quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Pedro Passos Coelho/Artur Baptista da Silva

                                                   


Amigos, Senhor primeiro-ministro,

Este não foi o Natal que merecíamos merecia. Muitas famílias não tiveram na Consoada os pratos que se habituaram. Muitos não conseguiram ter a família toda à mesma mesa. E muitos não puderam dar aos filhos um simples presente. Era isso que devia ter-se passado consigo.
Já aqui Nunca assim estivemos antes.  Se nos sentámos em mesas em que a comida esticava para chegar a todos,  se demos aos nossos filhos presentes menores porque não tínhamos como dar outros, isso passou-se num tempo que julgávamos não mais reviver. Mas A verdade é que, para muitos, este não foi apenas mais um dia num ano cheio de sacrifícios, e penso bem pode pensar muitas vezes neles e no que estão a sofrer por sua causa.
A eles, e a todos vós,A si, no fim deste ano tão difícil em que tanto já nos foi pedido, peço apenas que procurem a força para se ir embora o mais depressa possível. Quando olharemolhamos os vossos nossos filhos e netos, o façam fazemo-lo não com pesar mas com o orgulho de quem sabe que os sacrifícios a que nos submetem , que fazemos hoje, as difíceis disparatadas decisões que estamos estão a tomar serão paradas pelas nossas lutas, fazemo-lo para que os nossos filhos tenham no futuro um Natal melhor.
Para si e, se quiser, também para a Laura, um 2013 tenebroso – como aquele que nos preparou e a que não escaparemos.
http://entreasbrumasdamemoria.blogspot.pt/2012/12/toda-carta-tem-respost

Abraham Lincoln: "Pode-se enganar algumas pessoas todo o tempo; Pode-se enganar todas as pessoas algum tempo; Mas não se pode enganar todas as pessoas o tempo todo.


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VALE A PENA LER

Caro Pedro,

Antes de mais os meus sinceros agradecimentos pela amabilidade que tiveste em prescindir dos poucos momentos em que não tens que carregar o país às costas, para pensar um pouco em nós e nos nossos natais.
Retrataste com a clarividência de poucos a forma penosa como atravessamos esta quadra que deveria ser de alegria, amor e união. És de facto um ser iluminado e somos sem dúvida privilegiados em ter ao leme da nossa nau um ser humano de tão refinada cepa.
Gostava também de ser interlocutor de alguém que queria aproveitar o espírito de boa vontade que a quadra proporciona para te pedir sinceras desculpas…a minha mãe.A minha mãe é uma senhora de 70 anos, que usufruindo de uma escandalosa pensão de mil e poucos euros, se sente responsável pelo miserável natal de todos os seus concidadãos. Ela não consegue compreender onde falhou, mas está convicta de que o fez…doutra forma não terias afirmado o que afirmaste. Tentarei resumir o seu percurso de vida para que nos ajudes a identificar a mácula.
A minha mãe nasceu em Alcácer do Sal começou a trabalhar com 12 ou 13 anos…já não se recorda muito bem. Apanhava ganchos de cabelo num salão de cabeleireiro, e simultaneamente aprendia umas coisas deste ofício. Casou jovem e mudou-se para a cidade em busca de melhor vida. Sem opções de emprego a minha mãe nunca se acomodou e fazia alguns trabalhos de cabeleireira ao domicilio…nunca se queixou…foi mãe jovem e sempre achou que por esse facto era a mulher mais afortunada do mundo. Arranjou depois emprego num refeitório de uma grande fábrica. Nunca teve qualquer tipo de formação mas a cozinha era a sua grande paixão.
Depois de alguns anos no refeitório aventurou-se no seu grande sonho…ter um negócio próprio de restauração. Quis o destino que o sonho se concretizasse no ano de 1974…lembras-te 1974? O ano em que te tornaste livre? Tinhas o quê? 10 anos?
Pois é…o sonho da minha mãe tem a idade da democracia.
O sonho nasceu pequeno, com pouco mais de 3 ou 4 colaboradoras. Com muita dificuldade, muito trabalho e muitas noites sem dormir foi crescendo e chegou a dar trabalho a mais de 20 pessoas. A minha mãe tem a 4ª classe.
Tu já criaste empregos Pedro? Quer dizer…criar mesmo…investir e arriscar o que é teu…telefonemas para o Relvas a pedir qualquer coisa para uma amiga da Laura não conta como criar emprego. A minha mãe criou…por isso ela não compreende muito bem onde errou. Tudo junto tem mais de 40 anos de descontos para a segurança social. Sempre descontou aquilo que a lei lhe exigia. A lei que tu e outros como tu…gente de tão abnegada dedicação, se entretém a escrever, reescrever, anular, modificar…enfim…trabalhos de outra grandeza que ela não compreende mas valoriza.
Pois como te digo, a minha mãe viu passar o verão quente, os tempos do desenvolvimento sem paralelo, o fechar de todas as fábricas da região, os tempos do oásis, as várias intervenções do FMI, as Expos, os Euros, do futebol e da finança…e passou por isto tudo sempre a trabalhar como se não houvesse amanhã. A pagar impostos todos os meses e todos os anos. IVA, IRC, IRS, IMI, pagamentos por conta, pagamentos especiais por conta, por ter um toldo, por ter a viatura decorada, por ter cão, de selo, de circulação, de radiodifusão…não falhando um único desconto para a sua reforma, não falhando um único imposto. E viu chegar as condicionantes da idade avançada sem lançar um queixume. E foi resolvendo todos os seus problemas de saúde que inexoravelmente foram surgindo, recorrendo a um seguro privado, tentando deixar para aqueles que realmente necessitam, o apoio da segurança social. Em mais de 40 anos de contribuição não teve um dia de baixa, não usufruiu de um cêntimo em subsídios de desemprego. E ela dá voltas e voltas à cabeça e não há forma de se recordar onde possa ter falhado. Mas certamente falhou…
Por isso Pedro, quando eu lhe li a tua carinhosa mensagem, que certamente escreveste na companhia da Laura e com um cobertor a cobrir as vossas pernas para poupar no aquecimento, ela comoveu-se, e cheia de remorsos pediu-me que por esta via te endereçasse um sentido pedido de desculpas.
Pediu também para te dizer que se sente muito orgulhosa de com a redução da sua pensão poder contribuir para que a tua missão na terra seja coroada de sucesso.
És de facto único Pedro. A forma carinhosa como te referes aos sacrifícios que os outros estão fazer, faz-me acreditar que quase os sentes como teus. Sei que sofres por nós Pedro. Sei que cada emprego que se perde é uma chaga que se abre no teu corpo…é um sofrimento atroz que te é imposto…e tudo por culpa de quem? De gente como a minha pobre mãe que mesmo sem querer tem levado toda uma vida a delapidar o património que é de todos. Por isso se a conseguires ajudar a perceber onde errou ficar-te-ei eternamente agradecido. A minha mãe ainda é daquele tipo de pessoas que não suporta a ideia de estar a dever algo a alguém...ajuda-nos pois Pedro.
Aceita por favor, mais uma vez, em nome da minha mãe, sentidas desculpas. Ela diz que apesar de reformada e com menos saúde vai continuar a trabalhar para poder expiar o tanto mal que causou.
Continua Pedro..estás certamente no bom caminho, embora alguns milhões de ingratos não o consigam perceber.
Não te detenhas…os génios raramente são reconhecidos em vida.
Um grande abraço para ti.
Um grande beijo para a Laura.

MENSAGEM DE RETRIBUIÇÃO AO PEDRO E À LAURA.
por Nuno Barradas a Quinta-feira, 27 de Dezembro de 2012 às 16:08 ·


quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Anedota Muito bem lembrado, sim, senhor!

As calorias
são pequenos animais que moram nos roupeiros e que durante a noite
apertam a roupa das pessoas.

Os problemas do nosso país são essencialmente agrícolas:
excesso de nabos; falta de tomates e muito grelo abandonado.

O trabalho
fascina-me tanto que às vezes, fico parado a olhar para ele.

O Casamento
é um relacionamento a dois, no qual uma das
pessoas está sempre certa e a outra é o marido.

A mulher
está sempre ao lado do homem, para o que der e vier;
Já o homem está sempre ao lado da mulher que vier e der.

Se fores chata as tuas amigas, perdoam;
Se fores agressiva as tuas amigas, perdoam;
Se fores egoísta as tuas amigas, perdoam;
Agora experimenta ser magra e linda!
Tás fEITA!

O amor
é como a gripe,
apanha-se na rua, resolve-se na cama!

A falta de sexo
provoca amnésia e outras merdas
que agora não me lembro...

Portugal
é um país geométrico: é rectangular e tem problemas bicudos discutidos
em mesas redondas, por bestas quadradas!

A diferença entre Portugal e a República Checa
é que esta tem o governo em Praga e
Portugal tem a praga no governo.

Não procures o príncipe encantado.
Procura, antes, o lobo mau: ouve-te melhor;
vê-te melhor e ainda te come.

Toda a gente se queixa
de assédio sexual no local de trabalho.
Ou isto começa a ser verdade  ou então despeço-me!!!

A mulher do amigo
é como a bota da tropa;
também marcha!

O cérebro
é um órgão maravilhoso.
Começa a trabalhar logo que acordamos
e só pára quando chegamos ao serviço.

O teu computador
é como uma carroça:
tem sempre um burro à frente!!!

Os trabalhadores mais incapazes
são sistematicamente promovidos para o lugar onde possam causar menos danos:
a chefia.

Qual a diferença entre uma dissolução e uma solução?
Uma dissolução seria meter um político num tanque de ácido para que se dissolva.
Uma solução seria metê-los a todos.

Chocolate
não engorda, quem engorda é você.

terça-feira, 25 de dezembro de 2012

Governantes "não estão à altura do momento"



D. Manuel Martins, o apelidado Bispo Vermelho, sustenta que os ministros "não dominam os conteúdos da governação e não têm pedagogia na relação com o povo". Em entrevista, ao JN, o bispo emérito diz ainda que "a Igreja não tem prestado atenção a esta transformação do mundo".

Fonte: http://www.jn.pt/multimedia/video.aspx?content_id=2963145

D. Manuel Martins Governo "não está à altura" e a Igreja "está atrasada"
O bispo emérito de Setúbal, D. Manuel Martins, considerou em entrevista ao Jornal de Notícias (JN), que o Governo e os ministros que o compõem "não estão à altura do momento" que o País vive, questionando mesmo como pode “uma pessoa sem experiência nenhuma governar um país”. Em relação à Igreja, D. Manuel Martins entende que “está atrasada” no tempo.

Em entrevista ao JN, bispo emérito de Setúbal, D. Manuel Martins, comentou a actual situação do País, defendendo “os nossos governantes não estão à altura do momento” apesar de reconhecer que “governar é uma [tarefa] muito difícil”.
“Temos que partir deste princípio, até o governo da própria casa é muito difícil. Agora parece-me também, isto com todo o respeito, que os nossos governantes não estão à altura do momento”, afirmou D. Manuel Martins.
Neste sentido, o bispo emérito de Setúbal sugeriu que um ministro, antes de aceitar sê-lo, devia ser sujeito a "uma junta qualquer de especialistas independentes que fossem capazes de julgar das capacidades que a pessoa tem ou não tem para governar, porque é muito difícil governar”.
“Uma pessoa sem experiência nenhuma como é que vai governar um País?” questionou D. Manuel Martins, reforçando que os actuais responsáveis do Executivo “não dominam os conteúdos da governação e (…) não têm pedagogia governativa, mesmo até na relação com o povo”.
Sobre a posição da Igreja, o bispo sustentou que “está atrasada, não tem prestado atenção a esta transformação do mundo”.
“A igreja tem que ter em atenção as conquistas da ciência e da técnica, bem como as transformações comportamentais que vão acontecendo no Mundo, tem que ter em atenção este domínio da filosofia económica que impera sobre o Mundo como uma religião fanática, a Igreja tem que ver isto com muita atenção e despertar as pessoas para esta realidade”, defendeu.
Artigo: Notícias Ao Minuto



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D. Manuel Martins contra submissão ao «lucro»

Antigo bispo de Setúbal diz sofrer pela situação do «pobre povo» português e pela «certeza» de que a crise vai continuar

D.R.
Lisboa, 18 dez 2012 (Ecclesia) – O bispo emérito de Setúbal, D. Manuel Martins, criticou o modelo económico-financeiro seguido em Portugal, afirmando que sofre com as consequências da crise na população e que a Igreja Católica está a falhar na sua missão.
O sistema predominante no Ocidente “é uma espécie de religião fundamentalista seguida pelos poderosos que passam a vida ajoelhados diante do lucro e do dinheiro, sugados de todas as formas possíveis e imaginárias” a quem “menos pode defender-se” e a quem “cada vez pode menos”, declarou em entrevista à ECCLESIA, que pode ser acompanhada esta quarta-feira na RTP 2 (18h00).
A austeridade causada por Portugal estar “num poço sem fundo e nem sequer ter dinheiro para comprar a corda para se salvar”, é uma “imposição sobre os pobres, e agora já sobre os menos pobres”, que “estão a ser sacrificados naquilo que é o mais sagrado”, ou seja, “o direito a uma vida digna”, sublinhou.
“Sofro muito com a situação que o nosso pobre povo está a viver e pela certeza de que esta realidade vai continuar por muito tempo”, referiu D. Manuel Martins, acrescentando que “grande parte da população vive no escuro do desespero”.
Os portugueses têm “a ilusão de viver num regime democrático”, mas que na realidade está dominado “por mil ditaduras”, como é o caso do “medo do hoje, do amanhã, de perder o trabalho, de não poder resolver este problema e aquele, de deixar a casa”.
Para o prelado o governo deve comprometer-se a dar “condições minimamente necessárias” para que “as pessoas possam ter a certeza, tanto quanto é possível, que o pão da sua mesa nunca vai faltar”.
Referindo-se à legislação laboral, D. Manuel Martins diz-se “espantado” por ver “como é que ninguém na Igreja denunciou muitas das medidas do Código Laboral que nada têm a ver com os direitos consignados na Constituição”.
A Igreja Católica, que devia “apontar outros horizontes”, está a “cumprir só metade da sua missão, que é dar de comer a quem tem fome”, faltando-lhe a tarefa “importante” de “descobrir as causas [da pobreza]”, apontou.
Ao mesmo tempo o prelado mostra reservas quanto às paralisações: “Estamos numa situação tão grave que um português minimamente civilizado, consciente e responsável devia renunciar à greve, neste momento, para ver se, todos juntos, e com outras renúncias, somos capazes de pôr o comboio nos trilhos e começar a avançar”.
O antigo bispo setubalense considera que os políticos “não deixam de dormir, de comer e de viver descansados e regalados por causa do povo”, e deixa um aviso: “Estamos a pagar-lhes, e bem, para nos servirem. Portanto, cautela”.
“Não digo que mudem os políticos mas que mudem as políticas, pedagogias e modos de estar, não só ao nível de quem ocupa as cadeiras do poder mas sobretudo daqueles que estão com ânsia de as ocupar”, aponta, depois de censurar uma “filosofia económica desgraçada” que tem levado a casos de “fome”.
O prelado salienta que “Portugal está muito perto do abismo” e que 2012 “fica marcado pelo cataclismo que se abateu sobre a sociedade portuguesa”, que a mantém num clima de “muito desânimo, de muito medo”.
D. Manuel Martins sustenta que é preciso “pregar a esperança” de forma “insistente e convicta”, evitando no entanto o “risco” de “estar a alienar as pessoas”.
PTE/RJM/OC/Agência Ecclesia

domingo, 23 de dezembro de 2012

SIC: Buraco do BPN 7 mil milhões

                           

Sigam o Passos, sigam o Relvas, sigam a laranjada.
Passos assinou escrituras falsas, ditas de favor, por procuração de quem ele foi testa-de-ferro, no sacar património valioso da SLN para que não caísse na alçada de uma possível nacionalização..
Relvas, tinha como único sócio na Finertec, o Fiducial Cabo Verde, banco da martelada do BPN.
Joaquim Coimbra, representava em Cabo Verde um Fundo de Investimento liderado pelo Banco Sul-Atlântico, outra desnatadeira do BPN em Cabo Verde. JCoimbra faz parte das damas-de-honor da Comissão de Cavaco a presidente, é o patrão do Mendes Boy, um dos accionistas de referência da SLN.

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Reformados e Pensionistas os Mal enterrados

                              



A REDUÇÃO das reformas e pensões são as piores, mais cruéis, e moralmente mais criminosas, das medidas de austeridade a que, sem culpa nem julgamento, fomos condenados pelo directório tecnocrático que governa o protectorado a que os nossos políticos reduziram Portugal.
Para os reformados e pensionistas, o ano de 2013 vai ser ainda pior do que este 2012. Os cortes vão manter-se ou crescer e, com o brutal aumento de impostos, a subida dos preços dos combustíveis, do gás e da electricidade, e o encarecimento de muitos bens essenciais, o rendimento disponível dos idosos será ainda menor.
Os aposentados são indefesos. Com a existência organizada em função dum determinado rendimento, para o qual se prepararam toda a vida, entregando ao Estado o estipulado para este fazer render e pagar-lhes agora o respectivo retorno, os reformados não têm defesa. São agora espoliados e, não tendo condições para procurar outras fontes de rendimento, apenas lhes resta, face à nova realidade que lhes criaram, não honrar os seus compromissos, passar frio, fome e acumular dívidas. No resto da Europa, os velhos viram as suas reformas não serem atingidas e, em alguns casos, como sucedeu, por exemplo, em Espanha, serem até ligeiramente aumentadas. Portugal não é país para velhos. Os políticos devem pensar que os nossos velhos já estão mortos e que, no fim de contas, estamos todos mal enterrados... 
Por Joaquim Letria

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quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Crianças e Adultos Odeiam o Natal 2013

                                

                                     

                                     







O Pai Natal depois de ter passado por São Bento
Roubaram-lhe as prendas as renas e o fato.
Valeu-lhe o agricultor multado por conduzia embriagado.
Já que não podia conduzir emprestou-lhe a carroça e o burro.






Olá Pai Natal!  pai natal com saco de prendas

Escrevo esta carta para te fazer o meu pedido de Natal. São vinte e três, um de cada letra do abecedário.
Amor. Para dar e receber.Bondade. Para os corações que não têm a necessária.Coragem. Para enfrentar os problemas do dia a dia.Decisão. Poder decidir com a mente e com o coração.Esperança. Que seja a ultima a morrer.Felicidade. Todos merecem ser felizes.Generosidade. Dar sem esperar receber.Honestidade. Ser honesto é virtude.Igualdade. Mesmo que as pessoas sejam diferentes.Justiça. Porque a injustiça é cruel.Liberdade. É um bem precioso.Moral. Para saber distinguir o bem do mal.Nacionalidade. Todos devem ter uma nação.Orientação. Que ninguém se sinta perdido.Paz. Porque a guerra não pode vencer.Qualidade. Não interessa ter muitos se não forem bons amigos. Respeito. Respeitar e ser respeitado.Saúde. Para o corpo e para a mente.Tranquilidade. Mesmo nos momentos mais difíceis.União. Porque a união faz a força.Valentia. Porque a coragem é a mais forte.Xarope e outros medicamentos. Não faltem a ninguém.Zelo. Temos que zelar uns pelos outros.
Obrigada Pai Natal! cid:image002.gif@01CDDAF1.D2897650De todo o meu coração agradeço-Te querido Pai Celestial pelo nascimento de Jesus, O Salvador, o único capaz de
 transformar as nossas vidas e vivificar seres humanos para um verdadeiro relacionamento com Deus!

O nascimento de Jesus
Ora, o nascimento de Jesus Cristo foi assim: Estando Maria, sua mãe, desposada com José, antes de se ajuntarem, ela se achou ter concebido do Espírito Santo.  E como José, seu esposo, era justo, e não a queria infamar, intentou deixá-la secretamente. E, projetando ele isso, eis que em sonho lhe apareceu um anjo do Senhor, dizendo: José, filho de Davi, não temas receber a Maria, tua mulher, pois o que nela se gerou é do Espírito Santo; ela dará à luz um filho, a quem chamarás JESUS; porque ele salvará o seu povo dos seus pecados. Ora, tudo isso aconteceu para que se cumprisse o que fora dito da parte do Senhor pelo profeta: Eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho, o qual será chamado EMANUEL, que traduzido é: Deus connosco. E José, tendo despertado do sono, fez como o anjo do Senhor lhe ordenara, e recebeu sua mulher; e não a conheceu enquanto ela não deu à luz um filho; e pôs-lhe o nome de JESUS.

Nós não sabemos o dia exacto do nascimento de Jesus mas cabe aos cristãos relembrar continuamente que a festa de Natal e os “ingredientes” que a identificam nasceram da , apontam para a fé, se concretizam em demonstrações de amor, traduzidos em intimidade familiar, solidariedade para com os mais pobres e luta pela vida, vida digna para todos e luta pela paz.
Natal tem a ver com Jesus de Nazaré, com a referência histórica do nascimento de Jesus Cristo: é a celebração de seu aniversário! O Natal celebra o aniversário de nascimento do Filho de Deus e, nessa festa, adquire novo sentido o nascimento de qualquer pessoa, a vida de cada um de nós.
Para os seguidores de Jesus Cristo, Natal é muito mais do que memória e comemoração do nascimento do Senhor. O Natal é memorial e celebração do nascimento do nossoSalvador.
Que O Senhor vos abençoe ricamente, AMÉM!

“Disse-lhe Jesus: Eu Sou O Caminho, E A Verdade E A Vida; Ninguém Vem Ao Pai, Senão Por Mim.” 

João 14:6