quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Leopardo arrependido do que fez


Anedota 21 razões para o suicídio Árabe


 Suicídio Árabe!!!

Você anda chateado com a sua vida! 
Já pensou se tivesse nascido lá nas arábias...
Todo a gente se interroga: 
Por que é que para os terroristas árabes é tão fácil se suicidar? 
Aqui estão as 21 possíveis razões: 
É proibido:

1º - Sexo antes do casamento
 
2º - Tomar bebidas alcoólicas

3º - Ir a bares

4º - Ver televisão

5º - Usar a Internet

6º - Desportos, estádios, festas com mulheres

7º - Tocar buzina 
 
8º - Comer carne de porco

9º - Música não religiosa

10º - Ouvir rádio

11º - Barbear-se 

Além disso:

12º - Tem areia por todos os lados e nenhum
         buggy para se divertir

13º - Farrapos em lugar de roupas

14º - Come-se carne de burro cozida sobre bosta
        de camelo 

15º - As mulheres usam burka e não dá para ver
         nem a cor dos olhos

16º - A esposa é escolhida pelos outros e o rosto
         é visto só na procriação

17º - Sexo depois de casado é só para procriar e
        feito no escuro com a mulher vestida com o
        shak 

18º - Reza-se para Alah:

        - 06:00 às 09:00

        - 12:00 às 15:00 

        - 16:00 às 18:00 

        - 21:00 às 00:00 

        - No pôr do sol

19º - A temperatura básica nos paises árabes é
        entre 45º e 50º (em alguns lugares até mais
        altas) 
 
20º - Para economizar água, banho apenas uma
         vez por mês, diáriamente nas partes mais
         sujas (os pés...). 

E finalmente:

21º - Ensinam que, quando morrer, vai para o
         paraíso e terá tudo aquilo com que sonha! 


         Para falar a verdade...
         Você também não se mataria???




A burka, traje islâmico que cobre o rosto e corpo da mulher, tem a sua origem num culto à divindade Astarte, deusa do amor, da fertilidade e da sexualidade, na antiga Mesopotâmia.
Em homenagem à deusa do amor físico, todas as mulheres, sem exceção, tinham de se prostituir uma vez por ano, nos bosques sagrados em redor do templo da deusa.
Para cumprirem o preceito divino sem serem reconhecidas, as mulheres de alta sociedade acostumaram-se a usar um longo véu em proteção da sua identidade.
Com base nessa origem histórica, Mustapha Kemal Atatürk, fundador da moderna Turquia (1923 – 1938), no quadro das profundas e revolucionárias reformas políticas, económica e culturais, que introduziu no país, desejoso de acabar de uma por todas com a burka, serviu-se de uma brilhante astúcia para calar a boca dos fundamentalistas da época.
Pôs definitivamente um fim à burka na Turquia com uma simples lei que determinava o seguinte:
«Com efeito imediato, todas as mulheres turcas têm o direito de se vestir como quiserem, no entanto todas as prostitutas devem usar a burka».
No dia seguinte, ninguém mais viu a burka na Turquia.
Essa lei ainda se mantém em vigor.



BPN dava 20 anos Orçamento das Freguesias

           




Dinheiro gasto no BPN dava para orçamento das juntas de freguesia durante 20 anos
O presidente do Sindicato dos trabalhadores da Administração Local (STAL) afirmou hoje que o «dinheiro gasto» pelo Estado no BPN é semelhante aos gastos das freguesias durante 20 anos, criticando a decisão de extinguir muitas daquelas estruturas autárquicas.
«O que o Governo gastou com o BPN garantiria o orçamento das juntas de freguesia durante 20 anos, portanto dizer que vai encerrar juntas de freguesia por causa do Orçamento de Estado é uma mentira incalculável», afirmou à agência Lusa Francisco Braz.
Numa concentração de trabalhadores junto da Presidência do Conselho de Ministros, em Lisboa, o responsável calculou que existam 30% de contratados na Administração Local, ou seja 30 a 40 mil trabalhadores.
Se avançarem os cortes previstos «21 mil vão para o desemprego», explicou.
«O que o Governo está a fazer para as empresas municipais obrigará a pelo menos mais 10 mil despedimentos. Estamos a falar mais de 30 mil famílias», referiu o sindicalista.
Na concentração de hoje foi apresentado um manifesto para «dizer basta», resumiu Francisco Braz, acrescentando ainda esperar uma reunião pedida com carácter de urgência ao Executivo.
O STAL acusou o Governo de estar a «ignorar a Constituição, que dá autonomia ao Poder Local, descapitalizar o sector e privatizar serviços».
«Este primeiro-ministro é de uma cobardia tremenda porque só ataca quem está indefeso, quem trabalha, serviços públicos que são indispensáveis», concluiu.
Lusa/SOL
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quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Salários do Políticos em Portugal



http://expresso.sapo.pt/veja-os-rendimentos-de-15-politicos-portugueses-antes-e-depois-de-%20passarem-pelo-governo=f680329




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 Deputados no Reino Unido                                        Parabéns Brasil ! ! !



Vais ficar impressionado quando vires os rendimentos, e o aumento dos mesmos, depois de eles passarem pelo governo! O jornalista António Sérgio Azenha...
MUITOFIXE.PT



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Para que conste e...[2].jpg

--------  SEM COMENTÁRIOS...mas com mt revolta....


 
Imagem intercalada 1
-divulgo por estar 100% de acordo
Aqui vai a razão pela qual os países do norte da Europa estão a ficar cansados de subsidiar os países do Sul. 
O POVO PORTUGUÊS NÃO TEM CAPACIDADE PARA CRIAR RIQUEZA SUFICIENTE, PARA ALIMENTAR ESTACORJA DE GATUNOS!
É POR ESTAS E POR OUTRAS QUE PORTUGAL É O PAÍS DA EUROPA EM QUE SIMULTÂNEAMENTE SE VERIFICAM OS SALÁRIOS MAIS ALTOS A NÍVEL DE GESTORES/ADMINISTRADORES E O SALÁRIO MÍNIMO MAIS BAIXO PARA OS HABITUAIS ESCRAVIZADOS.
ISTO É ABOMINÁVEL!!!
ACORDA, POVO! ESTAS, SIM, É QUE SÃO AS GORDURAS QUE TÊM DE SER ELIMINADAS E NÃO AS DE QUE O GOVERNO FALA.

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Comparando salários Portugal e no Mundo


«O que mais me preocupa não é o grito dos violentos, dos corruptos, dos desonestos e dos sem ética.
O que mais me preocupa é o silêncio dos bons».
(Martin Luther King)



1º Exemplo
-   Presidente dos EUA recebe por ano $400.000,00 (291.290,417 Euros);
-   O Presidente da TAP recebeu, em 2009, 624.422,21 Euros;
-   O Vice-Presidente dos EUA recebe por ano $ 208.000,00 (151.471,017 Euros);
-   Um Vogal do Conselho de Administração da TAP recebeu 483.568,00 Euros;
-    O Presidente da TAP ganha por mês 55,7 anos de salário médio de cada
     português.

2º Exemplo
A Chanceler Ângela Merkel recebe cerca de 220.000,00 Euros por ano;
- O Presidente da Caixa Geral de Depósitos recebeu 560.012,80 Euros;
- O Vice-Presidente da Caixa Geral de Depósitos recebeu 558.891,00 Euros;
- O Presidente da Caixa Geral de Depósitos ganha por mês 50 anos de salário
  médio de cada português.

3º Exemplo
O Primeiro-Ministro Passos Coelhos recebe cerca de 100.000,00 Euros por ano;
- O Presidente do Conselho de Administração da Parpública SGPS recebeu
  249.896,78 Euros;
- O Presidente do Conselho de Administração da Parpública SGPS ganha por mês
  22,3 anos de salário médio de cada português.

4º Exemplo
- O Presidente da República recebe cerca de 140.000,00 Euros por ano;
- O Presidente do Conselho de Administração da Águas de Portugal recebeu
   205.814,00 Euros;
- O Presidente do Conselho de Administração da Águas de Portugal ganha por mês
  18,4 anos de salário médio de cada português;

5º Exemplo
O Presidente francês recebe cerca de 250.000,00 Euros por ano;
- O Presidente de Administração dos CTT - Correios de Portugal, S.A. recebeu
  336.662,59 Euros;
- O Presidente de Administração dos CTT Correios de Portugal, S.A. ganha por mês
  30 anos de salário médio de cada português.

6º Exemplo
O Primeiro-Ministro David Cameron recebe cerca de 250.000,00 Euros por ano;
-  O Presidente do Conselho de Administração da RTP recebeu 254.314,00 Euros;




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Para que conste e...[2].jpg

--------  SEM COMENTÁRIOS...mas com mt revolta....


 
Imagem intercalada 1
-divulgo por estar 100% de acordo
Aqui vai a razão pela qual os países do norte da Europa estão a ficar cansados de subsidiar os países do Sul. 
O POVO PORTUGUÊS NÃO TEM CAPACIDADE PARA CRIAR RIQUEZA SUFICIENTE, PARA ALIMENTAR ESTA CORJA DE GATUNOS!
É POR ESTAS E POR OUTRAS QUE PORTUGAL É O PAÍS DA EUROPA EM QUE SIMULTÂNEAMENTE SE VERIFICAM OS SALÁRIOS MAIS ALTOS A NÍVEL DE GESTORES/ADMINISTRADORES E O SALÁRIO MÍNIMO MAIS BAIXO PARA OS HABITUAIS ESCRAVIZADOS.
ISTO É ABOMINÁVEL!!!
ACORDA, POVO! ESTAS, SIM, É QUE SÃO AS GORDURAS QUE TÊM DE SER ELIMINADAS E NÃO AS DE QUE O GOVERNO FALA.



Carta de despedida à Presidência da República

Excelência,
Não me conhece, mas eu conheço-o e, por isso, espero que não se importe que lhe dê alguns dados biográficos. Chamo-me Pedro Miguel, tenho 22 anos, sou um recém-licenciado da Escola Superior de Enfermagem do Porto. Nasci no dia 31 de Julho de 1990 na freguesia de Miragaia. Cresci em Alijó com os meus avós paternos, brinquei na rua e frequentava a creche da Vila. Outras vezes acompanhava a minha avó e o meu avô quando estes iam trabalhar para o Meiral, um terreno de árvores de fruto, vinha (como a maioria daquela zona), entre outros. Aprendi a dizer “bom dia”, “boa tarde”, “boa noite” quando me cruzava na rua com terceiros. Aprendi que a vida se conquista com trabalho e dedicação. Aprendi, ou melhor dizendo, ficou em mim a génesis da ideia de que o valor de um homem reside no poder e força das suas convicções, no trato que dá aos seus iguais, no respeito pelo que o rodeia.
Voltei para a cidade onde continuei o meu percurso: andei numa creche em Aldoar, freguesia do Porto e no Patronato de Santa Teresinha; frequentei a escola João de Deus durante os primeiros 4 anos de escolaridade, o Grande Colégio Universal até ao 10º ano e a Escola Secundária João Gonçalves Zarco nos dois anos de ensino secundário que restam. Em 2008 candidatei-me e fui aceite na Escola Superior de Enfermagem do Porto, como referi, tendo terminado o meu curso em 2012 com a classificação de Bom. Nunca reprovei nenhum ano. No ensino superior conclui todas as unidades curriculares sem “deixar nenhuma cadeira para trás” como se costuma dizer.
Durante estes 20 anos em que vivi no Grande Porto, cresci em tamanho, em sabedoria e em graça. Fui educado por uma freira, a irmã Celeste, da qual ainda me recordo de a ver tirar o véu e ficar surpreendido por ela ter cabelo; tive professores que me ensinaram a ver o mundo (nem todos bons, mas alguns dignos de serem apelidados de Professores, assim mesmo com P maiúsculo); tive catequistas que, mais do que religião, me ensinaram muito sobre amizade, amor, convivência, sobre a vida no geral; tive a minha família que me acompanhou e me fez; tive amigos que partilharam muito, alguns segredos, algumas loucuras próprias dos anos em flor; tive Praxe, aquilo que tanta polémica dá, não tendo uma única queixa da mesma, discutindo Praxe várias vezes com diversos professores e outras pessoas, e posso afirmar ter sido ela que me fez crescer muito, perceber muita coisa diferente, conviver com outras realidades, ter tirado da minha boca para poder oferecer um lanche a um colega que não tinha que comer nesse dia. Tudo isto me engrandeceu o espírito. E cresci, tornei-me um cidadão que, não sendo perfeito, luto pelas coisas em que eu acredito, persigo objetivos e almejo, como todos os demais, a felicidade, a presença de um propósito em existirmos. Sou exigente comigo mesmo, em ser cada vez melhor, em ter um lugar no mundo, poder dizer “eu existo, eu marquei o mundo com os meus atos”.


Pergunta agora o senhor por que razão estarei eu a contar-lhe isto. Eu respondo-lhe: quero despedir-me de si. Em menos de 48 horas estarei a embarcar para o Reino Unido numa viagem só de ida. É curioso, creio eu, porque a minha família (inclusive o meu pai) foi emigrante em França (onde ainda conservo parte da minha família) e agora também eu o sou. Os motivos são outros, claro, mas o objetivo é mesmo: trabalhar, ter dinheiro, ter um futuro. Lamento não poder dar ao meu país o que ele me deu. Junto comigo levo mais 24 pessoas de vários pontos do país, de várias escolas de Enfermagem. Somos dos melhores do mundo, sabia? E não somos reconhecidos, não somos contratados, não somos respeitados. O respeito foi uma das palavras que mais habituado cresci a ouvir. A par dessa também a responsabilidade pelos meus atos, o assumir da consequência, boa ou má (não me considero, volto a dizer, perfeito).
Esse assumir de uma consequência, a pro-atividade para fazer mais, o pensar, ter uma perspetiva sobre as coisas, é algo que falta em Portugal. Considero ridículas estas últimas semanas. Não entendo as manifestações que se fazem que não sejam pacíficas. Não sou a favor das multidões em protesto com caras tapadas (se estão lá, deem a cara pelo que lutam), daqueles que batem em polícias e afins. Mais, a culpa do país estar como está não é sua, nem dos sucessivos governos rosas e laranjas com um azul à mistura: a culpa é de todos. Porquê? Porque vivemos com uma Assembleia que pretende ser representativa, existindo, por isso, eleições. A culpa é nossa que vos pusemos nesse pódio onde não merecem estar. Contudo o povo cansou-se da ausência de alternativas, da austeridade, do desemprego, das taxas, dos impostos. E pedem um novo Abril. Para quê? O Abril somos nós, a liberdade é nossa. E é essa liberdade que nos permite sair à rua, que me permite escrever estas linhas. O que nós precisamos é que se recorde que Abril existiu para ser o povo quem “mais ordena”. E a precisarmos de algo, precisamos que nos seja relembrado as nossas funções, os nossos direitos, mas, sobretudo, principalmente, com muita ênfase, os nossos deveres.
Porém, irei partir. Dia 18 de Outubro levarei um cachecol de Portugal ao pescoço e uma bandeira na bagagem de mão. Levarei a Pátria para outra Pátria, levarei a excelência do que todas as pessoas me deram para outro país. Mostrarei o que sou, conquistarei mais. Mas não me esquecerei nunca do que deixei cá. Nunca. Deixo amigos, deixo a minha família. Como posso explicar à minha sobrinha que tem um ano que eu a amo, mas que não posso estar junto dela? Como posso justificar a minha ausência? Como posso dizer adeus aos meus avós, aos meus tios, ao meu pai? Eles criaram, fizeram-me um Homem. Sou sem dúvida um privilegiado. Ainda consigo ter dinheiro para emigrar, o que não é para todos. Sou educado, tenho objetivos, tenho valores. Sou um privilegiado.
E é por isso que lhe faço um último pedido. Por favor, não crie um imposto sobre as lágrimas e muito menos sobre a saudade. Permita-me chorar, odiar este país por minutos que sejam, por não me permitir viver no meu país, trabalhar no meu país, envelhecer no meu país. Permita-me sentir falta do cheiro a mar, do sol, da comida, dos campos da minha aldeia. Permita-me, sim? E verá que nos meus olhos haverá saudade e a esperança de um dia aqui voltar, voltar à minha terra. Voltarei com mágoa, mas sem ressentimentos, ao país que, lá bem no fundo, me expulsou dele mesmo.

Não pretendo que me responda, sinceramente. Sei que ser político obriga a ser politicamente correto, que me desejará boa sorte, felicidades. Prefiro ouvir isso de quem o diz com uma lágrima no coração, com o desejo ardente de que de facto essa sorte exista no meu caminho.

Cumprimentos,
Pedro Marques

Enviada hoje para a Presidência da República. (dia 16 de outubro 2012)


Anedota O Judeu conversando com Deus



Description: cid:88D3BCEE97E34A5487F98712352550F4@empresa035dc60UM JUDEU CONVERSANDO COM DEUS
PELO CELULAR NO MURO DAS LAMENTAÇÕES ¤ ¤ ¤

 Judeu: Deus? 
Deus: Sim!
Judeu: Eu posso lhe perguntar algo?
Deus: Claro, meu filho !
Judeu: O que é um milhão de anos para você?
Deus: Um segundo.
Judeu: E um milhão de dólares?
Deus: Um centavo.
Judeu: Deus, você pode me dar um centavo?
Deus: Espere um segundo...

Alemanha quer descer impostos e aumentar salários

            

Alemanha Merkel quer descer impostos e aumentar salários na Alemanha
Merkel quer descer impostos e aumentar salários na AlemanhaA chanceler alemã Angela Merkel defende que a Alemanha tem de estimular a procura interna e apelou aos partidos da oposição para pararem de bloquear as propostas de cortes nos impostos na câmara alta do Parlamento.
Angela Merkel defendeu esta terça-feira que a Alemanha deve descer os impostos para estimular a procura interna. Isto numa altura em que os países da periferia do euro, como Portugal, Grécia e Espanha aplicam fortes medidas de austeridade no sentido inverso, com um aumento acentuado da carga fiscal.
A chanceler alemã disse ontem aos maiores empresários alemães que a progressão automática dos trabalhadores para escalões de impostos mais elevados deve acabar e também renovou os apelos a que existam cortes nas contribuições para a reforma como outra forma de estimular o poder de compra entre os alemães.

domingo, 21 de outubro de 2012

Paulo Morais BPN foi Formado por Políticos

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>>dinheiro05>>O tesouro dos Piratas

O POLVO LARANJA.


O CLAN DUARTE LIMALá diz o povo, a verdade é como o azeite. Acaba sempre por vir à tona.
"O POLVO" E A OPERAÇÃO FACE OCULTA COM RABO DE FORA:
1-  A partir de 2008 torna-se evidente que a operação Face
Oculta foi redirecionada pela investigação e pelos Media para  passar
a visar principalmente Sócrates. Era preciso derrubar Sócrates e mudar
de governo, porque havia gigantescos interesses em jogo e, em
particular, o caso BPN prometia dar cabo do PSD.
2. Das fraudes do BPN ignora-se ainda hoje a maior parte.
Trata-se de uma torrente de lama inesgotável, que todos os nossos
Media evitam tocar.
3. O agora falado caso IPO/Duarte Lima, de que Isaltino também
foi uma peça fulcral, nem foi sequer abordado durante o Inquérito
Parlamentar sobre o BPN , inquérito a que o PSD se opôs então comunhas e dentes, como é sabido.
A tática então escolhida pelo polvo  laranja foi desencadear um
inquérito parlamentar paralelo, para averiguar se Sócrates estava ou
não a «asfixiar» a comunicação social ! Mais uma vez, uma produção de
ruído para abafar o caso BPN e desviar as atenções.
4. Mas é interessante examinar como é que o negócio IPO/Lima foi
por água abaixo.5. Enquanto Lima filho, Raposo e Cia. criavam um fundo com
dezenas de milhões, amigavelmente cedidos pelo BPN de Oliveira e
Costa, Isaltino pressionava o governo para deslocar o IPO para uns
terrenos de Barcarena, concelho de Oeiras.  Isaltino comprometia-se a
comprar os terrenos (aos Limas e Raposo, como sabemos hoje) com
dinheiro da autarquia e a «cedê-los generosamente» ao Estado para lá
construir o IPO.
Fazia muito jeito que fosse o município de Oeiras a comprar os
terrenos e não o ministério da Saúde, porque assim o preço podia ser
ajustado entre os amigos vendedores e compradores, quiçá com umas
comissões a transferir para a Suíça.
6. Duarte Lima tinha sido vogal da comissão de ética (!) do IPO
entre 2002 e 2005, estava bem dentro de todos os assuntos e tinha
ótimas relações para propiciar o negócio. Além disso, construiu a
imagem de homem que venceu o cancro, história lacrimosa com que
apagava misérias anteriores. O filho e o companheiro do PSD Vítor
Raposo eram os escolhidos para dar o nome, pois ao Lima pai não
convinha que o seu nome figurasse como interessado no negócio.
7. Em Junho de 2007 Isaltino dizia ainda que as negociações para
a compra dos terrenos em causa estavam "em fase de conclusão" (só não
disse nunca foi a quem os ia comprar, claro). E pressionava o
ministro da Saúde: "Se se der uma mudança de opinião do governo, o
cancelamento do projeto não será da responsabilidade do município de
Oeiras."
8. Como assim, "mudança de opinião do governo"?
9. Na verdade, Correia de Campos apenas dissera à Lusa que o
governo encarava a transferência do IPO para fora da Praça de Espanha
e que estava a procurar um terreno, em Lisboa ou fora da cidade, para
esse efeito.
Nenhuma decisão tinha sido tomada, nem nunca o seria antes das
eleições para a Câmara de Lisboa, que iam realizar-se pouco depois, em
Julho de 2007.
0. No decorrer do ano de 2007, porém, a Câmara de Lisboa, cuja
presidência foi conquistada por António Costa, anunciou que ia
disponibilizar um terreno municipal para a construção do novo IPO no
Parque da Bela Vista Sul, em Chelas, Lisboa. Foi assim que se lixou o
projeto Lima-Isaltino: o ministro Correia de Campos não cedeu às
pressões de Isaltino e a nova Câmara de Lisboa pretendia que o IPO se
mantivesse em Lisboa. Com Santana à frente da autarquia e um ministro
da Saúde do PSD teria tudo sido  muito diferente. E os Limas e Raposos
não teriam hoje as chatices que se sabe. E Duarte Lima até talvez já
tivesse uma estátua no Parque dos Poetas do amigo Isaltino.
11. Sabemos como, alguns meses depois deste desfecho, o ministro
Correia de Campos foi atacado por Cavaco no discurso presidencial de
Ano Novo, em 1 de janeiro de 2008. Desgostado com as críticas
malignas do vingativo Presidente, Correia de Campos pediu a sua
demissão ainda nesse mês.
Não sabemos  o que terá levado Cavaco a visar dessa maneira um
ministro do governo Sócrates, por sinal um dos mais competentes.  Que
Cavaco queria a pele de Correia de Campos, foi bem visível. Ele foi a
causa do fracasso do projeto do IPO/Oeiras e dos prejuízos causados
ao clan do seu amigo Duarte Lima e ao polvo laranja (ª).
É bem possível que essa tenha sido a razão.
(ª) - é bom que se entenda que o polvo laranja tem o seu pai no
Senhor Silva, hoje PR, que nunca falou sobre o BPN, mas o lodo deste
senhor é bem maior !!! Oxalá Portugal fosse uma França !!!
MAS SE QUERES REVERTER ESTA SITUAÇÃO E VER A JUSTIÇA SENDO FEITA PELA
FORÇA DOS CIDADÃOS, ENTÃO REPASSA PARA TODOS OS TEUS CONTACTOS SEMRECEIO DO QUE POSSAM VIR A PENSAR DE TI.  Ajuda-os a serem CIDADÃOS,
despertando sua consciência.
         Carlos Bio – Aveiro




Tolerância zero

Os negócios dominam a vida política. A promiscuidade entre os actores políticos e os grupos económicos é obscena.
Este fenómeno começa por se fazer sentir no Parlamento, mas chega a todo o lado. Há dezenas de deputados que acumulam a função parlamentar com a de administrador, director ou consultor de empresas que desenvolvem grandes negócios com o Estado. Em todas as comissões relevantes há conflitos de interesses, reais ou potenciais. A mais importante, a que acompanha o Programa de Assistência Financeira, tem por funções fiscalizar as medidas previstas no memorando de entendimento com a Troika, nomeadamente as privatizações ou o apoio à Banca. Pois nesta comissão tem assento Miguel Frasquilho que trabalha na Essi, empresa do grupo financeiro BES que, ainda por cima, assessorou os chineses na compra da EDP; a que se junta Adolfo Mesquita Nunes, advogado da poderosa sociedade Morais Leitão, Galvão Teles, Soares da Silva, justamente o escritório de referência da eléctrica. Na comissão de agricultura, o deputado Manuel Isaac fiscaliza um ministério que influencia a atribuição de subsídios à empresa de que é administrador. O presidente da comissão de Segurança Social, José Manuel Canavarro, é consultor do Montepio Geral, banco cuja actividade se de-senvolve na área da solidariedade. Os exemplos sucedem-se.
A promiscuidade contamina até o insuspeito Banco de Portugal, em cujo conselho consultivo têm assento Almerindo Marques, ligado ao BES, ou António de Sousa, até há pouco presidente da Associação de Bancos. O banco central tem a sua actividade vigiada por aqueles que deveria supervisionar.
Pelo lado dos privados, os grupos económicos que beneficiam desta promiscuidade estão sempre disponíveis para acolher os que os favorecem. Não por acaso, ex-ministros das obras públicas transitam para as empresas com maior participação nas parcerias público-privadas. Ferreira do Amaral preside à Lusoponte, Jorge Coelho e Valente de Oliveira administram a Mota-Engil.
Para erradicar esta teia de negócios que domina a política, o Parlamento deve criar um regime de incompatibilidades muito restritivo para os detentores de cargos públicos. Que deve, num período transitório de higienização, ser de exclusividade total.
Artigo: CM Por:Paulo Morais, professor universitário/Fio de Prumo