Marinho e Pinto, eurodeputado: A mãe de Sócrates. "Dois dos seus três filhos faleceram já adultos. O que sobrevive é hoje objeto de um apedrejamento moral na praça pública. Uma justiça digna desse nome deveria proteger todas as pessoas desses linchamentos e não promovê-los ela própria. A minha solidariedade, pois, para essa mãe." 26 de dezembro de 2014.
Clique em cima da foto para ouvir as declarações.
A acusação estava sustentada, era de betão, a prova estava consolidada, era robusta. Prenderam preventivamente por essas razões. Afinal... Até o "espesso" já prepara os seus acólitos para a possibilidade do crime de corrupção não ser possível de provar.
Expresso: Sócrates. Mais dúvidas do que certezas.
Expresso: Sócrates. Mais dúvidas do que certezas.
Para os menos atentos, Sócrates é acusado de suspeições, não comprovadas e menos provadas, de receber dinheiro de privados para favorecimentos, também nunca demostrados. Nem isso provam. Mas em lado algum se atreveram, tendo-o, a ele e à mãe, sob vigilância desde 2005. - 2005, repito - de ter metido ao bolso um cêntimo que fosse de dinheiro público. Isto é um facto. Se duvidam leiam a acusação que eu li.
Helena Pina Não podemos de forma alguma colaborar com a difamação da Comunicação Social .
Partilho.
http://visao.sapo.pt/.../caso-socrates-a-saga-do...
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A origem legítima da fortuna da família de José Sócrates
Se antes de 2011 quando Sócrates era atacado por tudo e por todos como o bode expiatório de uma Crise que não era só nacional depois que deixou de ser governante vemos constantemente a ser atacado pela Imprensa sensacionalista que sobrevive e que não tem mais nada para vender do que vidas de actores de telenovelas que não interessam nem à minha cadela ou então vidas privadas de pessoas que só porque têm uma cara linda ou sabem dar um toques na bola já são maiores do que aqueles que passam uma vida a pulso à custa do mérito. Cito aqui o que faz parte do domínio público mas que os jornais não gostam que se fale :
"A senhora mãe de José Sócrates é filha de um homem que ao longo da vida trabalhou na exploração do volfrâmio nas minas do Norte de Portugal. O seu pai ficou rico, muito rico, riquíssimo e quando faleceu deixou uma fortuna incalculável à senhora mãe de José Sócrates e a outros filhos de um seu segundo casamento. Quando o seu pai optou pelo segundo casamento, a senhora mãe de José Sócrates não se deu bem com a madrasta e preferiu ir viver, entre os anos 40 e 50 para Cubal-Angola. A senhora mãe de José Sócrates casou com um arquitecto de prestígio na cidade da Covilhã de quem se viria a divorciar, resultando do facto, mais um avultado recebimento pecuniário"
O avô de José Sócrates foi a pessoa que ganhou mais dinheiro com a venda de Volfrâmio para o esforço de Guerra da Alemanha Nazi de Hitler, tinha enumeras minas em Trás os Montes. Claro que agora os jornais quando publicam qualquer coisa só pretendem mandar a mensagem subliminar de que "José Sócrates está a viver em Paris e ter uma vida de rico porque roubou Portugal". Se ele não tivesse ido para Paris teria sido muito pior para ele ou para o país pois veríamos uma escalada de notícias que mais uma vez digo ... não interessam à minha cadela.
Autor: Paula Regina Santos Facebook. Quem tiver dúvidas pode investigar nas origens Vilar de Maçada concelho de AlijóSobre a informação que me pede. Li, ainda José Sócrates era 1º. Ministro na Visão, Sábado ou Expresso foi; Mãe de José Sócrates divorciou-se e foi para Vila Real, era professora levou 2 filhos. Tinha também uma menina que faleceu com cancro. José Sócrates ficou com o pai. A D. Maria Adelaide só teve acesso á fortuna do pai, depois dele falecer. Creio que ainda tenho estas revistas guardadas e se conseguir mais dados, informo. Cumprimentos.
Sei que depois do divórcio, passou muito no sentido monetário, estava só com dois filhos. Era professora, creio que da escola primária. Que era muito bom naquele tempo. O pai era uma pessoa severa. Depois a filha de D. Adelaide, se não me engano, chamava-se Ana Maria, faleceu á volta dos 20 anos, pelo que ouvi, com leucemia. Eu tenho essas entrevistas guardadas que, quando poder, posso completar esta informação. Ouvi a D. Adelaide na TV quando foi entrevistada, depois de Sócrates ganhar as primeiras eleições, que não estava feliz pela vitória do filho, porque a partir daí, iam dizer mal dele. Sabedoria do saber da idade e de coração de mãe. Quanto ao irmão de Sócrates já deve saber. Respeito muito esta família. Cumprimentos. Por: Maria Conceição Cunha
Diz o jornal Público, referindo-se ao património da senhora, que não é “fortuna”. E descreve sucintamente, a “bagatela”:

Amigo, agradeço a explicação que colocou no meu mural sobre a fortuna de Sócrates....mas acontece que já sabia grande parte.....Perguntará como o sabia....eu respondo: a minha mãe tem 91 anos e o pai dela, portanto meu avô, conhecia bem a história de vida do avô dele.....Se quiser investigar ficará sabendo que meu avô era filho de um "industrial" (poderei assim chamá-lo?) cujo negócio principal assentava na exportação de azeite....naquela época o meu bisavô era uma pessoa de enormes posses e assim meu avô convivia com a nata da sociedade de então, participando em caçadas e outros eventos, percorrendo esse Portugal de lés a lés ....e foi por via dele que minha mãe teve conhecimento da prosperidade do avô de Socrates à conta da exploração de minas de volfrâmio...Quando este começou a sua vida na política como Ministro do Ambiente, minha mãe contou-me então quem ele era.......razão porque quando se iniciou a campanha difamatória contra ele há uns anos atrás eu ter desde logo referido este facto.....Claro que o avô de Sócrates soube acautelar a fortuna que angariou com muito trabalho e esforço....foi pena o meu bisavô não ter feito o mesmo deixando a sua ao saque de 14 filhos que devido a tantas guerras que por causa dela engendraram, que obrigaram meu avô a abdicar de uma vida de conforto e bem-estar por uma outra em que teve de começar do zero......Mas isto já são histórias de outro rosário....Obrigada uma vez mais! Testemunho de Dulce Presilha.
Marinho Pinto
"José Sócrates acabou, enquanto primeiro-ministro, com alguns dos mais chocantes privilégios que havia na sociedade portuguesa, sobretudo na política e na justiça. Isso valeu-lhe ódios de morte. Foi ele quem, por exemplo, impediu o atual Presidente da República de acumular as pensões de reforma com o vencimento de presidente.
A raiva com que alguns dirigentes sindicais dos juízes e dos procuradores se referiam ao primeiro-ministro José Sócrates evidenciava uma coisa: a de que, se um dia, ele caísse nas malhas da justiça iria pagar caro as suas audácias. Por isso, tenho muitas dúvidas de que o antigo primeiro-ministro esteja a ser alvo de um tratamento proporcional e adequado aos fins constitucionais da justiça num estado civilizado."
Esta é uma história em que existe, de facto, dinheiro. Muito dinheiro. Mas quanto dele já terá chegado a José Sócrates só provavelmente ele e a mãe saberão
Emília Caetano e Rosa Ruela (texto publicado na VISÃO 1135, de 4 de dezembro)
11:40 Domingo, 14 de Dezembro de 2014
O bairro dos antigos trabalhadores das minas, em Vale das Gatas, no concelho de Sabrosa, é o guardião da memória de um tempo, o da II Guerra Mundial, em que o volfrâmio permitiu à região conhecer uma autêntica Idade de Ouro. Mas as minas pararam há muito, depois de o minério ser devolvido ao seu valor de quase nada.
"No tempo da guerra morreu aqui muito homem, sobrtudo marteleiros, por causa dos vapores que inalavam, enquanto partiam a pedra", conta Filinto Branco, 84 anos, que sabe só pelo que ouviu contar, já que ele ali trabalhou 20 anos mas mais tarde, até ao fecho das minas, quase na década de 1990.
Toda aquela área pertence hoje a um engenheiro. Mas foi uma concessão alemã no tempo da II Guerra, quando o volfrâmio era indispensável à indústria de armamento e as minas trabalhavam sem descanso. "Andavam lá mais de mil homens, em três turnos", conta ainda Filinto Branco, enquanto vai mostrando as aberturas por onde entravam os operários. Nos terrenos próximos muitos outros homens, uma espécie de "garimpeiros", jogavam às escondidas com a polícia, à procura de qualquer resto do minério.
Muito desse volfrâmio era vendido nas tasquinhas de São Lourenço, localidade próxima, onde se juntavam os recetadores. E surgiram asssim as grandes fortunas daquela zona , que entraram no domínio da lenda. Esses eram os tempos em que se "acendiam os charutos com notas", ou se "acompanhava o caldo verde com pão de ló".
E entre todas as grandes fortunas de então, uma das maiores foi a acumulada por um homem que já prosperara na venda de farinha e que, depois, aproveitou com exímia a corrida àquele ouro ocasional: Júlio César Monteiro, a quem chamavam o "Reco", nome dado na zona aos naturais de Paços de Sabrosa - o avô materno de Sócrates.
A multiplicação da herança
No centro de Vilar de Maçada, muito perto dali, mas já no concelho de Alijó, ergue-se a Casa da Renda, um nome que vem dos tempos, diz-se, em que os camponeses ali iam pagar a renda ao senhor local. É também conhecida por casa do Lagarto, o animal estilizado que serve de batente ao portão. Naquela casa os foragidos podiam conseguir proteção. Como se conta na vila, "bastava agarrar o lagarto para já não se poder ser apanhado cá fora".
Parte dessa casa, a zona do torreão em granito, foi herdada por Maria Adelaide Carvalho Monteiro, 83 anos, mãe de José Sócrates. Sempre que visita a terra natal, é ali que fica, desde que recuperou o edifício. E foi uma herança do lado materno. Depois da morte da mãe, quando era ainda muito jovem, foi viver com uma tia materna, ao que consta por não se dar com a segunda mulher do pai, de quem Júlio "Reco" viria a ter dois filhos, Júlio César e Celestino.
Ali bem próximo, Adelaide Cunha Monteiro, 74 anos, conhece bem a mãe de Sócrates e viu como as obras na Casa da Renda lhe mudaram a relação com a terra natal. "Antes não vinha cá muito, mas desde aí sim".
Embora tenha vivido com a tia algum tempo em Angola, a mãe de Sócrates viria a casar com um homem de Vilar de Maçada, Fernando Pinto de Sousa, de uma família não tão abastada como a dela (o pai arranjava andores, fazia molduras e encadernações), mas que se tornaria arquiteto e professor na Covilhã. Júlio "Reco" não terá ficado muito agradado com o casamento. Mas menos ainda gostou quando a filha lhe anunciou, um dia, que iria separar-se de Fernando, de quem entretanto tivera três filhos. E não ajudaria Maria Adelaide nessa altura, que se queixa de ter passado dificuldades.
Até que, em 1981, Júlio "Reco" morreria de ataque cardíaco, ao assistir em Lisboa, onde vivia, ao atropelamento mortal da segunda mulher. E Maria Adelaide herdaria parte do que se tornara uma fortuna (ver texto sobre as partilhas). Júlio aplicara o dinheiro do volfrâmio em imobiliário. Como conta um amigo da família, "ainda antes do final da guerra, comprou um prédio com dez apartamentos na Avenida Almirante Reis, em Lisboa. Pô-lo em propriedade horizontal e foi fazendo negócio. Por cada apartamento que vendia, comprava uma quinta em Setúbal". Assim, nos anos 60, já possuiria dez quintas nesta cidade. Em vários dos terrenos construiria depois mais prédios.
Quanto à parte herdada por Maria Adelaide, rezam as lendas de Vilar de Maçada que "só em dinheiro recebeu 80 mil contos, fora o imobiliário", enquanto outros dizem que arrecadou muito mais. De seguro sabe-se apenas que a esta herança ela juntou, poucos anos depois, uma segunda: José Júlio, o seu único irmão do lado materno, era assassinado no Brasil, sem deixar descendentes.
Uma vila em alvoroço
Para conhecer o único primo direito de Sócrates ainda residente em Vilar de Maçada há que sair do centro da vila e ir até à Quinta de Fiães, propriedade de Fernando Morgado. Destinada a turismo rural, por ali já passaram políticos e celebridades da música .
Sócrates, que foi o único dos três filhos a ir viver com o pai para a Covilhã, depois da separação do casal, terá sido sempre "mais próximo dos primos do lado paterno", como é o caso de Fernando. Aliás, era em casa da mãe de Fernando que Maria Adelaide e mesmo José Sócrates ficavam quando iam à vila, até às obras na Casa da Renda.
Entre a família reina a mesma incredulidade que na vila sobre a prisão do ex-primeiro-ministro. "Houve gente que chorou", conta Laura, mulher de Fernando. "Ele não tinha necessidade" é o comentário mais frequente entre os populares a propósito do caso. Mais difícil ainda de acreditar que a detenção se devesse a corrupção ou troca de favores. "Pelo menos aqui na vila ele não fez nada!". Quando muito terá dado uma ajuda à aprovação do projeto do Centro, um misto de infantário e lar, que é um orgulho local.
Sócrates só viveu em Vilar de Maçada nos primeiros meses de vida. E desde sempre manteve com a vila uma relação de alguma distância, ainda que volte com regularidade. Como conta uma ex-autarca, "já em novo ele era um senhor. Ficava aí a ler, dava-se com muito poucas pessoas".
Em 2005, Maria Adelaide assegurava, em entrevista a Herman José. "O meu filho não gosta de dinheiro, não quer nada para ele. Quer tudo para os outros".
Mas, desde que se tornou um político conhecido, os media questionavam com alguma regularidade as origens do dinheiro de Sócrates, os seus gostos caros, desde os fatos, os carros (logo o primeiro era um Mercedes, ainda que usado), os restaurantes frequentados e sobretudo a sua casa, num edifício de luxo no centro de Lisboa, o Heron-Castilho. Era um bom viver que ele sempre atribuiu a dinheiro de família.
Do lado paterno ainda não terá herdado. Fernando Pinto de Sousa, que morreu em 2011, após uma queda nas escadas da sua casa de Vilar de Maçada, um edifício brasonado, tornara-se um homem abastado. Só que ainda não terão sido feitas as partilhas.
Mas o ex-primeiro-ministro sempre se referiu em particular à herança do volfrâmio, vinda do avô materno. Resta saber que parte dela já terá, de facto, recebido."Maria Adelaide distribuiu alguns dos bens herdados pelos seus três filhos, negócios que o pai tinha montado, mas José Sócrates preferiu a parte dele em dinheiro. A mãe ainda tentou dissuadi-lo, mas a liquidez dava jeito a quem começava a descobrir na política o seu modo de vida", escreve Eduarda Maio na biografia O Menino de Ouro do PS. Lançado em 2008, o livro conta ainda: "O apoio económico da mãe sempre ajudou José Sócrates a viver sem grandes inquietações financeiras, desde muito novo. 'Nunca precisou de dinheiro, conta Fernando Sarrasqueiro, 'a mãe emprestava-lhe o que precisasse". Essa seria, segundo a autora, talvez uma forma de o compensar por ser o único filho que fora criado longe dela.
Aliás, Sócrates é hoje o único filho de Maria Adelaide. A mais velha, Ana Maria, morreu em 1987, de síncope cardíaca, enquanto o mais novo, José António, faleceu em 2011, de fibrose pulmonar, deixando duas filhas.
A biografia soma ainda testemunhos de amigos sobre o seu hábito de querer pagar a conta em saídas de grupo ou o gosto em dar presentes às pessoas que mais estima.
As origens do dinheiro de Sócrates voltam agora a estar sob suspeição, mas desta vez por parte da Justiça. Vista de hoje, só pode parecer ironia a definição que ele fazia de felicidade, na entrevista dada, há um ano, a Clara Ferreira Alves, do Expresso, a propósito da sua vida como estudante em Paris, depois de deixar o Governo. "Estou como o George Harrison: a felicidade é abrir os jornais e não falarem de nós. Agora falam menos de mim". Falavam.
A "Opinião de José Sócrates"
"Representar o PS significa representar todo o PS e toda a sua história. Representar o PS não é apenas representar os militantes que circunstancialmente, neste momento, estão inscritos no PS, é estar muito mais acima."
"Todos aqueles que erraram foi porque fizeram alguma coisa, só aqueles que nunca nada fizeram é que nunca erraram."
"O meu Partido tem o dever de olhar para a frente, contudo o problema situa-se numa patranha que a direita conta a propósito das origens da crise que não é verdadeira e o silêncio do PS contribui para que essa mistificação possa perdurar"
"O silêncio do PS levou a que a narrativa da direita sobre a origem da crise passasse sem contraposição. É uma mentira histórica que a crise tivesse começado devido à divida dos Estados."
"Espero que o PS tenha sucesso neste processo de inovação política e tenho grande confiança que Jorge Coelho irá zelar por grande transparência e rigor processual"
"O Pais espera agora que o PS lhe dê uma verdadeira liderança política, capaz, competente, que defina um rumo e que seja corajosa em enfrentar as políticas europeias que têm prejudicado em muito o nosso País"
"Há uma semanas atrás visitou-nos o PR da Alemanha e o nosso Presidente não arranjou melhor coisa a dizer ao Senhor Presidente da República Alemão que nós aprendemos a lição.
É exatamente disto que o Pais não precisa. O Pais precisa de quem nos defenda e não de quem nos humilhe injustamente."
É exatamente disto que o Pais não precisa. O Pais precisa de quem nos defenda e não de quem nos humilhe injustamente."
JOSÉ SÓCRATES FAZ HOJE 57 ANOS. SOMOS AMIGOS. AUTARCA, DEPUTADO, SECRETÁRIO DE ESTADO, 2 VEZES MINISTRO, 2 VEZES PRIMEIRO-MINISTRO, FEZ E DEIXOU OBRA. ADMIRO-O. MAIS LOGO, JÁ EM LISBOA, VAMOS JANTAR COM AMIGAS E AMIGOS BEM FIXES.
(José Sócrates nasceu no Porto a 6 de Setembro de 1957 e foi registado como um recém-nascido em Vilar de Maçada, Alijó, a localidade da família. No entanto, o jovem José Sócrates viveu toda a infância e adolescência na cidade da Covilhã com o seu pai, Fernando Pinto de Sousa (Vilar de Maçada, Alijó, 15 de Novembro de 1926 - Porto, 18 de Julho de 2011), arquitecto e desenhador de edifícios de profissão e histórico co-fundador do Partido Social Democrata na Covilhã, Vereador eleito por aquele Partido à Câmara Municipal local nas eleições autárquicas de 1985, tendo tomado posse a 3 de Janeiro de 1986, tendo a 16 de Janeiro do mesmo ano sido nomeado Vice-Presidente da autarquia, exercendo essas funções até 15 de Janeiro de 1990, para além de ter sido professor do Liceu da Covilhã. Em 1987, foi eleito pela primeira vez deputado ao Assembleia da República (o Parlamento português) a representar o distrito de Castelo Branco. A sua primeira intervenção enquanto deputado numa questão de âmbito nacional consistiu na defesa de projecto-lei a legalizar a possibilidade da prática do nudismo no País.De 1989 a 1996, actuou como membro da Assembleia Municipal da Covilhã. Ele a servir como porta-voz de assuntos ambientais do Partido Socialista de 1991 a 1995. Em 1991, a sua personalidade como deputado chamou a atenção dos dirigentes do partido e passou a integrar o Secretariado Nacional do Partido Socialista.Em 1995, tornou-se membro do primeiro Governo de António Guterres, a ocupar o cargo de secretário de Estado Adjunto do ministro do Ambiente. Em 1997, Sócrates tornou-se ministro-adjunto do primeiro-ministro, com as tutelas da Toxicodependência, Juventude e Desporto. Foi nessa qualidade que se tornou, num dos impulsionadores de uns dos organizadores da realização em Portugal, do Euro 2004.Em Outubro de 1999, já no segundo Governo de António Guterres, transitou para a pasta de ministro do Ambiente e do Ordenamento do Território, cargo que ocupou até à tomada de posse do XV Governo Constitucional, em Abril de 2002.Enquanto ministro, foi protagonista de diversas polémicas, como a questão da co-incineração de resíduos tóxicos, bem como o licenciamento do Freeport, o maior "outlet", a céu aberto da Península Ibérica, que nos anos seguintes será acusado já no cargo de primeiro-ministro.Em 2002, com a vitória do Partido Social Democrata, nas Eleições Legislativas (vencida por José Manuel Durão Barroso), Sócrates regressou à Assembleia da República na condição de deputado, como o membro da oposição no Parlamento Português. Ao mesmo tempo, tornou-se comentador político no programa de análise política com Pedro Santana Lopes, num dos canais da televisão estatal, a Radiotelevisão Portuguesa (RTP).Depois da demissão de Ferro Rodrigues, como líder do partido em 2004, Sócrates venceu na eleição para o cargo de secretário-geral, por larga maioria, as eleições para a Direcção do PS, ao derrotar Manuel Alegre e João Soares, por quase 80% dos votos dos membros do partido em 24 de Setembro de 2004.Após a vitória do seu partido nas Eleições Portuguesas de 2005, Sócrates foi chamado em 24 de Fevereiro pelo presidente Jorge Sampaio para formar um novo governo, o XVII Governo Constitucional (após 1976).Após as eleição legislativa portuguesa, realizada em 27 de Setembro de 2009, José Sócrates foi eleito para um segundo mandato como Primeiro-Ministro de Portugal.)Nota:
Também já ouvi por mais de uma vez e de fontes diferentes, que Sócrates é Adido Comercial para as grandes empresas brasileiras na Europa. Também se disse por aí que tinha sido convidado por Lula da Silva antes das eleições. Foi também noticiado que Lula deu um Jantar em Paris em sua honra e com convidados de honra. A verdade pode demorar mas um dia vai chegar.
Pinto Monteiro desafia os jornalistas com cópias das escutas do "Face Oculta" e "Freeport"
http://sicnoticias.sapo.pt/
Fernando Pinto Monteiro desafia os jornalistas que têm cópias das cassetes das escutas telefónicas dos processos “Face Oculta” e “Freeport” a revelar o conteúdo. O antigo Procurador- Geral da República disse que nada havia de ilícito no que consta nessas gravações. E acha inclusive, hoje, que foi um erro não terem sido tornadas públicas. Numa entrevista ao programa da SIC Notícias "A Propósito", depois de ter estado no lançamento do livro do ex-primeiro-ministro, José Sócrates, disse que não era da sua responsabilidade a decisão de mandar destruir as escrutas... e sobre eventuais polémicas insistiu que não há nada de que se arrependa.
http://
Dívida Pública de Sócrates
fran14cis67co
23.06.2013 - 19:07 Sócrates em 6 anos aumentou a dívida de 68% em 2005, para 98% em Maio de 2011, quando deixou o Governo, segundo dados do EUROSTAT, e do INE. Mas nesse mesmo período o conjunto dos Países que aderiram ao Euro também a aumentaram em mais de 25%. Nestes 2 anos o conjunto dos Países que aderiram ao Euro, têm mantido a dívida mais ou menos estável, ao passo que em Portugal o atual Governo de incompetentes, já a passou de 98%, para 127,3%, e continua a aumentar, tudo ao contrário do que prometeram aos eleitores. Até quando vão culpar os outros pelo desastre deste Governo. Quanto às PPP se houve alguém que beneficiou pessoalmente com esses negócios, devem ser julgados e condenados, independentemente da cor política.
Sem dúvida que depois de Guterres, com Durão / Santana não parou de subir.
Dívida pública com Durão / Santana 2002 = 56.8% - 2003 =59.4% - 2004 = 61.9% - 2005 = 67.7% Divida pública com Sócrates: 2005 = 67.7%, - 2006 = 69.4%, - 2007 = 68.4%, de 2006 para 2007 baixou.
Défice: Sócrates
2005 6.5%, 2006 = 4.6%, - 2007 = 3.1%. Crescimento económico: 2005 0.30%, - 2006 = 1.11%, - 2007 = 2.51%. Podem ser confirmados no EUROSTAT. Com o atual Governo já cresceu mais que 30% em pouco mais de 2 anos, e continua a crescer, embora tenham prometido aos eleitores o contrário. PPP
para o Estado, é isto ruinoso para o Estado, mas apresentam isto como se fosse o problema do País. Afinal houve renegociações e o que conseguiram foi uma poupança de meia dúzia de milhões, e mesmo esses foram à custa do Estado assumir encargos que eram das PPP, ou do Estado cortar aos serviços que estavam previstos nos contratos. O que interessa nos contratos das PPP, é saber se alguém beneficiou pessoalmente com esses negócios, se isso aconteceu, devem ser julgados e condenados, independentemente da cor política. há uma coisa que me faz sempre rir: os comentários contra sócrates são quase sempre desvairados, sem conteudo, sem dados concretos e baseados apenas no ódio irracional. Diz muito sobre os comentadores!!! relembro que grande parte das inverdades que circulam a respeito de Sócrates vieram da boca dos nossos actuais governantes (Relvas incluido..)...para mim isto diz tudo !!interroguem-se portanto !! |
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UM RECORD PARA O GUINNESSJorge Nascimento Rodrigues, lembra que o Governo de Passos & Portas bateu um record muito velhinho, que subsistia desde o século XIX: a dívida pública atingiu 129% do PIB no final de 2013, valor certificado agora pelo FMI, pela Comissão Europeia e pelo Banco de Portugal.
Sabia-se que a queda do record estava iminente. Em 2012, o Governo igualou o rácio da dívida pública face ao PIB atingido em 1892, que se elevou a 124% [cf. Jorge Nascimento Rodrigues, Portugal na Bancarrota - Cinco séculos de História da Dívida Soberana Portuguesa -http://www.centroatl.pt/titulos/desafios/bancarrota/]. Agora, apossou-se deste record que tem barbas. Nem se percebe por que Passou Coelho não aproveitou a subida ao palanque no congresso para comemorar esta proeza única. Verdadeiramente histórica.
«(...) Em relação à dívida do país em primeiro lugar é preciso recordar que a dívida privada é superior à dívida pública, coisa que esses senhores sempre escondem.Segundo, é preciso também lembrar que em relação à dívida pública Portugal em 2007, ano em que a crise rebentou tinha uma dívida de 68,4% do PIB, ao nível da zona Euro, inferior à de países como a Itália, Bélgica, praticamente igual à da França e da Alemanha.
O que se passa então para a dívida subir em flecha? Foi porque o Estado passou a gastar muito mais na saúde, no ensino, na investigação? Não! A subida em flecha da dívida pública deu-se devido à quebra de receitas provocadas pela crise, porque no essencial o Estado tomou nas suas mãos o desendividamento e a capitalização da banca.
Os trabalhadores, os pensionistas e os pequenos e médios empresários têm estado a pagar o desendividamento da banca ao serviço dos banqueiros e dos grandes accionistas. Não é só o caso dos milhões e milhões enterrados no BPN, no BCP, no BPP, no Banif, são também os milhões que a banca ganha com o Estado, comprando dívida pública que lhes rende juros de 4,5,6% e que depois os deposita no BCE como colaterais, recebendo iguais montantes a 0,25%, os milhões que recebem em benefícios fiscais, os milhões que têm ganho com as PPP's e até com as rendas excessivas, pois no final são eles que estão por detrás de tais operações e empresas! (...
Se José Sócrates não tivesse tido o desplante de acabar com as reformas antecipadas dos políticos e dos gestores públicos em Outubro de 2005, os processos do Freeport, do diploma de Engenheiro e outros nunca teriam tido o eco que tiveram. NÃO FOI POR ACASO Q O MINISTRO INDIGITADO PARA AS FINANÇAS POR SÓCRATES, SE DEMITIU PASSADO TRÊS MESES, POIS A REFORMA QUE ELE IRIA ASSINAR IRIA ACABAR-LHE COM AS SUAS MORDOMIAS...
Há ainda quem diga que tudo não passa de um ajuste de contas, pelo facto de ter tido a ousadia de ter acabado com os três (3) meses de férias judiciais, mas também tido a ousadia de ter acabado com os três (3) meses de férias judiciais e ainda por ter cortado a juízes e procuradores 775 euros mês pelo subsídio de renda de casa a todos os que a tinham e não estavam deslocados. Um casal de juizes ganhava a dobrar.



Se as eleições fossem hoje escolher entre Sócrates e Passos era fácil, é a escolha entre alguém minimamente inteligente e um imbecil, respetivamente.
Clara Ferreira Alves, Eixo do Mal, em 29 de Junho:
Quando embirramos com qualquer coisa, significa que não estamos a agir racionalmente.
Sócrates agiu patrioticamente, agiu em nome do interesse nacional, mas o país estava entretido, aliás com a campanha que foi montada nos mídia contra ele, a embirrar com a voz, com a gravata, com os olhos, com as mãos, com as unhas, com a vida de José Sócrates. Esta foi uma embirração que nos saiu muito cara.
(...) Portanto, as pessoas agora estão bem, votaram no Passos Coelho, votaram no Relvas, votaram naquela tropa e estão a levar com esta tropa. Eu não votei."......... NEM EU.
Há uma coisa que me faz sempre rir: os comentários contra Sócrates são quase sempre desvairados, sem conteúdo, sem dados concretos e baseados apenas no ódio irracional. Diz muito sobre os comentadores!!! relembro que grande parte das inverdades que circulam a respeito de Sócrates vieram da boca dos nossos actuais governantes (Relvas incluído..)...para mim isto diz tudo !!interroguem-se portanto !!


Jornal Económico: Sócrates foi considerado o melhor Primeiro Ministro.
Mário Soares pode ter conseguido estabilizar o país no período pós-revolucionário, Cavaco Silva ter sido o primeiro a conseguir completar um mandato, Durão Barroso até pode ter saído de São Bento para a presidência da Comissão Europeia, mas foi José Sócrates o escolhido, pelos leitores do Económico, como o melhor primeiro-ministro do país.Passos Coelho e Santana Lopes fecharam o pódio em mais uma votação em real time no site do Económico que juntou mais de 11.000 votos válidos.
Por: Resistente/Comentador/Expresso/ Online
Sócrates eliminou mais de 25% dos cargos dirigentes do Estado
Primeira avaliação do PRACE por um órgão independente mostra ainda um corte de 46% nos organismos públicos.Nos seis anos em que o PS esteve no Governo, aAdministração Central do Estado assistiu a uma redução de mais de 25% no número de dirigentes e a um emagrecimento de 46% na quantidade de serviços públicos. As estatísticas constam de um relatório da UTAO, a unidade que dá apoio técnico aos deputados no Parlamento, e constituiu a primeira avaliação de uma entidade independente aos impactos da reforma do Estado lançada pelo anterior Executivo. http://www.jornaldenegoci...
19: Reformas de Sócrates: Supressão de 991 cargos dirigentes «superiores, intermédios e equiparados» em 2011 na administração pública.
20.A aprovação dos casamentos gay e do aborto, assim como o fracasso da OPA da PT, deixou a igreja e os poderosos azedos. Sócrates não vergou, perante os poderosos e eles não lhe perdoam. Cortou privilégios dos poderosos, como as reformas antecipadas dos políticos e correu com as velhas elites alapadas e o bolor instalado e é esse o grande problema.
21. As Novas Oportunidades, o Computador Magalhães e o Simplex, são hoje alvo de prémios a nível Internacional como a União Europeia e OCDE e referidos como bons exemplos a seguir.
21. As Novas Oportunidades, o Computador Magalhães e o Simplex, são hoje alvo de prémios a nível Internacional como a União Europeia e OCDE e referidos como bons exemplos a seguir.
Isto é qualidade de vida, não é?
A ONDE ESTARÁ A MINA DE OURO QUE O SUSTENTA? NO OFF-SHORE DE GIBRALTAR !
SÃO “SÓ” 364 MILHÕES !!
Gasta 15 mil euros por mês...pudera não lhe custou a ganhar...
E ESTAMOS CÁ TODOS PARA PAGAR A FACTURA !!!!
Sócrates gasta 15 mil euros por mês em Paris
A vida milionária do ex-primeiro-ministro José Sócrates em Paris
José Sócrates gasta em média 15 mil euros por mês em Paris, cidade para onde foi estudar Ciência Política. Sem emprego nem poupanças conhecidas, o ex-primeiro-ministro mantém uma vida de luxo numa das cidades mais caras da Europa, com despesas mensais que rondam sete mil euros na renda de casa, num dos bairros mais caros da cidade, mil euros nas propinas da faculdade, dois mil euros no colégio particular do filho e cem euros por refeição em restaurantes.
Um estilo de vida caro, quando José Sócrates nunca referiu ter poupanças nas declarações de rendimentos que entregou no Tribunal Constitucional desde 1995, ano a partir do qual esses documentos podem ser consultados. Segundo essas declarações, Sócrates obteve, entre 1995 e 2010, rendimentos acumulados de 1,19 milhões de euros, a que se somam quase 50 mil euros por seis meses de salário, despesas de representação e subsídio de férias em 2011. O CM contactou José Sócrates para obter uma reacção, mas o ex-primeiro ministro desligou o telefone e não respondeu à mensagem enviada.
Como foi possível constatar em Paris, Sócrates arrendou um apartamento no 16º Bairro parisiense, uma das zonas nobres da cidade. A dez minutos a pé da Torre Eiffel, as casas mais baratas têm uma renda de quatro mil euros. Só que, como explicaram ao CM diferentes imobiliárias parisienses, na rua onde reside Sócrates "os preços sobem para os sete mil euros mensais", dada a exclusividade conferida a essa rua pela vizinhança de embaixadores e milionários.
Quando o ex-primeiro-ministro sai de casa pela manhã, dirige-se à Sciences Po, onde está a estudar Ciência Política. De propinas, paga 1083 euros por mês. Mas, antes, Sócrates faz uma paragem obrigatória no Le Diplomate: é nesse café, à porta de casa, que emigrantes portugueses lhe servem uma bica ao balcão e onde aproveita para comprar tabaco.
O ex-líder do PS frequenta com regularidade alguns dos melhores restaurantes de Paris, onde a factura ultrapassa facilmente os 100 euros/dia ou 3000 por mês. A famosa Brasserie Lipp, favorita de antigos presidentes franceses, tem pratos a 60 euros e garrafas de vinho entre os 70 e os 220 euros. No La Divina Commedia, outro dos locais de eleição, os pratos com entrada e sobremesa rondam os 50 euros. Os vinhos, de que Sócrates é grande apreciador, não são mais baratos.
A viver com Sócrates está o filho mais velho, que frequenta uma escola privada cujo custo atinge os 2186 euros por mês.
Nota: Sem mais comentários, porque as calúnias, mentiras e o boatos vão continuar em relação Sócrates, mas a toda a família.































