRADA A JUSTIÇA CONSTACTAÇÕES BPN/SLN Almiro Silva Caso muito complexo de corrupção, fraude fiscal, fuga de capitais e de ges- 9,7 MIL MILHÕES DE EUROS António Franco tão danosa, dividido até ao momento em 4 processos, que envolve figuras DESAPARECIDOS António Marques Cavaco públicas e políticas e que aponta prejuízos superiores a 9 mil milhões de Mais 5 MIL MILHÕES PAGOS Fernando Cordeiro Euros. Note-se que para além dos que foram constituidos arguidos, surgem pagos pelo povo (C.G.D.). Filipe Baião do Nascimento outros nomes associados a este caso, tais como o de Daniel Sanches, Miguel Quem ganha além dos de Francisco Sanches Cadilhe, Rui Pedras, Norberto Rosa, Cavaco e Silva, Eduardo Catroga, Teófilo sempre!? Advogados. Hernâni Ferreira Carrapeto Dias, Fernando Fantasia, José Pereira (teria desviado 1,5 milhões Financiamento de partidos? Isabel Cardoso e fugido), Artur Alho (desviou 2,5 milhões e fugiu), Américo Amorim, Victor Isabel Ferreira Constâncio. Após a nacionalização do BPN pelo governo Sócrates, a C.G.D. José Monteverde injectou mais de 5.000 milhões de Euros naquele banco, para mais tarde ser José Oliveira e Costa vendido a um banco com capital angolano e de Américo Amorim, por 440 José Vaz de Mascarenhas milhões de Euros (BIC presidido por Mira Amaral). Não foi esclarecido ainda Leonel Mateus se Américo Amorim deveria ou não ao BPN 1,6 mil milhões de Euros. Luis Caprichoso José Sócrates no parlamento em 05/11/2008 negou que a Segurança Social Luis Ferrera Alves teria depositados no BPN 500 milhões de Euros, no entanto em 11/11/2008 Luis Reis Almeida a mesma S.S. levantou 300 dos 500 milhões lá depositados! Manuel António Sousa A Federação Portuguesa de Futebol tinha investidos no BPN cerca de 2,5 Manuel Marques Cavaco milhões de Euros e a 23/08/2010 a C.G.D. pagou aquela verba a F.P.F.! Manuel Silva Santos A Assembleia da República a 04/03/2010 retirou do BPN 17,4 milhões de Ricardo Oliveira Euros que tinha lá depositado, e transferiu aquela verba para a C.G.D. uma Rui Almeida Fonseca semana antes da nacionalização! Rui Guimarâes Dias Costa Clientes com nomes sonantes devem muitos milhões ao BPN (e nada vão Telmo Belino Reis pagar, não irão presos e alguns até serão principescamente beneficiados): Arlindo de Carvalho veja-se os casos de Arlindo de Carvalho (crédito de 20 milhões de Euros); José Neto o caso de Duarte Lima (consta-se que terá um crédito de 40 milhões); Coelho Marinho e Américo Amorim (teria um crédito de 1,6 mil milhões de Euros). Dias Loureiro A forma como estão a ser conduzidos e separados os processos, aponta para Luis Duque um desfecho similar a muitos outros. De recursos e incidentes processuais Carlos Ortigueira arrastar-se-à no tempo até o eventual falecimento do "principal" arguido Carlos Marques (desejado por todos os restantes implicados, pelos juízes, pelos advogados, Nelson Rego pelos políticos e ex-políticos, pelos partidos, pelos empresários,banqueiros) João Sardinheiro Será então em Oliveira e Costa que desabarão todas as culpas, os restantes CASOS NOMES ENVOLVIDOS COMO FOI ADMINISTRADA A JUSTIÇA CONSTACTAÇÕES BPN/SLN Diamantino Morais serão compensados com a prescrição ou agraciados com uma amnistia. Teresa Cantanh. Rodrigues Se assim não fosse?? Os que beneficiaram de todos estes milhões, os mais de 9 mil milhões desaparecidos, e os 5 mil milhões lá enterrados pela C.G.D. Qual o interesse em gastar mais uns milhões com julgamentos? Assim terá de ser, pois alguns lobos terão de ser saciados para travar a "justiça". Normal e naturalmente, quando aparece um cadáver logo surgem os ditos abutres. Assim se vai preservando o nosso querido Portugal. CASOS NOMES ENVOLVIDOS COMO FOI ADMINISTRADA A JUSTIÇA CONSTACTAÇÕES MELANCIA Carlos Melancia Processo iniciado devido a um Fax caído do céu no Jornal Independente, desvio de 250.000 Euros EMAUDIO Rui Mateus que indiciava o pagamento de luvas e corrupção no concurso para constru- E a justiça onde está? Mário Soares ção do Aeroporto de Macau. Os 250.000 Euros desviados para a Fundação Almeida Santos M. Soares (segundo se depreende no livro de Rui Mateus) tiveram pouco Carlos Monjardino significado, e, quem se lixou? O mexilhão claro. Santos Ferreira CASOS NOMES ENVOLVIDOS COMO FOI ADMINISTRADA A JUSTIÇA CONSTACTAÇÕES FÁT. FELGUEIRAS Fátima Felgueiras A Ex-Presidente de Câmara foi "injustamente" acusada de 23 crimes. sem palavras Foi condenada por apenas 3 crimes de somenos importância. De recurso em recurso lá conseguiu obter a absolvição e consequentemente o pedido de desculpas por parte da justiça. Até deve ter razão pois a justiça está na hora da morte e sem crédito. Um destes dias os Srs Juízes terão de ser responsabilizados pelos danos patrimoniais e morais causados aos arguidos mal pronunciados. CASOS NOMES ENVOLVIDOS COMO FOI ADMINISTRADA A JUSTIÇA CONSTACTAÇÕES PARTEX José Alfaia Caso com envolvimento de figuras públicas e ex-políticos que determinou financiamento de partidos? Melro Félix que se arrastasse no tempo até à prescrição. Quem saíu beneficiado? e a justiça? CASOS NOMES ENVOLVIDOS COMO FOI ADMINISTRADA A JUSTIÇA CONSTACTAÇÕES VALE AZEVEDO João Vale e Azevedo Ex-Presidente do Sport Lisboa e Benfica, advogado de profissão, foi acusado desvio de mais de 5 milhões de variadíssimos crimes, tais como: Se ter apropriado indevidamente de 386.000 Euros relativos à transferência do guarda-redes russo do Benfica para o Alverca. Processo de alienação dos terrenos Sul do Benfica (Euroárea), e compra e venda simulada de uma herdade no Seixal - futuro Centro Estágio Benfica. Peculato e branqueamento de capitais Por 8 crimes de falsificação de documentos no processo Dantas da Cunha. Processo Ribafria. Foi julgado, condenado e preso. Com recursos e mais recursos conseguiu ficar a aguardar os resultados dos recursos na sua residência. Fugiu, e foi viver descansado para Londres desde 2006. Os tribunais pediram a sua extradição no entanto continuam a aguardar que a justiça inglesa lhes dê razão. Quem paga este filme? ATENÇÃO QUE ISTO APENAS É UM RESUMO DE TODAS AS TRAPALHADAS MAIS BADALADAS E CONHECIDAS, COM DESFECHOS DUVIDOSOS, POUCO CLAROS, SEMPRE EM BENEFÍCIO DE ARGUIDOS, E COM CONTORNOS QUE INDICIAM TUDO SE DEVER AO FINANCIAMENTO ILEGAL DOS PARTIDOS POLÍTICOS. MAS,HAVERÁ MUITOS MAIS CASOS, TAMBÉM COM COM INDICIOS DE INGERÊNCIA POLÍTICA OU DE POLÍTICOS, NA SUA MAIORIA ABAFADOS E "NEGOCIADOS" COM OS PARTIDOS ATRAVÉS DE COMISSÕES PARLAMENTARES DE INQUÉRICO CRIADAS PARA ESSE EFEITO. ATÉ HOJE, E DE TODAS AS COMISSÕES PARLAMENTARES DE INQUÉRITO CRIADAS, PELA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA, NO SENTIDO SE APURAR A VERDADE DE FACTOS OU OCORRÊNCIAS, É VER OS RESULTADOS OBTIDOS. NEGÓCIOS ENTRE CONCORRENTES MAS COMPADRES COM OS MESMOS INTERESSES. NO MEIO DE TUDO ISTO HAVERÃO ALGUNS ATROPELOS E EXCESSOS DE ALGUMAS FIGURAS PÚBLICAS, QUE FACE AOS DESMANDOS DA CLASSE DIRIGENTE E SUA IMPUNIDADE, TERÃO DE MERECER TRATAMENTO DE EXCEPÇÃO DA JUSTIÇA. A JUSTIÇA TEM DE SER EQUILIBRADA! NOTA FINAL O EXEMPLO DOS POLÍTICOS PORTUGUESES (MAU EXEMPLO) É SEGUIDO PELOS ADMINISTRADORES DAS EMPRESAS PÚBLICAS. SABEMOS QUE A DEMOCRACIA É UM REGIME MUITO CARO. TANTO MAIS QUANDO OS PARTIDOS DÃO GUARIDA A PESSOAS SEM ESCRÚCULOS, DESONESTOS, SEM CARÁCTER E SEM PÁTRIA (A SUA PÁTRIA É O DINHEIRO), PELO QUE A CORRUPÇÃO E O JOGO DE INTERESSES MINARÃO A DEMOCRACIA. O QUE ESTÁ AQUI EM CAUSA É O FINANCIAMENTO DOS PARTIDOS, NADA MAIS. AS LEIS SAÍDAS DA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA PROTEGEM DE FORMA DESCARADA A CLASSE POLÍTICA DAÍ QUE OS TRIBUNAIS NÃO PODENDO ACTUAR SOBRE OS PRINCIPAIS CRIMINOSOS A COBERTO DE IMUNIDADES PARLAMENTARES OU DO PROTECTORADO DE ENTIDADES COMO O P.G.R., E PRESIDENTE DO SUPREMO TRIBUNAL, OPTARAM POR "DEIXAR ANDAR ATÉ Á PRESCRIÇÃO". E, VEJA-SE, QUANDO NÃO O FAZ, JULGAM E CONDENAM, QUAL É O RESULTADO? CLARO QUE OS JUÍZES SÃO INTILIGENTES E SEGUEM O DITADO POPULAR - "SE NÃO PODERES COM ELES, JUNTA-TE A ELES" DAI TIRAREM OS DIVIDENDOS QUE SE CONHECEM E FÁCILMENTE SERÃO COMPROVADOS ATRAVÉS DO QUE ESTÁ ESCRITO ANTES DA ENTREGA DO PODER POLÍTICO AOS PARTIDOS PELO CONSELHO DA REVOLUÇÃO. OS POLÍTICOS COMEÇARAM POR QUERER DIGNIFICAR A CLASSE, E, PARA ISSO, AUMENTARAM OS SEUS VENCIMENTOS PARA O DOBRO, CRIANDO PARA SI UMA SÉRIE INFINDÁVEL DE SUBSÍDIOS, SUBVENÇÕES, AJUDAS DE CUSTO, AVENÇAS, SÓ COM DIREITOS E SEM QUALQUER RESPONSABILIZAÇÃO. OS JUÍZES, POR ARRASTAMENTO, E NECESSIDADE DOS PRÓPRIOS POLÍTICOS, FORAM PREMIADOS, POIS VIRAM OS SEUS VEN- CIMENTOS E MORDOMIAS SUBSTANCIALMENTE MELHORADAS EM RELAÇÃO A OUTRAS CLASSES NÃO MENOS IMPORTANTES MAS IGNORADAS PELOS POLÍTICOS. VEJA-SE COMO EXEMPLO, UM JUÍZ DE CÍRCULO GANHAVA O MESMO QUE UM CORONEL DO EXÉRCITO EM 1980, HOJE O QUE GANHA E COM AS MORDOMIAS QUE TEM É O DOBRO DO QUE GANHA UM CORONEL NO ACTIVO. JÁ NEM FALAMOS NOS REFORMADOS DA CLASSE POLÍTICA OU DOS ADMINISTRADORES DAS EMPRESAS PÚBLICAS, COMPARADOS COM AS REFORMAS DOS MILITARES E DE OUTRAS CLASSES, ENTÃO AÍ O FOSSO E ABISSAL. PERDERAM POR COMPLETO A VERGONHA. OS CHEFES MILITARES E OS MILITARES EM GERAL NÃO ESQUECEM QUE NA CONSTITUIÇÃO ESTÁ ESCRITO: "INCUMBE ÀS FORÇAS ARMADAS A DEFESA MILITAR DA REPÚBLICA. LEIA-SE O ARTº 22 DA LEI DE DEFESA NACIONAL, EM QUE AFIRMA QUE O INSTRUMENTO MILITAR DE DEFESA NACIONAL SÃO AS FORÇAS ARMADAS EM EXCLUSIVO. A CONSTITUIÇÃO ALARGA AS MISSÕES DAS FORÇAS ARMADAS A OUTROS ÂMBITOS, NOMEADAMENTE AO APOIO À POLÍTICA EXTERNA, AO APOIO DA POLÍTICA INTERNA, PROTECÇÃO E SOCORRO, À VALORIZAÇÃO SOCIAL DAS POPULAÇÕES E À INTERVENÇÃO DURANTE OS ESTADOS DE EXCEPÇÃO DECLARADOS. PREVÊ ASSIM EXPRESSAMENTE A NECESSIDADE DO EMPREGO DAS FORÇAS ARMADAS PARA GARANTIR A SEGURANÇA DURANTE O PERÍODO DE DECRETAÇÃO DO ESTADO DE SÍTIO OU DE EMERGÊNCIA, OPERANDO NA DEFESA DA ORDEM CONSTITUCIONAL DEMOCRÁTICA E DA SEGURANÇA INTERNA NOS TERMOS DOS ARTº 19 E DO Nº 6 DO ARTº 275º DA CONSTITUIÇÃO DA R. PORTUGUESA. ERA BOM QUE OS POLÍTICOS TOMASSEM CONSCIÊNCIA QUE JÁ ESTÃO MUITO PARA LÁ DO QUE LHES FOI MANDATADO NAS ÚLTIMAS ELEIÇÕES, E, NO CASO DE DÚVIDA, ACONSELHA-SE FAÇAM UM REFERENDO SOBRE AS PRINCIPAIS QUESTÕES QUE NESTE MOMENTO MAIS ATORMENTAM O POVO E REVOLTAM A SOCIEDADE. TALVEZ TENHAM UMA DESAGRADÁVEL SURPRESA. ENTÃO COMO SE RESOLVE O PROBLEMA DE PORTUGAL?