segunda-feira, 26 de novembro de 2012
Poesia Versos Antero de Quental Sonetos

HÁ ROSTOS SEM NOME
Há rostos sem nome
nas minhas memórias.
Não de gente que passou anónima
pela minha vida,
mas de pessoas com laços,
com traços,
que a vida foi transformando
em quadros na parede
de uma galeria
de recordações.
Foram esboços de alegria
de carinho, de amizade,
que hoje têm um lugar
sem assinatura.
Permanecem as lembranças,
o caracter, a personalidade,
os lugares, os actos, as ligações,
sem nome, na lembrança dos dias.
Numa liquidez de maresia.
Numa amalgama de memória.
com lugar, com história
com sentimento,
com consentimento,
mas sem nome,
perdidos num passado
colocados sem assinatura
na Exposição de quadros na parede.
E que me acompanham
me fizeram
me esculpiram,
para além de mim.
Rostos sem nome
que me fizeram ser
como sou.
nas minhas memórias.
Não de gente que passou anónima
pela minha vida,
mas de pessoas com laços,
com traços,
que a vida foi transformando
em quadros na parede
de uma galeria
de recordações.
Foram esboços de alegria
de carinho, de amizade,
que hoje têm um lugar
sem assinatura.
Permanecem as lembranças,
o caracter, a personalidade,
os lugares, os actos, as ligações,
sem nome, na lembrança dos dias.
Numa liquidez de maresia.
Numa amalgama de memória.
com lugar, com história
com sentimento,
com consentimento,
mas sem nome,
perdidos num passado
colocados sem assinatura
na Exposição de quadros na parede.
E que me acompanham
me fizeram
me esculpiram,
para além de mim.
Rostos sem nome
que me fizeram ser
como sou.
Helena Guimarães
quinta-feira, 22 de novembro de 2012
Anedota Num Café Católico em Roma
Quatro homens e uma mulher, católicos, estavam tomando café na Praça de São Pedro...
O primeiro homem falou...
- Meu filho é Padre e, quando entra num recinto, tratam-no de "Padre".
O segundo homem afirmou...
- Meu filho é Bispo e, quando entra num recinto, tratam-no de "Sua Graça".
O terceiro homem disse...
- Meu filho é Cardeal e, quando entra num recinto, todos inclinam a cabeça e o tratam-no de "Sua Eminência".
O quarto homem disse orgulhosamente...
- Meu filho é o Papa e, quando entra num recinto, tratam-no de "Sua Santidade".
Como a única mulher estava saboreando o café em silêncio, os quatro homens dirigiram-lhe um súbtil...
- Então...?
Ela orgulhosamente respondeu...
- Eu tenho uma filha alta e elegante, busto 40, 24 polegadas de cintura, 34 polegadas de quadris...
- "Quando ela entra num recinto todos exclamam:
" Oh! Meu Deus !!! "
BPN Revelado Esquema de Duarte Lima
Justiça Revelado 'esquema' de Duarte Lima
O despacho de acusação do Ministério Público, a que o Diário de Notícias (DN) teve acesso, revela que o Banco Português Negócio (BPN) terá financiado com 20 milhões um negócio de cinco milhões de euros efectuado por Duarte Lima e mais cinco arguidos no chamado caso ‘Homeland’.
O DN conta hoje que, no despacho de acusação do Ministério Púbico, que manteve Duarte Lima preso no passado sábado, é revelado um negócio de compra de terrenos no concelho de Oeiras no valor de cinco milhões de euros mas que recebeu um financiamento de 20 milhões de euros do BPN.
O procurador do Ministério Público, Rosário Teixeira, alegou por isso que a melhor forma de prevenir “perturbação da prova pessoal, importando manter o arguido limitado na sua capacidade de influência e contactos com terceiros”.
Neste 'esquema' de negócio estão envolvidas mais cinco pessoas: Pedro Lima (filho do antigo líder parlamentar do PSD), Vítor Raposo (sócio de Pedro Lima), dois advogados (João e Pedro de Almeida), e ainda Francisco Canas, conhecido por ‘Zé das Medalhadas’.
Em 2007, Duarte Lima contacta o administrador do BPN, Oliveira e Costa, para financiar um negócio de compra de terrenos no concelho de Oeiras. É então criado pelo banco um fundo imobiliário, chamado ‘Homeland’, com um capital de 10 milhões de euros, que ficam divididos por Pedro Lima e Vítor Raposo (4,2 milhões) e pelo BPN Fundo de Pensões (1,5 milhões).
Depois de montado o fundo e com um crédito garantido de 60 milhões de euros, “os arguidos Duarte Lima e Vítor Raposo resolveram inflacionar ficticiamente o preço dos terrenos”, revela o despacho do Ministério Público.
A teia do esquema
Os proprietários dos terrenos, representados pelo advogado João Almeida Paiva, acordam com a sociedade imobiliária Moinho Vermelho, cujo representante era Vítor Raposo, o valor de 1,5 milhões para a venda. Mas a imobiliária acorda um valor para a revenda, com o fundo ‘Homeland’, no valor de cinco milhões.
Só que “Duarte Lima e Vítor Raposo decidiram convencer as partes no negócio a que ficasse a constar no contrato-promessa um preço superior ao realmente acordado”, indica o despacho. Assim sendo, o que custava inicialmente cinco milhões passou para 7,84 milhões de euros, sendo a diferença devolvida aos compradores (a sociedade Moinho Vermelho e Duarte Lima).
Porém, o montante que foi adiantado pelo BPN foi muito superior: 20 milhões de euros. Esta diferença, revela o Ministério Público, terá servido para pagar comissões e investimentos. Duarte Lima e Vítor Raposo pagaram 8,4 milhões de participação no fundo ‘Homeland’ e escoaram o restante para património pessoal.
Artigo: Notícias Ao Minuto
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Magistrados tornam mais suaves os ilícitos cometidos.
CMJORNAL.XL.PT
Comentários de um chinês sobre a crise da Europa
Kuing Yamang, que viveu em França .
1. A sociedade europeia está em vias de se autodestruir. O seu modelo social é muito exigente em meios financeiros. Mas , ao mesmo tempo, os europeus não querem trabalhar. Só três coisas lhes interessam:
lazer/entretenimento, ecologia e futebol na TV! Vivem, portanto, bem acima dos seus meios, porque é preciso pagar estes sonhos ...
2. Os seus industriais deslocalizam-se porque não estão disponíveis para suportar o custo de trabalho na Europa, os seu impostos e taxas para financiar a sua assistência generalizada.
3. Portanto endividam-se, vivem a crédito. Mas os seus filhos não poderão pagar 'a conta'.
4. Os europeus destruíram, assim, a sua qualidade de vida empobrecendo. Votam orçamentos sempre deficitários. Estão asfixiados pela dívida e não poderão honrá-la.
5. Mas, para além de se endividar, têm outro vício: os seus governos 'sangram' os contribuintes. A Europa detém o recorde mundial da pressão fiscal. É um verdadeiro 'inferno fiscal' para aqueles que criam
riqueza.
6. Não compreenderam que não se produz riqueza dividindo e partilhando, mas sim trabalhando. Porque quanto mais se reparte esta riquez limitada menos há para cada um. Aqueles que produzem e criam
empregos são punidos por impostos e taxas e aqueles que não trabalham são encorajados por ajudas. É uma inversão de valores .
7. Portanto o seu sistema é perverso e vai implodir por esgotamento e sufocação. A deslocalização da sua capacidade produtiva provoca o abaixamento do seu nível de vida e o aumento do... da China!
8. Dentro de uma ou duas gerações, 'nós' (chineses) iremos ultrapassá-los. Eles tornar-se-ão os nossos pobres. Dar-lhes-emos sacos de arroz...
9. Existe um outro cancro na Europa: existem funcionários a mais, um emprego em cada cinco. Estes funcionários são sedentos de dinheiro público, são de uma grande ineficácia, querem trabalhar o menos
possível e apesar das inúmeras vantagens e direitos sociais, estão muitas vezes em greve. Mas os decisores acham que vale mais um funcionário ineficaz do que um desempregado...
10. (Os europeus) vão diretos a um muro em alta velocidade...
A grande verdade, é que os EUA arrastaram todo o Ocidente, eles próprios e quase toda a Europa, para a situação em que se encontram.
Com a implementação do Liberalismo económico e sobretudo com a imposição do Comércio Livre, grande bandeira das Administrações Americanas, até à de Obama, foi imposto um modelo económico que de facto, dificilmente poderá suportar o Estado Social (os EUA verdadeiramente, nunca tiveram Estado Social).
É preciso retroceder, voltar de novo à Industria e Agricultura, não podemos viver só de Serviços, tem que se travar a China, abandonando o excesso de Liberalismo económico e voltando a impôr algumas restrições às importações, sobretudo de países que não cumprem as mais elementares regras das Convenções de Trabalho.
A China está a instalar uma “muralha de areia” no Mar da China meridional, nomeadamente junto às ilhas Sprateley que ultrapassam largamente as águas...
GUERRABLOG.BLOGS.SAPO.PT
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" O esquema para nos esfolar. E ainda conseguem incutir sentimentos de culpa nos esfolados. - Gastaram além das suas possibilidades. "
Hervé Falciani, que revelou o esquema de evasão fiscal do banco suíço HSBC, explica como "sem o menor esforço" os bancos se podem enriquecer sem...
WWW.DN.PT|DE GLOBAL MEDIA GROUP
terça-feira, 20 de novembro de 2012
Austeridade Carlos Moreno vai acontecer 2013
Parceiros sociais acusam Governo de destruir estado social
Os parceiros sociais acusaram hoje o Governo de querer destruir o estado social e consideram que
está em marcha um ataque generalizado aos trabalhadores.
"O que está em marcha, neste momento, é a maior ofensiva jamais desencadeada contra as funções sociais do Estado: estamos a falar do acesso à educação e à segurança social", disse o secretário-geral da CGTP, Arménio Carlos, à entrada para uma reunião em sede de concertação social, que decorre desde as 9h00 da manhã, no Conselho Económico e Social (CES).
As declarações de Arménio Carlos surgem na sequência das declarações proferidas na segunda-feira pelo ministro das Finanças, Vítor Gaspar, a propósito da sexta avaliação da 'troika' (Banco Central Europeu, Fundo Monetário Internacional e Banco Central Europeu) ao programa de ajustamento português.
O sindicalista criticou também o anúncio feito por Gaspar a propósito do alargamento da mobilidade especial a todos os sectores da Função Pública, uma preocupação igualmente partilhada por João Proença, secretário-geral da UGT.
No entanto, a tónica das críticas de ambas as estruturas sindicais prendem-se com o corte de 4 mil milhões de euros nas funções do Estado.
"O Governo continua a usar a 'troika' para fazer um ataque generalizado aos trabalhadores. A medida de 4 mil milhões de euros não foi proposta pela 'troika', foi proposta pelo Governo português", afirmou João Proença.
E reiterou: "A medida de corte de 4 mil milhões de euros até Fevereiro foi proposta pelo Governo, é isto que o Governo não afirma aos portugueses que é a sua intenção de querer destruir o estado social".
Já o presidente da Confederação do Comércio e Serviços de Portugal (CCP), João Vieira Lopes, sublinhou, por seu turno, que "a economia não funciona".
"O grande problema é que por mais voltas que se dêem não há poder de compra, as empresas não vendem e muitas vezes produzem mais do que precisam. Esse é que é o problema de fundo dos erros estruturais do chamado plano de ajustamento, que não previu o ajustamento das PME [Pequenas e Médias Empresas]", acusou Vieira Lopes.
Relativamente ao 'lay off' (redução ou suspensão da actividade de uma empresa), temas que hoje estão em discussão, Vieira Lopes afirmou que "podem ajudar, mas não são o essencial. A economia vai continuar a sofrer".
Presentes neste encontro, para além dos parceiros sociais, estão os ministros da Agricultura, Assunção Cristas, e da Solidariedade e da Segurança Social, Pedro Mota Soares.
Lusa/SOL
Europa Três anos de crise da dívida Fantasias orçamentais Jornal de Negócios
Comentário feito há 15 anos ...
Carlos Carvalhas, há 15 anos, disse:
«A moeda única é um projecto ao serviço de um directório de grandes potências e de consolidação do poder das grandes transnacionais, na guerra com as transnacionais e as economias americanas e asiáticas, por uma nova divisão internacional do trabalho e pela partilha dos mercados mundiais.
A moeda única é um projecto político que conduzirá a choques e a pressões a favor da construção de uma Europa federal, ao congelamento de salários, à liquidação de direitos, ao desmantelamento da segurança social e à desresponsabilização crescente das funções sociais do Estado.»
Carlos Carvalhas, Secretário-geral do PCP — «Interpelação do PCP sobre a Moeda Única», 1997
«A moeda única é um projecto ao serviço de um directório de grandes potências e de consolidação do poder das grandes transnacionais, na guerra com as transnacionais e as economias americanas e asiáticas, por uma nova divisão internacional do trabalho e pela partilha dos mercados mundiais.
A moeda única é um projecto político que conduzirá a choques e a pressões a favor da construção de uma Europa federal, ao congelamento de salários, à liquidação de direitos, ao desmantelamento da segurança social e à desresponsabilização crescente das funções sociais do Estado.»
Carlos Carvalhas, Secretário-geral do PCP — «Interpelação do PCP sobre a Moeda Única», 1997
Parece que afinal o homem é um visionário



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Ouvi agora no Jornal das 20h da TVI uma reportagem que mostra que 85% dos jovens portugueses pretendem emigrar. Portugal corre risco sério de continuar a financiar a formação dos melhores jovens quadros do mundo para proveito dos estrangeiros que podem remunerar o seu mérito. Portugal está a evelhecer rapidamente e tem
há anos uma taxa de natalidade negativa. Não podemos continuar a ignorar estes gravíssimos fenómenos como fatalidades ou como resultado lógico de conselhos públicos de emigração ou de empobrecimento e de um desemprego de jovens quadros da ordem dos 30% ou da sua sub-remuneração, dada a escassez da procura e o e o excesso da oferta. Na minha opinião é o nosso futuro colectivo que está em risco, o que obriga a estudar e a desenvolver politicas públicas abrangentes e coordenadas para enfrentar estes gravíssimos problemas públicos. O futuro de Portugal está para além do saneamento obssessivo das contas públicas. Temos de as equilibrar, como temos de pagar as nossas dívidas. A austeridade é necessária. Mas moderada O pagamento da dívida é imperativo, mas em prazos mais dilatados. Com o capital humano de excepcional qualidade que temos é necessário alavancar a criação de riqueza. Através das exportações, mas trambém do consumo interno, orientado para os bens e serviços nacionais. Ou seja, uma reviravolta de 180 graus. É que não vale a pena sanear obssessivamente as contas públicas se, enquanto o fazemos, perdemos o nosso futuro colectivo. É a opinião de um cidadão que entende que deve pensar e partilhar com amigos o que pensa através de uma rede social.
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