segunda-feira, 28 de maio de 2012

Três anedotas curtas e geniais


GENIALIDADE...
 O homem liga pra mãe e diz:
- Ela brigou comigo de novo e estou indo morar com você.
A mãe responde:
- Não querido, ela tem que pagar por isso, eu vou morar com vocês!!!


 Conversa...
 O pai e o filho estão no bar a conversar, quando no meio da conversa, o filho diz:
- Pai, vou divorciar-me da minha mulher. Há seis meses que ela não fala comigo.
O pai fica em silêncio durante uns momentos, bebe mais um golo da cerveja e diz:
- Vê bem o que vais fazer, mulheres assim são difíceis de arranjar...

Telefone

Marido: - Se for para mim, diz que eu não estou em casa.
Mulher atende e diz: - Ele está em casa.
Marido: - Pôrra, mas o que foi que eu acabei de te dizer, mulher?
Mulher: - Era para mim.



Fornecimento de refeições na AR





Menu de luxo na Assembleia da República

Perdiz, porco preto alimentado a bolota e lebre são alguns dos produtos exigidos pelo Caderno de Encargos do concurso público para fornecer refeições e explorar as cafetarias do Parlamento Das exigências para a confecção das ementas de deputados e funcionários constam ainda pratos com bacalhau do Atlântico, pombo torcaz e rola, de acordo com o documento a que o CM teve ontem acesso. O café a fornecer deverá ser de "1ª qualidade" e os candidatos ao concurso têm ainda de oferecer quatro opções de whisky de 20 anos e oito de licores. No vinho, são exigidas 12 variedades de Verde e 15 de tintos alentejanos e do Douro.É também especificado que o mesmo prato não deve ser repetido num prazo de duas semanas. O Caderno de Encargos do concurso, que termina em Junho, estabelece que a qualidade dos produtos vale 50%, o preço 30% e a manutenção 20%.
CM Raquel Oliveira/ Sónia Trigueirão




domingo, 27 de maio de 2012

Confissões de um Assassino Económico








John Perkins. “Portugal está a ser assassinado, como muitos países do terceiro mundo já foram”

Por Sara Sanz Pinto, publicado em 24 Set 2012 - 19:58 | Actualizado há 1 semana 2 dias
Chamou-se a si próprio assassino económico no livro “Confessions of an Economic Hit Man”, que se tornou bestseller do “New York Times”
Em tempos consultor na empresa Chas. T. Main, John Perkins andou dez anos  a fazer o que não devia, convencendo países do terceiro mundo a embarcar em projectos megalómanos, financiados com empréstimos gigantescos de bancos do primeiro mundo. Um dia, estava nas Caraíbas, percebeu que estava farto de negócios sujos e mudou de vida. Regressou a Boston e, para compensar os estragos que tinha feito, decidiu usar os seus conhecimentos para revelar ao mundo o jogo que se joga nos bastidores financeiros.
Como se passa de assassino económico a activista?
Em primeiro lugar é preciso passar-se por uma forte mudança de consciência e entender o papel que se andou a desempenhar. Levei algum tempo a compreender tudo isto. Fui um assassino económico durante dez anos e durante esse período achava que estava a agir bem. Foi o que me ensinaram e o que ainda ensinam nas faculdades de Gestão: planear grandes empréstimos para os países em desenvolvimento para estimular as suas economias. Mas o que vi foi que os projectos que estávamos a desenvolver, centrais hidroeléctricas, parques industriais, e outras coisas idênticas, estavam apenas a ajudar um grupo muito restrito de pessoas ricas nesses países, bem como as nossas próprias empresas, que estavam a ser pagas para os coordenar. Não estávamos a ajudar a maioria das pessoas desses países porque não tinham dinheiro para ter acesso à energia eléctrica, nem podiam trabalhar em parques industriais, porque estes não contratavam muitas pessoas. Ao mesmo tempo, essas pessoas estavam a tornar--se escravos, porque o seu país estava cada mais afundado em dívidas. E a economia, em vez de investir na educação, na saúde ou noutras áreas sociais, tinha de pagar a dívida. E a dívida nunca chega a ser paga na totalidade. No fim, o assassino económico regressa ao país e diz-lhes “Uma vez que não conseguem pagar o que nos devem, os vossos recursos, petróleo, ou o que quer que tenham, vão ser vendidos a um preço muito baixo às nossas empresas, sem quaisquer restrições sociais ou ambientais”. Ou então, “Vamos construir uma base militar na vossa terra”. E à medida que me fui apercebendo disto a minha consciência começou a mudar. Assim que tomei a decisão de que tinha de largar este emprego tudo foi mais fácil. E para diminuir o meu sentimento de culpa senti que precisava de me tornar um activista para transformar este mundo num local melhor, mais justo e sustentável através do conhecimento que adquiri. Nessa altura a minha mulher e eu tivemos um bebé. A minha filha nasceu em 1982 e costumava pensar como seria o mundo quando ela fosse adulta, caso continuássemos neste caminho. Hoje já tenho um neto de quatro anos, que é uma grande inspiração para mim e me permite compreender a necessidade de viver num sítio pacífico e sustentável.
Houve algum momento em particular em que tenha dito para si mesmo “não posso fazer mais isto”?
Sim, houve. Fui de férias num pequeno veleiro e estive nas Ilhas Virgens e nas Caraíbas. Numa dessas noites atraquei o barco e subi às ruínas de uma antiga plantação de cana-de-açúcar. O sítio era lindo, estava completamente sozinho, rodeado de buganvílias, a olhar para um maravilhoso pôr do Sol sobre as Caraíbas e sentia-me muito feliz. Mas de repente cheguei à conclusão que esta antiga plantação tinha sido construída sobre os ossos de milhares de escravos. E depois pensei como todo o hemisfério onde vivo foi erguido sobre os ossos de milhões de escravos. E tive também de admitir para mim mesmo que também eu era um esclavagista, porque o mundo que estava a construir, como assassino económico, consistia, basicamente, em escravizar pessoas em todo o mundo. E foi nesse preciso momento que me decidi a nunca mais voltar a fazê--lo. Regressei à sede da empresa onde trabalhava em Boston e demiti-me.
E qual foi a reacção deles?
De início ninguém acreditou em mim. Mas quando se aperceberam de que estava determinado tentaram demover-me. Fizeram-me propostas muito interessantes. Mas fui-me embora à mesma e deixei por completo de me envolver naquele tipo de negócios.
Diz que os assassinos económicos são profissionais altamente bem pagos que enganam os países subdesenvolvidos, recorrendo a armas como subornos, relatórios falsificados, extorsões, sexo e assassinatos. Pode explicar às pessoas que não leram o seu livro como tudo isto funciona?
Basicamente, aquilo que fazíamos era escolher um país, por exemplo a Indonésia, que na década de 70 achávamos que tinha muito petróleo do bom. Não tínhamos a certeza, mas pensávamos que sim. E também sabíamos que estávamos a perder a guerra no Vietname e acreditávamos no efeito dominó, ou seja, se o Vietname caísse nas mãos dos comunistas, a Indonésia e outros países iriam a seguir. Também sabíamos que a Indonésia tinha a maior população muçulmana do mundo e que estava prestes a aliar-se à União Soviética, e por isso queríamos trazer o país para o nosso lado. Fui à Indonésia no meu primeiro serviço e convenci o governo do país a pedir um enorme empréstimo ao Banco Mundial e a outros bancos, para construir o seu sistema eléctrico, centrais de energia e de transmissão e distribuição. Projectos gigantescos de produção de energia que de forma alguma ajudaram as pessoas pobres, porque estas não tinham dinheiro para pagar a electricidade, mas favoreceram muito os donos das empresas e os bancos e trouxeram a Indonésia para o nosso lado. Ao mesmo tempo, deixaram o país profundamente endividado, com uma dívida que, para ser refinanciada pelo Fundo Monetário Internacional, obrigou o governo a deixar as nossas empresas comprarem as empresas de serviços básicos de utilidade pública, as empresas de electricidade e de água, construir bases militares no seu território, entre outras coisas. Também acordámos algumas condicionantes, que garantiam que a Indonésia se mantinha do nosso lado, em vez de se virar para a União Soviética ou para outro país que hoje em dia seria provavelmente a China.
Trabalhou de muito perto com o Banco Mundial?
Muito, muito perto. Muito do dinheiro que tínhamos vinha do Banco Mundial ou de uma coligação de bancos que era, geralmente, liderada pelo Banco Mundial.
Sugere no seu livro que os líderes do Equador e do Panamá foram assassinados pelos Estados Unidos. No entanto, existem vários historiadores que defendem que isso não é verdade. O que acha que aconteceu com Jaime Roldós e Omar Torrijos?
Não existem provas sólidas quer do que aconteceu no Equador, com Roldós, quer do que se passou no Panamá, com Torrijos. Porém, existem muitas provas circunstanciais. Por exemplo, Roldós foi o primeiro a morrer, num desastre de avião em Maio de 1981, e a área do acidente foi vedada, ninguém podia ir ao local onde o avião se despenhou, excepto militares norte-americanos ou membros do governo local por eles designados. Nem a polícia podia lá entrar. Algumas testemunhas-chave do desastre morreram em acidentes estranhos antes de serem chamadas a depor. Um dos motores do avião foi enviado para a Suíça e os exames mostram que parou de funcionar quando estava ainda no ar e não ao chocar contra a montanha. Isto é, existem provas circunstanciais tremendas em torno desta morte, e além disso todos estavam à espera que Jaime Roldós fosse derrubado ou assassinado porque não estava a jogar o nosso jogo. Logo depois de o seu avião se ter despenhado, Omar Torrijos juntou a família toda e disse: “O meu amigo Jaime foi assassinado e eu vou ser o próximo, mas não se preocupem, alcancei os objectivos que queria alcançar, negociei com sucesso os tratados do canal com Jimmy Carter e esse canal pertence agora ao povo do Panamá, tal como deve ser. Por isso, depois de eu ser assassinado, devem sentir-se bem por tudo aquilo que conquistei.” A verdade é que os EUA, a CIA e pessoas como o Henry Kissinger admitiram que o nosso país tinha derrubado Salvador Allende, no Chile; Jacobo Arbenz, na Guatemala; Mohammed Mossadegh, no Irão; participámos no afastamento de Patrice Lumumba, no Congo; de Ngô Dinh Diem, no Vietname. Existem inúmeros documentos sobre a história dos EUA que provam que fizemos estas coisas e continuamos a fazê-las. Sabe-se que estivemos profundamente envolvidos, em 2009, no derrube no presidente Manuel Zelaya, nas Honduras, e na tentativa de afastar Rafael Correa, no Equador, também há não muito tempo. Os EUA admitiram muitas destas coisas e pensar que eles não estiveram envolvidos nos homicídios de Roldós e Torrijos... Estes dois homens foram assassinados quase da mesma forma, num espaço de três meses. Ambos tinham posições contrárias aos EUA e às suas empresas e estavam a assumir posições fortes para defender os seus povos – é pouco razoável pensar o contrário.
Algumas pessoas acusam-no de ser um teórico da conspiração. O que tem a dizer sobre isso?
Bem, não sou, de modo nenhum, um teórico da conspiração. Não acredito que exista uma pessoa ou um grupo de pessoas sentadas no topo a tomar todas as decisões. Mas torno muito claro no meu último livro, “Hoodwinked” (2009), e também em “Confessions of an Economic Hit Man” (2004) – editado em Portugal pela Pergaminho em 2007 com o título “Confissões de Um Mercenário Económico: a Face Oculta do Imperialismo Americano” –, que as multinacionais são movidas por um único objectivo que é maximizar os lucros, independentemente das consequências sociais e ambientais. Estes últimos são novos objectivos que não eram ensinados quando estudei Gestão, no final dos anos 60. Ensinaram-me que havia apenas este objectivo entre muitos outros, por exemplo tratar bem os funcionários, dar-lhes uma boa assistência na saúde e na reforma, ter boas relações com os clientes e os fornecedores, e também ser um bom cidadão, pagar impostos e fazer mais que isso, ajudar a construir escolas e bibliotecas. Tudo se agravou nos anos 70, quando Milton Friedman, da escola de economia de Chicago, veio dizer que a única responsabilidade no mundo dos negócios era maximizar os lucros, independentemente dos custos sociais e ambientais. E Ronald Reagan, Margaret Thatcher e muitos outros líderes mundiais convenceram-se disso desde então. Todas estas empresas são orientadas segundo este objectivo e quando alguma coisa o ameaça, seja um acordo de comércio multilateral seja outra coisa qualquer, juntam--se para garantir que o mesmo é protegido. Isto não é uma conspiração, uma conspiração é ilegal, isto que fazem não é. No entanto, é extremamente prejudicial para a economia mundial.
Também escreveu que o objectivo último dos EUA é construir um império global. Como vê a recente estratégia norte-americana contra a China e o Irão?
Actualmente, podemos dizer que o novo império não é tanto americano como formado por multinacionais. Penso que a ditadura das grandes empresas e dos seus líderes forma hoje a versão moderna desse império. Repito, isto não é uma conspiração, mas todos eles são movidos por esse objectivo de que falámos anteriormente.
Mas vários especialistas defendem que estamos num cenário de terceira guerra mundial, com a China, a Rússia e o Irão de um lado e os EUA, a União Europeia (UE) e Israel do outro. E que toda a conversa de Washington em torno do programa nuclear iraniano não passa de uma grande mentira.
Não acredito que todo este conflito seja motivado por armas nucleares. Na verdade, vários estudos recentes, alguns deles das mais respeitadas agências de informações norte-americanas, mostram que não existem armas nucleares no Irão. E acredito que tudo isto não se deve apenas aos recursos iranianos mas também à ameaça de Teerão de vender petróleo no mercado internacional numa moeda que não o dólar, uma ameaça também feita por Muammar Kadhafi, na Líbia, e Saddam Hussein, no Iraque. Os nort-americanos não gostam que ameacem o dólar e não gostam que ameacem o seu sistema bancário, algo que todos esses líderes fizeram – o líder do Irão, o líder do Iraque, o líder da Líbia. Derrubaram dois deles e o terceiro ainda lá está. Penso que é disto que se trata. Não tenho dúvidas de que a Rússia está a gostar de ver a agitação entre a UE e o Irão, porque Moscovo tem muito petróleo e, se os fornecedores iranianos deixarem de vender, o preço do petróleo vai subir, o que será uma grande ajuda para a Rússia. É difícil acreditar que qualquer destes países queira mesmo entrar numa terceira guerra mundial. No fundo, o que querem é estar constantemente a confundir as pessoas, parecendo que querem entrar em conflito e ajudar a alimentar as máquinas de guerra, porque isso ajuda uma série de grandes empresas.
Como durante a Guerra Fria?
Sim, como durante a Guerra Fria, porque isso é bom para os negócios. No fundo, estes países estão todos a servir os interesses das grandes empresas. Há algumas centenas de anos, a geopolítica era maioritariamente liderada por organizações religiosas; depois os governos assumiram esse poder. Agora chegámos à fase em que a geopolítica é conduzida em primeiro lugar pelas grandes multinacionais. E elas controlam mesmo os governos de todos os países importantes, incluindo a Rússia, a China e os EUA. A economia da China nunca poderia ter crescido da forma que cresceu se não tivesse estabelecido fortes parcerias com grandes multinacionais. E todos estes países são muito dependentes destas empresas, dos presidentes destas empresas, que gostam de baralhar as pessoas, porque constroem muitos mísseis e todo o tipo de armas de guerra. É uma economia gigante. A economia norte-americana está mais baseada nas forças armadas que noutra coisa qualquer. Representa a maior fatia do nosso orçamento oficial e uma parte maior ainda do nosso orçamento não oficial. Por isso tanto a guerra como a ameaça de guerra são muito boas para as grandes multinacionais. Mas não acredito que haja alguém que nos queira ver de facto entrar em guerra, dada a natureza das armas. Penso que todas as pessoas sabem que seria extremamente destrutivo.
Como avalia o trabalho de Barack Obama enquanto presidente dos EUA?
Penso que se esforçou muito por agir bem, mas está numa posição extremamente vulnerável. Assim que alguém entra na Casa Branca, sejam quais forem as suas ideias políticas, os seus motivos ou a sua consciência, sabe que é muito vulnerável e que o presidente dos EUA, ou de outro país importante, pode ser facilmente afastado. Nalgumas partes do mundo, como a Líbia ou o Irão, talvez só com balas o seu poder possa ser derrubado, mas em países como os EUA um líder pode ser afastado por um rumor ou uma acusação. O presidente do FMI, Dominique Strauss-Kahn, ver a sua carreira destruída por uma empregada de quarto de um hotel, que o acusou de violação, foi um aviso muito forte a Obama e a outros líderes mundiais. Não estou a defender Strauss-Kahn – não faço a mínima ideia de qual é a verdade por trás do que aconteceu, mas o que sei é que bastou uma acusação de uma empregada de quarto para destruir a sua carreira, não só como director do FMI mas também como potencial presidente francês. Bill Clinton também foi afastado por um escândalo sexual, mas no tempo de John Kennedy estas coisas não derrubavam presidentes. Só as balas. Porém, descobrimos com Bill Clinton que um escândalo sexual – e não é preciso ser uma coisa muito excitante, porque aparentemente ele nem sequer teve sexo com a Monica Lewinsky, fizeram uma coisa qualquer com um charuto que já não me lembro – foi o suficiente para o descredibilizar. Por isso Obama está numa posição muito vulnerável e tem de jogar o jogo e fazer o melhor que pode dentro dessas limitações. Caso contrário, será destruído.
No fim do ano passado escreveu um artigo onde afirmava que a Grécia estava a ser atacada por assassinos económicos. Acha que Portugal está na mesma situação?
Sim, absolutamente, tal como aconteceu com a Islândia, a Irlanda, a Itália ou a Grécia. Estas técnicas já se revelaram eficazes no terceiro mundo, em países da América Latina, de África e zonas da Ásia, e agora estão a ser usadas com êxito contra países como Portugal. E também estão a ser usadas fortemente nos EUA contra os cidadãos e é por isso que temos o movimento Occupy. Mas a boa notícia é que as pessoas em todo o mundo estão a começar a compreender como tudo isto funciona. Estamos a ficar mais conscientes. As pessoas na Grécia reagiram, na Rússia manifestam-se contra Putin, os latino-americanos mudaram o seu subcontinente na última década ao escolher presidentes que lutam contra a ditadura das grandes empresas. Dez países, todos eles liderados por ditadores brutais durante grande parte da minha vida, têm agora líderes democraticamente eleitos com uma forte atitude contra a exploração. Por isso encorajo as pessoas de Portugal a lutar pela sua paz, a participar no seu futuro e a compreender que estão a ser enganadas. O vosso país está a ser saqueado por barões ladrões, tal como os EUA e grande parte do mundo foi roubado. E nós, as pessoas de todo o mundo, temos de nos revoltar contra os seus interesses. E esta revolução não exige violência armada, como as revoluções anteriores, porque não estamos a lutar contra os governos mas contra as empresas. E precisamos de entender que são muito dependentes de nós, são vulneráveis, e apenas existem e prosperam porque nós lhes compramos os seus produtos e serviços. Assim, quando nos manifestamos contra elas, quando as boicotamos, quando nos recusamos a comprar os seus produtos e enviamos emails a exigir-lhes que mudem e se tornem mais responsáveis em termos sociais e ambientais, isso tem um enorme impacto. E podemos mudar o mundo com estas atitudes e de uma forma relativamente pacífica.
Mas as próprias empresas deviam ver que a ditadura das multinacionais é um beco sem saída.
Bem, penso que está absolutamente certa. Há alguns meses estive a falar numa conferência para 4 mil CEO da indústria das telecomunicações em Istambul e vou regressar lá, dentro de um mês, para uma outra conferência de CEO e CFO de grandes empresas comerciais, e digo-lhes a mesma coisa. Falo muitas vezes com directores-executivos de empresas e sou muitas vezes chamado a dar palestras em universidades de Gestão ou para empresários e também lhes digo o mesmo. Aquilo que fizemos com esta economia mundial foi um fracasso. Não há dúvida. Um exemplo disso: 5% da população mundial vive nos EUA e, no entanto, consumimos cerca de 30% dos recursos mundiais, enquanto metade do mundo morre à fome ou está perto disso. Isto é um fracasso. Não é um modelo que possa ser replicado em Portugal, ou na China ou em qualquer lado. Seriam precisos mais cinco planetas sem pessoas para o podermos copiar. Estes países podem até querer reproduzi-lo, mas não conseguiriam. Por isso é um modelo falhado e você tem razão, porque vai acabar por se desmoronar. Por isso o desafio é como mudamos isto e como apelar às grandes empresas para fazerem estas mudanças. Obrigando-as e convencendo-as a ser mais sustentáveis em termos sociais e ambientais. Porque estas empresas somos basicamente nós, a maioria de nós trabalha para elas e todos compramos os seus produtos e serviços. Temos um enorme poder sobre elas. Por definição, uma espécie que não é sustentável extingue-se. Vivemos num sistema falhado e temos de criar um novo. O problema é que a maior parte dos executivos só pensa a curto prazo, não estão preocupados com o tipo de planeta que os seus filhos e os seus netos vão herdar.
Podemos afirmar que esta crise mundial foi provocada por assassinos económicos e rotular os líderes da troika como serial killers?
Penso que é justo dizer que os assassinos económicos são os homens de mão, nós, os soldados, e os presidentes das grandes multinacionais e de organizações como o Banco Mundial, o FMI ou Wall Street, os generais.
Ainda há dias o “Financial Times” divulgou que os gestores financeiros de Wall Street andavam a tomar testosterona para se tornarem ainda mais competitivos. Isto faz parte do beco sem saída de que está a falar?
A sério?! Ainda não tinha ouvido isso, mas não me surpreende nada. No entanto, aquilo que precisamos hoje em dia é de um lado feminino, temos de caminhar na direcção oposta e livrar-nos dessa testosterona. Precisamos de mais líderes mulheres, mulheres reais – não homens vestidos com roupas de mulher, por assim dizer – para trazerem com elas os valores de receptividade e do apoio e encorajarem os homens a cultivar isso neles próprios. Nós, homens, temos de estar muito mais ligados ao nosso lado feminino.
Se fôssemos apresentar esta crise económica à polícia, quem seriam os criminosos a acusar?
Pense em qualquer grande multinacional e à frente dessa multinacional estará alguém responsável pela ditadura empresarial, seja a Goldman Sachs, em Wall Street, seja a Shell, a Monsanto ou a Nike. Todos os líderes dessas empresas estão profundamente envolvidos em tudo isto e, da mesma forma, estão os líderes do FMI, do Banco Mundial e de outras grandes instituições bancárias. Detesto estar a dar nomes, estas pessoas estão sempre a mudar de emprego, por isso prefiro apontar os cargos. Eles estão sempre em rotação, por exemplo, o nosso antigo presidente, George W. Bush, veio da indústria petrolífera. A sua secretária de Estado, Condoleezza Rice, também veio da indústria petrolífera. Já Obama tem a sua política financeira concebida por Wall Street, maioritariamente pela Goldman Sachs. Mudaram-se da empresa para a actual administração norte-americana. A sua política de agricultura é feita por pessoas da Monsanto e de outras grandes empresas do sector. E a parte triste é que assim que o seu tempo expirar em Washington voltam para essas empresas. Vivemos num sistema incrivelmente corrupto. Aquilo a que chamamos política das portas giratórias é só uma outra designação de corrupção extrema.

Professora: Quantos são os Mandamentos


 Manuel estava na aula, quando a professora pergunta:
- Manuel, quantos são dois e dois?
- DEPENDE professora, se os números estão na horizontal são 22 se estão na vertical são 4.
- Muito giro, você parece que é mesmo do contra! Diga lá agora; quem descobriu o Brasil?
- DEPENDE, se refere a 1500 foi Pedro Álvares Cabral, se refere antes de 1500, foi o Índio que já lá estava.
- Ah!... Você se julga muito inteligente, não é Manuel? Você se acha um superdotado, certo? Agora diga-me, quantos são os mandamentos da Lei de Deus. Os mandamentos são?
- Bom... DEPENDE professora!
- Como é que DEPENDE?
- DEPENDE, porque se são para homens são dez, mas se são para mulheres são nove, porque as mulheres não podem desejar a mulher do próximo!
- "DEPENDE"..., sussurra a professora.


sábado, 26 de maio de 2012

Luis Costa Oliveira 3 mulheres 45 filhos

Só precisamos de meia dúzia destes artistas e para inverter o crescimento demográfico que é actualmente negativo. 

Luiz Costa filho de Português de Mirandela teve 17 filhos com atual mulher e outros 13 filhos com a sogra.
Não contente, casou também com a cunhada, com quem teve 15 herdeiros.
Glauco Araújo Do G1, em São Paulo
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Luiz Costa de Oliveira, 90 anos, com as três mulheres, na frente de casa, em Campo Grande. Da esquerrda para direita; Ozelita Francisca, 58 anos, Maria Francisca, 69 anos; e Francisca Maria, 89 anos (Foto: Júnior Liberato/Arquivo Pessoal)
O aposentado Luiz Costa de Oliveira, 90 anos, é viúvo do primeiro casamento, o que lhe rendeu cuidar sozinho de 17 filhos em uma casa humilde no sertão de Campo Grande (RN). Paquerador nato, ele não deixou, como gosta de dizer, a "peteca cair" e se casou novamente, por três vezes. O detalhe é que ele não ficou viúvo outra vez e nem se separou das primeiras esposas. Hoje, ele mora com três mulheres, a segunda companheira, a sogra e sua cunhada. Com elas, Oliveira teve 45 filhos.
Paquerador e insaciável, o aposentado ainda conseguiu arrumar tempo para mais três mulheres, todas relações que considera extraconjugais, que resultaram em outros sete filhos. Somando a prole de cada um dos relacionamento, ele construiu uma família (ou famílias) com 69 filhos, 100 netos e 60 bisnetos.
A primeira mulher da história de vida de Oliveira se chamava Francisca. "Deus quis levá-la e assim foi, mas me deixou 17 filhos". O tempo passou e ele conheceu outra Francisca, por quem se apaixonou, era Maria Francisca da Silva, hoje com 69 anos. "Com esta tive mais 17 filhos."
O terceiro relacionamento de Oliveira começou quando sua sogra passou a frequentar sua casa diariamente para cuidar de Maria Francisca em suas gestações. "A gente foi se conhecendo melhor e tive mais 13 filhos", disse ele.
Por causa das gestações de sua sogra, que se transformou em esposa, a nora Ozelita Francisca da Silva, 58 anos, passou a frequentar a casa de Oliveira também. Desta vez, os cuidados eram direcionados para sua sogra-esposa. "Fizemos 15 filhos".
Dos filhos de Oliveira, apenas 31 estão vivos.
Ciúmes de "mãe e filhas"
Semana passada, as filhas estavam brigadas com a mãe. As três estavam com ciúmes do marido, o mesmo das três. "A gente vive aqui na minha casa. A minha casa é pequena, com quarto, sala, cozinha e banheiro. Não tem muito conforto, mas dá pra fazer amor. Quando eu faço amor é sempre na mesma casa, no mesmo quarto.", disse Oliveira.
Além dos filhos com as três atuais mulheres e da falecida Francisca, Oliveira disse que a fama de "bom homem" atrai a atenção de outras mulheres. "A gente passa e as mulheres ficam olhando. Não sou assim bonito como dizem, mas tenho minhas qualidades."
O aposentado revelou ao G1 o segredo para tanta vitalidade. "Não bebo, não fumo, me alimento bem e durmo melhor ainda". Oliveira não quis explicar como faz para se dividir entre as três mulheres na mesma casa. "Tem espaço pra todas. Pra fazer amor não tem hora e nem lugar. basta querer."
Oliveira disse que sabe o nome de todos os 69 filhos, mas que tem horas que a memória não ajuda. "Se eu vejo pessoalmente eu sei quem é a mãe e nome vem na cabeça."
Os 100 netos já é uma operação mais complicada para Oliveira lembrar o nome de todos. "É muita gente, mas é gostoso. O nome deles quem sabe são os pais."
Os sete filhos que teve com outras três mulheres, em relacionamentos extraconjugais, Oliveira não tem tanto contato. "Eu sei onde moram, onde estão as mães, mas não temos o convívio".

E ainda tem gente que diz que português tem baixa produtividade?! C.V.


quarta-feira, 23 de maio de 2012

Debate Sócrates PS Ferreira Leite PSD

Troca de Presentes entre vizinhos




Um tipo, ao topar o vizinho do prédio ao lado na varanda, puxou conversa com ele:   – Ó vizinho! Quando é o seu aniversário?
 – Em Maio. Porquê?
 – É que eu vou oferecer-lhe uns cortinados de presente, pra você colocar no quarto. Não aguento mais ver você e sua esposa a darem quecas brutais em plena luz do dia!
 Nessa altura e sorrindo, o outro perguntou:
 – E o seu, quando é?
 – Em Setembro. Porquê?
 – Vou dar-lhe uns binóculos, pra você ver bem de quem é a esposa!...

Curriculum Vitae de: Passos Coelho

                     
                 
                                
                     


Foi esta semana um caso bastante falado mas já circulavam os rumores na...
TUGALEAKS.COM

Ex-toxicodependente, com várias desintoxicações feitas em Espanha, e com processos-crime por violência doméstica, por espancamento brutalmente da sua 1ª mulher, uma das cantoras do grupo musical conhecido, das ex-Doce, o que fez por cinco vezes, pelo menos, conforme consta, com queixas dos vizinhos por desacatos no prédio onde morava!...
NÃO OBSTANTE TUDO ISTO, EIS O SEU "INVEJÁVEL" CV:
Curricul
um do primeiro-ministro deste país....
Meus Amigos/as, algum de vós dava emprego (não estou a falar de trabalho!…) a alguém com esta “Carreira de Vida” (Curriculum Vitae [CV])!?...



NomePedro Passos Coelho  
Morada: Rua da Milharada - Massamá
(Atualmente: São Bento)

Data de nascimento: 24 de Julho de 1964
Formação Académica: Licenciatura em Economia - Universidade Lusíada
(concluída em 2001, com 37 anos de idade)

Percurso profissional: Até 2004, apenas actividade partidária na JSD e PSD;
a partir de 2004 (com 40 anos de idade) passou a desempenhar vários cargos em empresas do amigo e companheiro de Partido, Engº Ângelo Correia, de quem foi diligente e dedicado 'moço-de-fretes',
tais como:

(2007-2009) Administrador Executivo da Fomentinvest, SGPS, SA;
(2007-2009) Presidente da HLC Tejo,SA;
(2007-2009) Administrador Executivo da Fomentinvest;
(2007-2009) Administrador Não Executivo da Ecoambiente,SA;
(2005-2009) Presidente da Ribtejo, SA;
(2005-2007) Administrador Não Executivo da Tecnidata SGPS;
(2005-2007) Administrador Não Executivo da Adtech, SA;
(2004-2006) Director Financeiro da Fomentinvest,SGPS,SA;
(2004-2009) Administrador Delegado da Tejo Ambiente, SA;
(2004-2006) Administrador Financeiro da HLC Tejo,SA.

Este é o "magnífico" CV do homem que 'teoricamente' governa este País! Um homem que nunca soube o que era trabalhar até aos 37 anos de idade! Um homem que, mesmo sem ocupação profissional, só conseguiu terminar a Licenciatura (numa Universidade privada...) com 37 anos de idade!

Mais: um homem que, mesmo sem experiência de vida e de trabalho, conseguiu logo obter emprego como ADMINISTRADOR... em empresas de Ângelo Correia"barão" do PSD e seu tutor e patrão político!... E que nesse universo continua a exercer funções!...

É ESTE O HOMEM QUE FALA DE "ESFORÇO" NA VIDA E DE "MÉRITO"!
É ESTE O HOMEM QUE PRETENDE DAR LIÇÕES DE VIDA A MILHARES DE TRABALHADORES DESTE PAÍS QUE NUNCA CHEGARÃO A ADMINISTRADORES DE EMPRESA ALGUMA, MAS QUE LABUTAM ARDUAMENTE HÁ MUITOS E MUITOS ANOS NAS SUAS EMPRESAS, GANHANDO ORDENADOS DE MISÉRIA!

É ESTE O HOMEM QUE, EM TOM MORALISTA, FALA DE "BOYS" E DE "COMPADRIOS", LOGO ELE QUE, COMO SE COMPROVA, NÃO PRECISOU DE "FAVORES" DE NINGUÉM... PARA ARRANJAR EMPREGO!...
EDIFICANTE... NÃO É?...
DIGA LÁ... DAVA EMPREGO (QUE NÃO FOSSE O DE 'MOÇO-DE-RECADOS') A ALGUÉM COM ESTA 'FOLHA DE SERVIÇOS'?
POIS É...
DEPOIS DO SEU BRILHANTE E QUASE IGUAL ANTECESSOR,
   
PORTUGAL DEPRESSA  SE ENTERRÁ NO 'GUANO'!...
ALIÁS,
ESTE PORTUGAL TEM SIDO MESMO UM "GUANO"
Algum de vós dava emprego (não estou a falar de trabalho...) a alguém com esta"Carreira de Vida" (Curriculum Vitae [CV])!?...



Oh sorte malvada !!!... Com esta gentalha e seus antecessores próximos e mais afastados ...  já estou como dizia o outro ...
Pôrra, tamos fêtos ao bife "...








Foi esta semana um caso bastante falado mas já circulavam os rumores na Internet há bastante tempo sobre a ex-mulher de Passos Coelho e a violência doméstica.
TUGALEAKS.COM


Outro links relacionados:



http://jornalq.com/.../2163-o-que-muito-pouca-gente-sabe...
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A VERDADEIRA BIOGRAFIA DE PEDRO PASSOS COELHO, O VIRA-LATAS
Pedro Passos Coelho era um estudante cábula. Um mundano da gama baixa. Um ambicioso, por conta da vontade que tinha de viver bem e de mandar. Inscreveu-se na JSD, não sem antes passar por outros sítios, a ver o que a coisa dava. Em boa verdade, não foi parvo, escolheu o único sítio viável e prenhe onde uma turbamulta de barões se podiam aniquilar reciprocamente e deixar passar o fura-vidas, escada acima.
Adoptou fato e gravata, o primeiro decerto emprestado. Bateu em quem tinha de bater, acabou o curso à cacetada e, em vez de embarcar numa nau dos Descobrimentos, que já não havia, foi ele próprio descobrir o mundo do bem-bom. Ângelo Correia, que é um tio esperto, e até é meu amigo, deu-lhe a mãozinha marota. Pressentiu no jovem aquele ímpeto, o chamado "killer-instinct", que poucos têm no ADN, mas que algumas pessoas dotadas detectam. Viria a ser descartado pelo protegido, mas a vida tem destas coisas ingratas. Ninguém gosta que nos lembrem de quem nos deu a mão.

A situação portuguesa até ajudava. Vinha aí a hipótese de uma renovação geracional, e mesmo não sendo novo, PPC podia fazer as vezes de um "velho dos novos". Ora ele apenas tem menos dez anos do que eu, portanto estamos conversados sobre o mito geracional. Canelada aqui, estalada acolá, o homem subiu o suficiente para se alcandorar, na sua parolice congénita, aos altares do poder de um País essencialmente raquítico, seja do ponto de vista cívico, seja cultural. Todo o saber e experiência que tem foram colados com cuspo de puto que bebia água da torneira, mas que aspirava a Vichy e a Champagne Louis Roederer. E a viajar em Falcon, à vez do eléctrico 28. Assim se fez o "estadista experiente", o "salvador da pátria", o salarzinho serôdio, amante do orçamento zero e do sado-masoquismo social.

A Tecnoforma serviu de primeira rampa de lançamento ao jovem-turco. Isto é, deu-lhe de comer, a meias com um Centro Português para a Cooperação, que, por mais que eu investigue, só tinha "cu", mas não tinha "coração". Tanto assim que toda a verba da reptílica instituição foi consumida no seu salário e mesmo assim não bastou para que o rapaz pagasse a Segurança Social. E por que havia ele de pagá-la, se lá no íntimo tencionava dar cabo dela? Lá nisso ele, PPC, viu mais à frente do que nós!

Chegou agora a fase da hagiografia. O cabotino há-de ser "santo", ou não integrasse ele as grandes qualidades da grei de outras épocas. Primeiro, mandou uma funcionária escrever a sua "biografia", como se aquilo, sendo verdade, fosse publicável, e sendo mentira, valesse a pena. Agora continua a receita programada pelos seus "spin-doctors". Dá "conselhos" a governos terceiros, apresenta-se como garante do passado, do presente e do futuro, como marido extremoso; como redentor da Nação. Sem ele, depreende-se, ficamos ainda mais paralíticos.

Este homem não passa de um vira-latas. Detesto-o pelo genocídio social que praticou a sangue frio, pela falta de compaixão, pela crueldade das suas omissões, por ser sonso e mentiroso congénito, por falta de memória e de vergonha. Se o povo português lhe renovar o seu voto é porque eu não sou Português, nem entendo nada do país em que nasci. Mas há um pequeno problema aqui: é que eu sou mesmo Português! Portanto, sejam consequentes e varram a criatura do mapa!


                      


  Pedro Passo Coelho

foi casado com uma das cantoras das"doce"

- Se a actual mulher de Pedro Passo Coelho só agora começa a ser conhecida para além do seu círculo de amigos, já a anterior, Fátima Padinha, era, na época, um dos rostos mais conhecidos de Portugal - era a Fá das Doce,
a girl band que, entre 1979 e 1986, coleccionou
êxitos com temas como Amanhã de Manhã, OK KO, Ali
Babá - Um Homem das Arábias, Bem Bom, muitos mais.
Cinco ou seis anos mais velha do que o (então)
jovem político, Fátima Padinha é a mãe das suas
duas primeiras filhas: a Joana, que nasceu em
1988, e a Catarina, que nasceu em 1993. E Pedro
Passos Coelho, que cantava o fado na Adega do
Ribatejo com os seus companheiros da JSD, na
altura em que viveu com a cantora ainda tentou
aperfeiçoar a sua voz de barítono, em aulas com
uma professora de canto lírico. E até chegou a
participar num casting para entrar num musical de
Filipe La Féria.


ESTE É UM GOVERNO PSD/CDS QUE DESPEDE OS PAIS, NEGA EMPREGO AOS FILHOS, ASSALTA OS AVÓS E ROUBA O FUTURO AOS NETOS.
É assim que este Governo fora-da-lei pode continuar a roubar aos milhares de milhões os portugueses, roubando-lhes os bolsos, os empregos, as pensões, os ordenados, os subsídios, os serviços públicos que eles pagam, o património que construíram, as empresas públicas que são de todos, destruindo o progresso que se alcançou nas últimas décadas apenas para poder enriquecer ainda mais os muito ricos e para poder aniquilar os resquícios de soberania que possam teimar em existir, espalhando a miséria e reduzindo os portugueses à inanição e à subserviência.
O que temos é um Governo não de salvação mas de traição nacional. De traição às suas promessas eleitorais, às suas juras de tomada de posse, às instituições democráticas e aos compromissos da civilização que todos abraçámos, de traição ao povo, espremido e vendido barato para enriquecer os credores.
E, no entanto, os portugueses não se movem. Ou quase não se movem. As acções do bando de malfeitores que se apoderou do Governo com falsas promessas parece tão inconcebível que parece impossível que alguém as leve a cabo sem que haja fortíssimas razões de interesse público, ainda secretas. Imagina-se que deve haver aí alguma racionalidade. Talvez o que o Governo diz da austeridade seja verdade. Talvez seja justo matar os pobres à fome para pagar aos bancos.. José Vitor Malheiros – “Público” 03 setembro 2013.





A Biografia de um "Vira latas"
António Ribeiro
24 de Junho de 2015


A VERDADEIRA BIOGRAFIA DE PEDRO PASSOS COELHO, O VIRA-LATAS

Pedro Passos Coelho era um estudante cábula. Um mundano da gama baixa. Um ambicioso, por conta da vontade que tinha de viver bem e de mandar. Inscreveu-se na JSD, não sem antes passar por outros sítios, a ver o que a coisa dava. Em boa verdade, não foi parvo, escolheu o único sítio viável e prenhe onde uma turbamulta de barões se podiam aniquilar reciprocamente e deixar passar o fura-vidas, escada acima.


Adoptou fato e gravata, o primeiro decerto emprestado. Bateu em quem tinha de bater, acabou o curso à cacetada e, em vez de embarcar numa nau dos Descobrimentos, que já não havia, foi ele próprio descobrir o mundo do bem-bom. Ângelo Correia, que é um tio esperto, e até é meu amigo, deu-lhe a mãozinha marota. Pressentiu no jovem aquele ímpeto, o chamado "killer-instinct", que poucos têm no ADN, mas que algumas pessoas dotadas detectam. Viria a ser descartado pelo protegido, mas a vida tem destas coisas ingratas. Ninguém gosta que nos lembrem de quem nos deu a mão.

A situação portuguesa até ajudava. Vinha aí a hipótese de uma renovação geracional, e mesmo não sendo novo, PPC podia fazer as vezes de um "velho dos novos". Ora ele apenas tem menos dez anos do que eu, portanto estamos conversados sobre o mito geracional. Canelada aqui, estalada acolá, o homem subiu o suficiente para se alcandorar, na sua parolice congénita, aos altares do poder de um País essencialmente raquítico, seja do ponto de vista cívico, seja cultural. Todo o saber e experiência que tem foram colados com cuspo de puto que bebia água da torneira, mas que aspirava a Vichy e a Champagne Louis Roederer. E a viajar em Falcon, à vez do eléctrico 28. Assim se fez o "estadista experiente", o "salvador da pátria", o salarzinho serôdio, amante do orçamento zero e do sado-masoquismo social.

A Tecnoforma serviu de primeira rampa de lançamento ao jovem-turco. Isto é, deu-lhe de comer, a meias com um Centro Português para a Cooperação, que, por mais que eu investigue, só tinha "cu", mas não tinha "coração". Tanto assim que toda a verba da reptílica instituição foi consumida no seu salário e mesmo assim não bastou para que o rapaz pagasse a Segurança Social. E por que havia ele de pagá-la, se lá no íntimo tencionava dar cabo dela? Lá nisso ele, PPC, viu mais à frente do que nós!

Chegou agora a fase da hagiografia. O cabotino há-de ser "santo", ou não integrasse ele as grandes qualidades da grei de outras épocas. Primeiro, mandou uma funcionária escrever a sua "biografia", como se aquilo, sendo verdade, fosse publicável, e sendo mentira, valesse a pena. Agora continua a receita programada pelos seus "spin-doctors". Dá "conselhos" a governos terceiros, apresenta-se como garante do passado, do presente e do futuro, como marido extremoso; como redentor da Nação. Sem ele, depreende-se, ficamos ainda mais paralíticos.

Este homem não passa de um vira-latas. Detesto-o pelo genocídio social que praticou a sangue frio, pela falta de compaixão, pela crueldade das suas omissões, por ser sonso e mentiroso congénito, por falta de memória e de vergonha. Se o povo português lhe renovar o seu voto é porque eu não sou Português, nem entendo nada do país em que nasci. Mas há um pequeno problema aqui: é que eu sou mesmo Português! Portanto, sejam consequentes e varram a criatura do mapa!




Digam o que disserem. Isto é uma vergonha.
https://viriatoapedrada.blogspot.pt/…/curriculum-vitae-de-p…
Carlos Esperança
17 h
Passos Coelho – o académico precário
Não repugna que o ex-PM se transfira da AR para a docência do ensino superior, ao que se diz, para dar aulas em mestrados. ...
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